VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

domingo, 26 de janeiro de 2014

A MENTE DE DEUS



“Pai justo, o mundo não te conheceu; mas eu te conheci, e estes conheceram que tu me enviaste a mim. E eu lhes fiz conhecer o teu nome, e lho farei conhecer mais, para que o amor com que me tens amado esteja neles, e eu neles esteja.” (João 17:25,26)

Todos aqueles que buscam com sinceridade servir ao Senhor, desejam conhecer a Deus para fazer a sua vontade.

Há um sentimento no coração, que é o desejo sincero de buscar intimidade com o Todo Poderoso, conhecer  Sua mente.

Mas como conhecer a mente de Deus?

O Espírito Santo, através da primeira carta aos Coríntios, (2:16) orienta o Apóstolo Paulo a escrever que: “Porque, quem conheceu a mente do Senhor, para que possa instruí-lo? Mas nós temos a mente de Cristo.”

Então eu sei que para conhecer o Pai, é preciso conhecer o Filho, que nos é revelado pelo Espírito Santo. Para conhecer a mente do Todo Poderoso, é preciso conhecer a mente de Cristo, através de seus ensinamentos.

Jesus conversando com seus discípulos, ensina (João 14:7), que: “Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto.”

Na atualidade, temos mais facilidade de compreender a vontade de Deus do que os nossos antepassados, que tiveram apenas os profetas e apóstolos para instruí-los, num mundo onde a comunicação era difícil.

Hoje temos à nossa disposição, toda a doutrina de Deus, colocada por ele através de seus escritores inspirados.

Para tentarmos conhecer a mente de Cristo, é preciso que nos debrucemos sobre seus ensinamentos, sua doutrina.

Jesus nos manda ler as escrituras: “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam” (João 5:39), e o Apóstolo Paulo em sua segunda carta a Timóteo,(3:16,17) testifica que:” Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.”

Podemos conhecer a mente de Deus mais do que imaginamos à primeira vista. Para isso, é necessário que conheçamos a mente de Cristo. E para a conhecermos, é preciso buscar em espírito, porque: “Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, porque lhe parecem loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (I Coríntios 2:14).

Concluindo, todas as respostas para as nossas dúvidas, nossas perguntas, estão inseridas na Palavra de Deus.

É esta Palavra que vai nos levar a alcançar patamares inimagináveis:” “Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, E não subiram ao coração do homem, São as que Deus preparou para os que o amam.“ (I Coríntios 2:9).

 Graça e Paz! 

sábado, 25 de janeiro de 2014

CRISTÃOS E DESCRENTES



“Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?” (Amós 3:3)

Eu li um artigo onde se prega a “união” entre crentes e descrentes, para resolver os problemas do mundo. Isso parece ser correto, mas acredito que não passa disso: aparência.

Acho que já escrevi sobre isso, mas nunca é demais alertar um cristão sobre uniões perigosas, mormente nestes tempos do “politicamente correto”, onde o ecumenismo é pregado como sendo algo que agrada a Deus.

A Palavra de Deus nos orienta para que oremos por aqueles que nos perseguem:” Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus” (Mateus 5:44);

Manda que levemos as boas novas aos descrentes, de modo que eles conheçam a verdadeira natureza de Deus e comecem um relacionamento com Ele, e assim tenham uma chance de obter a vida eterna: “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15);

Diz que precisamos resgatar os descrentes que caem cativos das forças malignas, como Abraão fez com sua parantela:” Ouvindo, pois, Abrão que o seu irmão estava preso, armou os seus criados, nascidos em sua casa, trezentos e dezoito, e os perseguiu até Dã.  E dividiu-se contra eles de noite, ele e os seus criados, e os feriu, e os perseguiu até Hobá, que fica à esquerda de Damasco. E tornou a trazer todos os seus bens, e tornou a trazer também a Ló, seu irmão, e os seus bens, e também as mulheres, e o povo.”(Gênesis 14:14 a 16);

Se tudo isso falhar, precisamos nos separar dos descrentes para nossa própria proteção: “Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te. ”(II Timóteo 3:5).

Em sua oração sacerdotal (João 17), Jesus diz que apesar de “estarmos no mundo”, não “somos do mundo”, e no versículo 14 diz claramente que seremos odiados por aqueles que são do mundo, que não aceitam Cristo como Senhor e Salvador:” Dei-lhes a tua palavra, e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo”.
Não consigo encontrar uma única referência bíblica que sugira que os crentes precisam desenvolver projetos de obras públicas com descrentes.
Pode parecer bom. Pode agradar aos ouvidos. Pode aparentemente fazer sentido de uma perspectiva do mundo. Mas a Palavra de Deus não sugere que devemos nos unir com os descrentes para lidar como uma equipe com os problemas do mundo.
Nossa missão, enquanto cristãos, é sermos luz. Nossa missão junto aos descrentes, é ser um farol que ilumina seus caminhos para que saiam das trevas. Nosso propósito neste mundo, deve ser salvar vidas para Deus, sendo instrumentos de Sua vontade.
Graça e Paz !

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

RESPONSABILIDADE DO HOMEM



“Quando ouviram a voz do Senhor Deus, que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus, o homem e sua mulher, por entre as árvores do jardim” (Gênesis 3.7).

O Senhor deve ser bem vindo todos os dias em nosso lar, mas na maioria das vezes estamos tão ocupados que não temos mais tempo para cultuar ao Senhor em nossos lares.

Temos que entender que há uma diferença em se ter um lar e desfrutar da comodidade de uma casa. Lar é um lugar onde Deus possa visitar todos os dias, como ele fazia com a primeira família da terra.

Hoje, entretanto, a TV, a Internet, e outras coisas mais, têm tomado o lugar de Deus na família cristã, e transformado aquilo que deve ser um lar, em apenas um lugar de abrigo, uma casa. 

Então afastamos Deus, e nossa família deixa de desfrutar dos benefícios de um lar, e onde moramos começa a ser local simplesmente de nos encontrarmos depois dos afazeres diários para descansar. 

Deixa de ser um lar e torna-se uma casa. Uma casa simples como a do ímpio. Como a casa daquele que não conhece a Deus.

Muitas situações estão acontecendo dentro das famílias cristãs, que nem parece que conhecemos e cultuamos um Deus vivo e santo.

As novelas, os filmes, e outras coisas mais, tem tomado o lugar da leitura da Bíblia, da oração, da comunhão entre casal, entre pais e filhos. E com isso nosso inimigo tem se aproveitado para destruir os lares cristãos.

E estas coisas estão acontecendo, em grande parte motivada pela falta de responsabilidade do homem cristão, de exercer seu papel de sacerdote no lar.

É estarrecedor que a grande maioria dos homens, não atina para o fato de que Deus deu a responsabilidade ao homem de ser a cabeça da família, “Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo” (Efésios 5:23), e eles não estão exercendo o sacerdócio no lar.

A Palavra de Deus nos ensina que existem diversas posições de governo dentro da Igreja, mas não limita o sacerdócio a uns poucos cristãos. Todos os homens são sacerdotes:”Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (I Pedro 2:9).

Mas antes de ser sacerdote na igreja, o homem tem que ser sacerdote na sua própria casa: "É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, moderado, sensato, respeitável (...) Ele deve governar bem sua própria família tendo os filhos sujeitos a ele, com toda a dignidade. Pois, se alguém não sabe governar bem sua própria família, como poderá cuidar da igreja de Deus?". (I Timóteo 3: 2 a 5). 

Portanto, o mandamento de ser sacerdote no lar é para todo homem cristão. E isto envolve uma excelente conduta familiar.

Deus, desde o início, deu uma grande responsabilidade ao homem:”E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra” (Gênesis 1:26).

E depois que o homem constitui uma famíla, além de ser fiel a sua esposa, deve conduzir seus filhos no caminho do Senhor e numa vida de santidade, o que exige dele não só conselhos casuais, mas todo um acompanhamento, investimento e ministração na vida espiritual de seus familiares.

Na condição de cabeça do lar, o homem é o responsável de quem Deus cobrará o exercício do sacerdócio no lar.

Muitos maridos se acomodam por ver sua esposa fazendo bem o seu papel, mas não deveriam agir assim. Por melhor que seja a ajuda da mulher, o homem tem que fazer a sua parte.

Os pais cristãos devem entender a sua responsabilidade de suprir não só as necessidades materiais e emocionais de seus filhos, como também as espirituais.

Deus está chamando os pais a assumirem um compromisso maior com Ele: de ministrar a vida espiritual de seus filhos.

Os filhos não nos pertencem, são propriedades de Deus. Deus apenas nos confiou seus cuidados, e um dia teremos que responder perante Ele por isso. 

Daremos conta da forma como criamos nossos filhos, e isto deve trazer temor ao nosso coração, especialmente no que diz respeito à formação espiritual deles.

Quais são as conseqüências de se negligenciar o sacerdócio no lar? Juízo divino para o sacerdote, além da evidente rebeldia dos filhos.

Um grande exemplo é o que Deus disse ao sacerdote Eli, por causa de sua negligencia no sacerdócio familiar:"Naquele dia, suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado com respeito à sua casa; começarei e cumprirei. Porque já lhe disse que julgarei a sua casa para sempre, pela iniqüidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele não os repreendeu" (I Samuel 3.13). 

O Senhor puniu Eli, porque o sacerdote não levou em conta as  advertências anteriores. Eli não deu ouvidos à voz do Senhor.

Se não quisermos sérios problemas futuros com os nossos filhos, e muito menos ver a qualidade do relacionamento deles com Deus sendo comprometida, então precisamos ser sacerdotes dedicados em ministrar e cobrir suas vidas.

Também vemos na Bíblia que o sacerdote do lar deve cobrir os seus com oração.

Portanto, o homem cristão, sacerdote do lar, deve orar com sua esposa e seus filhos.
Concluindo, o homem cristão, deve assumir sua responsabilidade de cabeça, sob pena de, um dia, ver sua família desestruturada e ter quer responder por isso ao Todo Poderoso.

Graça e Paz!

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

NÃO DESISTA



“Que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina.” (II Timóteo 4:2)

Quando eu era jovem, tinha a fama de “polêmico”. Alguns diziam que eu era “um chato” mesmo. Outros que eu era “metido à besta”. Tudo isto por causa da minha mania de dizer o que pensava, sem medir as consequências.

Acredito que agora na velhice, muita gente ainda pensa da mesma maneira, pois confesso que ainda hoje, de vez em quanto aflora em mim esses rompantes da juventude, e me ouço falando palavras duras, principalmente sobre situações e fatos do cotidiano.

Mas o Espírito Santo tem me ajudado muito, me ensinando a exortar. 

Atualmente, antes de dizer o que penso, meço as palavras. Busco uma maneira gentil de falar a dura verdade. E quando escrevo, leio e releio antes de publicar. 

Ainda assim, esse meu jeito de ser, muitas vezes prejudica meus relacionamentos, porque muitas pessoas gostam de ouvir lisonjas, gostam de ouvir palavras que agradem ao próprio ego, detestam ser contestadas. 

Principalmente quando elas exercem qualquer cargo de mando, de chefia, e a autoridade lhes sobe à cabeça. 

Apesar de pedir todos os dias, que Deus derrame sobre mim os frutos da paciência, não tenho muita paciência de ouvir sandices, nem de aturar farisaismos. Enganos propositais então, nem se fala !

Mas tenho exercitado a prática de dizer o que penso de modo suave, carinhoso, amoroso, mostrando que não tenho a intenção de ofender, mas apenas deixar bem claro o meu ponto de vista, geralmente visto pelo ângulo bíblico. Ou ao menos pelo que entendo ser este ângulo.

Confesso que nem sempre consigo ! 

Sei que tenho uma penca de defeitos. Sei que tenho, a cada dia, que buscar através da oração, que Deus me dê uma mente ligada ao sagrado. Sei que devo exercitar o discipulado, fazendo aquilo que Jesus manda que eu faça. 

Sei que devo fazer tantas coisas... Mas como é duro fazer!

Se você tem dificuldades com sua natureza; se você muitas vezes faz aquilo que não gostaria de fazer, não se deixe abater por isso. Não se conforme, busque através da oração, que Deus haja em sua vida: “E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2)

Não podemos, nem devemos desistir nunca de nos transformarmos em pessoas melhores. Sozinhos jamais conseguiremos, mas com a ajuda de Deus sim.

E quando bater o desânimo, leiamos o que o Apóstolo Paulo escreveu aos filipenses (3:13,14): “Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado; mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão diante de mim, Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.”

Graça e Paz !

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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