VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

domingo, 26 de junho de 2011

A ratificação do Eros: quando os cristãos se divorciam

Chuck Colson
24 de junho de 2011 (Breakpoint.org/Notícias Pró-Família) — Ainda me lembro de minha tristeza ao ficar sabendo que um velho amigo, alguém que eu cria era um cristão sincero, estava abandonando sua esposa. Fiquei chocado e desapontado. Como é que este homem, que era dedicado tanto para sua esposa quanto para seu Senhor, tivera a capacidade de se apaixonar por outra mulher?
Um artigo escrito pelo falecido Sheldon Vanauken ajuda a responder à pergunta e nos faz recordar que tais tentações são muitíssimo comuns.
Vanauken, famoso como autor da forte estória de amor intitulada “A Severe Mercy” (Uma Misericórdia Difícil), também publicou uma coleção de artigos chamada “Under the Mercy” (Debaixo da Misericórdia), a qual examina esses sentimentos.
Num artigo chamado “The Loves” (Os Amores), Vanauken descreve como um amigo cristão chamado John o chocou anunciando que estava deixando sua esposa para se casar com outra mulher. John explicou sua súbita mudança dizendo: “Parecia tão bom, tão certo. Foi nesse ponto que sabíamos que tínhamos de nos divorciar. Nós pertencíamos um ao outro”.
Conforme explica Vanauken, John estava “invocando uma lei mais elevada: o sentimento de que algo é bom e certo. Um sentimento tão forte que varria… qualquer culpa que, em outras circunstâncias, ele teria sentido” pelo que ele estava fazendo com sua família.
Lamentavelmente, muitas pessoas amam o cônjuge não como pessoa, mas como alguém que desperta certos sentimentos. O voto de casamento deles não foi tanto para a pessoa quanto para esse sentimento. Assim, quando tais pessoas se apaixonam por outra pessoa, elas simplesmente transferem esse voto para a outra pessoa. E por que não? Diz Vanauken, “Se os votos não são nada mais do que sentimentos?”
Vanauken apelida essas emoções sensacionais “A Ratificação do Eros”. Quando John falou que seu novo amor era algo bom, “a aprovação sagrada que [ele disse que] sentiu não poderia por acaso ter vindo de [Deus], cuja desaprovação ao divórcio é explícita nas Escrituras. Foi o Eros, o deus pagão dos amantes, o qual confere essa ratificação aos adoradores que estão no seu altar”.
Vanauken continua: “O veredicto do Eros de que esse amor é algo tão bom e tão certo que todas as traições são justificadas é simplesmente uma mentira”. Mas o pior de tudo: aqueles que são apanhados e escravizados pelo Eros se sentem convencidos de que o amor deles é diferente, até sagrado. Eles não sonham, Vanauken diz, “que metade dos amantes tem a mesma garantia”.
Agora, será que dá para o tipo de amor que se chama Eros — essa conexão emocional e física — ser uma parte saudável de um casamento? Claro que não! Mas o Eros não é o tipo de amor que junta maridos e esposas “até que a morte os separe”. Esse amor é o amor Ágape — o amor exemplificado pelo sacrifício que Cristo escolheu fazer de Si mesmo na cruz por Sua Noiva, a Igreja. Ágape é o amor sobre o qual Paulo fala em Efésios 5:25, quando ele ordena que maridos amem suas esposas como Cristo amou a Igreja.
Ágape busca abençoar a outra pessoa; tem uma atitude de se sacrificar totalmente. Eros, principalmente fora do casamento, busca somente usar o outro. Sua meta é satisfazer a si mesmo. E é por isso que os pastores têm de se esforçar muito para ensinar os noivos acerca da necessidade de compreenderem o amor Ágape. Em algum momento, Eros quase que certamente acenará com um novo amor excitante — e os sentimentos de que esse amor é certo, e até mesmo sagrado, podem ser irresistíveis.
Os casais precisam saber que só conseguirão resistir a essas tentações quando Cristo e o amor Ágape estiverem no centro do casamento deles.
Publicado com a permissão de Breakpoint.org
Traduzido por Julio Severo: http://juliosevero.blogspot.com/

sábado, 25 de junho de 2011

MARIA DEVE SER LOUVADA?


No último verão, convidei um amigo muito querido, para cultuarmos o Senhor, agradecendo pela visita dele e da família dele àquele local de veraneio, onde estávamos.

A família foi, ele não, sob o argumento que, sendo eu “crente”, não gostava da Virgem Maria. E onde a mãe dele não seria bem recebida, ele não ia.

Não são poucos os católicos que acreditam que os “crentes” desrespeitam Maria. Não entendem que, muito pelo contrário, a admiramos, como admiramos os apóstolos, mas entendemos que nem Maria, nem Pedro, nem Paulo, nem João, nem ninguém, além de Jesus, é o intercessor entre Deus e os homens, conforme está em I Timóteo 2:5 “ Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.”

( Este versículo, assim como está copiado acima, pode ser encontrado na Biblia Sagrada, 170ª Edição Pastoral-Catequética, da Editora Ave-Maria, revisada por Frei José Pedreira de Castro, da tradução portuguesa da versão francesa dos originais grego, hebraico e aramaico, traduzidos pelos Monges Beneditinos de Maredsous (Bélgica).)

A Bíblia nos apresenta duas linhas diferentes de ancestrais de Nosso Senhor Jesus Cristo, uma através de seu pai legal, José, e outra através de sua mãe de fato, Maria.

Mateus apresenta-nos a linha oficial já que seu propósito é mostrar as credenciais messiânicas judaicas de Jesus, que requeriam que o Messias viesse da semente de Abraão e da linhagem de Davi. Lucas por outro lado, tendo um público grego bem mais amplo, dirige-se para o interesse grego de ver Jesus como o homem perfeito (que era o que buscava o pensamento grego).

Não é pelo fato de Maria ter sido usada como o canal que Deus serviu-se para trazer seu Filho ao mundo, que ela deve receber honras distintas.

A Palavra chama Maria de apenas "abençoada", coisa que realmente ela foi. Contudo, contrário á praxe católica, ela não foi abençoada acima de todas as mulheres, mas entre todas as mulheres. E nisso não vemos nenhum motivo para exaltá-la acima do que ela merece, isto é, o lugar que Deus já deu para ela.
                                                      
(O versículo 42, do capítulo1, do Evangelho de Lucas, na tradução da Biblia Sagrada, 170ª Edição Pastoral-Catequética, da Editora Ave-Maria, revisada por Frei José Pedreira de Castro, da tradução portuguesa da versão francesa dos originais grego, hebraico e aramaico, traduzidos pelos Monges Beneditinos de Maredsous (Bélgica), diz o seguinte: “E exclamou em alta voz: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre.”.)

Em Maria foi cumprida uma profecia, assim como outras profecias foram cumpridas através de outras pessoas, como encontramos no Velho e no Novo Testamento. Mas o fato de profecias se cumprirem através de pessoas não as fazem merecedoras de mais honras do que as outras.

Maria deve ser honrada e seu exemplo de fé e obediência deve ser seguido por todos quantos amam a Deus. No entanto, devemos sempre tomar cuidado para não ultrapassarmos o que está escrito.

A MORTE DE CRISTO: A ÚNICA SOLUÇÃO PARA A CONDENAÇÃO


“Aquele que não conheceu o pecado, Ele o fez pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus.” 2Co 5:21

Todos os homens estavam condenados a morte. E não havia esperança. Mas Deus, em Seu infinito amor, proveu o único caminho possível de salvação.

Cristo foi crucificado em nosso lugar

Por causa da Sua santidade e da Sua justiça, Deus não poderia ser complacente com o pecado. Era necessário que fosse pago com a vida. Era necessário haver a remissão da dívida do homem. 

Quando alguém tem uma dívida, outra pessoa pode pagar por ele.Porém, nenhum homem tinha como pagar a dívida com Deus, porque todos eram devedores. Então Deus, por causa do Seu grande amor, providenciou um homem que pudesse fazer isto: Jesus Cristo.
“... carregando Ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça;...” 1Pe 2:24
“... mas o Senhor fez cair sobre Ele a iniqüidade de nós todos.” Is 53:6

Como Deus aceita a Jesus, em nosso lugar? Ele transfere a nossa dívida para ele. Em outras palavras, para Cristo morrer em nosso lugar, Deus teve que transferir para Ele toda nossa dívida.

Nossos pecados foram colocados sobre Jesus.

“Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira.” Rm 5:8-9

Que tremendo e incompreensível amor! Na cruz, o Pai já não via Seu filho como justo. Ele via todos os pecados dos homens. Por isso entendemos o clamor de Jesus na cruz:
“Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” Mt 27:46

 A aversão que Deus tem ao pecado é mostrada aqui, naquele instante quando o Pai teve que afastar-se de Seu Filho, porque via em Jesus os pecados de nós todos.

Desde o Getsêmani, a angústia de Jesus não era por medo da dor física, mas porque iria ter contato com o pecado e perder a comunhão com o Pai. A dor ao ser espancado, ferido e crucificado, foi muito menor do que sua dor por experimentar a separação do Pai. Ele que nunca tinha provado a sensação do pecado, a culpa, e todas as demais conseqüências do pecado, naquele momento estava sofrendo-as em nosso lugar.

A morte de Cristo

“Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca. Por juízo opressor foi arrebatado, e de sua linhagem, quem dela cogitou? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido. Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca. Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando der ele a sua alma como oferta pelo pecado, verá a sua posteridade e prolongará os seus dias; e a vontade do Senhor prosperará nas suas mãos.” Is 53:3-10

Em nosso país, desde que nascemos ouvimos falar da morte de Cristo. Ficamos acostumados com aquela imagem da crucificação. A cruz para muitos torna-se um objeto comum, encontrado em paredes e pescoços. Sofremos uma espécie de “cauterização” que nos impede de vermos a total realidade desta morte. Começamos a achá-la natural. Olhamos para ela como um simples fato histórico ou um importante ensino bíblico.

Devemos buscar ver e sentir tudo o que se passou, desde o momento em que o Pai decidiu entregar Seu único Filho em nosso favor. O amor e sofrimento do Pai. Compreender o esvaziamento do Filho, sua humilhação, seu amor, seu inimaginável sofrimento físico e maior sofrimento ainda no momento em que o Pai separou-se dEle.

Naquela cruz está a mais importante verdade do Universo. Está a base de nossa nova vida.
Tenhamos apaixonada disposição de coração para meditar sobre a cruz de Cristo.
Esse é o acontecimento mais importante da história da humanidade. É a expressão mais viva do amor e poder de Deus. Jesus pagando o mais alto preço para conduzir-nos de volta ao Pai. Aleluia!

Cristo morreu em nosso lugar

“Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus;” 1Pe 3:18

Ele nos substituiu. Este é um princípio importantíssimo: A nossa substituição. Ela é a base da nossa salvação. Deus aceitou o sacrifício de Jesus em nosso lugar. Após Ele ter tomado sobre si os nossos pecados, Deus descarregou toda Sua ira sobre Jesus. Deus aceitou o sangue de Cristo como resgate para nossa dívida.

A morte de Jesus é a expressão mais viva do amor de Deus.
Para sempre lembraremos e contaremos a história de tão grande amor.

*Extraído de "Princípios Elementares - A Vida em Cristo"

sexta-feira, 24 de junho de 2011

A Marcha para Jesus, a Parada Gay e os medos

A Marcha para Jesus, evento convocado por várias denominações evangélicas e que acontece anualmente em São Paulo, reuniu muita gente ontem. Os organizadores falaram em 5 milhões. É um possível exagero. A Polícia Militar, em 1 milhão, mas esse número, deixou claro, dizia respeito apenas às pessoas que se concentravam na praça Heróis da FEB, na Zona Norte da cidade, local de chegada da caminhada. O ponto principal da concentração, a partir das 10h, era a Praça da Luz. Mas havia dezenas deles espalhados no trajeto. As ruas foram tomadas por um mar de fiéis.

Cinco milhões? É muito! Um milhão? É pouco! A verdade deve andar aí pela metade da soma dos dois números (3 milhões?), o que já é algo fabuloso, sobretudo porque, à diferença de algumas concentrações festivas ou de apelo carnavalesco, esta congrega pessoas com convicções religiosas, realmente engajadas na causa. Dispensam-se os curiosos de certos eventos, que ficam parados na calçada assistindo ao desfile de alegres bizarrices.

A marcha acontecia na Avenida Paulista e adjacências. Dados o número de pessoas e os transtornos óbvios que ela provocava no trânsito da cidade, as lideranças evangélicas concordaram com a mudança de lugar. 

Como Deus, a rigor não precisa nem mesmo de um templo, também não precisa da Paulista. 

A tal Parada Gay, no entanto, que também reúne milhões (boa parte de curiosos) e que interfere drasticamente no direito de ir e vir, continua a ser realizada na avenida. 

Em nome de Deus, não se pode parar o trânsito, mas da causa gay, sim, de onde decorre um corolário: no que concerne ao direito de ir e vir ao menos, a militância homoafetiva está acima do divino… E o mesmo se diga dos que marcham em favor da maconha: a Paulista está vedada ao Deus cristão, mas aberta aos, como é mesmo?, cultores de Jah… Como não resisto à ironia, é nessas horas que me ocorre lembrar certos doutores: todos os deuses dos gentios são demônios (xiii, lá vem protesto dos ignorantes que nem sabem do que estou falando…).

De saída, uma questão óbvia: ou a Marcha para Jesus volta para a Paulista, ou a Parada Gay sai da Paulista. E quem criou essa oposição não fui eu, mas o poder público. Adiante.

Vocês sabem que o segredo de aborrecer é dizer tudo. Embora, do Jornal Nacional, tenha sobrado a impressão de que milhões estavam nas ruas só dando “vivas” a Jesus, a verdade é que o evento se caracterizou por duros discursos contra o Supremo Tribunal Federal, especialmente pela reconhecimento da união civil entre homossexuais e pela liberação da Marcha da Maconha — uma decisão fere o Artigo 226 da Constituição; a outra, o Artigo 287 do Código Penal.

Informa a Folha:
“O pastor Silas Malafaia, da Assembléia de Deus Vitória em Cristo, chegou a recomendar aos fiéis que não votem em políticos que sejam favoráveis à união gay. ‘O povo evangélico não vai ser curral eleitoral’, disse. ‘Se governador, prefeito ou presidente for contra a família, não terá nosso voto.’ Para Malafaia, o Supremo ‘rasgou a Constituição’ ao permitir a união civil entre homossexuais. O pastor negou que seja homofóbico.  No Congresso, 71 deputados e três senadores são ligados a igrejas evangélicas. (…) Pastor da Igreja Universal, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) criticou o ‘ativismo judicial’ e disse que ‘não é possível que seis iluminados se julguem capazes de decidir por 200 milhões’.”

Aqui só um reparo ao que diz Crivella: os 11 do Supremo têm, sim, o papel de decidir questões constitucionais que dizem respeito a 200 milhões. O que não podem fazer, aí sim, é atuar contra a letra da Constituição e dos códigos legais em nome do tal “ativismo judicial” ou o que seja. Até porque, havendo ativismo judicial de um lado, é quase certo que algum outro Poder — no caso, o Congresso — está a padecer de “passivismo legislativo”…  E como eu não seria eu se não escrevesse o que vai agora, então escrevo: Crivella é da Universal do Reino de Deus, a seita liderada pelo lulista Edir Macedo. Macedo é um ardoroso defensor do aborto, como se pode ver aqui. E não tem pejo de recorrer à Bíblia, numa leitura torta, para justificá-lo. Eu diria que a defesa do aborto é uma violação da Constituição moral dos cristãos. Encerro o parágrafo e volto ao leito.

Este Brasil que marchou ontem costuma ser tratado a pontapés na “imprensa progressista”, tanto quanto aquele que marchará depois de amanhã parece carregar todos os valores do humanismo superior, embora ninguém tenha dúvida de qual deles está de acordo com os valores da esmagadora maioria dos brasileiros. 

Atenção! A maioria não está necessariamente certa só porque maioria — aliás, a história ensina que pode, eventualmente, estar estupidamente errada.  Mas é de uma soberba estupenda que valores solidamente arraigados na cultura brasileira sejam tratados apenas como uma tolice do senso comum a ser superada por um ente de razão civilizador, que vai educar o povo ex officio.

Tenho para mim que as atuais oposições só voltarão ao poder no Brasil no dia em que não tiverem mais medo dos que marcharam ontem nem dos que marcharem depois de amanhã. São medos diferentes, evidentemente, mas que se combinam: num caso, a oposição teme parecer reacionária; no outro, teme não parecer progressista; em qualquer caso, fica imobilizada. Os crentes e os gays vão para a praça, e os oposicionistas ficam dando milho aos pombos…

*Publicado originalmente por Reinaldo Azevedo

*Enquanto maconheiros obtem do Supremo o direito de fazer apologia declarada ao uso de drogas, crianças morrem no nordeste do Brasil por falta de assistência.
Enquanto meia dúzia de homossexuais obrigam o Supremo a estuprar a Constituição, decidindo contra o que está aprovado na Lei Maior, centenas de sérias entidades filantrópicas estão à mingua e com escassos recursos para dar continuidade às suas obras de caridade. A marcha para Jesus é um tapa na cara dos togados equivocados.

TODOS OS HOMENS ESTÃO CONDENADOS

“... não há justo, nem sequer um”. Rm 3:10
“... todos pecaram e carecem da glória de Deus”. Rm 3:23

Deus é absolutamente santo e justo. Por isso podemos compreender bem porque a Bíblia afirma: “não há justo, nem sequer um”. E ainda: “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”. Rm 3:10,23

Todos os homens são pecadores por dois motivos:

1) Homem nenhum, sobre a face da terra, poderia se apresentar diante de Deus declarando que nunca cometeu pecado. “Se dissermos que não temos pecado
nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós.” 1Jo 1:8
Pecamos de muitas maneiras. Pecamos quando fazemos algo que não agrada a Ele (1Jo 3:4 ; Tg 2:8-10), e pecamos quando deixamos de fazer algo que Ele ordena – amar, dar, pregar – (Tg 4:17). Deixar de fazer o que Deus manda é tanto pecado quanto fazer o que Ele proíbe. Pecamos até mesmo em pensamento. A
intenção de fazer o mal é pecado. Mt 5:21-22. Até os pecados que praticamos sem saber, ofendem a Deus (Hb 9:7). Portanto, ninguém pode declarar-se inocente. Pesa sobre todos nós pesada dívida para com Deus e, sem Cristo, estaríamos condenados à morte.

2) Além do fato de que todo homem comete pecados, existe um princípio na natureza do homem: todos descendemos de um único homem - Adão, e temos sua mesma natureza. “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram.” Rm 5:12 Toda a descendência de Adão herda o seu pecado. Em
outras palavras, pelo simples fato de sermos descendentes de Adão, temos pecado em nós.

Nesta questão, Deus não faz distinção entre os que tinham uma vida “certinha” e caridosa, e os que eram “escandalosos” transgressores. Não! Todos são pecadores e, sem Cristo, receberão condenação: morte e sofrimento eternos. Isto é surpresa para muitos homens que se consideram justos.
Por melhores que sejam as obras de alguém, Deus vê pecado nele e não pode aceitá-lo, a não ser através do sangue de Cristo.
Também aquele que já está salvo deve ter convicção de que as suas melhores obras hoje, não melhoram a sua situação diante do Senhor. Se Ele não o olhasse por meio de Cristo, ele estaria debaixo da Sua ira. Ele veria sujeira e pecado. O conhecimento desta realidade nos faz reconhecer o que somos. Derruba toda justiça própria e todo orgulho de achar que somos bons. E nos faz temer e amar mais ao nosso Senhor, por causa da consciência do quanto somos perdoados.

Todo homem está condenado ao castigo eterno

Deus havia determinado e declarado ao homem as conseqüências do pecado: “porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” Gn 2:17
“Ora, conhecendo eles a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem mas também aprovam os que assim procedem.”Rm 1:32.“… quando do céu se manifestar o Senhor Jesus com os anjos do seu poder, em chama de fogo, tomando vingança contra os que não conhecem a Deus e contra os que não obedecem ao evangelho de nosso Senhor Jesus. Estes sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder…” 2Ts 1:7-9
“Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.“ Ap 21:8

Portanto esta é a condição atual do homem: “Mortos em seus delitos e pecados”. Ef 2:1
Todos estávamos mortos. Nenhum homem escapava. Este é o terrível quadro atual da humanidade. Sem Jesus não haveria esperança para ninguém. Devemos ter consciência disto, e jamais tentarmos nos justificar por nós mesmos. Não há nenhuma chance. Deus sabia disto, e proveu o único caminho possível de salvação. Busquemos e tomemos posse desse caminho glorioso: aceitar o Senhorio de Cristo.

*Extraído de "Princípios Elementares - A Vida em Cristo"

EVANGÉLICOS IDÓLATRAS



“Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo.” 2 Co 11:3 .

Estava vendo televisão, quando me deparei com um quadro chocante. Um pastor(???) mandava que obreiros da sua organização religiosa, entregassem pequenos pães para as pessoas que estavam num templo e junto com o pão, um envelope.
O pão, segundo o pastor???, deveria ser levado para casa e consumido por toda a família, principalmente por pessoas que tivessem qualquer problema. De unha encravada, a sei lá o quê. E a cura seria tiro e queda!!!
O envelope seria para que as pessoas colocassem, dentro, 20, 50 ou 100 reais, segundo o pastor???, para a obra de Deus.

E a câmera da TV passeava pelo templo, mostrando dezenas de pessoas, que balançavam sobre a cabeça, seus pães e envelopes, alguns com a fisionomia compungida!!!

Minha mulher, penalizada, disse que aquelas pessoas tinham sêde de Deus. Primeiro pensei que elas apenas estavam querendo fazer uma barganha com Deus. O que é uma estulticie. Depois, percebí que elas não conhecem Deus, não têem a menor idéia de Seus atributos e de Sua personalidade. E por desconhecerem a Palavra de Deus, estavam sendo levadas pelo largo caminho que conduz a perdição. Realmente elas são dignas de pena!

Muitos evangélicos acreditam que idolatria acontece, apenas quando pessoas adoram imagens de escultura, mas na verdade, idolatria é tudo aquilo que tenta substituir a Pessoa de Jesus Cristo. 

Algumas organizações religiosas que se auto-denominam de “igrejas”, não possuem imagens de “santos”, mas praticam a idolatria devido a tantas outras práticas. 
Não há nenhum fundamento bíblico para o uso de “cornetas”, “pães”, “lenços”, “toalhas” ou “chaveiros”;  “copos d’água ungidos”, “vidrinhos com instruções para ungir paredes, portas, comida e até cuecas dos maridos mais assanhados, tipo simpatia; “saquinhos contendo areia da terra santa”, garrafinhas com água do Rio Jordão”,”rosas ungidas” e tantas outras práticas superticiosas para afastar maus fluídos. 

O Senhor Jesus nos deu autoridade para expulsar o mal em seu nome, e não de usar essas artimanhas, que aliás nunca são distribuídas de graças. Elas custam muito dinheiro. E ainda que fossem gratuitas, da mesma maneira usurpam a glória de Deus.

Esses gananciosos pastores??? corrompem o Evangelho e acentuam a ganância do homem, lançando o fundamento da cobiça. Toda sorte de barganhas e negociações eles ensinam aos incautos, através da pregação da teologia da prosperidade, que tem colocado nas “igrejas”, um altar para o deus da riqueza. 

A mão do Senhor pesará sobre eles:
"Ai dos pastores que destroem e dispersam as ovelhas do meu pasto, diz o SENHOR.  Portanto assim diz o SENHOR Deus de Israel, contra os pastores que apascentam o meu povo: Vós dispersastes as minhas ovelhas, e as afugentastes, e não as visitastes; eis que visitarei sobre vós a maldade das vossas ações, diz o SENHOR. (Jeremias 23 : 1,2)

Aceitar a Jesus!?



                                                  A. W. Tozer

Nosso relacionamento com Cristo é uma questão de vida ou morte. O homem que conhece a Bíblia sabe que Jesus Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores e que os homens são salvos apenas por Ele, sem qualquer influência por parte de quaisquer obras praticadas. 

"O que devo fazer para ser salvo?", devemos aprender a resposta correta. Falhar neste ponto não envolve apenas arriscar nossas almas, mas garantir a saída eterna da face de Deus. 

Os cristãos "evangelicais" fornecem três respostas a esta pergunta ansiosa: "Creia no Senhor Jesus Cristo", "Receba Cristo como seu Salvador pessoal" e "Aceite Cristo". Duas delas são extraídas quase literalmente das Escrituras (At 16:31; João 1:12), enquanto a terceira é uma espécie de paráfrase, resumindo as outras duas. Não se trata então de três, mas de uma só. 

Por sermos espiritualmente preguiçosos, tendemos a gravitar na direção mais fácil a fim de esclarecer nossas questões religiosas, tanto para nós mesmos como para outros; assim sendo, a fórmula "Aceite Cristo" tornou-se uma panacéia de aplicação universal, e acredito que tem sido fatal para muitos.

Embora um penitente ocasional responsável possa encontrar nela toda a instrução que precisa para ter um contato vivo com Cristo, temo que muitos façam uso dela como um atalho para a Terra Prometida, apenas para descobrir que ela os levou em vez disso a "uma terra de escuridão, tão negra quanto as próprias trevas; e da sombra da morte, sem qualquer ordem, e onde a luz é como a treva". 

A dificuldade está em que a atitude "Aceite Cristo" está provavelmente errada. Ela mostra Cristo suplicando a nós, em lugar de nós a Ele. Ela faz com que Ele fique de pé, com o chapéu na mão, aguardando o nosso veredicto a respeito dEle, em vez de nos ajoelharmos com os corações contritos esperando que Ele nos julgue. Ela pode até permitir que aceitemos Cristo mediante um impulso mental ou emocional, sem qualquer dor, sem prejuízo de nosso ego e nenhuma inconveniência ao nosso estilo de vida normal. 

Para esta maneira ineficaz de tratar de um assunto vital, podemos imaginar alguns paralelos; como se, por exemplo, Israel tivesse "aceito" no Egito o sangue da Páscoa, mas continuasse vivendo em cativeiro, ou o filho pródigo "aceitasse" o perdão do pai e continuasse entre os porcos no país distante.

Não fica claro que se aceitar Cristo deve significar algo? É preciso que haja uma ação moral em harmonia com essa atitude!
Ao permitir que a expressão "Aceite Cristo" represente um esforço sincero para dizer em poucas palavras o que não poderia ser dito tão bem de outra forma, vejamos então o que queremos ou devemos indicar ao fazer uso dessa frase. 

"Aceitar Cristo" é dar ensejo a uma ligeira ligação com a Pessoa de nosso Senhor Jesus, absolutamente única na experiência humana. Essa ligação é intelectual, volitiva e emocional. O crente acha-se intelectualmente convencido de que Jesus é tanto Senhor como Cristo; ele decidiu segui-lo a qualquer custo e seu coração logo está gozando da singular doçura de Sua companhia. 

Esta ligação é total, no sentido de que aceita alegremente Cristo por tudo que Ele é.
Não existe qualquer divisão covarde de posições, reconhecendo-o como Salvador hoje, e aguardando até amanhã para decidir quanto à Sua soberania. 

O verdadeiro crente confessa Cristo como o seu Tudo em todos sem reservas. Ele inclui tudo de si mesmo, sem que qualquer parte de seu ser fique insensível diante da transação revolucionária.
Além disso, sua ligação com Cristo é toda-exclusiva. O Senhor torna-se para ele a atração única e exclusiva para sempre, e não apenas um entre vários interesses rivais. Ele segue a órbita de Cristo como a Terra a do Sol, mantido em servidão pelo magnetismo do Seu afeto, extraindo dEle toda a sua vida, luz e calor. Nesta feliz condição são-lhe concedidos novos interesses, mas todos eles determinados pela sua relação com o Senhor. 

O fato de aceitarmos Cristo desta maneira todo-inclusiva e todo-exclusiva é um imperativo divino. A fé salta para Deus neste ponto mediante a Pessoa e a obra de Cristo, mas jamais separa a obra da Pessoa. Ele crê no Senhor Jesus Cristo, o Cristo abrangente, sem modificação ou reserva, e recebe e goza assim tudo o que Ele fez na Sua obra de redenção, tudo o que está fazendo agora no céu a favor dos seus, e tudo o que opera neles e através deles. 

Aceitar Cristo é conhecer o significado das palavras: "pois, segundo ele é, nós somos neste mundo" (1 João 4:17). Nós aceitamos os amigos dEle como nossos, Seus inimigos como inimigos nossos, Sua cruz como a nossa cruz, Sua vida como a nossa vida e Seu futuro como o nosso.
Se é isto que queremos dizer quando aconselhamos alguém a aceitar a Cristo, será melhor explicar isso a ele, pois é possível que se envolva em profundas dificuldades espirituais caso não explanarmos o assunto.

* A. W. Tozer (Abril 21, 1897 - Maio 12, 1963)

PADRE SE CONVERTE E DEIXA A BATINA

O Padre Lourival Luiz de Sousa pediu o afastamento dos serviços sacerdotais da Igreja Católica. O documento foi entregue ao próprio Bispo da Diocese de Cajazeiras, Dom José Gonzáles.

Atualmente Lourival estava servindo em paróquias de Sousa e Cajazeiras, já que tinha entregado a paróquia de Belém do Brejo do Cruz, onde tinha recentemente ganhado desta comunidade uma passagem aérea com tudo pago para a comunidade Canção Nova em Cachoeira Paulista.

Lá, o ainda Padre Lourival, segundo informações, foi bem recebido e teria participado de programa da emissora católica. Na volta ao sertão da Paraíba, em cada missa que o sacerdote celebrava pregava muito que os católicos deixassem de idolatria e que se apegassem mais a Jesus Cristo, fonte de tudo.

Em entrevista exclusiva ao Portal Diário do Sertão, Lourival afirmou que sua mudança de religião se dá por não aceitar algumas coisas que acontecem dentro da crença católica, mas o ponto principal seria a questão da idolatria.

“Eu deixe a igreja católica, tirei a batina como se diz, e fui ao vivo entregar a carta de renúncia ao bispo Diocesano.” disse o ex-padre.

Perguntado pela reportagem se ele poderia voltar atrás em sua decisão, Lourival foi rápido em sua resposta:.
“Não tem condição de eu voltar porque eu conheço a palavra. Deixe eu dizer uma coisa a você, 90% das pessoas que estão na igreja,é porque gostam deste negócio de imagem, gostam de procissão, e quando a gente prega sobre a idolatria as pessoas não aceitam que está na palavra. Então este foi um dos grandes motivos da minha saída”.
.
O ex-padre sabe que a sua saída da igreja romana causará uma grande polêmica no meio católico, mas ele disse que está disposto a sofrer todas as conseqüências, em nome da palavra de Deus.
 
Lourival recebeu a ordenação ao sacerdócio católico em 18/06/2000 e o exercia o há quase 10 anos. Ao longo desse período ele foi  pároco das cidades de Aguiar/PB, Igaraci/PB, Diamante/PB, Boa Ventura/PB, Curral Velho/PB e Belém do Brejo do Cruz/PB, tendo visitas marcantes em igrejas de outras cidades, e, ainda era auxiliar nas igrejas de Sousa e Cajazeiras.

Diocese se pronuncia
 
O portal Diário do Sertão procurou o Vigário Geral da Diocese, Padre Agripino Ferreira, que confirmou o afastamento do ex- Padre Lourival de Sousa das suas funções sacerdotais. Agripino lamentou a saída do colega e afirmou à reportagem que espera que Lourival possa rever sua decisão.

Fonte: Notícias Cristãs

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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