PARA ENTRAR PELA PORTA DO REINO DE DEUS, É PRECISO: ARREPENDER-SE, SER BATIZADO EM NOME DE JESUS, E RECEBER O DOM DO ESPÍRITO SANTO.
VERSÍCULO DO DIA
“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)
Cruz

"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona
terça-feira, 7 de junho de 2011
A TRAIÇÃO DOS DEPUTADOS EVANGÉLICOS
A BOCA FALA DO QUE ESTÁ CHEIO O CORAÇÃO
segunda-feira, 6 de junho de 2011
A VELHA E A NOVA CRUZ
I Cor. 1:18
Uma nova filosofia brotou desta nova cruz com respeito à vida cristã, e desta nova filosofia surgiu uma nova técnica religiosa – um novo tipo de reunião e uma nova espécie de pregação. Este novo evangelismo emprega a mesma linguagem que o velho, mas o seu conteúdo não é o mesmo e sua ênfase difere da anterior.
A velha cruz não fazia aliança com o mundo. Para a carne orgulhosa de Adão ela significava o fim da jornada, executando a sentença imposta pela lei do Sinai.
A nova cruz encoraja uma abordagem evangelística nova e por completo diferente. O evangelista não exige a renúncia da velha vida antes que a nova possa ser recebida. Ele não prega contrastes mas semelhanças. Busca a chave para o interesse do público, mostranto que o cristianismo não faz exigências desagradáveis; mas, pelo contário, oferece a mesma coisa que o mundo, somente num plano superior. O que quer que o mundo pecador esteja idolizando no momento é mostrado como sendo exatamente aquilo que o evangelho oferece, sendo que o produto religioso é melhor.
A nova cruz não mata o pecador, mas dá-lhe nova direção. Ela o faz engrenar em um modo de vida mais limpo e agradável, resguardando o seu respeito próprio. Para o arrogante ela diz: "Venha e mostre-se arrogante a favor de Cristo"; e declara ao egoísta: "Venha e vanglorie-se no Senhor". Para o que busca emoções, chama: "Venha e goze da emoção da fraternidade cristã". A mensagem de Cristo é manipulada na direção da moda corrente a fim de torná-la aceitável ao público.
A filosofia por trás disso pode ser sincera, mas na sua sinceridade não impede que seja falsa. É falsa por ser cega, interpretando erradamente todo o significado da cruz.
A velha cruz é um símbolo da morte. Ela representa o fim repentino e violento de um ser humano. O homem, na época romana, que tomou a sua cruz e seguiu pela estrada já se despedira de seus amigos. Ele não mais voltaria. estava indo para seu fim. A cruz não fazia acordos, não modificava nem poupava nada; ela acabava completamente com o homem, de uma vez por todas. Não tentava manter bons termos com sua vítima. Golpeava-a cruel e duramente e quando terminava seu trabalho o homem já não existia.
A raça de Adão está sob sentença de morte. Não existe comutação de pena nem fuga. Deus não pode aprovar qualquer dos frutos do pecado, por mais inocentes ou belos que pareçam aos olhos humanos. Deus resgata o indivíduo, liquidando-o e depois ressucitando-o em novidade de vida.
O evangelismo que traça paralelos amigáveis entre os caminhos de Deus e os do homem é falso em relação à bíblia e cruel para a alma de seus ouvintes. A fé manifestada por Cristo não tem paralelo humano, ela divide o mundo. Ao nos aproximarmos de Cristo não elevamos nossa vida a um plano mais alto; mas a deixamos na cruz. A semente de trigo deve cair no solo e morrer.
Nós, os que pregamos o evangelho, não devemos julgar-nos agentes ou relações públicas enviados para estabelecer boa vontade entre Cristo e o mundo. Não devemos imaginar que fomos comissionados para tornar Cristo aceitável aos homens de negócio, à imprensa, ao mundo dos esportes ou à educação moderna. Não somos diplomatas mas profetas, e nossa mensagem não é um acordo mas um ultimato.
Deus oferece vida, embora não se trate de um aperfeiçoamento da velha vida. A vida por Ele oferecida é um resultado da morte. Ela permanece sempre do outro lado da cruz. Quem quiser possuí-la deve passar pelo castigo. É preciso que repudie a si mesmo e concorde com a justa sentença de Deus contra ele.
O que isto significa para o indivíduo, o homem condenado quer encontrar vida em Cristo Jesus? Como esta teologia pode ser traduzida em termos de vida? É muito simples, ele deve arrepender-se e crer. Deve esquecer-se de seus pecados e depois esquecer-se de si mesmo. Ele não deve encobrir nada, defender nada, nem perdoar nada. Não deve procurar fazer acordos com Deus, mas inclinar a cabeça diante do golpe do desagrado severo de Deus e reconhecer que merece a morte.
Feito isto, ele deve contemplar com sincera confiança o salvador ressurreto e receber dEle vida, novo nascimento, purificação e poder. A cruz que terminou a vida terrena de Jesus põe agora um fim no pecador; e o poder que levantou Cristo dentre os mortos agora o levanta para uma nova vida com Cristo.
Para quem quer que deseje fazer objeções a este conceito ou considerá-lo apenas como um aspecto estreito e particular da verdade, quero afirmar que Deus colocou o seu selo de aprovação sobre esta mensagem desde os dias de Paulo até hoje. Quer declarado ou não nessas exatas palavras, este foi o conteúdo de toda pregação que trouxe vida e poder ao mundo através dos séculos. Os místicos, os reformadores, os revivalistas, colocaram aí a sua ênfase, e sinais, prodígios e poderosas operações do Espírito Santo deram testemunho da operação divina.
Ousaremos nós, os herdeiros de tal legado de poder, manipular a verdade? Ousaremos nós com nossos lápis grossos apagar as linhas do desenho ou alterar o padrão que nos foi mostrado no Monte? Que Deus não permita! Vamos pregar a velha cruz e conhecermos o velho poder.
domingo, 5 de junho de 2011
O QUE É O PURGATÓRIO?
Os católicos romanos dizem que essa passagem alude à purificação temporal. O livro de II Macabeus 12.46 também é citado em apoio à doutrina do purgatório, uma vez que esta passagem sustenta a prática da oração em favor dos mortos. Para garantir a visão beatífica aos exilados no purgatório, a Igreja Católica recomenda as esmolas, as indulgências, as obras de penitência e as missas oferecidas em favor das almas.
Não é o "fogo" do purgatório que nos purifica no além, mas como disse o apóstolo João, é "o sangue de Jesus Cristo que nos purifica de todo pecado" (1 Jo 1.7). O melhor de tudo é que não precisamos esperar o além para sermos purificados. João ainda diz: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1.9).
A suficiência de Cristo descarta todo e qualquer outro meio de nos purificar e nos conduzir ao céu. Declarou o apóstolo Paulo: "Ele se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda iniqüidade, e purificar para si um povo todo seu, zeloso de boas obras" (Tito 1.14).
Aos Efésios, Paulo diz que por meio de Cristo temos "a redenção pelo seu sangue, a remissão dos nossos delitos, segundo as riquezas de sua graça" (1.7). Como, então, explicar as passagens citadas pelo catolicismo romano?
Em Mateus 12.31, Jesus simplesmente enfatiza a gravidade do pecado contra o Espírito Santo, dizendo que o perdão é impossível, não importando o tempo e o espaço.
O assunto de 1 Coríntios 3.15 gira em torno dos cristãos que hão de comparecer ao Tribunal de Cristo (Bema - palavra grega que significa pódio). Não para sermos julgados, mas, sim, galardoados. Nesse Tribunal, as pessoas receberão suas recompensas de acordo com as obras que realizaram (Ver 2 Co 5.10).
Quanto ao texto de II Macabeus, os discípulos de Cristo não o aceitam como escritura inspirada por Deus, não servindo, portanto, como prova escriturística. Ele serve apenas para revelar o costume pagão de alguns judeus. E não é tomado como norma para o povo de Deus.
VOCÊ É RELIGIOSO OU DISCÍPULO?
Religioso | Discípulo |
| Tem a bíblia centralizada no homem. Enxerga tudo o que Deus tem para ele: graça e salvação. | Tem a bíblia centralizada em Deus. O que importa é o propósito eterno de Deus. |
| Interpreta a palavra mecanicamente, age como se ela fosse um tabuleiro de xadrez 2Co 3.6. | Tem revelação de Deus. Compara coisa espiritual com coisa espiritual 1Co 2.12-14 |
| Ouve verdades de Deus 2Tm 3.7. | Ouve a Deus Hb 3.7-8. Ninguém pode ouvir a Deus e não mudar. |
| Obedece algumas regrinhas que as considera sumamente importante Mt 23.23. | Ama a vontade de Deus e obedece a Cristo em tudo Jo 14.23. |
| Aprende a saber muita coisa 1Co 8.1b | Aprende a guardar o que Cristo ensinou Mt 28.20. |
| Tem o eu no comando. | Tem a Cristo no centro de sua vida – é alguém que se esqueceu de si mesmo. |
| Se esforça por imitar a Cristo, na carne | Cristo vive nele Gl 2.20. |
| Canta muitos cânticos | Louva ao Senhor. |
| Estuda sobre o Espírito Santo. | Vive cheio do Espírito Santo Rm 8.5-9. |
| Faz orações. Fala, fala e não ouve. | Fala com Deus, dialoga com seu Pai. |
| Confia sua vida a uma instituição religiosa | Confia sua vida a igreja que é o corpo de Cristo. |
| Sua vida é uma eterna luta contra o mal. "Mente vazia oficina do diabo. Membros ociosos oficina do diabo". | Não tem tempo para praticar o mal, seus membros estão ocupados com a justiça Rm 6.13. |
| Vive com sede Jr 2.13. | Bebe muita água da vida. |
| Faz prosélitos Mt 23.15. | Dá fruto (faz discípulos) Jo 15.1-6,8,16. |
| Não coloca sua vida na luz Jo 3.19-21. | Anda na luz 1Jo 1.5-10. |
| Não reconhece as autoridades como vindas de Deus. | Acata todas as autoridades delegadas Rm 13.1. |
| Seus olhos brilham para as coisas do mundo. | Seu atrativo é o Senhor, ama a simplicidade de Deus. |
O coração do religioso não se sacia, não se satisfaz com as coisas simples de Deus.
O religioso tende matar sua sede no mundo, nos atrativos do mundo ou do poder, que pode ser intelectual.
O nosso Deus e Pai deseja que todo aquele que se aproxima d’Ele, realmente viva como Ele quer e deseja, sem mesclas ou confusão.
sábado, 4 de junho de 2011
A VIDA É MARAVILHOSA
Ame aquilo que você faz, e você se tornará muito mais feliz e eficiente.
A TUA FÉ DE CONSOLA?
Cristo morreu inutilmente. Sim ou não?
Como a frase condicional deixa perceber, o apóstolo Paulo era capaz de imaginar ambas as possibilidades, conforme declara em 1Coríntios 15.17. Com esse brusco desafio, confronta os cristãos de ontem e de hoje. Igualmente, de acordo com o texto citado, o não esvaziamento do túmulo constitui o critério que define o que é realmente cristão ou não. Uma pregação pode ser proferida nos mais límpidos tons ou em uma solenidade impressionante, mas ela torna desnecessária a palavra da cruz?
Em Corinto, alguns tinham se voltado contra Paulo e não estavam retendo firmemente a palavra por ele pregada. Tinham, na verdade, crido em vão e a fé que possuíam era inútil. Ainda que aceitassem a pregação que afirmava que Cristo havia ressuscitado dos mortos (e ainda estava vivo), diziam que não havia ressurreição dos mortos, isto é, dos crentes mortos.
Certo dia, assisti a um programa de TV sobre auto-ajuda conduzido por um apresentador de orientação religiosa publicamente espírita, que tratava do tema “perdas emocionais”, particularmente as perdas ligadas a entes queridos falecidos. Na ocasião, participava uma jovem senhora que, tendo perdido a mãe, sentia-se desorientada com a ocorrência. O apresentador lhe perguntou sobre sua crença a respeito da imortalidade e ela, declarando-se cristã evangélica, discorreu sobre a ressurreição dos mortos na segunda vinda de Cristo, e por aí foi. Aumentou-nos a curiosidade o fato de ela, após discorrer sobre sua fé, ter aceitado participar do programa. Mas, enfim! Foi quando o apresentador, fulminantemente, perguntou: “A tua fé sobre isso te consola?”. Ao que ela respondeu com um constrangido “Não”.
A essa parcela da igreja de Corinto que se reproduz hoje é bom que se diga que a ressurreição de Cristo e também a nossa ressurreição são partes de um mesmo e único plano de Deus. Jesus disse: “Porque eu vivo, e vós vivereis” (Jo 14.19). Jesus também falou para Marta, irmã de Lázaro: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive [que ressuscitou depois de ter morrido] e crê em mim nunca morrerá” (Jo 11.25,26). “A ressurreição de Cristo é o amém a todas as suas promessas” (John Boys).
Se concluirmos que não há ressurreição dos mortos, então Jesus mentiu e não ressuscitou dos mortos. Assim, toda a pregação do apóstolo Paulo foi inútil e sem sentido. Ele e os demais apóstolos foram falsas testemunhas da ressurreição e da própria natureza de Deus e, nesse caso, estavam, na verdade, dando testemunho contra Deus.
Nossa fé, nossa salvação, depende do fato objetivo e literal de que Jesus ressuscitou dos mortos. Se Jesus não ressuscitou, então a cruz é vã, sua morte e o derramamento de seu sangue não expiaram nossos pecados e continuamos seguindo como pecadores culpados, sentenciados eternamente. Além disso, os que morreram com a fé posta em Jesus, já estariam perdidos para sempre, sem esperança.
Podemos, também, aplicar o inverso e este sim é verdadeiro e bíblico.
De qualquer modo, estejamos alerta para que não haja em nossos lábios uma canção que diga “se estou sonhando, deixe-me sonhar”, evocando a idéia de que a “vida cristã é a melhor e mais feliz vida, então mesmo que não seja verdade, é bom ser cristão”, porque não cabe ao cristão sincero pensar assim.
Como o apóstolo disse, seria coisa miserável crer em algo que não é verdade e todo aquele que assim o faz deve ser lamentado.
ADORAÇÃO
Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.
Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.
Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.
Eu Te louvo! Eu Te adoro!
Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!
Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!
DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ
Apoc. 20:6
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.
Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.
Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?
Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?
Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.
POR QUE?
Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.
ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?
DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?
O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.
O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.
A BIBLIA SAGRADA
A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.
Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.
A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.
A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.
O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.
A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.
A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.
Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.
A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.
Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.
A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.
Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.
O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.
O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.
A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.
Minha lista de blogs
-
-
-
-
Encontro Geral - Setembro de 2018 - Verdades Sobre O Espírito Santo - {vimeo}288467785{/vimeo}Há 7 anos
-
Morte do Julio severo e pedido de ajuda - Morte do Julio severo e pedido de ajuda *Eu quero me apresentar* *Meu nome é Sarah eu sou viúva do Julio.* *Muitas pessoas não sabem sobre a morte do Julio,...Há 4 anos
-
-
Seguidores
Quem sou eu
- A Porta do Reino
- Itabuna, Sul da Bahia, Brazil
- Sou um discípulo de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo
Arquivo do blog
- ► 2013 (343)
- ► 2012 (254)







