VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

INTIMIDADE



“Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.”(João 15:15)

Quando entramos no Reino de Deus nos tornamos filhos de Deus. O nosso Pai Celestial nos incluiu na sua família que é a Igreja. Antes vivíamos afastados de Deus por causa do pecado. Agora somos da família, e buscamos a intimidade com o Pai

Antes, o máximo que alguns de nós conseguia – com muito boa vontade - era praticar alguma religião e fazer algumas rezas ou orações, mas mesmo assim Deus nos parecia muito distante.

Muitos pensam que essa é a vontade de Deus: que as pessoas pratiquem alguma religião mas que se mantenham distantes dele.

Mas vemos na Bíblia, que Deus tem outra forma de agir com os seus filhos. Vemos isso, por exemplo, na maneira como Deus tratava com Abraão. O Senhor veio a ele e lhe disse assim: “Eu sou o Deus Todo-Poderoso; anda na minha presença e sê perfeito (Gênesis 17:1) Em outra parte Deus chama Abarão de amigo:”Mas tu, ó Israel, servo meu, tu, Jacó, a quem elegi, descendente de Abraão, meu amigo (Isaías 41:8)

É assim que Deus age com seus filhos. Ele nos chama para andar com ele como amigos. Ele nos chama para sua intimidade, para conhece-lo e participar com ele do seu propósito de levar o seu Reino a todos os homens.

Como é que podemos crescer nessa intimidade com o nosso Pai Celestial, como podemos conhece-lo mais e participar como seus amigos no seu projeto para toda a terra?

Encontramos algo em comum em todos aqueles que viveram em Deus. Eles tinham a oração como seu estilo de vida. Veja esses exemplos: Daniel 6:10 – O profeta Daniel tinha o hábito da oração. Salmo 42:1,2 – Davi expressa o seu desejo da presença de Deus. Marcos 1:35 – Jesus tirava tempo para orar.

Para ter intimidade com Deus, o discípulo precisa orar. Orar para o cristão é como respirar, como se alimentar. O seu desejo é estar diante de Deus para conhece-lo cada vez mais.

Portanto, tenha o seu tempo a sós com Deus; busque o Reino de Deus em oração; apresente suas necessidades ao seu Pai; deixe Deus sondar seu coração; esconda-se em Deus e louve sempre ao Senhor.

Na oração falamos com Deus e ele fala conosco. Ouvimos a voz do Senhor das mais variadas formas: sonhos, visões, a sua voz no nosso ouvido, um sentimento no coração, através do ensino e da ministração de outros irmãos.

Mas o Senhor nos proveu uma outra maneira de adestrarmos nosso ouvido espiritual: A Bíblia.

É pela Palavra de Deus que conhecemos a vontade do nosso Pai. Pela Bíblia ele fala conosco.

Junto com a oração, faça da leitura e meditação bíblicas um hábito diário, pois a Palavra de Deus é a lâmpada que nos guia no caminho.

Em oração e pela Palavra de Deus você vai crescer, tanto no conhecimento e na intimidade com o Pai, como vai fazer aquilo que ele ordenou: encher a terra de discípulos.

Graça e Paz! 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O CÉU



“Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.” (João 14:2)

Comumente ouvimos a frase "todos os caminhos levam a Deus", o que implica que todas as religiões podem afirmar que têm a verdade, ou que toda a humanidade terá o mesmo fim. 

Mas os que acreditamos que a Bíblia é a Palavra de Deus, compreendemos que só há um caminho para a salvação: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”(João 14:6)

No cristianismo, alguns afirmam também que todos receberão salvação. Mas essa posição de inclusivismo não está baseada na Bíblia e não é a posição histórica da ortodoxia cristã.

Passagens como Mateus 25.46, João 3.36, 2 Tessalonicenses 1.8-9 e várias outras ensinam claramente que nem todos serão salvos. 

O céu é a esperança de todo aquele que Nele crê. A promessa do céu tem dado esperança aos aflitos, conforto aos sofredores, e reanimado aos que enfrentam batalhas espirituais.

O céu é real. A Bíblia é bem clara quanto à existência e ao propósito do céu. Ele é parte do plano de Deus para o porvir, para premiar os justos, aqueles que se submetem ao senhorio de Jesus.

Todas as profecias bíblicas se cumpriram no passado e as relativas ao futuro serão cumpridas conforme o plano e o cronograma de Deus. Portanto, o céu e o inferno são bem reais e  estão relacionados ao nosso futuro.

A Bíblia não nos diz tudo o que gostaríamos de saber sobre o céu, mas nos dá vislumbres do futuro para nos encorajar no presente.

Talvez você ainda não tenha certeza de qual será seu destino eterno. Se este for o caso, eu gostaria de incentivar você a dar passos seguros em direção ao céu.

Você  pode ter a vida eterna por meio de Cristo. Jesus pagou um alto preço por você, e se você tiver verdadeiramente fé no seu coração, Ele lhe dará vida eterna. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2.8,9).

Para alcançar salvação, você deve reconhecer que é um pecador aos olhos de Deus: "Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Romanos 3.23); que Deus é santo e, por isso, não pode ignorar o pecado de ninguém, e que Ele vai julgá-lo.

Deus, na Sua misericórdia, preparou um caminho pelo qual homens e mulheres pecadores podem receber Seu perdão.

O caminho é Cristo. Ele veio à terra, viveu uma vida perfeita, morreu na cruz em nosso lugar para pagar pelos nossos pecados.

Para obter a salvação e a vida eterna que Jesus Cristo oferece pela graça, devemos confiar que o pagamento de Cristo por meio da Sua morte na cruz e da Sua ressurreição é a única maneira de recebermos o perdão dos nossos pecados.

Você reconhece seu pecado perante Deus? Se a sua resposta é sim, corra para Cristo. Se você não reconhece sua necessidade de salvação, você está perdido.

Se você ainda não é um discípulo, mas já é um crente, eu quero encorajá-lo a aprofundar seu relacionamento com Cristo; a servi-lo; a descansar Nele; a fazer parte do Reino de Deus, aqui, agora, e no céu, no futuro.

Graça e Paz!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

O REINO DE DEUS




“Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo.” (Romanos 14:17)

Quando João Batista começou a pregar antes de Jesus, a mensagem dele era sobre o Reino de Deus: “E, naqueles dias, apareceu João Batista pregando no deserto da Judéia e dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus. ‘( Mateus 3:1,2)

Logo depois de João, Jesus começou a pregar e falava as mesmas coisas: ”Desde então, começou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus.” (Mateus 4:17)

Quando Jesus mandava os discípulos pregarem, essa era a mensagem também:  “Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos;Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel;E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus.”(Mateus 10:5-7)

As histórias que Jesus contava para explicar o que Deus queria fazer com o homem falavam do Reino de Deus, como está registrado no Evangelho de Mateus, capítulo 13, versículos 11, 19, 24, 31, 33, 38, 41, 44 e 45.

Depois que ressuscitou Jesus esteve ainda quarenta dias com os discípulos antes de subir aos céus, e nesse tempo falava do Reino de Deus: ” Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo o que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar, Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera;Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus.” (Atos 1:1-3)

Os apóstolos e discípulos quando saíram a pregar o Evangelho, também falavam do Reino de Deus: “Mas, como cressem em Filipe, que lhes pregava acerca do reino de Deus, e do nome de Jesus Cristo, se batizavam, tanto homens como mulheres.” (Atos 8:12;)

A mensagem do Reino de Deus é uma boa notícia para todos aqueles que estão debaixo da escravidão de Satanás por causa do pecado. Essa boa notícia é que já chegou um Reino, mais poderoso que o Império das trevas que mantém os homens escravizados ao pecado, ao medo e à morte. Chegou o Reino de perdão, de liberdade, de paz, de amor e de vida. Esse é o Reino de Deus, onde quem governa é Jesus.

Através de Jesus, nós que estávamos separados de Deus por causa do nosso pecado, recebemos a notícia de que Deus chegou até nós, trazendo o seu governo (Reino) na pessoa de Jesus

Portanto, fazer parte do Reino de Deus é ter Jesus como Rei e Senhor. A salvação é daqueles que confessam a Jesus como Senhor e o obedecem (Romanos 10:9 e Hebreus 5:8,9).

Exatamente para isso Jesus morreu e ressuscitou: Para reinar, isto é, ser Senhor sobre todos (Romanos 14:9).

Quando alguém conhece o Evangelho do Reino. descobre que Jesus tem mais valor que todas as outras coisas e pessoas. Compreende que a sua própria vida só tem valor se estiver em Jesus.
                                                                                           
Cada vez que conhecemos mais a Deus através de Jesus ficamos mais atraídos por ele. É que o Rei Jesus e seu Reino é o que há de mais precioso para nós. A nossa vida é completamente atingida pelo Reino de Deus.

Certamente o Reino de Deus produz uma mudança radical e maravilhosa em nossas vidas. Jesus se torna para nós, a nossa preciosidade (I Pedro 2:6-8). Nossa vida agora é para fazer tudo que ele manda.

Para quem não conhece a Jesus, é uma loucura que deixemos tudo pelo Reino de Deus. O nosso novo estilo de vida é um absurdo para as pessoas do mundo, mas para nós não é um peso, ao contrário.

E é por conta disso nosso desejo de levar o Evangelho do Reino para todas as pessoas que nos rodeiam, para que a terra se encha da glória de Deus e do Seu Reino!

Ninguém pode servir a dois senhores ou a dois reinos (Mateus 6:24). O Reino de Deus tem um modo de viver completamente oposto ao que o mundo vive. Não há como conciliar.

Quem quiser ser amigo do mundo vai ser inimigo de Deus, e quem quiser seguir a Jesus, fazer parte do seu reino, precisa desligar-se de tudo o mais (Tiago 4:4 e Lucas 5:27-28).

Graça e Paz! 

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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