VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

QUIETUDE



“Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças”.(Filipenses 4:6)

Apesar de sabermos que Deus está mais interessado no nosso coração (leia-se sentimentos) do que nas nossas realizações, a cabeça fica à mil por hora, se perguntando se estamos caminhando no caminho certo. 

Jesus mandou que busquemos primeiramente o reino de Deus e sua justiça, mas, atualmente, a maioria de nós está preocupada mesmo é com a tal felicidade. Há um sentimento generalizado de que o ser humano tem direito a felicidade, e a felicidade é traduzida por realizações.

Mas de quais realizações estamos falando? Realizações profissionais? Sentimentais? Materiais? Ou Espirituais?

Às vezes é até difícil definir isso.

A gente fica agoniado, porque os dias passam, e sabemos que deveriamos estar fazendo progresso, mas parece que não conseguimos iniciar a caminhada. 

Jesus disse que Ele é o caminho, mas nós, em nossa rebeldia, achamos que o caminho é arrumar a vida,  batalhar, estudar, realizar...

Todos nós temos, interiormente, o sentimento de que temos algo a fazer, e sabemos que esse algo é importante, mas as vezes nem mesmo conseguimos decidir: o que é mesmo importante?

Toda ação que praticamos – desde o levantar-se da cama, escovar os dentes, sentar em frente ao computador e escrever – é feita porque estamos convencidos de que se deve fazer aquilo naquele momento.

É importante que procuremos entender a razão e a importância daquilo que  realizamos.Para isso, precisamos nos questionar, cavar fundo, nos conectar e elevar o nosso espírito para junto do Espírito de Deus. 

O apóstolo Paulo escreveu em sua primeira carta aos Coríntios: “Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus”. (I Cor. 10:31). Então, devemos nos perguntar : as coisas que estamos fazendo é para  satisfação pessoal ou para a glória de Deus?

Tem dias que a gente amanhece questionando e questionando-se. E apesar da sensação não ser boa, ela é útil, porque nos levar a meditar, a buscar mais o aconchego de Deus.

O bom de tudo, é que isso passa. E com a graça de Deus vencemos mais um dia, com o Espírito de Deus nos aquietando antes que o sol se ponha.

Graça e Paz !

terça-feira, 20 de novembro de 2012

PREVENDO O FUTURO



“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”.(Romanos 12:2)

Na certa você já ouviu alguém dizer, ou até mesmo você já disse, que “o futuro a Deus pertence”. É claro que nós não podemos prever o futuro, não sabemos como nossas vidas irão se encaminhar, porém, de uma coisa todos podemos ter certeza: as nossas ações de hoje, geram conseqüências em nosso amanhã.

Assim como isto é verdadeiro no mundo físico, também é verdadeiro no mundo espiritual. O apóstolo Paulo nos ensina que não lutamos contra a carne, nem contra o sangue, mas contra as potestades nas regiões celestiais(Efésios 6:12).

Eu amo a Palavra de Deus, toda ela, mas tenho uma predileção especial pelo Sermão do Monte. (Mateus 5,6,7) Eu costumo repetir que, se Deus não tivesse deixado nada mais além do Sermão do Monte para nos guiar, ele seria um farol seguro a devassar as trevas, seria nossa bússola a nos guiar no caminho do céu.

Entre outras coisas que aprendemos no Sermão do Monte, é que devemos ser diferentes dos religiosos. Jesus fala claramente sobre as práticas religiosas daqueles dias e completa: “mas eu porém vos digo que...”

Pare e pense. O que é que os seus pensamentos e suas ações estão determinando para o seu futuro?  Seu futuro físico e, principalmente, seu futuro espiritual? Em que você está sendo diferente daqueles que se pautam pelo sistema mundano?

Você tem permitido que o Espírito Santo conduza seu viver? Tem entregue sua vida a Jesus, renunciando a sua própria vontade?  Ou é daqueles que impõe limites ao agir de Deus em sua vida?

Enfim, você tem aberto sua mente para que Deus a transforme? Para que um dia você possa chegar a ser “homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo,"  (Efésios 4 : 13) ?

Graça e Paz !

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

VIVER EM PAZ



“Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor”.(Romanos 14:8)

Depois de um final de semana de descanso para a maioria, quando recomeçamos a lide e voltamos a enfrentar os problemas do dia-a-dia, nada melhor do que recomeçar com o firme propósito de agir com equilíbrio e tranqüilidade.

Na verdade, todos nós, de um modo geral, buscamos uma vida tranqüila e equilibrada. Mas o que, ou do que, se constitui uma vida de tranqüilidade e equilíbrio? Seria freqüentar a igreja todos os domingos? Ajudar outras pessoas? Dar bons exemplos? Doar dinheiro às organizações religiosas e filantrópicas? Dar sempre a outra face? Ou exercer todas essas atitudes virtuosas?

Quero fazer uma confissão: Eu não sei! 

Mas sei de uma coisa que quero compartilhar. O princípio que – decididamente – se constitui no fundamento de uma vida tranqüila e equilibrada, é viver a vida  realizando tudo em função de apenas UMA Pessoa. Uma pessoa infinitamente mais importante do que tudo que pode ser conhecido: Jesus. 

Fazendo isto, você terá uma mente e um espírito admiráveis. Você vai aprender a amar as pessoas e a apoiá-las sem esperar nada em troca.  Não permitará que ressentimentos façam residência permanente no seu coração. Não culpará outras pessoas pelos erros que você cometeu.

E acima de tudo, se beneficiará  daquela paz que a tudo excede, a paz que o Senhor Jesus nos prometeu: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”.(João 14:27)

Graça e Paz !

domingo, 18 de novembro de 2012

INFERNO



                                                                                Por Ilton Gonçalves

O destino dos ímpios é estar eternamente separados de Deus e sofrer eternamente o castigo que se chama a segunda morte. Devido à sua natureza terrível, é um assunto diante do qual se costuma recuar; entretanto, é necessário tomar conhecimento dele, pois é uma das grandes verdades da divina revelação.

Por essa razão o manso e amoroso Cristo avisou os homens dos sofrimentos no inferno. Sua declaração acerca da esperança do céu aplica-se também à existência do inferno “se não fosse assim, eu vo-lo teria dito” (João 14:2).
O inferno é um lugar de:
  • Extremo sofrimento (Apo. 20:10),
  • Onde é lembrado e sentido o remorso (Luc. 16:19-31),
  • Inquietação (Luc. 16:24),
  • Vergonha e desprezo (Dan. 12:2),
  • Vil companhia (Apo. 21:8) e
  • Desespero (Prov. 11:7, Mat. 25:41).
Opiniões errôneas:

(a) O universalismo ensina que todos os homens, no fim, serão salvos, argumentando que Deus é amoroso demais para excluir alguém do céu. Essa teoria é refutada pelas seguintes passagens: Rom. 6:23; Luc. 16:19-31; João 3:36 e outras. Na realidade, é a misericórdia de Deus que exclui do céu o ímpio, pois este não se acomodaria no ambiente celestial como também o justo não teria prazer em estar no inferno.

(b) O restauracionismo. A doutrina da restauração de todas as coisas ensina que o inferno não é eterno, e, sim, apenas uma experiência temporária que tem por fim purificar o pecador para que possa entrar no céu. Se assim fosse, então o fogo infernal teria mais poder do que o sangue de Cristo. Também, a experiência nos ensina que a punição, em si, não regenera; ela pode restringir mas não transformar. Os partidários dessa escola de pensamento afirmam que a palavra “eterno”, na língua grega, significa “duração de século ou época” e não duração sem fim. Mas, segundo Mat. 25:41, se a punição dos ímpios tiver fim, então o terá também a felicidade dos justos. Assim comenta o Dr. Maclaren: Reverentemente aceitando as palavras de Cristo como palavras de perfeito amor e sabedoria infalível, este autor… receia que, na avidez de discutir a duração, o fato solene da realidade da futura retribuição seja ofuscado, e os homens discutam sobre o “terror do Senhor” a ponto de não sentirem mais receio a seu respeito. Os hábitos tendem a se fixar. A tendência do caráter é tornar-se permanente; não há razão para crer que Deus futuramente, mais do que no presente, obrigue a pessoa a ser salva.

(c) Segundo período probatório. Ensina que todos, no tempo entre a morte e a ressurreição, terão outra oportunidade para aceitar a salvação. As Escrituras, entretanto, ensinam que na morte já se fixou o destino do homem. (Heb. 9:27.) Além disso, quantos aceitarão a presente oportunidade se pensarem que haverá outra? E, segundo as leis da natureza humana, se negligenciarem a primeira oportunidade, estarão menos dispostos a aceitar a segunda.

(d) Aniquilamento. Ensina que Deus aniquilará os ímpios. Os partidários dessa doutrina citam 2Tess. 1:9 e outras passagens que afirmam que os ímpios serão destruídos. Contudo, o sentido da palavra, como usada nas Escrituras, não é “aniquilar”, mas causar ruína. Se a palavra perdição (Almeida) nesse verso significa aniquilar, então a palavra “eterna” no mesmo verso seria supérflua, pois aniquilamento só pode ser eterno. Também citam passagens que expõem a morte como a pena do pecado. Mas, nesses casos, refere-se à morte espiritual e não à morte física, e morte espiritual significa separação de Deus. A promessa de vida feita ao obediente não significa o dom de “existência”, pois esse dom todos os homens o possuem. E se a vida, como um galardão, não significa mera existência, então a morte também não significa mera perda,

*Fonte: Blog Púlpito Cristão

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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Sou um discípulo de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo

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