VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

segunda-feira, 25 de julho de 2011

ORANDO SEM CESSAR


Não existe um modo de vida mais agradável do que a conversação contínua com Deus

“Orai sem cessar.” (1Ts 5:17)“... com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito, ...” (Ef 6:18)

Estamos diante de uma revelação muito importante. O Senhor quer levar-nos a uma maneira de viver muito especial. Viver o tempo todo em oração, em comunhão com ele.

Irmão Lawrence, que viveu na França no século XVII e tornou-se conhecido pela sua experiência de andar na presença de Deus, disse: “Não existe um modo de vida no mundo mais agradável e mais cheio de deleite do que a conversação contínua com Deus”.


Nosso Senhor está conosco o tempo todo e a sua expectativa é que dirijamos a palavra a ele durante todo o nosso dia. Podemos manter-nos em contato constante com ele, fazendo dele o objeto de nossos pensamentos e o companheiro de nossas conversas.

O Senhor se alegra no relacionamento com sua noiva, que é a Igreja. Ele deseja a nossa companhia durante o dia todo! Ele se alegra em ouvir nossa voz: “... faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce,..” (Ct 2:14).

O Senhor se alegra com a oração do justo:
“... a oração dos retos é o seu contentamento” (Pv 15:8).
E quão doce é a sua companhia também para nós.
Que experiência gloriosa: passar o dia todo na presença do Senhor Jesus! O tempo todo falando com ele e ouvindo a sua voz.

Enquanto andamos pela rua, falando o que vemos, dando graças a ele pelo dia, pelas pessoas, pelos trabalhos e até pelas dificuldades.
Quando chegamos diante de alguém, perguntamos ao Senhor como devemos agir e o que dizer. Então ouvimos sua voz, guiando-nos e orientando-nos.

Dependemos dele e pedimos sua ajuda para todas as coisas, desde as mais simples, como o preparo de uma
comida ou uma conversa com alguém, até as mais importantes, como uma mudança de emprego ou uma decisão de um tratamento médico.

Quando estamos em sua presença o dia todo, também não há espaço para pecarmos ou fazermos nossa vontade. Ele nos guarda do mal e nos guia pelo seu caminho. Ele também se agrada que não confiemos em nossa capacidade nem em nossa sabedoria.

Deseja que o busquemos e ouçamos seu conselho em todas as circunstâncias. Mesmo para as situações em que achamos que já sabemos o que fazer.

Esta é a verdadeira atitude de dependência que agrada a Deus.

Esta realidade de vida está ao alcance de todos os filhos de Deus, e é mais do que uma bem-aventurança, é um mandamento.

*Extraído de “Princípios Elementares – Comunhão com Deus”

domingo, 24 de julho de 2011

MUITO OBRIGADO, MEU DEUS !

Bendito seja o Senhor, pois ouviu as minhas súplicas. O Senhor é a minha força e o meu escudo; Nele o meu coração confia, e Dele recebo ajuda. Meu coração exulta de alegria, e com o meu cântico lhe darei graças (Salmo 28:6/7)



sábado, 23 de julho de 2011

Lula chama de “bobagem” declaração de Jesus


O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva interpretou, nesta quinta-feira, dia 21.07, uma famosa passagem bíblica onde Jesus diz: “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus”. 

Em Salvador, ele disse que é “bobagem” o que o Novo Testamento apregoa sobre a promessa de que o reino dos céus é para os pobres. Ele discursou de manhã para uma plateia formada em sua maioria por pequenos agricultores. 

— Bobagem, essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós queremos o reino agora, aqui na Terra. Para nós inventaram um slogan que tudo tá no futuro. É mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico ir para o céu . O rico já está no céu, aqui. Porque um cara que levanta de manhã todo o dia, come do bom e do melhor, viaja para onde quer, janta do bom e do melhor, passeia, esse já está no céu. Agora o coitado que levanta de manhã, de sol a sol, no cabo de uma enxada, não tem uma maquininha para trabalhar, tem que cavar cada covinha, colocar lá e pisar com pé, depois não tem água para irrigar, quando ele colhe não tem preço. Esse vai pro inferno — discursou Lula, para delírio das cerca de mil pessoas que lotavam o auditório de um hotel de Salvador. 

Pouco antes de falar, recebeu de presente uma garrafa de cachaça. Como se ainda estivesse ocupando a cadeira de presidente da República, Lula fez um balanço de suas realizações.

Adaptado de O Globo.
Fonte: Julio Severo

HAVERÁ SALVAÇÃO PARA OS ANJOS CAÍDOS?



Tem um velho provérbio que diz: “vivendo e aprendendo...”
É verdade. Tolo é aquele que pensa que sabe tudo, que não tem nada para aprender.

Esse “ditado popular” me veio à mente, ao ler um artigo sobre uma determinada seita que “reza pelos anjos caídos”, para que eles possam ser salvos.

Eu não deveria ficar surpreso, pois vemos hoje ser pregado , vários “outros evangelhos”; cada um ao gosto do freguês, mas todos bem distantes do Evangelho do Reino pregado por Jesus e os Apóstolos.

O que tem de gente com “comichão nos ouvidos”, buscando algum novo “apóstolo-profeta” com um evangelhozinho sob medida, é de deixar-nos de boca aberta!

Mas tudo isso já havia sido profetizado por Jesus e os verdadeiros Apóstolos.

Mas, haverá salvação para os anjos maus?

Evidentemente a resposta a esta pergunta é um sonoro não.

Os anjos perversos são maus, não porque foram criados assim, mas pelo fato de rebelarem-se contra Deus por livre e espontânea vontade.

Não estamos em situação de dizer o porquê Deus não providenciou um redentor para os anjos caídos, como fez para o homem; porém, a razão sugerida para responder essa questão é que os anjos pecaram sem qualquer tentação, enquanto que Eva foi ludibriada por satanás, e Adão, tentado pela sua mulher (Gn 3.1-7).

Que os anjos maus jamais poderão ser restaurados à santidade e ao convívio divino é fato sabido deles mesmos, e não deve ser contestados pelos homens.

A Bíblia descreve de modo acentuado o fogo preparado para o diabo e seus anjos, como fogo eterno (Mt 18.10; 25.31).

sexta-feira, 22 de julho de 2011

ACEITAR JESUS!?

Nosso relacionamento com Cristo é uma questão de vida ou morte. O homem que conhece a Bíblia sabe que Jesus Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores e que os homens são salvos apenas por Ele, sem qualquer influência por parte de quaisquer obras praticadas. 

"O que devo fazer para ser salvo?", devemos aprender a resposta correta. Falhar neste ponto não envolve apenas arriscar nossas almas, mas garantir a saída eterna da face de Deus. 

Os cristãos "evangelicais" fornecem três respostas a esta pergunta ansiosa: "Creia no Senhor Jesus Cristo", "Receba Cristo como seu Salvador pessoal" e "Aceite Cristo". Duas delas são extraídas quase literalmente das Escrituras (At 16:31; João 1:12), enquanto a terceira é uma espécie de paráfrase, resumindo as outras duas. Não se trata então de três, mas de uma só. 

Por sermos espiritualmente preguiçosos, tendemos a gravitar na direção mais fácil a fim de esclarecer nossas questões religiosas, tanto para nós mesmos como para outros; assim sendo, a fórmula "Aceite Cristo" tornou-se uma panacéia de aplicação universal, e acredito que tem sido fatal para muitos. 

Embora um penitente ocasional responsável possa encontrar nela toda a instrução que precisa para ter um contato vivo com Cristo, temo que muitos façam uso dela como um atalho para a Terra Prometida, apenas para descobrir que ela os levou em vez disso a "uma terra de escuridão, tão negra quanto as próprias trevas; e da sombra da morte, sem qualquer ordem, e onde a luz é como a treva". 

A dificuldade está em que a atitude "Aceite Cristo" está provavelmente errada. Ela mostra Cristo suplicando a nós, em lugar de nós a Ele. Ela faz com que Ele fique de pé, com o chapéu na mão, aguardando o nosso veredicto a respeito dEle, em vez de nos ajoelharmos com os corações contritos esperando que Ele nos julgue. Ela pode até permitir que aceitemos Cristo mediante um impulso mental ou emocional, sem qualquer dor, sem prejuízo de nosso ego e nenhuma inconveniência ao nosso estilo de vida normal. 

Para esta maneira ineficaz de tratar de um assunto vital, podemos imaginar alguns paralelos; como se, por exemplo, Israel tivesse "aceito" no Egito o sangue da Páscoa, mas continuasse vivendo em cativeiro, ou o filho pródigo "aceitasse" o perdão do pai e continuasse entre os porcos no país distante. Não fica claro que se aceitar Cristo deve significar algo? É preciso que haja uma ação moral em harmonia com essa atitude! 

Ao permitir que a expressão "Aceite Cristo" represente um esforço sincero para dizer em poucas palavras o que não poderia ser dito tão bem de outra forma, vejamos então o que queremos ou devemos indicar ao fazer uso dessa frase. 

"Aceitar Cristo" é dar ensejo a uma ligeira ligação com a Pessoa de nosso Senhor Jesus, absolutamente única na experiência humana. Essa ligação é intelectual, volitiva e emocional. O crente acha-se intelectualmente convencido de que Jesus é tanto Senhor como Cristo; ele decidiu segui-lo a qualquer custo e seu coração logo está gozando da singular doçura de Sua companhia. 

Esta ligação é total, no sentido de que aceita alegremente Cristo por tudo que Ele é.
Não existe qualquer divisão covarde de posições, reconhecendo-o como Salvador hoje, e aguardando até amanhã para decidir quanto à Sua soberania. 

O verdadeiro crente confessa Cristo como o seu Tudo em todos sem reservas. Ele inclui tudo de si mesmo, sem que qualquer parte de seu ser fique insensível diante da transação revolucionária.
Além disso, sua ligação com Cristo é toda-exclusiva. O Senhor torna-se para ele a atração única e exclusiva para sempre, e não apenas um entre vários interesses rivais. Ele segue a órbita de Cristo como a Terra a do Sol, mantido em servidão pelo magnetismo do Seu afeto, extraindo dEle toda a sua vida, luz e calor. Nesta feliz condição são-lhe concedidos novos interesses, mas todos eles determinados pela sua relação com o Senhor. 

O fato de aceitarmos Cristo desta maneira todo-inclusiva e todo-exclusiva é um imperativo divino. A fé salta para Deus neste ponto mediante a Pessoa e a obra de Cristo, mas jamais separa a obra da Pessoa. Ele crê no Senhor Jesus Cristo, o Cristo abrangente, sem modificação ou reserva, e recebe e goza assim tudo o que Ele fez na Sua obra de redenção, tudo o que está fazendo agora no céu a favor dos seus, e tudo o que opera neles e através deles. 

Aceitar Cristo é conhecer o significado das palavras: "pois, segundo ele é, nós somos neste mundo" (1 João 4:17). Nós aceitamos os amigos dEle como nossos, Seus inimigos como inimigos nossos, Sua cruz como a nossa cruz, Sua vida como a nossa vida e Seu futuro como o nosso. 

Se é isto que queremos dizer quando aconselhamos alguém a aceitar a Cristo, será melhor explicar isso a ele, pois é possível que se envolva em profundas dificuldades espirituais caso não explanarmos o assunto.

Autor: A. W. Tozer

quinta-feira, 21 de julho de 2011

TRÊS PASTORES OU TRÊS PATETAS?



Se não fôsse trágico, seria ridículo. Fico imaginando como tem gente capaz de praticar ações como esta, com o único intuito de enganar incautos.

Esses homens, parece que são "pastores" de alguma denominação que prega o tal do evangelho da prosperidade, gente sobre a qual Jesus já profetizava viria a existir, como está escrito em Mateus 7: 21 a 23, e cujo destino é trágico.


“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.” (Mateus 7:21 a 23)

O mais triste,é que muita gente é enganada por esses "pastores?" patéticos, porque não estão buscando Jesus, mas apenas benefícios materiais, apenas "negociar" com Deus, como se isto fôsse possível.

O apóstolo Paulo em sua II carta a Timóteo, (II Tm 4:3), já alertava que coisas como esta aconteceria: "Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;"

Vejam o vídeo e orem para que o Senhor Jesus tenha misericórdia desses homens que desonram e escandalizam o verdadeiro Evangelho do Reino. 

Suportai-vos uns aos outros


                              
Essa foi à resposta de um menino haitiano a um repórter da CNN, no momento em que com muito sacrifício carregava seu irmão mais novo:
- Ele não é pesado, ele é meu irmão...

Colossenses 3,12-15: “Portanto, como eleitos de Deus, santos e queridos, revesti-vos de entranhada misericórdia, de bondade, humildade, doçura, paciência. Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente, toda vez que tiverdes queixa contra outrem. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai também vós. Mas, acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição. Triunfe em vossos corações a paz de Cristo, para a qual fostes chamados a fim de formar um único corpo. E sede agradecidos...”


“Suportai-vos uns aos outros” não significa “Aturai-vos!”, mas antes “Sede o suporte uns dos outros!”

É um apelo à comunhão mais profunda, à solidariedade mais consequente, à presença mais fraterna!

Quando noto, no meu irmão, alguma coisa de incorrigível, consequência de dificuldades ou fraquezas e enfermidades físicas ou morais, porque não o suportar com paciência, porque não o consolar de todo o coração, segundo a Palavra de Deus?: «Os seus filhos serão levados ao colo e consolados sobre os joelhos»( Is 66,12)?

Será que me falta essa caridade que tudo suporta, que é paciente para aguentar, indulgente e forte para amar?

Na sua Paixão, Ele «tomou verdadeiramente sobre si os nossos sofrimentos», e, na sua misericórdia, «carregou as nossas dores» (Is 53, 4), amando aqueles que levava, levando aqueles que amava.

Aquele que, pelo contrário, se mostra agressivo e impaciente, indelicado e de má vontade para com o seu irmão fraco, doente, a sofrer, em dificuldade ou necessitado de conversão, aquele que arma uma ratoeira à sua fraqueza, qualquer que ela seja, submete-se manifestamente à lei do mal e cumpre-a.

Sejamos pois mutuamente compassivos e cheios de amor fraterno, suportemos as fraquezas uns dos outros, com aquele amor que Cristo nos ensinou.


Realmente  nos momentos mais difíceis, sentimo-nos só, precisando de um abraço amigo, de um conforto mesmo que seja através de apenas uma palavra ou um aperto de mão forte que nos leva a pensar não estamos sozinhos estou cercado de irmãos que são meus amigos...

Esta historia verdadeira mostra muito bem o sentimento de um verdadeiro cristão que não vê o caminhar junto com outros irmãos um peso e sim um privilegio uma honra dada por Deus, uma maneira sublime para exercermos nosso convívio com o mais fraco os chamados débeis e necessitados, pois para o verdadeiro cristão ser suporte o amparo para outros, nunca será um peso mais sim uma maneira de expressarmos o verdadeiro amor do Senhor sobre nossas vidas...

Jesus carregou uma cruz cujo peso não era somente o peso da madeira, mas um peso dos pecados da humanidade, e ali apesar do peso da dor, do cruel sofrimento Jesus não rejeitou, pois a cruz se torna menos pesada quando pensamos assim; “Ele não é Pesado, é meu irmão”...

Devemos cuidar do irmão como o próprio Cristo cuidaria. Independente de ter afinidade ou não, devo cuidar do irmão e antecipar suas necessidades.
Se necessário for carregar os irmãos nas costas…se necessário for dar a vida pelo irmão.
Ser cristão é pensar assim: Ele não é pesado, Ele é meu irmão, e quero ajudá-lo a dar mais um passo, a viver mais um dia, a enxugar as suas lágrimas mais uma vez, etc. A grande questão é que essa tarefa deve ser compartilhada. Não dá para apenas um carregar a todos, pois isso se tornaria muitíssimo pesado.
Mas se cada um de nós carregarmos apenas mais outro, ninguém sentirá o peso dessa possibilidade tão maravilhosa que Cristo nos oferece: Amar uns aos outros, como Ele mesmo nos amou!
Não espere para ser carregado. Concentre suas forças para apoiar, para sustentar, para encorajar, para compartilhar, para fazer de cada dia uma oportunidade de vivenciar o que Cristo nos deixou como legado de caráter.
E, quando, um dia, for você quem precisa de ajuda, que seu irmão diga sem titubear:

“Ele não é pesado! Ele já me carregou um dia, tenho prazer em carregá-lo hoje! Ele é meu irmão!!!...”

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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