VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

DESAFIO



“Mas os cuidados deste mundo, e os enganos das riquezas e as ambições de outras coisas, entrando, sufocam a palavra, e fica infrutífera."(Marcos 4:19)

Conversando com um amigo, que é fã dos Beatles, disse-lhe que tenho pedido a Deus, que ele goste tanto de Jesus quanto gosta do extinto grupo inglês.

Isso nos levou a uma conversa sobre Nosso Senhor e Salvador, quando ele me disse que os Beatles são mais presentes na vida dele que Jesus, pois pode ver vídeos deles, fotos e ouvir suas vozes, enquanto que Jesus, apesar dele ter certeza de sua existência, não faz parte do seu dia a dia.

Essa conversa me fez refletir que na verdade, as pessoas, em sua grande maioria, não têm comunhão constante com Deus, não por serem más, mas porque as coisas do mundo, como Jesus explicou na parábola da semeadura, (Marcos 4: 1 a 20) as envolvem de tal maneira, que esquecem do nosso Criador, e apenas quando a esperança chega ao fim e se encontram aflitas, confusas e desesperadas é que se voltam para Deus e seu infinito poder. 

Essas pessoas acreditam que Deus existe, entendem de certa forma que todos estamos ligados com Ele, mas somente quando chegam ao fim dos próprios recursos é que lembram Dele, recorrem a Ele.

As coisas não deveriam ser assim. Deus não apenas oferece um pronto-socorro, mas ele também é a fonte perene de cuidado preventivo. 

A realidade é que o Criador tem uma missão, um plano e um propósito cuidadosamente designado para cada um de nós. Contudo, a realidade é que quando as coisas correm bem, estão fáceis e confortáveis, nós nos esquecemos de Deus.

Hoje quero lançar um bom desafio: descubra um meio de conservar Deus e sua Palavra gravados o tempo todo em sua mente – tanto em tempos bons como em tempos difíceis.

Se você aceitar o desafio, tenho certeza que sua vida se transformará para melhor. “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.” (Filipenses 4:7)

Graça e Paz!

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

MEDO DA MORTE



“Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança.” ( I Tessalonicenses 4:13)

A vida depois da morte deveria ser um assunto a não preocupar os discípulos do Senhor Jesus, por ser algo intrinsecamente ligado à nossa fé.

Se duvidarmos disso, duvidamos da ressurreição de Cristo, e aí, como o apóstolo Paulo escreveu, é vã a nossa fé: “E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também é vã a vossa fé.” (I Coríntios 15:14)

O medo da morte vem por causa da dúvida que assalta a muitos. Dúvidas que são malignamente levantadas por algumas seitas, que pregam que, ao morrermos, ficaremos inconscientes esperando a volta do Senhor. enquanto outras, que somente ressuscitarão os que forem para o paraíso, os maus serão exterminados, desaparecerão, serão aniquilados.

Não é isso que diz a Bíblia Sagrada. Não é esse o ensino de Jesus.

Para torcer a sã doutrina, essas seitas costumam confundir, propositadamente, parábola com fábula.

A fábula é uma narrativa alegórica, onde as personagens sustentam um diálogo, cujo desenlace reflete uma lição de moral. É uma narrativa inverossímil, com fundo didático. A temática é variada e contempla tópicos como a vitória da fraqueza sobre a força, da bondade sobre a astúcia e a derrota de presunçosos. Os contos de fadas são fábulas.

As parábolas são histórias que  têm o objetivo de transmitir ensinos, e normalmente o fazem por meio de comparações, da explanação de fatos reais e de elementos comuns à época em que foram escritas. Os ensinos transmitidos são os mais variados, mas, normalmente, vemos ensinos ligados à moral e virtudes, à sabedoria e também à religião e doutrina,  sempre com o objetivo de declarar ou ilustrar uma verdade.

Parábolas e fábulas são coisas diferentes. Jesus nunca contou fábulas. Ele ensinou através de parábolas. 

Em uma delas, o Mestre nos ensina sobre paraíso e inferno. Está em Lucas 16, do versículo 19 ao 31. Nosso Senhor mostra, de maneira clara, que depois de termos o corpo morto, nosso espírito volta para o Criador, no paraíso, ou vai para o inferno. E em qualquer dos dois casos, estaremos conscientes.

Nesta parábola, fica claro também, que os mortos não têm contato com os vivos. Eles estão conscientes no lugar que fizeram por merecer em vida, mas não podem se comunicar com quem  ainda está vivo, nada podem  fazer por nós, de bom ou de ruim.

E isto serve para todos os mortos, sejam eles Paulo, Pedro, João, Maria, a mãe de Jesus, ou Hitler, Pilatos e Judas Iscariotes.

A Palavra de Deus também deixa claro que morremos apenas uma vez e somos julgados: “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo,”(Hebreus 9:27).

Não devemos confundir consciência, com novo corpo.Teremos um novo corpo, ou seja, ressuscitaremos com Cristo quando Ele voltar. Isto é, teremos novamente um corpo, como temos hoje, mas completamente diferente, como o próprio Cristo tem, que não está limitado a tempo e espaço:” Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro” (I Tessalonicenses 4:16)

A segunda morte, de que fala Apocalipse 20:14, quer dizer que, a partir daquele momento não haverá mais morte, bem como não haverá mais qualquer ação do inferno e seus habitantes sobre os salvos.

Precisamos estar atentos para não nos deixarmos enganar por fábulas, que podem abalar a nossa fé, como recomendou Paulo a Tito: “Não dando ouvidos às fábulas judaicas, nem aos mandamentos de homens que se desviam da verdade” (Tito 1:14).

Graça e Paz!
   

domingo, 8 de dezembro de 2013

FUNDAMENTOS



“Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.” (I Coríntios 3:11)

Vez ou outra eu escrevo que o discípulo deve estar fundamentado. Você já deve ter ouvido que para não cair nas malhas das seitas, é preciso estar fundamentado. Mas, o que é mesmo estar fundamentado?

Inicialmente, é preciso dizer que fundamento significa base, alicerce, fundação.

Quando olhamos para uma casa não notamos o seu alicerce, mas ele é a base para toda a edificação.  O fundamento é necessário, não podemos edificar uma casa sem alicerce.

Existem coisas que são importantes e coisas que são necessárias e devemos saber distingui-las.

Coisas importantes : são coisas que precisamos, são boas, que tem grande valor para nós.
Coisas necessárias : são coisas absolutamente indispensáveis, que não podem deixar de ser.

Os fundamentos da Palavra de Deus são necessários, pois neles apoiamos toda a nossa fé.

Fundamentos não são coisas relativas, que com o tempo podem variar ou se adaptar a uma determinada situação. Os fundamentos são absolutos. Nunca se revoga algo absoluto, como por exemplo, a Lei da Gravidade.

Há três motivos pelos quais julgamos que o fundamento é de vital importância:

1)    Efésios 2:20-22 fala de nossas vidas como edifícios. Jesus falou que sem fundamento a casa iria ruir (Mateus 7:24-29). Deus não vai permitir que construamos um edifício de vários andares sobre um fundamento inconsistente.
2)    Paulo nos mostra em I Corintios 3:10-15 que mesmo aquele que edificou feno, madeira e palha foi salvo porque tinha um fundamento correto. E o que será daquele que nem fundamento tem.
3)    Em Hebreus  5:11 a 6:3 observamos que por não estarem bem fundamentados os cristão não se tornaram praticantes da palavra, não podendo progredir no conhecimento de Deus. Cada cristão deve ser mestre, capaz de transmitir os fundamentos aos que se aproximam de Cristo.  

Para colocarmos o fundamento correto - Jesus Cristo ( I Corintios 3.:11), em nossas vidas, devemos lembrar o que o próprio Senhor falou no sermão do monte:

"Todo aquele que vem a mim e ouve as minhas palavras e as pratica, eu vos mostrarei a quem é semelhante. É semelhante a um homem que edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou os alicerces sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pode abalar, por Ter sido bem construída"  ( Lucas 6:47-48)

Neste texto vemos dois tipos de pessoas:
·      Uma que ouviu e praticou a palavra , cavou bem fundo - não foi abalada.
·      Outra que ouviu e não praticou , sem alicerce  - grande ruína.

Podemos edificar duas casas idênticas, seguindo a mesma planta, uma com alicerce e outra sem alicerce. Uma vai prevalecer e outra vai cair.

Cavar : arrancar tudo que é nosso limpar de nossas vidas tudo que não vem de Deus.

Vamos gastar mais tempo para fazer a casa, o resultado será duradouro. Devemos cavar até chegar na Rocha. Jesus é a Rocha.

Para colocar os fundamentos sobre nossas vidas devemos cavar, abrir profunda vala, até encontrar a rocha. A rocha no Novo Testamento é o próprio Senhor Jesus. Precisamos então cavar tudo que é nosso, humano e pecaminoso para que só a vida de Jesus floresça.

Jesus Cristo é o único fundamento

Deus é o edificador ; e Ele não vai edificar nada sobre uma base errada.

Por isso, é necessário que cada discípulo compreenda e pratique  tudo o que se refere a entrada no Reino de Deus, os propósitos de Deus para aquele que entra, bem como os passos que deve dar durante a caminhada.

Enfim, o mais importante não é o mero anunciar da palavra, mas estar fundamentado para não cair.

Graça e Paz!
  

sábado, 7 de dezembro de 2013

SEITAS



“Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios;
Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência; “(I Timóteo 4:1,2)

Satanás vive procurando enganar o homem e evitar que este tenha comunhão com Deus. Ele procura fazer com que os homens não creiam que ele existe, para ter mais liberdade para agir sem ser notado ou evitado. Ele age de acordo com o ambiente, cultura e determinação de cada pessoa e, juntamente com os seus anjos, procura expressar-se por intermédio do homem, e distanciá-lo cada vez mais de Deus.

Não podendo destruir a Bíblia ou contestar suas palavras, procura desacreditar, esconder ou torcer as suas verdades. Nesse trabalho ele tem enganado a muitos. Criou milhares de religiões e seitas falsas e diabólicas. Ele semeou o joio das heresias no meio do trigo de Deus (Mateus 13:39).

A Palavra de Deus nos previne que as seitas falsas prevaleceriam nos últimos dias. É preciso que saibamos onde está o engano para que tenhamos firmeza na nossa fé e possamos salvar aqueles que ainda estão enganados.

É preciso que entendamos que todas as pessoas têm o direito de professar a religião de sua escolha. Deus nos deu o livre arbítrio. Podemos fazer Sua vontade, ou não. E no Brasil, apesar dos esforços dos partidos de esquerda e dos adeptos do homossexualismo, que lutam contra as verdades bíblicas, ainda há liberdade religiosa.

Mas ser tolerante, não significa que concordemos que todas as religiões são boas.

Nos dias de Jesus existiam vários grupos religiosos: saduceus, fariseus, essênios e herodianos, com posições religiosas distintas. Jesus não os poupou, chamou-os de hipócritas, filhos do inferno, serpentes, raça de víboras (Mateus 23:13 a 33).

Nosso Salvador deixou claro que não aceitava a idéia de que todos os caminhos levam a Deus. Ensinou que há apenas dois caminhos: o estreito, que conduz à vida eterna, e o largo e espaçoso, que leva a destruição. (Mateus 7:13,14)

Portanto, do ponto de vista do discípulo de Cristo, devemos ser tolerantes com membros de qualquer religião, mas termos firmeza em nossa fé no Crucificado.

É importante que entendamos que o método mais eficiente para se identificar uma seita é conhecer os caminhos seguidos por elas.

As seitas negam a Divindade de Jesus e do Espírito Santo. Dizem também que a salvação vem através das obras e de ser membro daquela religião, e que quem está fora está perdido.

Algumas usam uma bíblia particular, ou seja, corrompida, torcendo a Palavra de Deus para adaptar aos seus conceitos. Usam também outros livros do corpo governante.

As seitas pregam a auto-salvação. Dizem que Jesus é importante, mas não é tudo. A salvação é pelas obras, e às vezes, repudiam publicamente o sangue de Jesus.

As seitas dividem a fidelidade dos adeptos entre Deus e a organização a que pertencem. Ou seja, quando desobedecem a organização, estão desobedecendo a Deus e dizem que não há salvação fora do seu sistema religioso.

Outra característica das seitas são as falsas profecias. Algumas já proclamaram datas específicas para o fim do mundo.

As seitas também pregam a reencarnação. Isto é, cada pessoa volta à terra em várias vidas em um modo de desenvolvimento espiritual. Ela passa por várias vidas e, pelo sofrimento se aperfeiçoa até atingir um nível elevado de iluminação quando não precisa mais reencarnar., e crêem na comunicação com os mortos.

As seitas adoram imagens de escultura, apesar da proibição que está em Êxodo 20:4,5 e  Levítico 26:1, ainda que digam que não é adoração, mas veneração.

Ensinam que existe purgatório, que purifica de pecados para poderem entrar no céu, o que é contrário à Palavra, e que as orações de parentes ou amigos, bem como as missas podem ajudar a aliviar suas penas.

Essas seitas apresentam-se como cristãs, visitando de casa em casa, usando terminologia cristã e confundindo e lançando dúvidas acerca das doutrinas básicas do cristianismo.

Existem ainda muitas religiões que têm sua origem ou uma forte influência do espiritualismo oriental, que por sua vez tem como doutrina básica a negação da existência do mau e do pecado.

Na verdade afirmam que no mau está o bem, e no bem está o mau, ambos convivendo em harmonia e mantendo o equilíbrio do universo. Por isso mesmo permitem tudo e dizem que o homem não precisa se sentir culpado de nada. Dizem que não há culpados. No máximo ensinam preceitos de boa convivência entre os homens e de “equilíbrio interior”.

Segundo essas seitas, o homem, como não tem pecado, é em si mesmo igual a Deus, ou é o próprio deus.

Todas as religiões e seitas que não obedecem a Palavra de Deus, são enganos que o deus deste século (Satanás) tem lançado para confundir as mentes das pessoas, afastando-as do verdadeiro caminho que conduz à vida eterna, que é Jesus Cristo ( João 14:6).

Recomendamos aos irmãos não receberem ensinos dessas pessoas nem discutam com elas, porque os argumentos delas são maldosamente preparados para enganar as pessoas, principalmente as novas na fé, e as que estão pouco fundamentadas na Palavra.

Na verdade, essas falsas doutrinas são ensinos de demônios que pervertem a mente e coração das pessoas.

E um conselho final: amadureça em Cristo para estar firme na fé.

Graça e Paz!
  

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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