VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

DEUS CRIOU O UNIVERSO

Por Ann Coulter
Dentre as chacotas ao candidato republicano à Casa Branca Rick Perry por dizer que havia "furos" na teoria da evolução, a evidência mais forte de darwinismo presente nesses ditos racionalistas foi uma citação de um garoto de 9 anos no New York Times.
Depois que sua mãe o empurrou na frente de Perry durante a campanha e o fez perguntar-lhe se ele acreditava na evolução, a foquinha adestrada abriu um grande sorriso para a megera da sua mãe, dizendo “Evolução, eu acho, é correto!”
Essa foi a mais longa discussão sobre a teoria de Darwin que apareceu na mídia chapa branca em um quarto de século. Há mais pessoas que conhecem os preceitos da cabala do que os elementos básicos do darwinismo.
Mas há uma razão para o culto a Darwin preferir apupadas a argumentos, mesmo com um garoto de nove anos sendo lider o grupo de debate.
A teoria de Darwin é a de que processos de mutação aleatórios, acasalamento e morte, que permitiram que o “mais forte” sobrevivesse e se reproduzisse e o mais fraco morresse sem se reproduzir, iriam, no decorrer de bilhões de anos, produzir milhões de espécies oriundas de uma inerte sopa primordial.
A grande maioria das mutações é nociva ao organismo, de maneira que se realmente elas são aleatórias, então para toda mutação que fosse desejável, haveria um número assombroso de mutações indesejáveis.
Ou então as mutações não são aleatórias, mas deliberadas – e aí você entra naquela embromação toda de “design inteligente” e começa logo a falar em línguas e a frequentar corridas da NASCAR.
Também deveríamos encontrar um número enorme de organismos transicionais nos registros de fósseis - por exemplo, um esquilo em vias de se tornar um morcego, ou um urso se transformando em baleia (essas são afirmações darwinistas de verdade).
Mas não é isso que mostra o registro fóssil. Não há fósseis de quaisquer criaturas intermediárias no processo de evolução para algo melhor. É por essa razão que o finado Stephen Jay Gould de Harvard se referia à ausência de fósseis transicionais como o “segredo comercial" da paleontologia (muitas reais teorias científicas possuem “segredos”).
Se as suas fontes de informação são a mídia americana, você vai se surpreender ao saber que quando Darwin publicou pela primeira vez A Origem das Espécies em 1859, seus adversários mais virulentos não eram fundamentalistas cristãos; eram paleontologistas.
Diferente de tantos professores de ensino médio que mentem para nossos filhos sobre a evolução, Darwin pelo menos estava ciente do que o registro fóssil deveria mostrar, caso sua teoria fosse correta. Ele disse que deveria haver “inúmeras variedades ligando todas as formas de vida existentes e extintas por estágios graduais dos mais detalhados”.
Mas longe de mostrar mudanças graduais, com espécies lentamente desenvolvendo novas características e eventualmente se transformando em novas espécies, como foi conjeturado por Darwin, o registro fóssil mostrou um grande número de novas espécies subitamente aparecendo do nada, mantendo-se em grande parte inalteradas por milhões de anos, e depois desaparecendo.
A saída de Darwin foi dizer: “Procurem melhor!” Ele culpou o registro fóssil que refutava sua teoria como “a extrema imperfeição dos registros geológicos”.
Cento e cinquenta anos depois, esse registro está bem mais completo. Agora temos fósseis de cerca de 250 mil espécies.
Mas as coisas só pioraram para Darwin.
Trinta anos atrás (antes de se tornar ilegal questionar o darwinismo), o Dr. David Raup, geólogo do Museu de História Natural de Chicago, disse que apesar da vasta expansão do registro fóssil: “A situação não mudou muito”.
Ao contrário, as descobertas de fósseis desde os tempos de Darwin forçaram os paleontólogos a recuar nas evidências da evolução. “Alguns dos casos clássicos de mudanças darwinistas no registro fóssil”, disse Raup “como a da evolução do cavalo na América do Norte, tiveram que ser descartadas ou modificadas com o aparecimento de informações mais detalhadas”.
O escasso registro fóssil nos tempos de Darwin foi simplesmente rearranjado para mostrar uma progressão darwinista, mas à medida que mais fósseis foram descobertos, a verdadeira sequência se mostrou não sendo darwinista de forma alguma.
Mais ainda assim, mais de um século depois, os tietes de Darwin não desenvolveram um argumento melhor para a falta de evidências fósseis.
Como desculpa para a explosão de plantas e animais durante o Período Câmbrico, há mais de 500 milhões de anos atrás, os "darwimaniacos" insistem, sem provas, que deve ter havido um número enorme de criaturas invertebradas evoluindo antes dessa época, não deixando registros de fósseis por causa dos seus corpos moles e microscópicos.
Então em 1984 também caiu por terra essa desculpa de “o cachorro comeu nossos fósseis”. Em uma descoberta chamada pelo New York Times de “uma das mais espetaculares do século”, paleontologistas chineses descobriram fósseis que precediam o Período Câmbrico.
Apesar de serem criaturas microscópicas e invertebradas, precisamente o tipo de animal que o culto evolucionista afirmava não fossilizar e, portanto, lhes privar de provas essenciais, descobriu-se que a fossilização não era apenas possível na era pré-câmbrica, mas possivelmente ideal.
E, no entanto, a única coisa que os paleontólogos encontraram formam alguns vermes. Ou seja, durante 3 bilhões de anos, não havia nada a não ser bactérias e vermes, e de repente todos os filos da vida animal surgiram em um curto intervalo de 5 a 10 milhões de anos.
Até mesmo os órgãos da visão se materializaram de repente, completamente formados, nos registros fósseis pré-Câmbricos.
Jan Bergstrom, um paleontólogo que examinou os fósseis chineses, disse que o Período Câmbrico não foi uma “evolução”, mas uma “revolução”.
Então os “darwimaniacos” fingem que não compraram jornal naquele dia.
Os cientistas que defendem o design inteligente examinam as evidências e desenvolvem suas teorias; já os darwinistas começam com uma teoria para então rearranjarem as evidências.
Eles não são cientistas. São fanáticos religiosos para quem a evolução precisa ser verdade para que eles possam explicar para si mesmos por que estão aqui, sem Deus (foi um acidente!).
Para quaisquer provas que contradizem a religião primitiva do darwinismo — incluindo, por exemplo, todo o registro fóssil — eles inventam desculpas não científicas tais como “o cachorro comeu nossos fósseis”.
**Traduzido por Luis Gustavo Gentil especialmente para o Blog Julio Severo: www.juliosevero.com

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

UM TERRÍVEL ENGANO


Todas as coisas que nos acontecem são permitidas por Deus? Sim, nada acontece sem a permissão de Deus!

No livro de Deuteronômio, capítulo 11, versículos 26, 27 e 28, aprendemos que Deus coloca diante de nós a bênção e a maldição. 

A bênção quando nos submetemos ao Senhor e fazemos a sua vontade. A maldição quando resolvemos ser independentes, fazer nossa própria vontade.

E como no mundo espiritual só existem dois Senhores, se alguém não pertence ao Reino de Deus, está, sem se aperceber, ou até mesmo sem querer, sob o domínio do mal

Quando a pessoa não aceita o Senhorio de Jesus, quando quer fazer a vontade própria, Deus não a protege, pois não tem compromisso com ela. Verdadeiramente a pessoas rejeita Jesus.

O apóstolo Paulo nos dá uma idéia de como isso funciona: “Porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. (Romanos 1 : 21) Por isso também Deus os entregou  às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si;"  (Romanos 1 : 24)

Algumas pessoas cometem um terrível engano, acreditando que, por não desejar o mal a ninguém, não roubar, não adulterar, não se prostituir, por dizer crer em Deus, por ter uma vida correta, Deus vai lhes abençoar, e quando morrerem irão para o paraiso. No Evangelho de Mateus, capítulo 7, versículo 21, Jesus chama nossa atenção para não nos enganarmos, afirmando que “nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu pai, que está nos céus.

Somente quando alguém está no Reino de Deus, tem a proteção do Todo Poderoso. O apóstolo João nos assegura isso: "Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca ."  (I João 5 : 18). E quem são os nascidos de Deus? "Todo aquele que crê que Jesus é o Cristo, é nascido de Deus; e todo aquele que ama ao que o gerou também ama ao que dele é nascido ."  (I João 5 : 1)

Concluindo, tudo acontece com a permissão de Deus. As coisas que nos agradam e as que nos desagradam.  Quando nos submetemos ao Senhorio de Cristo - "Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo."  (Lucas 14 : 33) –  ou seja, deixamos a nossa independência e fazemos a vontade Dele, ficamos debaixo da graça, então, podemos afirmar que tudo que nos acontece tem a permissão do Criador, e mesmo que aparentemente seja algo ruim, na verdade elas acontecem para nosso bem. E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.(Romanos 8:28).

Mas se não nos submetemos, porque optamos por fazer a nossa vontade, estamos sujeitos ao mais duro juízo de Deus:  "Assim, sabe o Senhor livrar da tentação os piedosos, e reservar os injustos para o dia do juízo, para serem castigados ".(II Pedro 2:9)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

MATA CAPETA -Satanás neutralizado através de um cosmético

A notícia foi recebida hoje por e-mail, sob o título - Mata Capeta. Ela diz que o Malacheia, conhecido nos programas de TV pela esperteza em faturar uma fortuna, exigindo lealdade absoluta dos seus seguidores, agora criou e está vendendo um produto para os crentes passarem no corpo, a fim de ficarem ilesos ao ataque e à posse demoníaca.

Fui microempresária durante 32 anos na linha de cosméticos. Lamento não ter conhecido o Malacheia naquele tempo, pois, se eu tivesse anexado essa fórmula milagrosa (que ele criou) à lista dos meus produtos de beleza, certamente teria ficado milionária. Mas, como nunca aprendi a enganar as pessoas, continuei pobre, até o dia de hoje... Embora rica na paz de consciência.

Tudo que os líderes sectários e os da prosperidade pregam e têm feito é um tipo de lavagem cerebral em suas vítimas. Como diz Charles Swindoll, em seu artigo “Day by Day” (que acabei de traduzir):

“A tática de dobrar a mente transforma o ser humano em um fantoche, em um escravo sem dignidade pessoal, sem o privilégio de pensar, de fazer perguntas e sem o prazer de servir aos outros, voluntariamente, sob o controle e autoridade de Jesus Cristo.

Vocês devem estar lembrados da estória de um jovem chamado Christopher Edward, o qual se tornou um joguete sem esperança nas mãos de um dos primeiros grupos da Nova Era, que apareceu nos anos 1970. Ed foi tão cativado por este insidioso movimento que precisou ser raptado pela própria família, antes que já não lhe restasse esperança de restabelecimento. Este jovem de pensamento absolutamente claro, graduado em Yale, tornou-se virtualmente uma pasta nas mãos dos “Moonies”, na Califórnia do Norte.

Sem que ele percebesse o que estava acontecendo, o sistema sectário fez nele uma lavagem cerebral. Mesmo depois que seu pai e um grupo de profissionais treinados o libertaram das garras de ferro daquela seita, ele ainda precisou de um ano para recuperar o equilíbrio mental.
A lealdade cega não é serviço!

Acreditem que eu não apenas me oponho fortemente à tática de “dobrar a mente”, conforme é empregada pelos líderes sectários, como vejo perigo em outros ministérios que buscam obter vantagens das pessoas - ministérios que jamais iríamos imaginar que fossem seitas.

Qualquer ministério que exige lealdade cega e inquestionável obediência é suspeito. Saibam que nem todos os gurus estão nas religiões orientais. A verdade é que alguns ministérios de discipulado chegam a esse ponto. Não estou me referindo a todos os programas de discipulado.

Minha preocupação maior é com o abuso de poder, da super-enfatização da lealdade a um líder humano, de uma intensa e insalubre prestação de contas, que usam a intimidação, o medo e a culpa, a fim de promoverem o autoritarismo. As pessoas fracas e humildes podem se tornar uma presa fácil dos paranóicos autonomeados messias, sem resultado algum no crescimento espiritual, mas na exploração e perda da dignidade humana.

As pessoas da platéia e os pastores devem se acautelar contra os líderes super-heróis, que exibem abundância de carisma. Devemos ficar de olho nesses super-astros altamente dotados, gabaritados, vencedores e populares, os quais focalizam as atenções sobre eles mesmos ou sobre a sua organização. Em vez disso, o verdadeiro líder deve, mais conscientemente, dirigir a adoração das pessoas à Cabeça do Corpo - Jesus Cristo.

O Salvador é o Senhor. Ele não divide o Seu permanente lugar de autoridade [e glória] com pessoa alguma, pois: “Ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele. E ele é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência...
 A quem anunciamos, admoestando a todo o homem, e ensinando a todo o homem em toda a sabedoria; para que apresentemos todo o homem perfeito em Jesus Cristo” (Colossenses 1:17,18, 28).”

Fonte:Mary Schultze, 10/09/2011 - www.maryschultze.com

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

AI DOS ESCANDALOSOS!


No último dia dois deste mês, escreví aqui um texto sob o título “Por que o Brasil não muda?”, fazendo considerações sobre o crescimento evangélico quantitativo, em detrimento do crescimento qualitativo.

Hoje, tive mais uma prova da ação maléfica de satanás, na sua batalha para afastar as pessoas de Deus, para tentar desqualificar a Palavra de Deus, ao me deparar com a notícia abaixo, postada no blog Expressão Única:

                                                                                           Por Sérgio Roxo, no Globo:

O Ministério Público Federal em São Paulo denunciou o bispo Edir Macedo e mais três dirigentes da Igreja Universal do Reino de Deus, acusados de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro arrecadado dos fiéis. De acordo com a investigação, o grupo teria utilizado os serviços de uma casa de câmbio de São Paulo para mandar recursos de forma ilegal para os Estados Unidos, entre 1999 e 2005.


Os frequentadores da Universal seriam, segundo a denúncia, vítimas de estelionato. Os denunciados são acusados de só declarar à Receita parte dos recursos arrecadados com doações.


Em 2009, o Ministério Público Estadual de São Paulo chegou a apresentar denúncia contra Macedo e oito dirigentes da Igreja por lavagem de dinheiro, mas o Tribunal de Justiça do estado anulou o processo, em outubro de 2010, porque entendeu que a investigação deveria ser remetida para a Justiça Federal.


A nova denúncia foi apresentada no dia 1 de setembro pelo procurador da República Sílvio Luís Martins de Oliveira e utiliza fatos que foram levantados pela investigação do Ministério Público Estadual. 


Para o procurador, os “pregadores valem-se da fé, do desespero ou da ambição dos fiéis para lhes venderem a ideia de que Deus e Jesus Cristo apenas olham pelos que contribuem financeiramente com a Igreja e que a contrapartida de propriedade espiritual ou econômica que buscam depende exclusivamente da quantidade de bens materiais que entregam”.


O Ministério Público Federal em São Paulo denunciou o bispo Edir Macedo e mais três dirigentes da Igreja Universal do Reino de Deus, acusados de formação de quadrilha e lavagem de dinheiro arrecadado dos fiéis. De acordo com a investigação, o grupo teria utilizado os serviços de uma casa de câmbio de São Paulo para mandar recursos de forma ilegal para os Estados Unidos, entre 1999 e 2005.”

A notícia me remeteu a Mateus 18:7 ” Ai do mundo, por causa dos escândalos; porque é mister que venham escândalos, mas ai daquele homem por quem o escândalo vem!“

Não é a primeira vez que este homem tem envergonhado o evangelho. Hoje ele é um homem poderoso, riquíssimo, dono de mansões no Brasil e nos exterior; de emissoras de rádio e tv e de partido político e, infelizmente, seu sucesso financeiro fez com que outros seguissem seu exemplo.

Alguns dos seus antigos aliados (do evangelho da prosperidade)  - atualmente seus concorrentes - também tiveram sucesso material retumbante; outros estão tentando, abrindo pequenas “casas de negócio” que eles denominam de “igrejas”.

Essas pessoas afastam muitos do caminho da salvação. Muitos, por desconhecerem a Palavra de Deus, chegam a questionar o Senhor, se perguntando o motivo pelo qual pessoas que usam o nome de Deus em vão, crescem materialmente,

A resposta para essas pessoas está no Salmo 37:1-5:

NÃO te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniqüidade. Porque cedo serão ceifados como a erva, e murcharão como a verdura. Confia no SENHOR e faze o bem; habitarás na terra, e verdadeiramente serás alimentado. Deleita-te também no SENHOR, e te concederá os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará”.

Agora mesmo, o “império” dos bispos da Renascer está ruindo, e outros impérios do mal, disfarçados em “igrejas do senhor” e seus “imperadores” ruirão, cedo ou tarde.

De uma coisa eu tenho certeza: nossa luta não é contra a carne, como Paulo nos ensina na carta aos Efésios. Nossa luta é nas regiões celestiais contra as potestades do mal.

E por causa disso, temos que estar atentos, defendendo a sã doutrina, vigiando e orando, para que nós mesmos, os separados, não caiamos. Precisamos atentar para o que Jesus nos ensina:
” Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos”.( Mat.24:24)

sábado, 10 de setembro de 2011

BATALHA ESPIRITUAL


No Editorial do último número da revista Apologética, sob o título “Sombra e Escuridão”, é citado o versículo 17, do capítulo 3, de Ezequiel. A hora é de escuridão, quem gritará no meio dela? Quem soará o alarme?”

Este número da revista trata, basicamente, da ameaça homossexual, e cita a dificuldade de encontrar teólogos, colaboradores, gente de peso, que escrevesse sobre o assunto. Segundo o editor, muitos se recusaram por medo de exposição e represália.

Eu fiquei pensando que essa “gente de peso” citada pelo editor da revista, não merece tal título. É uma gente pesada de religiosidade, sem unção do Espírito Santo.

Os apóstolos, depois da crucificação de Jesus, esconderam-se, medrosos, temendo por suas vidas. Só depois que foram batizados com o Espírito Santo, perderam todo e qualquer medo e saíram a pregar o Evangelho do Reino.

A mesma coisa acontece conosco. Se o Espírito Santo não habita em nós, somos infelizes religiosos a repetir mantras. A recitar palavras que lemos nas Escrituras Sagradas. Não temos ousadia. Somos seres medrosos. Temos medo de defender a sã doutrina. Temos vergonha de pregar a palavra de Deus para não sermos ridicularizados pelos ímpios. Somos apenas simpatizantes de Cristo, não seus discípulos.

Quando, verdadeiramente somos habitação do Espírito de Deus, nada tememos. Nada nos separa do amor de Deus. Nos tornamos soldados do Todo Poderoso, prontos a dar a vida, se preciso for, para defender nossa Pátria, que está nos céus.

A hora realmente é de escuridão. As forças malignas de satanás atacam de todas as maneiras. Uma delas é a de tentar fazer crer, que a Bíblia é um livro velho, ultrapassado, fora de moda, fora do contexto e que valia para o tempo em que foi escrito, mas hoje é diferente.

Ou simplesmente, que o pecado não existe mais, que vivemos em outro tempo onde “tudo é normal”.

Na mesma revista, são citadas as palavras do pastor José Martins, diretor da Missão Avante, sobre a necessidade de se aumentar a capacidade para as batalhas espirituais.
Ele cita “dez mandamentos”, para nos fortalecermos para a batalha espiritual em que estamos envolvidos, quer queiramos ou não:

1º Leia, estude e medite na Palavra de Deus;
2º Leia a carta de Paulo a Timóteo, pelo menos umas dez vezes
3º Ore todos os dias
4º Ore com sua família e por sua família
5º Cuidado com o falso evangelho do triunfalismo. O mundo vai piorar.
6º Economize. Reveja seu padrão de vida, gaste menos, Abandone o que é desnecessário.
7º Trabalhe para fortalecer os irmãos. Seja ousado, ensine a Bíblia.
8º Se você é líder, prepare o povo para estes dias.
9º Seja puro, seja santo, fuja da imoralidade, não ande e não tenha comunhão com os crentes carnais.,
10º Não ouça pastores que são mercantilistas, imorais, que abandonaram sua esposa e família.

Nesse tempo de escuridão, precisamos ter sempre em mente o que o apóstolo Paulo nos ensinou: 

“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder.
Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo.
Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.
Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes.
Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça;
E calçados os pés na preparação do evangelho da paz;
Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno.
Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus;
 Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos”, (Efésio 6:10-18)

QUE DEUS TENHA MISERICÓRIDA DE NÓS! 

A CESAR O QUE É DE CÉSAR


Por Samuel Torralbo

Dentro da história do cristianismo sempre existiu o desafio de identificar e definir critérios de relacionamentos entre os homens e do homem para com Deus. Este desafio torna-se mais urgente no mundo pós-moderno, quando o relativismo é um fenômeno comum e corriqueiro. 

É relevante e interessante a máxima bíblica que estabelece o modelo relacional entre os homens e do homem para com Deus a partir da resposta dada por Jesus ao questionamento malicioso de alguns fariseus:
“Dize-nos, pois, que te parece? É lícito pagar o tributo a César, ou não? 

Jesus, porém, conhecendo a sua malícia, disse: Por que me experimentais, hipócritas? Mostrai-me a moeda do tributo. E eles lhe apresentaram um dinheiro. E ele diz-lhes: De quem é esta efígie e esta inscrição? Dizem-lhe eles: De César. Então ele lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.” (Mt 22.17-21)

A resposta de Jesus revela o tratamento divino com as contingencias da vida caracterizada pela injustiça, corrupção e desigualdade. Em uma primeira analise esperava-se de Jesus uma revolta e atitude objetiva em relação às injustiças da vida cotidiana. Porém, parece que Jesus não priorizava os sintomas, mas focalizava a causa de toda desigualdade – o pecado. Isto incluía também a forma injusta de relacionamento entre o estado e o povo. Jesus sabia que o imposto cobrado por Roma era arbitrário e injusto, contudo, Jesus conhecia os modus operandis que sempre determinaram os relacionamentos entre os homens extraviados da graça divina – injustiça, escravidão e desigualdade.

Na verdade, a figura de César representava um sistema humano que procurava regimentar os comportamentos e relacionamentos entre as pessoas, inclusive entre a sociedade e o estado. Este sistema sempre perpetuou dentro da historia e se manifestou em diversas formas de governos e maneiras de viver em comunidades, onde existiram sempre os deveres, obrigações e direitos, sendo eles justos ou não. Enquanto isto, o alvo do evangelho sempre foi o estabelecimento do Reino de Deus nos corações humanos para que os reflexos desta nova realidade interna se concretizassem na vida diária das pessoas através da igualdade, da justiça, e da paz.

As obrigações para com César quase sempre foram caracterizadas pela injustiça e desigualdade, expressando apenas o que é comum na vida de uma sociedade que se rebelou contra Deus. Porém, temos a segunda parte da resposta de Jesus aos fariseus como sendo a mais importante: “Daí a Deus o que é de Deus”. Enquanto que, no relacionamento de deveres e obrigações entre os homens e César as coisas acontecem no plano da violência, força e desigualdade, no relacionamento com Deus a dinâmica dos deveres e obrigações deve acontecer no plano da liberdade e da voluntariedade. A diferença é descomunal e incomparável.

Enquanto que, o símbolo do poder humano é o dinheiro, o símbolo do poder divino é a graça. Deus requer a obediência voluntaria, enquanto que, César exige o sacrifício. Mt. 12. 7. Deus espera a adoração em espírito e em verdade, César requer o condicionamento humano para a adoração. Joao 4. 21-23. Deus requer o louvor ao Senhor do Templo, enquanto que César exige o culto e veneração ao templo. Mt 12.6. Enquanto que, César espera por obras de madeira, palha e feno (temporais), Deus aguarda por obras de ouro, prata e pedras preciosas (obras que transcendam o tempo e perdurem na eternidade) 1 Co 3.12

Uma vez definida a diferença básica dos princípios que pautam as obrigações para com César e para com Deus, surge outra incógnita – é possível o homem confundir e dar a César o que pertence a Deus, enquanto que, oferece a Deus o que pertence a César? Certamente que, a ignorância neste assunto pode fatalmente proporcionar esta inversão, conduzindo o homem a dar a César o que é exclusivamente de Deus, enquanto que, oferece a Deus o que pertence a César.

Inúmeras pessoas neste exato momento pensam que Deus é como César e procuram se relacionar com Ele através do medo, barganhas, e sacrifícios. Quantas pessoas estão entregando a glória que pertence somente a Deus para César! Infelizmente o culto a César (ao homem) vem ganhando grandes proporções em muitos redutos cristãos, uma vez que, o culto é exclusivamente de Deus. Várias pessoas atualmente servem a Deus por obrigação como se servissem a César, enquanto que, para Deus tudo deve ser realizado através de um coração voluntário. Quantos pensam que podem chamar a atenção de Deus através de feitos humanos, enquanto que, na verdade Deus habita com o coração contrito e quebrantado.

Sendo assim, devemos a Deus mais do que as coisas superficiais e temporais da vida, mas, sobretudo as coisas que habitam o âmago do nosso ser, que redundarão na eternidade. Porém, enquanto existir duvida entre o que pertence a César e a Deus, certamente haverá a inversão de valores e correremos o risco de dar a César o que pertence a Deus, enquanto que, damos a Deus o que pertence a César. Que o Senhor ilumine com sua palavra e Espírito e nos conduza para a plenitude da consciência e discernimento em Cristo Jesus!
***
Samuel Torralbo é pastor, teólogo pentecostal 
Fonte: Púlpito Cristão

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

O DISCÍPULO


  “O discípulo é aquele que foi crucificado com Cristo; logo, já não é mais ele quem vive, mas Cristo vive nele; e a vida que agora vive, vive pela fé no Filho de Deus, que o amou e se entregou por ele.” (compare com Gl 2:20) 

Precisamos nos conscientizar que é pura perda de tempo aprender a Palavra de Deus e não a colocarmos em prática. O Senhor Jesus, questionou seus seguidores, perguntando “E por que me chamais, SENHOR, Senhor, e não fazeis o que eu digo? Lc 6:46) 

Tiago, irmão do Senhor, nos ensina que “E sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos. (Tg 1:22) devemos não apenas ser ouvintes da Palavra, mas praticantes dela.

E devemos praticar a palavra em nossa casa, no nosso trabalho, na rua... Devemos ser verdadeiramente discípulos de Cristo 24 horas por dia, todos os dias de nossas vidas.

Não dá para sermos seguidores de Cristo apenas no momento em que participamos de um culto em um templo. Emocionarmos-nos com a pregação do mensageiro de Deus e sairmos dalí e voltarmos a viver uma vida sem prática cristã.

O Apóstolo Paulo em Gálatas nos ensina que o verdadeiro discípulo foi crucificado com Cristo e agora vive pela fé nele. 

Quando “nascemos de novo”, é que morremos com Cristo na cruz e ressuscitamos com Ele através do batismo. Somos novas criaturas.

E como novas criaturas, devemos ter a mente de Cristo. Devemos ser sal e luz.
Se não mudamos de rumo, de pensar, (nos arrependemos), então não somos discípulos, somos meros religiosos que estamos enganando a nós mesmos.

Se verdadeiramente fomos transformados, se aceitamos o senhorio de Cristo, habita em nós o Espírito Santo, e conseqüentemente  seremos exemplo, evangelizaremos com nossas vidas

E tudo começa dentro de casa. Não podemos ser santos no templo e “umas pestes” em casa com nossas mulheres, maridos, filhos, pais ou irmãos. 

Lembre-se do que escreveu o Apóstolo João:”Nisto conhecemos que amamos os filhos de Deus, quando amamos a Deus e guardamos os seus mandamentos.”(I Jo.5:2)

Ler, aprender e não praticar a Palavra de Deus, é nos enganar. E podemos até nos enganar, pois “ é enganoso o coração do homem”, mas jamais poderemos enganar a Deus, que tudo vê e que nos julgará pelo desejo de nossos corações.



quarta-feira, 7 de setembro de 2011

É PECADO JULGAR?


Judas, não o traidor, mas um dos irmãos de Jesus-homem, escreveu  uma das últimas epístolas do Novo Testamento. Já naquela época, ele batalhava contra falsos mestres. Sua epístola tem, como objetivo principal, batalhar pela sã doutrina. 

A carta é pequena, são apenas 25 versículos, um só capítulo. E logo no terceiro versículo ele escreve: "Amados, procurando eu escrever-vos com toda a diligência acerca da salvação comum, tive por necessidade escrever-vos, e exortar-vos a batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos."  (Judas 1 : 3)

A carta de Judas, também trata do comportamento desregrado de alguns, que entendiam que não haveria regras morais diante da graça. Aquela falsa doutrina de que “Deus é Amor” e tudo perdoa, portanto pode-se fazer qualquer coisa.

Uma pessoa minha conhecida, ficou incomodada porque temos feito severas críticas ao “evangelho da prosperidade” e àqueles que distorcem o “Evangelho do Reino” pregado por Cristo e os Apóstolos (os verdadeiros e únicos).

Ele citou Mateus 7:1, ( Não julgueis para não serdes julgados) para tentar provar que estamos errados ao alertarmos os irmãos sobre este nefasto “outro” evangelho que vem sendo pregado.

É pecado julgar?

Jesus na verdade, mostra em Mateus 7, que temos que discernir entre o certo e o errado, e entre as pessoas que praticam as coisas de Deus e as que andam no erro. Ele diz que primeiro temos que nos consertar (tirar a trave do nosso olho) para que possamos tirar o cisco dos olhos dos outros.

Do versículo 15 ao 20, ele ensina que devemos julgar aqueles que ensinam, pelos  frutos que eles produzem.  Acautelai-vos dos falsos profetas...

O Apóstolo Paulo, em 1º Coríntios 6:1-5, ensina que alguém na igreja terá que julgar outros irmãos. E ainda em 1º Coríntios 3:1, ele explica que as pessoas incapazes de julgar, continuam como crianças, como pessoas carnais.

Está escrito em Gálatas 2:11, que Paulo repreendeu Pedro, pois a ação deste Apóstolo era repreensível. Ou seja, houve julgamento

Conclusão: Devemos sim, batalhar pela fé. Devemos sim, repreender os irmãos que se desviam do caminho. E se eles não se consertarem, devemos nos afastar deles, conforme a Palavra de Deus ensina.
É importante entender, que o propósito do julgamento que Deus exige de nós, não é para condenar ninguém ao castigo, mas para evitar o pecado e ajudar outros a ficarem livres do mal.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

SEPULTURAS

Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que por fora realmente parecem formosos, mas por dentro estão cheios de ossos e de toda imundícia." (Mateus 23.27)


"Ai de vós! porque sois como as sepulturas que não aparecem, sobre as quais andam os homens sem o saberem." (Lucas 11.44)



Chama-me atenção essas duas lamentações de Jesus Cristo. Elas são parecidas mas não iguais. Confesso que por muito tempo elas pareciam-me ser a mesma coisa. Estudando um pouco vi que existe diferença entre elas. Apesar de se referirem ao mesmo tipo de cristão hipócrita, apresenta dois tipos distintos na aparência de falsos pregadores, falsos cristãos e falsos profetas.

Na passagem do Evangelho do Apóstolo Mateus, Jesus lamenta o fim daqueles que parecem ser mais do que realmente são. Vejo Cristo lamentando pelos pseudo-apóstolos e seus ternos cheio de brilho e perfume forte para que não passem despercebidos no meio da multidão. Vejo Cristo lamentando pelo fim dos falsos profetas e suas revelações que não transformam, mas aprisionam ainda mais o homem... homens que contornam o mundo para fazer um prosélito, para depois o tornar duas vezes mais filho das trevas, pois não ensinam a Palavra, mas suas doutrinas espúrias e uma religiosidade demoníaca.

Eles são sepulcros caiados. Pintados de branco e adornados com flores de plástico e vasos de porcelana falsificada... todo mundo que passa vê e consegue claramente identificar: Trata-se de uma sepultura. Ou admira sua beleza, ou sente repulsa por se tratar de um depósito de ossos, vermes e baratas. Quem toca nesse tipo de sepulcro, deliberadamente o faz. Contamina-se pois compactua com essa "beleza" mórbida e decadente. Quem rejeita e se afasta, é porque percebe que só o tocar já o contamina. Deseja distância do pecado e o que aquilo representa.

Quando leio a passagem do Evangelho de Lucas, vejo um outro tipo de hipócrita. Um outro tipo de religioso temente ao homem e não a Deus. Escravo do pecado e não da Justiça. Temente a própria consciência, perturbado com suas dúvidas e refém de sua carnalidade. Adepto de um teísmo que põe o homem no centro mas que precisa esconder-se atrás de uma fina cortina de falsa piedade. Com aparência de temor a Deus, não passa de demência humana. Julga tudo no natural e busca em seu próprio coração a resposta para suas dúvidas sobre os mistérios do Senhor. Julga Deus como um soberano limitado, um poeta incompreendido, um filosófo em busca do seu eu.

Quem passa não percebe que é uma sepultura... muitos desavisados, menos experientes ou com um olhar menos apurado, não percebem a fonte de podridão... passam por ela e se contaminam.

Não faltam sepulturas... aparentes ou escondidas no meio do evangelicalismo brasileiro.

Que Deus tenha misericórdia dos seus... Maranata Jesus!

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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