VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O SEGREDO DA VIDA ABUNDANTE


 Quanto amor e perfeição há nos caminhos de nosso Deus! Jesus deu a sua vida para salvar-nos da morte eterna e para nos reconciliar com o Pai. Porém, Deus também precisava mudar nosso estado de escravos do pecado.

Se Ele apenas nos livrasse da condenação, mas nos deixasse escravos, continuaríamos praticando novos pecados. Mas a salvação foi completa. Há um caminho de glória e de vitória para os filhos de Deus nesta terra.
É um fundamental segredo. Um mistério que o Senhor amorosamente tem desvendado aos olhos dos seus filhos.

A vida em abundância

“... eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” Jo 10:10

Mas, como é esta vida abundante? Será que ela é para o Céu ou para a Terra? É possível viver nesta terra essa vida que Jesus prometeu? É possível ter dias inteiros na presença do Senhor, cheios de Sua Graça, mesmo em nossa casa, trabalho ou escola? É possível passar o dia inteiro andando no Espírito, sem pecar, sem satisfazer os desejos da carne, cheios de amor, alegria, paz, paciência, bondade, mansidão...? É possível viver sempre assim nesta terra, cheia de aflições, tentações e perseguições?

Qualquer homem comum responderia: “Não. Isto é impossível. É loucura.” E é loucura mesmo. Isto é impossível ao homem estragado pelo pecado. Isto está acima das forças de qualquer homem. Mas Deus nos diz que há um caminho para essa vida abundante.

Sim, é possível…
... estar alegres, mesmo com problemas e dificuldades.
... dar graças no meio de necessidades financeiras.
... ficar tranqüilo e sem murmurar, nas enfermidades.
... ter paz com vizinhos e colegas maus, egoístas e briguentos.
... viver uma vida espiritual, morando com uma família carnal.
... ser santo e puro, no meio de um mundo impuro.
... ler a palavra e orar, ouvindo o som altíssimo do vizinho.
... ser justo e verdadeiro, no meio de injustos e mentirosos.
... regozijar-se nos sofrimentos.
... e estar feliz em renunciar a tudo e perder a própria vida.

Há um caminho para viver esta vida abundante de forma leve e suave. Há um segredo a ser descoberto e experimentado por todos nós.

O segredo da vida abundante é a vida de Cristo em nós.

“Nisto se manifestou o amor de Deus em nós: em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele.” 1Jo 4:9
“... já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” Gl 2:20

Deus providenciou uma salvação completa. Deus, em seu infinito amor, nos salvou de nossa fraqueza e inutilidade. Ele, por meio de Jesus, proveu para nós todos os recursos para termos esta vida abundante. Aleluia!
Tomemos posse desses recursos e andemos pelo caminho de vitória e vida abundante que o Senhor nos preparou por meio de Jesus.

*Extraído de “Princípios Elementares – A Vida em Cristo”

quarta-feira, 29 de junho de 2011

O CÂNCER GAY

A 30 anos, no dia 5 de junho de 1981, o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (em inglês: Centers for Disease Control and Prevention - CDC) é uma agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, sediada no Condado de DeKalb, Geórgia, Estados Unidos, adjacente ao campus da Emory University e à leste da cidade de Atlanta, descobriu que 5 jovens homossexuais eram portadores de uma estranha forma de pneumonia que só havia sido relatada por investigadores em casos de pessoas com imunidade extremamente debilitada.

No mês seguinte, o mesmo centro estudou 26 casos, também em homossexuais americanos, de uma nova forma de câncer de pele.
O primeiro nome dado às descobertas foi "Câncer Gay".

Em 1982 o nome "Câncer Gay" foi substiutído por SIDA ( Acquired Immunological Deficiency Syndrome ) ou AIDS em língua portuguesa.

Somente em 1983 se conseguiu isolar o vírus causador da AIDS, o HIV - H(uman) I(mmunodeficiency) V(irus). Deve- se o fato à uma equipe francesa, descobrindo-se o mistério da disseminação da infecção pelo sangue, secreções vaginais, leite materno ou sêmen, que ataca o sistema imunológico e expõe o paciente a "infecções oportunistas" como a tuberculose ou a pneumonia.

De 1981 para cá, foram muitos os avanços neste campo.
Em 1996, surgiram os anti-retrovirais que transformou a doença em uma enfermidade crônica.

Dois terços dos soropositivos no mundo desconhecem a própria doença e disseminam o vírus.
Na França, por exemplo, uma pesquisa revelou que 18% dos clientes de bares e saunas gays estão contaminados e 20% destes desconhecem.

No Brasil, estima-se que existam 630 mil pessoas vivendo com o HIV. De 1980 (o início da epidemia) até junho de 2009, foram registrados 217.091 óbitos em decorrência da doença. Cerca de 33 mil a 35 mil novos casos da doença são registrados todos os anos no país. A região Sudeste tem o maior percentual (59%) do total de notificações por ser a mais populosa do país, com 323.069 registros da doença. O Sul concentra 19% dos casos; o Nordeste, 12%; o Centro-Oeste, 6%; e a região Norte, 3,9%. Dos 5.564 municípios brasileiros, 87,5% (4.867) registraram pelo menos um caso da doença.

No gráfico a presença da AIDS no mundo.


É bom nunca esquercermos como as coisas começam, principalmente quando tentam nos fazer esquecer o que somos.

Os dados expostos acima são de organismos aqui referenciados e do Ministério da Saúde do Brasil.

Nas paradas Gays que tanto sucesso fazem na mídia, não vejo um cartaz defendendo o uso de preservativos.
Mas vejo o Ministério da educação querendo dizer aos nossos filhos que ser gay é normal.

Aviso à patrulha:
São dados oficiais que estão à disposição de todos.
Estou apenas lembrando deles

Fonte: Comunidade Gente Decente

O ESPÍRITO SANTO HABITA EM NÓS


O Espírito Santo é um Ser, dotado de personalidade própria. Não é meramente uma força ativa, ou influência espiritual, ou ainda simples emanação de Deus. 

No Antigo Testamento ele é visto como uma Pessoa Divina, possuidor de atributos divinos (Gn 1). Ele tem participação na criação (Gn 1.2; Jó 26.13; Sl 104.30). Existem diversos símbolos do Espírito Santo nas Escrituras: azeite (Jo 3.34; Hb 1.9); água (Jo 7.38-39); vento (At 2.2; Jo 3.8); alguns confundem os símbolos do Espírito Santo com a sua natureza.

Se os confundem com a Pessoa do Espírito Santo, porque não fazem o mesmo com os símbolos referentes a Jesus Cristo? Jesus é chamado de Cordeiro que foi morto (Ap 5.6); pedra (1 Pe 2.6); pão da vida (Jo 6.48). Se não atribuímos significação literal aos símbolos referentes a Jesus, porque querem alguns fazê-lo em relação ao Espírito Santo?

Em relação à Igreja, o Espírito Santo é visto como o único que pode regenerar uma alma, mediante seu toque operante e transformador (Jo 3.3-5). A presença do Espírito Santo, entre os crentes, deve ser contínua e perpétua (Jo 14.6). Essa presença produz frutos no crente.

Vemos a ação de Deus desde a fundação do mundo. ...Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho (Jo 3.16). O Filho deu sua própria vida (Jo 15.13). E o Espírito Santo intercede por nós com gemidos inexprimíveis (Rm 8.26).

Alguns querem que anjos sejam seus mentores no caminho espiritual. As Escrituras, porém, ensinam que somente Deus pode conduzir o homem à vida eterna. Sua habitação portanto é pessoal, real, transformadora.

“Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?”(I Coríntios 6:19)

terça-feira, 28 de junho de 2011

SOMOS SALVOS PELA FÉ. E AS OBRAS?

Importa se pecamos ou não?

É claro que importa. E muito. Devemos entender muito bem isto. Depois de entender que nossa justificação não depende de nossas obras, alguém pode ter uma reação maldosa, brincando com Deus e desprezando a Cristo.

“E por que não dizemos, como alguns, caluniosamente, afirmam que o fazemos: Pratiquemos males para que venham bens? A condenação destes é justa.” Rm 3:8
“Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais
abundante? De modo nenhum! Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?” Rm 6:1-2

Alguém pode querer enganar a Deus tendo a seguinte reação: “Já que não depende de meu procedimento, para que vou obedecer? Por que vou me negar, se não é pelo meu esforço que sou salvo? Posso então pecar a vontade. Vou viver no pecado e usufruir da graça gratuita de Deus. Quanto mais eu pecar, mais vou ser perdoado, maior será a graça de Deus para comigo.” Esta é a reação que Paulo cita nos textos acima. Esta pessoa não engana a Deus. Engana a si mesma.

Se alguém vive na prática do pecado, tem uma fé falsa, e não está justificado. “A fé que justifica é a mesma que santifica.”

A obra de Cristo que produz a justificação dos pecados é a mesma que produz a libertação do pecado. Se alguém diz crer na morte de Cristo e continua vivendo na prática de pecado, a sua fé é falsa. Como pode alguém crer que foi justificado de seus pecados e não crer que foi libertado da escravidão do pecado? A fé que justifica é a mesma que santifica. Quem não tem fé para viver uma vida santa, não tem fé para ser justificado dos seus pecados. Deus não nos aceita em base de nossa conduta. Mas só são justificados
pelo sangue de Cristo aqueles que verdadeiramente nasceram de novo. E aqueles que nasceram de novo não vivem na prática do pecado.

“Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que
permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.” (1Jo 3.9).

Aquele que quer viver na prática do pecado, não está em Cristo e não foi justificado de seus pecados.

Há uma grande diferença, entre alguém que cai em um pecado isolado, e alguém que vive na prática do pecado. Para justificar aquele que cai e se arrepende é que Jesus morreu.

E as obras, são importantes?

Sim. As obras são muito importantes. Não somos salvos pela prática de boas obras, mas fomos salvos para praticar as boas obras.

“Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus; não de obras para que ninguém se glorie. Pois somos feitura dEle, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas.”. Ef 2:8-10.

Não temos que praticar boas obras para poder ser salvos, mas fomos salvos para poder praticar boas obras. Somos salvos para viver uma vida reta e sem pecado.

As obras não nos salvam, mas são uma evidência de que fomos salvos.

“Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta. Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé.” Tg 2:17-18

A confissão dos pecados

“Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados.” Tg 5:16
“Se, porém, andarmos na luz, como ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.” 1Jo 1:7

O que é que nos limpa de todo o pecado? É o Sangue de Cristo. Porém, vemos que este texto estabelece condições para que este sangue opere em nós, e para que mantenhamos comunhão uns com os outros: andar na luz. Confissão é condição para purificação.

Paz e comunhão com Deus eternamente

Confessemos nossos pecados e tomemos posse do poder da cruz de Cristo. Provemos a abundante graça de Jesus. Desistamos de toda pretensão de sermos aceitos por nosso procedimento. Fomos lavados pelo sangue de Cristo e salvos da condenação eterna.
Ninguém mais pode acusar-nos ou condenar-nos. Aleluia! (Rm 8:31-39). Que bendita esperança: pensar que vamos passar a eternidade com Aquele que tanto nos ama!

Se a justificação é pela fé, podemos continuar na prática do pecado?
Se alguém vive na prática do pecado, tem uma fé falsa.
A fé que justifica é a mesma que santifica.
“Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta.” Tg 2:17

segunda-feira, 27 de junho de 2011

É CERTO BATIZAR CRIANÇAS?


No Novo Testamento, somente os que creram na Boa Nova foram batizados. Veja Atos 2:37-38; 8:12-13; 18:8; etc. Isto não nos deveria surpreender, porque em João 6:45 Jesus disse: "E serão todos ensinados por Deus. Portanto, todo aquele que da parte do Pai tem ouvido e aprendido, esse vem a mim".

A pessoa tem que, primeiro, ouvir o evangelho e depois aceitar o Senhorio de Cristo, para então ser enxertado Nele através  do batismo. O crente que se arrepende é a única pessoa que pode ser batizada, de acordo com as Escrituras.

Quando nos lembramos do propósito do batismo do Novo Testamento, torna-se óbvio por que nenhuma criança foi batizada.
O batismo é para lavar os pecados de um homem (Atos 22:16). Uma criança não necessita de batismo porque ela nunca pecou.

Alguns argumentam, erradamente, que embora as crianças nunca tenham pecado pessoalmente, elas herdaram o pecado. A Bíblia ensina que o pecado é cometido, não herdado (Ezequiel 18:20; 1 João 3:4). Uma vez que, quando somos convertidos, tornamo-nos como crianças, sabemos que as crianças são sem pecado (Mateus 18:3). Uma criança é pura; ela não cometeu nem herdou nenhum pecado.

As crianças devem ser batizadas? Não. A Bíblia mostra que as crianças não devem ser batizadas. Somente quando um homem ou uma mulher está amadurecido o suficiente para crer e arrepender-se, é que deve descer às águas do batismo, para remissão dos pecados.

Depois do batismo, começa então a caminhada, o aprendizado, a busca pela santidade.

É A FÉ OU AS OBRAS QUE NOS SALVA?


SOMOS EM JUSTIFICADOS PELA FÉ CRISTO

Justificados pela Fé
“Justificados, pois mediante a fé, tenhamos paz com Deus, por meio de nosso Senhor Jesus Cristo;” Rm 5:1

Como opera em nós toda esta realidade da morte de Cristo em nosso lugar?
Através da fé.

A justificação ocorre por meio da fé na morte de Cristo em nosso lugar.

Justificado quer dizer declarado justo. Quando a palavra nos fala que somos justificados, isto significa que Deus nos declara justos. Deus já não nos vê como pecadores. Isto é a justificação dos nossos pecados.
“Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo Seu sangue, seremos por ele salvos da ira.” Rm 5:9
Como pode ser isto? É simples. Deus aceitou o sacrifício de Cristo. Logo já não atribui a nós a nossa dívida. Deus não nos olha mais como nós somos. Ele olha para nós e vê a Cristo. Deus passa a olhar-nos através do sangue de Cristo.

Deus nos olha através do sangue de Jesus e nos vê justos.

Este fato de Deus não atribuir o pecado ao homem, a Palavra chama de “não imputar pecado” (2Co 5:19). Imputar é o contrário de amputar. Amputar é eliminar. É retirar algo de alguém (exemplo: amputar uma perna). Imputar é colocar, é atribuir (exemplo enxertar uma perna). Em outras palavras, Deus retira de nós o pecado e coloca em nós a justiça de Cristo. Deus declara que o pecado já não pertence a mim. Por isso Ele já não me vê com pecado.
“… tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de
ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu- o inteiramente, encravando-o na cruz.” Cl 2:14
Isto Deus faz sem o merecimento do homem. Não é por causa de uma melhora em seu procedimento. É pela fé em Cristo e sua morte. Deus justifica imediatamente , pela fé, aqueles que são unidos a Cristo.

Justificados pela fé ou pelas obras?

Ninguém é justificado por suas obras. Caso achemos que podemos ser considerados justos pelo nosso procedimento, anulamos a obra de Cristo.
“... para que se cale toda boca, e todo mundo seja culpável diante de Deus, visto que ninguém será justificado diante dEle por obras da lei (...] Concluímos pois que o homem é justificado pela fé, independentemente das obras da lei.” Rm 3:19-20,28
Recebemos a justificação quando temos convicção que somos pecadores, sem justiça própria, e colocamos toda nossa fé na morte de Cristo em nosso lugar.

Somos salvos pela fé em Cristo,e não por causa do nosso procedimento.

É fundamental nossa fé inabalável na morte de Cristo e no poder de Seu sangue. É exclusivamente pela fé, não por obras que somos salvos.

O engano da justiça própria

Todos nós passamos alguns dias nos quais sentimos que agradamos mais ao Senhor.
São dias em que temos boa comunhão com Ele, superamos bem as dificuldades e damos graças por tudo. Sentimo-nos alegres e satisfeitos. É como se nesses dias Deus estivesse mais perto. Sentimo-nos aprovados, dignos e aceitos.
Outros dias são inteiramente diferentes. Fizemos algo que desagradou a Deus e demoramos em consertar. Depois ficamos irritados o dia todo. Acabamos por pecar ainda mais. Até que por fim chega a noite. Só aí reconhecemos nosso erro. Então nos arrependemos, confessamos e buscamos o conserto. Mas parece que Deus está longe de nós. Sentimo-nos desanimados e tristes. Sentimo-nos culpados. Não conseguimos ter comunhão com Deus.

Necessitamos fazer uma pergunta: No primeiro dia Deus nos aceita mais do que no segundo? Não. Necessitamos cuidado, pois nessa hora corremos sério risco de confundir uma tristeza justa, produzida pelo Espírito Santo, quando erramos, com um sentimento de justiça própria. Em nenhum dos dois dias nosso procedimento nos faz aceitáveis diante de Deus. Em nossos melhores dias nosso procedimento nos reprova, aos olhos dEle. Em qualquer dia, bom ou mau, a única forma de Deus nos aceitar é por meio do sangue de
Cristo. Deus não pode olhar-nos de outra forma. Não pode aceitar-nos por nossas obras.
Especialmente quando enfatizamos a necessidade de uma vida santa e sem pecados, corremos o grave risco de misturar a pregação do Evangelho do Reino, com um evangelho que alcança a salvação por meio das obras. Sendo assim, quando andamos bem, sentimo-nos mais merecedores da salvação. Deus nos livre desse engano. Somos salvos exclusivamente pela fé na obra de Cristo (Rm 3:20 ; 3:24 ; Ef 2:8-9).

Somos salvos exclusivamente pela fé na obra de Cristo
e não pela nossas boas obras.

“E ser achado nEle (Cristo) não tendo justiça própria, que procede de lei, senão a que émediante a fé em Cristo, a justiça que procede de Deus, baseada na fé.” Fp 3:9

E então? Não importa se vivemos de maneira santa? Podemos pecar à vontade, porque minha salvação está garantida? Como Deus nos vê quando pecamos? É fundamental que saibamos muito bem as respostas para estas perguntas. Aqui está envolvida a essência do Evangelho, o fundamento da fé.

*Sobre isso escreveremos amanhã.
*Extraído de “Princípios Elementares – A Vida em Cristo”

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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