VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

O REINO DE DEUS




“Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo.” (Romanos 14:17)

Quando João Batista começou a pregar antes de Jesus, a mensagem dele era sobre o Reino de Deus: “E, naqueles dias, apareceu João Batista pregando no deserto da Judéia e dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus. ‘( Mateus 3:1,2)

Logo depois de João, Jesus começou a pregar e falava as mesmas coisas: ”Desde então, começou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus.” (Mateus 4:17)

Quando Jesus mandava os discípulos pregarem, essa era a mensagem também:  “Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos;Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel;E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus.”(Mateus 10:5-7)

As histórias que Jesus contava para explicar o que Deus queria fazer com o homem falavam do Reino de Deus, como está registrado no Evangelho de Mateus, capítulo 13, versículos 11, 19, 24, 31, 33, 38, 41, 44 e 45.

Depois que ressuscitou Jesus esteve ainda quarenta dias com os discípulos antes de subir aos céus, e nesse tempo falava do Reino de Deus: ” Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo o que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar, Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera;Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus.” (Atos 1:1-3)

Os apóstolos e discípulos quando saíram a pregar o Evangelho, também falavam do Reino de Deus: “Mas, como cressem em Filipe, que lhes pregava acerca do reino de Deus, e do nome de Jesus Cristo, se batizavam, tanto homens como mulheres.” (Atos 8:12;)

A mensagem do Reino de Deus é uma boa notícia para todos aqueles que estão debaixo da escravidão de Satanás por causa do pecado. Essa boa notícia é que já chegou um Reino, mais poderoso que o Império das trevas que mantém os homens escravizados ao pecado, ao medo e à morte. Chegou o Reino de perdão, de liberdade, de paz, de amor e de vida. Esse é o Reino de Deus, onde quem governa é Jesus.

Através de Jesus, nós que estávamos separados de Deus por causa do nosso pecado, recebemos a notícia de que Deus chegou até nós, trazendo o seu governo (Reino) na pessoa de Jesus

Portanto, fazer parte do Reino de Deus é ter Jesus como Rei e Senhor. A salvação é daqueles que confessam a Jesus como Senhor e o obedecem (Romanos 10:9 e Hebreus 5:8,9).

Exatamente para isso Jesus morreu e ressuscitou: Para reinar, isto é, ser Senhor sobre todos (Romanos 14:9).

Quando alguém conhece o Evangelho do Reino. descobre que Jesus tem mais valor que todas as outras coisas e pessoas. Compreende que a sua própria vida só tem valor se estiver em Jesus.
                                                                                           
Cada vez que conhecemos mais a Deus através de Jesus ficamos mais atraídos por ele. É que o Rei Jesus e seu Reino é o que há de mais precioso para nós. A nossa vida é completamente atingida pelo Reino de Deus.

Certamente o Reino de Deus produz uma mudança radical e maravilhosa em nossas vidas. Jesus se torna para nós, a nossa preciosidade (I Pedro 2:6-8). Nossa vida agora é para fazer tudo que ele manda.

Para quem não conhece a Jesus, é uma loucura que deixemos tudo pelo Reino de Deus. O nosso novo estilo de vida é um absurdo para as pessoas do mundo, mas para nós não é um peso, ao contrário.

E é por conta disso nosso desejo de levar o Evangelho do Reino para todas as pessoas que nos rodeiam, para que a terra se encha da glória de Deus e do Seu Reino!

Ninguém pode servir a dois senhores ou a dois reinos (Mateus 6:24). O Reino de Deus tem um modo de viver completamente oposto ao que o mundo vive. Não há como conciliar.

Quem quiser ser amigo do mundo vai ser inimigo de Deus, e quem quiser seguir a Jesus, fazer parte do seu reino, precisa desligar-se de tudo o mais (Tiago 4:4 e Lucas 5:27-28).

Graça e Paz! 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

ARREPENDIMENTO



“Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam” (Atos 17:30)


A origem de todos os pecados é a atitude de rebelião contra Deus. É preciso mudar essa atitude, é preciso abandonar a rebeldia. Essa mudança de atitude a Bíblia chama de arrependimento.

Quando Jesus começou a pregar, sua mensagem era: “arrependam-se” (Mateus 4:17). Antes dele veio João Batista e dizia a mesma coisa: “arrependam-se” (Mateus 3:1,2). Pedro e Paulo, apóstolos de Jesus, continuaram sua mensagem, a ordem de Deus para que todos se arrependessem (Atos 2:38 e 17:30).

Algumas pessoas confundem arrependimento com remorso. Remorso é um sentimento de mal estar por haver feito algo de errado. O arrependimento é muito mais que isso. Arrependimento não é apenas sentir pesar por ter ofendido alguém. O remorso sem conversão nos leva a continuar cometendo os mesmos pecados.

Arrependimento significa mudança de atitude e de mentalidade. A atitude à qual somos chamados a abandonar é a rebeldia.

O que acontece quando nos arrependemos:

a)    Mudança de Reino (Do Império de Satanás para o Reino de Deus) – Colossenses 1:13

Neste mundo existem somente dois reinos. Desde o primeiro pecado de Adão, todos nascemos no reino das trevas, cujo príncipe é Satanás. Ele, junto com seus demônios, engana, domina e age em todos os homens para arruiná-los e destruí-los. Quando nos arrependemos, renunciamos a Satanás e suas mentiras, e sujeitamos nossa vida a Jesus Cristo para que Ele governe nossas vidas. Passamos a fazer parte do Reino de Deus.

b)    Negar-se a si mesmo – Marcos 8:34,35

Por causa da natureza egoísta de nosso coração, todos desenvolvemos no decorrer dos anos um estilo de vida egocêntrico. Em outras palavras, eu sou o centro de meu pequeno mundo. Tudo o que faço é para mim: viver, estudar, trabalhar, ganhar dinheiro, ter família, descansar, etc. Todos os meus esforços estão orientados para o meu próprio bem estar.

O homem “religioso” (ou seja aquele que pratica exteriormente uma religião sem uma experiência de conversão e comunhão com Deus) que não deixou de lado seus próprios interesses, continua nas mesmas condições, com a única diferença que toma agora Deus “a seu serviço”. O “religioso” concebe Deus como aquele que existe para o ajudar, guardar nos perigos, abençoar, curar, etc., no entanto, ele continua tendo o “eu”como o centro de sua vida. Não vive para Deus, mas para si mesmo.

Negar-se a si mesmo é esquecer ou deixar de lado meus próprios interesses. É estar a  serviço.de Jesus, que disse: “...quem perder a sua vida por minha causa e por causa do Evangelho vai salvá-la”. Se eu trabalho, será para Ele. Se tenho uma família, se estudo, se descanso, se ganho dinheiro, etc., tudo farei para Jesus.

c)    Colocar Jesus em primeiro lugar - Mateus 10:37 e Lucas 14:26

Geralmente, eu e minhas coisas ocupamos o primeiro lugar. Jesus Cristo exige uma mudança total. Ele é Deus e como tal deve ocupar o primeiro lugar em nossa vida e em nossos afetos. Acima de tudo devemos amor, lealdade e serviço a Ele. Ele precisa ser a pessoa mais importante de nossa vida e aquele a quem amamos mais do que aos nossos familiares, e ainda mais do que a nós mesmos.

d)    Renunciar tudo o que possui – Lucas 14:33

As pessoas, em geral, por sua ignorância e egoísmo, consideram-se donas de tudo o que possuem. Na realidade, o legítimo dono de tudo o que possuímos é Deus. Todos os nossos pertences, incluindo bens materiais, família, tempo, capacidades naturais, casa, dinheiro, futuro, etc, tudo é de Deus.

A mudança de atitude, consiste em que, antes considerava que tudo o que possuía era para mim e para os meus, mas agora, renuncio a tudo o que tenho e entrego tudo isso a Cristo. Tudo fica à sua inteira disposição para o que Ele mandar. O discípulo é um simples mordomo dos bens que possui.

Cuidado, isso não quer dizer que devemos entregar tudo que possuímos a uma determinada denominação, mas sim que devemos usar tudo que “temos” para a glória do Reino de Deus.

Em Mateus 11:29 o Senhor Jesus nos chama para “tomar sobre nós o seu jugo”. Levar seu jugo significa sujeitar-nos a Ele e viver obedientes e submissos em tudo.

Antes vivíamos como queríamos, depois do arrependimento, da mudança de rumo,  nos comprometemos em viver como Cristo quer. Adotamos uma nova atitude, a única coisa que queremos fazer é Sua vontade.

O que prova nosso arrependimento?

a)    Tomando uma decisão firme e imediata de deixar a vida velha e seguir a Jesus – Mateus 4:18-22.


b)    Renunciando a todo tipo de envolvimento com Satanás – Atos 19:18,19.


c)    Confessando os pecados – Provérbios 28:13.


d)    Sendo batizado nas águas, para perdão dos pecados – Atos 2:38.



Jesus nos diz: “O Reino de Deus chegou, não está mais longe, está próximo de vocês”. E nos apresenta uma condição para sermos salvos: O arrependimento.

Graça e Paz! 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

RESSURREIÇÃO



“Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como havia dito. Vinde, vede o lugar onde o Senhor jazia.”(Mateus 28:6)

Estava em casa, quando tocou a campainha. Ao atender,  me deparei com um garoto, acompanhado do pai, dizendo que queria falar comigo. Apesar de saber que se tratava de Testemunhas de Jeová, simpatizei com ele e pensei que poderia lançar ali a semente da salvação. 

Permiti que entrassem e que começassem a falar. Só que comecei a questionar, e o garoto a toda hora voltava-se para o pai, buscando ajuda. 

Compreendi que aquela criança havia “decorado” um longo discurso. Compreendi que aquele menino tinha passado por uma verdadeira lavagem cerebral, como passam os meninos nas "madrassas" islâmicas.

Como nem ele, nem o pai, tinham respostas para minhas indagações, prometeram voltar com alguém mais experiente, eu acho.

Uma das coisas que me chamou a atenção, foi a explicação que me deram a respeito de Jesus. Para eles Jesus não é Deus; e o corpo de Jesus foi desintegrado em gases. Jeová  deu fim ao corpo carnal de Jesus do seu próprio modo (possivelmente desintegrando-o nos átomos dos quais fora constituído), além disso, o menino afirmou que o.Espírito Santo é apenas uma força ativa. 

Há muito eu sei que as Testemunhas de Jeová são uma seita perigosa. Perigosa porque tenta confundir os cristãos com interpretações errôneas da Bíblia editada por eles e que contém vários enganos, principalmente na tradução do Novo Testamento, onde fazem malabarismos para negar a Divindade de Jesus.

É mais fácil nos precavermos dos mórmons, porque estes usam uma Biblia totalmente feita por eles, enquanto as Testemunhas usam a Biblia cristã, mas com uma tradução deturpada.

Ao contrário dessas seitas, os verdadeiros cristãos acreditam em um Deus Único, conforme está na Palavra de Deus, mas composto do Pai, Filho e Espírito Santo. Nossa fé está baseada na ressurreição de Cristo. E nós cremos que Jesus teve o seu corpo físico ressuscitado. 

Essa estória de corpo desintegrado, eu não sei de onde tiraram, mas para entendermos o grande erro que tal afirmativa contém, primeiramente, devemos considerar o conceito bíblico sobre ressurreição. 

A ressurreição é a restauração integral do homem. Em todas as ocorrências de ressurreição nas Escrituras está explícita a restauração integral do corpo. Não encontramos ressurreição de um espírito, pois aí já seria uma reencarnação, coisa que a Biblia nega.

O Apóstolo Paulo por exemplo, em Romanos 8:21, tece as relações entre a servidão do corpo atual e o corpo ressuscitado em glória, contudo sempre está em foco o corpo. 

O primeiro corpo de Cristo, isto é, na encarnação, foi terrestre, mortal e natural (Filipenses 2.7). Segue-se que o corpo de Cristo não viu corrupção (Salmos 16.10; Atos 2.27,31; 13.37). Sua ressurreição portanto, foi corporal. 

O Senhor Jesus foi claro: “Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. E, dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés “(Lucas 24.39-40).

Em Jesus coexistem a natureza humana e a natureza divina. Ele é o último Adão. (I Coríntios 15:45) O corpo ressuscitado é chamado espiritual , porque pertence ao céu, e espírito vivificante porque Jesus é vivificante no sentido de trazer vida àqueles que Nele exercem fé.

Graça e Paz!

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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