VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

domingo, 18 de setembro de 2011

SE JESUS FOSSE NEOPENTECOSTAL



Por Felipe Almada

Se Jesus fosse neopentecostal, não venceria satanás pela palavra, mas teria o repreendido, o amarrado, mandado ajoelhar, dito que é derrotado, feito uma sessão de descarrego durante 7 terças-feiras, aí sim ele sairia. (Mt 4:1-11)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria feito simplesmente o “sermão da montanha”, mas teria realizado o Grande Congresso Galileu de Avivamento Fogo no Monte, cuja entrada seria apenas 250 Dracmas divididas em 4 vezes sem juros. (Mt 5:1-11)

Se Jesus fosse neopentecostal, jamais teria dito, no caso de alguém bater em uma de nossa face, para darmos a outra; Ele certamente teria mandado que pedíssemos fogo consumidor do céu sobre quem tivesse batido pois “ai daquele que tocar no ungido do senhor” (MT 5 :38-42)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado o servo do centurião de cafarnaum à distância, mas o mandaria levar o tal servo em uma de suas reuniões de milagres e lhe daria uma toalhinha ungida para colocar sobre o seu servo durante 7 semanas, aí sim, ele seria curado. (Mt 8: 5-13)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria multiplicado pães e peixes e distribuído de graça para o povo, de jeito nenhum!! Na verdade o pão ou o peixe seriam “adquiridos” através de uma pequena oferta de no mínimo 50 dracmas e quem comesse o tal pão ou peixe milagrosos seria curado de suas enfermidades. (Jo 6:1-15)

Se Jesus fosse neopentecostal, ele até teria expulsado os cambistas e os que vendiam pombas no templo, mas permaneceria com o comercio, desta vez sob sua gerência. (MT 21:12-13)

Se Jesus fosse neopentecostal, quando os fariseus o pedissem um sinal certamente ele imediatamente levantaria as mãos e de suas mãos sairiam vários arco-íris, um esplendor de fogo e glória se formaria em volta dele que flutuaria enquanto anjos cantarolavam: “divisa de fogo varão de guerra, ele desceu a terra, ele chegou pra guerrear”. E repetiria tal performance sempre que solicitado. (Mt 16:1-12)

Se Jesus fosse neopentecostal, nunca teria tido para carregarmos nossa cruz, perdermos nossa vida para ganhá-la, mas teria dito que nascemos para vencer e que fazemos parte da geração de conquistadores, e que todos somos predestinados para o sucesso. E no final gritaria: receeeeeeebaaaaaa! (Lc 9:23)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria curado a mulher encurvada imediatamente, mas teria a convidado para a Escola de Cura para o aprender os 7… veja bem, os 7 passos para receber a cura divina. (LC 13:10-17)

Se Jesus fosse neopentecostal, de forma alguma teria entrado em Jerusalém montado num jumento, mas teria entrado numa carruagem real toda trabalhada em pedras preciosas, com Poncio Pilatos, Herodes e a cantora Maria Madalena cantando hinos de vitória “liberando” a benção sobre Jerusalém. E o povo não o receberia declarando Hosana! Mas marchariam atrás da carruagem enquanto os apóstolos contaariam quantos milhões de pessoas estavam na primeira marcha pra Jesus. (MT 21:1-15)

Se Jesus fosse neopentecostal, ao curar o leproso (Mc 1:40-45), este não ficaria curado imediatamente, mas durante a semana enquanto ele continuasse crendo. Pois se parasse de crer.. aiaiaiaia

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria expulsado o demônio do geraseno com tanta facilidade, Ele teria realizado um seminário de batalha espiritual para, a partir daí se iniciar o processo de libertação daquele jovem. (Mc 5:1-20)

Se Jesus fosse neopentecostal, o texto seria assim: “ Mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um pobre entrar no reio dos céus” (Mt 19:22-24)

Se Jesus fosse neopentecostal, não teria transformado água em vinho, mas em Guaraná Dolly. (Jo 2:1-12)

Se Jesus fosse neopentecostal, ele teria sim onde recostar sua cabeça e moraria no bairro onde estavam localizados os palácios mais chiques e teria um castelo de verão no Egito. (Mt 8:20)

Se Jesus fosse neopentecostal, Zaqueu não teria devolvido o que roubou, mas teria doado seu ao ministério. (Lc 19:1-10)

Se Jesus fosse neopentecostal, não pregaria nas sinagogas, mas na recém fundada Igreja de Cristo, e Judas ao traí-lo não se mataria, mas abriria a Igreja de Cristo Renovada.

Se Jesus fosse neopentecostal, não diria que no mundo teríamos aflições, mas diria que teríamos sucesso, honra, vitória, sucesso, riquezas, sucesso, prosperidade, honra…. (Jo 16:33)

Se Jesus fosse neopentecostal, ele seria amigo de Pôncio Pilatos, apoiaria Herodes e só falaria o que os fariseus quisessem ouvir.

Certamente, Se Jesus fosse neopentecostal, não sofreria tanto nem morreria por mim nem por você… Ele estaria preocupado com outras coisas. Ainda bem que não era.

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Felipe Almada, postado no blog
Fé e Razão

sábado, 17 de setembro de 2011

IGREJA ADVENTISTA


Guilherme Miller, fazendeiro, batista, tendo arranjado uma licença para pregar (embora tivesse muito boa vontade, era de pouca instrução), tomou Daniel 8:13,14 e ensinou daí, que as 1.200 tardes e manhãs eram 2.300 anos. Somou 2.300 ao ano 457 a.C, data em que Esdras chegou a Jerusalem vindo da Babilônia, e “encontrou” o ano de 1843 d.C(a.D).

Passou então a pregar que Cristo voltaria à terra nesse ano, e esse ensino passou a ser a base da sua pregação: que todos se preparassem para o “advento’, a volta de Cristo.
Essa falsa doutrina passou a ser conhecida como ‘adventista”.

Mas como Jesus não voltou, Miller, alegando um erro de cálculo, por ter usado o calendário hebraico em vez do romano, marcou nova data para 22/10/1844. Tendo sido decepcionado pela segunda vez. Miller teve que fugir de uma multidão enfurecida, frustrada pela vã espera.

O fazendeiro, depois disso, cessou suas atividades, desistiu da nova religião, e segundo alguns historiadores, voltou à comunhão de sua antiga igreja.

Portanto, Miller foi o precursor do movimento sabatista, embora nunca tenha ensinado a respeito da guarda do sábado, mas tenha ensinado que os homens são sujeitos a lei.

Dentre os adeptos de Miller, uma senhora, Ellen G.White, prosseguiu a sua obra e se tornou profetiza e papisa dos sabatistas. Ela procurou dar uma explicação a respeito do ensino do advento, passando a ensinar que o santuário de Daniel 8:13-14, está no céu, e não na terra, e naquela data, 1843, Cristo foi purificar o santuário, para depois voltar a terra. Segundo os sabatistas, a obra redentora de Cristo não terminou na cruz, como assegura a própria Bíblia. Mas segundo o ensino sabatista, ainda está fazendo faxina no “santuário do céu’. Ou seja, a morte de Cristo na cruz, não valeu nada

Essa senhora, em seu livro “Spiritual Giff”, assegura que teve uma visão sobre a vinda de Cristo em 1843. Ela escreve: “Eis que vi que Deus estava na proclamação do tempo em 1843”.
Tendo amenizado a falsa profecia de 1843, com a doutrina do santuário, ela atreveu-se a marcar outras datas para a volta de Cristo: 1847, 1850, 1852,54, 66, 67, 68, 77, mas Cristo, como todos sabem, nunca veio. Isso comprova falsa profecia.

DIFERENÇAS COM OS EVANGÉLICOS

Embora costumem se auto-intitular de evangélicos, os sabatistas não são, como muita gente pensa, uma denominação igual às outras. Eles são considerados uma seita ( é considerado seita, qualquer instituição religiosa que modifica, acrescentando ou suprimindo algo da Biblia), por conta da mistura de verdades bíblicas com erros tremendos no que se refere às doutrinas cristãs, ou interpretações de profecias.

Além de haver começado baseada numa falsa profecia, e aceitando os escritos de Ellen G.White - que também se revelou como falsa profetiza - como “em pé de igualdade com as cartas apostólicas”, existem quatro pontos inconciliáveis com o ensino do Evangelho do Reino, aquele pregado por Jesus e os Apóstolos, e seguido por todos que verdadeiramente são discípulos do Senhor Jesus.

 1) O SONO APÓS A MORTE: Spicer, escritor sabatista diz o seguinte: “Entre a morte e a ressurreição os mortos dormem”.No Evangelho de Lucas, 23:43, o próprio Cristo assegura que o ladrão estaria com ele, “hoje mesmo”, no paraíso. E ainda Cristo fala sobre vida após a morte, em Lucas 16:20 a 31.

2)  ANIQUILAMENTO: O ensino sabatista é que o pecado e os pecadores serão exterminados para não mais existirem. A Biblia porém diz o contrário. Jesus, nos quatro evangelhos, fala sobre o juízo, sobre o paraíso e o inferno. E Paulo ensina em Hebreus 9:27, que após a morte segue-se o juízo. Para que alguém ser julgado, se desaparecerá? 

3)  EXPIAÇÃO: Segundo a doutrina sabatista, a expiação é feita por Jesus e satanás. Duas heresias se nota nesse ensino. A primeira, fala de satanás como co-salvador de Jesus, trabalhando na obra da expiação. E a segunda, dizendo que satanás será aniquilado, quando a Biblia diz que o inferno foi criado por Deus para satanás e seus seguidores.

4) GUARDA DO SÁBADO: Escreveu a papisa dos adventistas, a Sra. White, que em uma visão, contemplou a arca no céu. Na arca ela viu as duas tábuas de pedra que continham os dez mandamentos, sendo que na visão, o quarto mandamento destacava-se dos demais, circundado por uma auréola de luz. Ela entendeu que isso demonstrava que, o ensino de que somos salvos pela graça, dado por Cristo e os Apóstolos não é certo (quanta arrogância!) mas só se salvará quem guardar o sábado.

A Palavra de Deus ensina que a lei foi abolida, porque quem descumprisse um artigo da lei seria condenado. E ninguém, com exceção de Jesus, foi capaz de cumprir a Lei.

Ninguém consegue salvar-se pelos próprios méritos, “Porque pela graça sois salvo, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus” (Efésios 2:8) )


DENOMINAÇÕES DA IGREJA ADVENTISTA AO LONGO DOS ANOS  
        
Igreja Cristã Adventista          -           1855
Adventista do Sétimo Dia       -           1860
União e Advento                                1864
Igreja de Deus Adventista      -           1866
Igreja Adventista
Igreja Adventista Reformada
Igreja Adventista do Sétimo Dia         Atual     

*Se você quer mais informações sobre o Adventismo, aconselho a entrar no site do CACP http://www.cacp.org.br/index.html. Eles têm diversos estudos sobre isso, bem como de outras seitas. 

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

O CÁLICE



EXPULSANDO DEMÕNIOS

As Escrituras parecem indicar que, em algum momento entre Gênesis 1.31 e Gênesis 3.1, houve uma rebelião no mundo angélico, no qual muitos anjos bons se voltaram contra Deus e se tornaram maus.

O teólogo italiano Tomás de Aquino (1225-1274) ensinou que uma vez que os anjos não têm natureza carnal pecaminosa o pecado deles foi espiritual. Eles foram seduzidos pelo diabo, que os envolveu com o orgulho e a inveja contra Deus. Os anjos pecaram voluntariamente. Alguns fazem alusão ao texto de Judas 6 para apoiar esse ponto de vista quanto à queda dos anjos.

As táticas de Satanás e dos demônios são a mentira, o engano, o homicídio e toda sorte de malignidade. Fazem isso para afastar as pessoas de Deus e levá-las à destruição (Jo 8.44; Ap 12.9; Sl 106.37).

Mas, assim como Satanás e suas hostes foram expulsos do céu, também seu domínio e ação serão extirpados totalmente da face da terra (1Jo 3.8; Lc 9.1, 10.19; At 16.18; Rm 16.20; Ap 20.10).

Mas enquanto isso não acontece, os demônios estão na terra, com grupos dominando territórios, uma vez que não são – como Deus – onipresentes. E estas hostes demoníacas tem por função, atacar os discípulos, buscando uma brecha para derrubá-los.(I Pedro 5:8)

No evangelho de Marcos 5:9-10, está explícito que eles habitam em determinado território, tanto que os demônios pediram que não fossem enviados para fora do país, ou seja, daquele território geográfico.

Lucas menciona que os demônios não desejavam ser expulsos e lançados no abismo — uma referência ao hades.

A Bíblia nos ensina que depois da morte vem o juízo e depois do juízo iremos, definitivamente, para o céu ou para o inferno. O ponto básico é que os demônios querem evitar o tormento eterno, conforme mencionado em Mateus 8.29.

O inferno foi criado por Deus para ser a morada de Satanás e os anjos caídos. Eles temem ir para lá, pois não tem volta. Em assim sendo, tudo indica que, quando eles perdem o território são jogados, definitivamente, no inferno.

Não temos informação suficiente para delinearmos o campo de ação dos demônios, mas podemos inferir pelo estudo bíblico, que deve haver uma hierarquia baseada no poder desses seres espirituais. Contudo, o texto bíblico enfatiza a soberania de Jesus sobre quaisquer classes demoníacas.

Alguns exorcistas afirmam que precisam saber os nomes das entidades manifestadas para expulsá-las. Notamos porém, que o Senhor Jesus apenas ordenou uma vez a toda legião, e não houve necessidade que identificasse um por um.

Quando nos depararmos com algum deles, não devemos nos preocupar em identificá-los, mas “em nome de Jesus”, expulsá-los e manda-los para o abismo eterno.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

DEUS CRIOU O UNIVERSO

Por Ann Coulter
Dentre as chacotas ao candidato republicano à Casa Branca Rick Perry por dizer que havia "furos" na teoria da evolução, a evidência mais forte de darwinismo presente nesses ditos racionalistas foi uma citação de um garoto de 9 anos no New York Times.
Depois que sua mãe o empurrou na frente de Perry durante a campanha e o fez perguntar-lhe se ele acreditava na evolução, a foquinha adestrada abriu um grande sorriso para a megera da sua mãe, dizendo “Evolução, eu acho, é correto!”
Essa foi a mais longa discussão sobre a teoria de Darwin que apareceu na mídia chapa branca em um quarto de século. Há mais pessoas que conhecem os preceitos da cabala do que os elementos básicos do darwinismo.
Mas há uma razão para o culto a Darwin preferir apupadas a argumentos, mesmo com um garoto de nove anos sendo lider o grupo de debate.
A teoria de Darwin é a de que processos de mutação aleatórios, acasalamento e morte, que permitiram que o “mais forte” sobrevivesse e se reproduzisse e o mais fraco morresse sem se reproduzir, iriam, no decorrer de bilhões de anos, produzir milhões de espécies oriundas de uma inerte sopa primordial.
A grande maioria das mutações é nociva ao organismo, de maneira que se realmente elas são aleatórias, então para toda mutação que fosse desejável, haveria um número assombroso de mutações indesejáveis.
Ou então as mutações não são aleatórias, mas deliberadas – e aí você entra naquela embromação toda de “design inteligente” e começa logo a falar em línguas e a frequentar corridas da NASCAR.
Também deveríamos encontrar um número enorme de organismos transicionais nos registros de fósseis - por exemplo, um esquilo em vias de se tornar um morcego, ou um urso se transformando em baleia (essas são afirmações darwinistas de verdade).
Mas não é isso que mostra o registro fóssil. Não há fósseis de quaisquer criaturas intermediárias no processo de evolução para algo melhor. É por essa razão que o finado Stephen Jay Gould de Harvard se referia à ausência de fósseis transicionais como o “segredo comercial" da paleontologia (muitas reais teorias científicas possuem “segredos”).
Se as suas fontes de informação são a mídia americana, você vai se surpreender ao saber que quando Darwin publicou pela primeira vez A Origem das Espécies em 1859, seus adversários mais virulentos não eram fundamentalistas cristãos; eram paleontologistas.
Diferente de tantos professores de ensino médio que mentem para nossos filhos sobre a evolução, Darwin pelo menos estava ciente do que o registro fóssil deveria mostrar, caso sua teoria fosse correta. Ele disse que deveria haver “inúmeras variedades ligando todas as formas de vida existentes e extintas por estágios graduais dos mais detalhados”.
Mas longe de mostrar mudanças graduais, com espécies lentamente desenvolvendo novas características e eventualmente se transformando em novas espécies, como foi conjeturado por Darwin, o registro fóssil mostrou um grande número de novas espécies subitamente aparecendo do nada, mantendo-se em grande parte inalteradas por milhões de anos, e depois desaparecendo.
A saída de Darwin foi dizer: “Procurem melhor!” Ele culpou o registro fóssil que refutava sua teoria como “a extrema imperfeição dos registros geológicos”.
Cento e cinquenta anos depois, esse registro está bem mais completo. Agora temos fósseis de cerca de 250 mil espécies.
Mas as coisas só pioraram para Darwin.
Trinta anos atrás (antes de se tornar ilegal questionar o darwinismo), o Dr. David Raup, geólogo do Museu de História Natural de Chicago, disse que apesar da vasta expansão do registro fóssil: “A situação não mudou muito”.
Ao contrário, as descobertas de fósseis desde os tempos de Darwin forçaram os paleontólogos a recuar nas evidências da evolução. “Alguns dos casos clássicos de mudanças darwinistas no registro fóssil”, disse Raup “como a da evolução do cavalo na América do Norte, tiveram que ser descartadas ou modificadas com o aparecimento de informações mais detalhadas”.
O escasso registro fóssil nos tempos de Darwin foi simplesmente rearranjado para mostrar uma progressão darwinista, mas à medida que mais fósseis foram descobertos, a verdadeira sequência se mostrou não sendo darwinista de forma alguma.
Mais ainda assim, mais de um século depois, os tietes de Darwin não desenvolveram um argumento melhor para a falta de evidências fósseis.
Como desculpa para a explosão de plantas e animais durante o Período Câmbrico, há mais de 500 milhões de anos atrás, os "darwimaniacos" insistem, sem provas, que deve ter havido um número enorme de criaturas invertebradas evoluindo antes dessa época, não deixando registros de fósseis por causa dos seus corpos moles e microscópicos.
Então em 1984 também caiu por terra essa desculpa de “o cachorro comeu nossos fósseis”. Em uma descoberta chamada pelo New York Times de “uma das mais espetaculares do século”, paleontologistas chineses descobriram fósseis que precediam o Período Câmbrico.
Apesar de serem criaturas microscópicas e invertebradas, precisamente o tipo de animal que o culto evolucionista afirmava não fossilizar e, portanto, lhes privar de provas essenciais, descobriu-se que a fossilização não era apenas possível na era pré-câmbrica, mas possivelmente ideal.
E, no entanto, a única coisa que os paleontólogos encontraram formam alguns vermes. Ou seja, durante 3 bilhões de anos, não havia nada a não ser bactérias e vermes, e de repente todos os filos da vida animal surgiram em um curto intervalo de 5 a 10 milhões de anos.
Até mesmo os órgãos da visão se materializaram de repente, completamente formados, nos registros fósseis pré-Câmbricos.
Jan Bergstrom, um paleontólogo que examinou os fósseis chineses, disse que o Período Câmbrico não foi uma “evolução”, mas uma “revolução”.
Então os “darwimaniacos” fingem que não compraram jornal naquele dia.
Os cientistas que defendem o design inteligente examinam as evidências e desenvolvem suas teorias; já os darwinistas começam com uma teoria para então rearranjarem as evidências.
Eles não são cientistas. São fanáticos religiosos para quem a evolução precisa ser verdade para que eles possam explicar para si mesmos por que estão aqui, sem Deus (foi um acidente!).
Para quaisquer provas que contradizem a religião primitiva do darwinismo — incluindo, por exemplo, todo o registro fóssil — eles inventam desculpas não científicas tais como “o cachorro comeu nossos fósseis”.
**Traduzido por Luis Gustavo Gentil especialmente para o Blog Julio Severo: www.juliosevero.com

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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