VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

EDIR MACEDO É ESPÍRITA ?

Um polêmico vídeo gravado pelo Bispo Edir Macedo causou grande repercussão entre os fiéis da Igreja Universal do Reino de Deus e entre blogueiros cristãos.

No vídeo original, Macedo fala sobre a ação do Espírito Santo na vida de quem o recebe, e aos 14 minutos, começa falar sobre a possibilidade de uma pessoa receber o espírito de um morto. A partir dessa mensagem, que foi gravada em Abril, durante uma viagem à Jerusalém, diversas especulações sobre a crença de Edir Macedo foram feitas, inclusive que o líder da IURD seria espírita.

O Gospel Prime ouviu o Pastor Armando Taranto Neto, da Assembleia de Deus, sobre as doutrinas cristãs a respeito do espiritismo. “A Bíblia Sagrada deixa claro em vários textos que falar com os mortos é coisa abominável ao Senhor (Lv 20:6; 27; Dt 18:10-14). Também diz que não há espíritos vagando pelo mundo (Jó 7:9). Toda pessoa, depois da morte, é julgada e pode ir para o céu ou para o inferno (Hb 9:27-28)”, afirma Neto.

O Pastor afirma ainda que é consenso entre as igrejas cristãs que os casos de manifestações atribuídas a espíritos de pessoas mortas, na verdade, são espíritos enganadores: “As Escrituras afirmam, contudo, que existem “espíritos enganadores” e que Satanás pode se disfarçar ( 1 Tm 4:1-2; 2 Co 11.14)”.

O blogueiro Renato Vargens publicou um texto em que afirma ter “absoluta certeza de que a Igreja Universal do Reino de Deus não é uma igreja evangélica ou Protestante. Lamentavelmente sua práticas de fé são absolutamente antibíblicas, o que se percebe nitidamente em seus ensinos e liturgia”.

Criticando o que chamou de “confissão da fé espírita” do Bispo Macedo, ele pede “aos seguidores dele e da IURD que atentem atenciosamente para a gravidade dos ensinamentos do seu bispo primaz. É hora mais do que nunca de reverem à luz da Bíblia as práticas e os ensinos ‘macedianos’”, afirmou Vargens.

Por sua vez, o Pr. Leonardo Gonçalves, do Púlpito Cristão, escreveu:

 Edir Macedo, líder da igreja Universal do Reino de Deus e dono da Rede Record de Televisão, sempre foi um indivíduo sincretista. Para propagar sua seita, o bispo faz uso de objetos importados da macumba, do candomblé e da umbanda, sendo constantemente criticado por misturar cristianismo com ritos africanos, e justamente os mesmos ritos religiosos que ele pretendia combater.

No entanto, cada vez se torna mais evidente que Macedo não só usa objetos importados do culto pagão, como também sustenta muitas das crenças divulgadas nos terreiros de macumba, tais como a necessidade de “banhos de descarrego”, água benta e arruda, além da forte ênfase no maniqueísmo religioso. 

Agora, em um vídeo divulgado na internet, Macedo declara sua fé na existencia de “espíritos familiares”, que seriam espíritos de pessoas mortas que possuiriam os corpos das pessoas fazendo-as pecar e induzindo-as ao sofrimento.

É de ruborizar as crencas defendidas pelo líder da IURD. Pese que a Bíblia declara em Hebreus 9.27 que “ao homem está ordenado morrer uma só vez, e depois segue-se o juízo”. Após a morte, o espírito aguarda a sentenca de Deus, e não pode voltar a este mundo. Isso também fica claro na história do Rico e de Lázaro (Lc 16.19ss), onde é demonstrada com absoluta clareza a impossibilidade de que uma pessoa morta volte a este mundo em espírito, seja para advertir, ajudar ou prejudicar a vida de quem quer que seja.
*********************** 

Quem quiser ver o vídeo, acesse no You Tube: Sereis Minhas Testemunhas - Bispo Macedo ao vivo no Cenáculo - Jerusalém 17/04/2011

PARA VIVER UM GRANDE AMOR


O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade;Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha; “ (I Cor.13:4-8)


Quando eu participei pela primeira vez do ECC (Encontro de Casais com Cristo), eu esperava  um negócio chato, mas me enganei completamente.

Depois do primeiro encontro, já participei de vários outros, e descubro sempre novidades em cada um.
É uma experiência extraordinária.

Foi no ECC, que tomei consciência de algo de que já desconfiava. Que somos pessoas estranhas e complexas. Que estamos sempre querendo mudar os outros. Torná-las “nossa imagem e semelhança”.

O grande problema é que, como somos fracos, pecadores e cheios de defeitos, na verdade queremos que as outras pessoas “tenham os mesmos defeitos que nós”, pois no nosso entendimento, esses defeitos são virtudes.

Nossa tendência de querer mudar o cônjuge, é terrível. 

Quando estamos namorando, achamos que nossa namorada(o), é um ser angelical, sem defeitos, linda(o) de viver, e procuramos demonstrar todo nosso carinho, atenção e cortesia.

Depois da lua de mel, com a convivência diária, tempo de adaptação, ao invés de trabalharmos firmes para nos adaptar um ao outro, tendemos a querer mudar nosso ex-ser-perfeito. 

E com o passar dos meses, já não temos “aquele” cuidado para com o(a) outro(a)!

Se você já casou, lembre-se sempre que a primeira obrigação dos parceiros casados é “manter vivo o amor”.

Preste atenção em algumas dicas para manter seu casamento alegre, feliz e duradouro. Para transformar seu casamento em um eterno namoro.

·        * Pratique com seu cônjuge o mandamento do Mestre de ”amar ao próximo com a ti mesmo”

·        * Ore todos os dias pelo seu cônjuge.

·        * Descubra tempo para estar junto do seu cônjuge

·       *   Planeje sua vida conjuntamente

·        * Ao invés de discutir, dialogue

·        * Mantenha-se fisicamente atraente 

·        * Diga sempre “por favor” e “obrigado” 

·        * Quando errar, não deixe de pedir perdão

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

A RESPOSTA AMENA

"A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira".(Pv.15:1).
 

O apóstolo Pedro, nos ensina em sua primeira epístola, no versículo 2, que Jesus, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente.

A resposta que nós damos faz uma diferença incrível.

Quando se trata de uma conversa amena, tranqüila, nós, normalmente, damos respostas lógicas e equilibradas, mas quando acontecem diálogos duros, a maioria de nós costumamos dizer que não levamos desaforo pra casa. 

Estamos sempre prontos a dar uma resposta à altura do que julgamos uma ofensa. 
É aí que está a grande diferença das reações de Cristo e as nossas reações; da prática de Cristo e da nossa prática; do ensino do Mestre do Amor, e do nosso aprendizado como discípulos... 

Dizem que, quem semeia ventos colhe tempestade. Quando respondemos com raiva, inveja, frustração ou outra atitude mesquinha, vamos colher amargura. Quando, no entanto, respondemos com paciência, isenção, compreensão, confiança e coragem, os resultados são doces e suaves.

Nós temos que nos condicionar a responder da melhor e da mais positiva maneira possível.

Cada vez que a gente decide responder de uma forma positiva, estamos fazendo um bem enorme a nós mesmos e ao mundo ao nosso redor. 

Sei que esta prática é difícil. E eu digo isso de experiência própria. Não foram poucas as vezes que me arrependi amargamente de respostas duras que dei.


Mas não podemos desanimar de praticar o bem.  

Eu tenho pedido muito a Deus que me ajude a dar respostas nas horas de raiva, porque sei que a resposta que eu der em circunstâncias tensas, ela irá impulsionar minha vida para frente, ou para trás. 

Tenho pedido a Deus que a circunstância não determine minhas respostas, mas que o Espírito Santo, que habita em mim, determine. 

E você?

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

FÉ E CARIDADE

Jesus tinha irmãos e irmãs, isto todos sabemos. Eram filhos de Maria e José, que nasceram depois do nascimento do Salvador (Mat. 12:47). E sabemos também que "nem mesmo seus irmãos criam nele"(Jo.7:5).

Ao que parece, sómente passaram a crer depois da ressurreição. Tanto que Tiago, um dos irmãos do Mestre, (Gl.1:19) tornou-se um dos líderes da igreja em Jerusalém.

A fé é algo fenomenal. Alguns creem porque tiveram experiências reais com o Senhor. Experimentaram a ação sobrenatural de Jesus. Outros, apesar de não terem a mesma experiência, creem pela ação do Espírito Santo em suas vidas.

Jesus exemplifica isto ao falar com Tomé, após a ressurreição: " Porque me viste, Tomé, creste; bem-aventurados os que não viram e creram".(Jo.20:29)

Está escrito em Hebreus 11:1, que "a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não vêem".

O escritor de Hebreus, ainda no capítulo 11:6, diz que sem ela é impossível agradar a Deus. Mas apenas a fé é o bastante para nos salvar?

Tiago diz que a fé sem obras é morta.

Então, entende-se que quando se tem fé, pratica-se boas obras. Se alguém diz que tem fé, mas age como qualquer pessoa incrédula, ou está enganada quanto a sua fé, ou está tentando enganar aos homens. Sim, ao homens, porque a Deus ninguém engana.

A fé nos faz praticar a Palavra, e quem pratica a Palavra faz boas obras."...Quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano;E vos renoveis no espírito da vossa mente;E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade.Por isso deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo; porque somos membros uns dos outros.Irai-vos, e não pequeis; não se ponha o sol sobre a vossa ira.Não deis lugar ao diabo.Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade.Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem".(Ef.4:22/29)

Infelizmente ainda existem pessoas que acreditam que apenas a fé pode salvá-las. E outras que creem firmemente que apenas a caridade (que confundem com boas obras) pode levá-las ao céu.

Quando temos verdadeira fé no Cristo ressurreto, somos novas criaturas e agimos de acordo com a vontade daquele que nos tirou das trevas para sua maravilhosa luz. Somos submissos a vontade Dele e o centro de nossa existência é Ele. Compreendemos que Jesus é o centro de tudo!

Fé é mais que proclamar a palavra de Deus, é praticá-la.

Boas obras é mais do que uma caridade ocasional, é amar o próximo com a sí mesmo!






segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

PASTOR DA IURD TOMA ATÉ BRINQUEDO DE CRIANÇA

Cadê o Ministério Público? Cadê o Conselho Tutelar?
Falta óleo de peroba para “ungir” a cara de pau dos pastores da Igreja Universal. Usando uma criança pra fazer jabá das suas correntes!
Como diz minha amiga Márcia Gizella, isso é pedofilia espiritual!
***
Fonte: Púlpito Cristao. Dica do Misael Nunes

A RELIGIÃO DO ÓDIO


O islamismo, é a religião do ódio e da intolerância. O Alcorão não fala em amor, só em matar, destruir, eliminar. O mulçumano que assassina um cristão ou um judeu, é tido como um herói da fé. Quem se converte a outra crença é condenado à morte.
 
Diante disso, não é de se estranhar o que está acontecendo no Irã. Mais de 6.500 Bíblias foram confiscadas, sites foram fechados e igrejas foram destruídas por autoridades iranianas em uma ofensiva do governo contra o crescimento do cristianismo no país.

Segundo a agência oficial de notícias Mehr, a ação se justifica por que “os missionários cristãos têm feito uma campanha milionária, com publicidade enganosa para que a opinião pública e a juventude se afastem dos ensinamentos do Islã”.

O aiatolá Hadi Jahangosha manifestou sua preocupação com a “expansão do cristianismo entre os jovens”, e culpou os meios eletrônicos de comunicação e a facilidade de acesso a literatura cristão pela expansão: “É responsabilidade de todos os cidadãos do Irã que façam algo sobre isso e cumpram seu papel na difusão do Islã puro, lutando contra as culturas falsas e distorcidas do Ocidente” disse o líder islâmico.

Segundo a agência cristã iraniana Mohabat News, um assessor do comitê de assuntos sociais do Parlamento do Irã confirmou que a maioria das milhares de Bíblias confiscadas veio das cidades de Zanjan e Abhar, Estado de Zanjan.

“O importante neste assunto é que a polícia, os juízes e os líderes religiosos devem estar cientes que os cristãos estão se fortalecendo para enfrentar o Islã, caso contrário, qual o sentido de terem produzido este grande número de Bíblias?” disse um representante do governo sobre as Bíblias confiscadas, que segundo ele “foram produzidas com uma melhor qualidade de papel, em tamanho de livro de bolso.”

Além do confisco de Bíblias, o que preocupa a liderança cristã no país é a destruição de igrejas, como aconteceu na cidade de Kerman, onde uma das principais igrejas da cidade foi destruída por autoridades islâmicas locais.

A liderança afirma também que o governo Mahmoud Ahmadinejad está preocupado com o grande número de muçulmanos que estão se convertendo ao cristianismo. Segundo eles o país já tem pelo menos 100.000 cristãos.

Outro alvo de ataque do regime iraniano são os sites em língua persa com conteúdo cristão, entre eles a agência Mohabat News. Muitos sites foram tirados do ar com ataques que sobrecarregam os servidores, um tipo de ataque cibernético, conhecido como DDoS, que está se tornando muito comum para retirar sites do ar.

E o governo não se preocupa em esconder seus atos, o Ministério da Segurança do Irã anuncia ter eliminado uma rede de Internet que, segundo as autoridades, “fazia propaganda antirreligiosa no ciberespaço”. O ministério anunciou também a prisão de várias pessoas envolvidas com esses sites e criou um comitê regulatório para monitorar os usuários de internet no país.

Vamos orar todos os dias, para que o Senhor proteja nossos irmãos perseguidos em todo o mundo, e para que os planos malígnos (que estão em gestação na Câmara e no Senado) não sejam vitoriosos no Brasil.

Fonte: Gospel+

domingo, 4 de dezembro de 2011

O que procurar em uma igreja?

Igreja nas casas

por R. W. Glenn

Clareza sobre o evangelho da graça. Existem muitas falsificações, especialmente as distorções do evangelho que fazem do pecado algo de que você não precisa se afastar ou se libertar. Atente cuidadosamente para o conforto e o chamado do evangelho. Primeiramente, preste atenção em Jesus dizendo, “Eu não te condeno”. Porém, também procure por “vá e não peques mais”. Essa ordem é muito importante. A remoção da condenação vem antes do chamado à obediência. Todavia, ambos precisam estar lá para que a igreja pregue o evangelho.

Pregação centralizada em Cristo. Talvez você esperasse que eu dissesse  “pregação expositiva”, mas é possível entregar uma exposição de um texto da Escritura sem nunca chegar a Jesus Cristo. Isso é especialmente verdadeiro em pregações no Antigo Testamento. Não me lembro quem disse isso, mas se a exposição do Antigo Testamento que você está ouvindo não for rejeitada por uma sinagoga, então o pregador não está pregando a Cristo. A exposição da Escritura é o meio pelo qual chegamos a Jesus. Entretanto, este é o meio, não o fim, da pregação de Jesus Cristo e este crucificado.

Adoração pública teologicamente informada. Os elementos básicos da adoração estão presentes: leitura pública da Palavra, exortação e ensino das Escrituras, canções, orações, e os sacramentos do batismo e da Ceia do Senhor? Além desses elementos básicos, procure por músicas com letras que exaltem a Jesus Cristo e aprofundem sua apreciação e compreensão do evangelho da graça. Não estou dizendo que canções curtas como “Eu te amo, Senhor” não têm lugar na adoração pública, mas se o conteúdo das músicas para a adoração pública, como um todo, é superficial, isso deveria te levar a pensar.

Pessoas hospitaleiras. Se o evangelho está realmente fazendo a diferença em uma comunidade de cristãos, eles vão amar as pessoas desconhecidas, e não daquele jeito bajulador e falso “Estou-contente-por-você-estar-aqui-porque-eu-tenho-que-estar-contente-por-você-estar-aqui”. O que quero dizer é que você se sente genuinamente acolhido e amado pelas pessoas quando as encontra e passa tempo com elas adorando.

Disciplina da igreja. A disciplina na igreja tem recebido uma reputação desfavorável. Ela não pode ser reduzida apenas a disciplina final e punitiva, mas deve incluir também um aspecto formativo. A disciplina da igreja acontece quando os seus membros estão dispostos a voltarem uns aos outros de volta para Jesus em um chamado amoroso ao arrependimento, através do encorajamento no sofrimento, e de exortações para crescer em graça.

Compaixão para com os pobres. 1 João 3.17 diz que se nós, que temos recursos materiais, vemos nosso irmão em necessidade e não nos compadecemos dele ele, não temos o amor de Deus em nós. Assim, é um teste da fé cristã autêntica que a igreja se preocupe com os pobres. Mais do que isso, o nosso cuidado para com os pobres, embora deva dar prioridade à comunidade dos crentes, deve se mover para além da igreja, para a comunidade ao seu redor: “façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé” (Gálatas 6.10).
É um teste da fé cristã autêntica que a igreja se preocupe com os pobres

Preocupação para com os perdidos, evidenciada por uma igreja comprometida com o evangelismo pessoal.  E por “comprometida com o evangelismo pessoal” não quero dizer uma igreja que tenha programas evangelísticos, mas uma igreja em que as pessoas amam seus próximos o suficiente para lhes falar sobre Jesus. Portanto, procure por um interesse sincero em alcançar os perdidos com o evangelho da graça por parte dos pastores e das pessoas nos bancos da igreja, não como forma de obter melhores números nos gráficos, mas porque eles amam verdadeiramente as pessoas como pessoas, não como potenciais evangelísticos.

Traduzido por Cleber Filomeno | iPródigo.com |

sábado, 3 de dezembro de 2011

JOÃOZINHO, O ÚLTIMO APÓSTOLO

Imagem meramente ilustrativa
 Por Danilo Miguel

“O texto a seguir é um conto fantasioso. Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência. Ou não!

Joãozinho (mas poderia ser Marquinho, Silazinho, Fernandinho, Estevãozinho, Macedinho ou qualquer outro) nasceu numa família humilde, lá no interior daquele Estado. Criado debaixo de grande rigidez por parte de seus pais, que quase nunca demonstravam qualquer tipo de afeto, carinho ou atenção. Também pudera: vida difícil, trabalho árduo no sol nosso de cada dia, para defender o pão, que não era de cada dia. Passou fome e necessidades gerais. Vestia-se mal, quando vestia alguma coisa. Dentre seus outros 18 irmãos, os mais velhos já tinham ido para a cidade grande, tentar novas oportunidades. Há anos não se tinha notícias deles. Mas Joãozinho, o derradeiro deles, estava lá, firme junto dos pais. Tinha que ser assim; novo como era não tinha escolha.
Joãozinho trabalhava com o pai na roça, desde muito cedo. Quando começou a dar os primeiros passos, já o incumbiam de pequenas tarefas. O menino cresceu. Certo dia, durante a lida, sol a pique, aparecem dois homens, bem vestidos, com um livro preto debaixo do braço. Meia hora de conversa com seu pai e Joãozinho vê uma cena nunca antes imaginada: seu pai de joelhos, chorando! Não sabia ele, mas naquele momento seu pai estava tomando a melhor escolha de sua vida: aceitando a Cristo como seu Senhor e Salvador, ali mesmo no meio do mato. Com medo de ser repreendido o menino não tomou muito tempo olhando aquilo, até porque tinha medo do que aqueles homens estranhos faziam com seu pai.

Findo o dia, voltam os dois para o humilde barraco onde viviam. Nenhuma palavra, nenhum comentário. Somente se notava uma diferença naquele homem. Ao chegarem, a ordem: “todos de banho tomado, temos um compromisso!”. Compromisso? Isso é coisa de rico, da cidade grande. Mas lá foram eles, um a um, dos que ainda moravam ali. Pouco tempo depois estavam todos em cima da pequena carroça, rumo ao desconhecido.

Lá estava uma tenda, toda iluminada (coisa rara naquele lugar). Gente chegando aos montes, de todos os cantos. Joãozinho, bem como seus irmãos e seus pais, com a melhor roupa que tinham. Não sabiam, mas estavam numa igreja. Com o passar do tempo, algumas músicas entoadas, muita gente chorando, alguns orando em voz alta, outros falando umas coisas esquisitas que ninguém entendia, sobe ao palco um daqueles homens que tinha visitado seu pai, lá na roça. Apesar da pouca idade, por volta dos 8, 9 anos, Joãozinho já entendia bem das coisas, afinal, responsabilidade ele já tinha desde bem cedo.

O homem abre o livro da capa preta e começa a falar acerca de um Homem, que sem dever nada, pagou o mais alto preço que alguém pode imaginar. Foi humilhado, padeceu como nenhum outro e tudo sem culpa. Aquilo foi tomando Joãozinho de um sentimento nunca antes sentido e, quando menos esperava, já estava igual ao pai no trabalho e outros tantos naquele mesmo lugar: chorando. No final da mensagem aquele homem solicitou àqueles que tinham entendido a mensagem e que gostariam de se entregar para Jesus, que fossem à frente. Joãozinho estava lá, de joelhos, aos prantos. Não era emoção, não era sensacionalismo, mas arrependimento dos (poucos) pecados já cometidos. Queria conhecer mais Aquele de quem ouvira falar.

Com muito sacrifício a família resolveu comprar um daqueles livros de capa preta, a Bíblia Sagrada. Tornou-se leitura obrigatória naquela casa, todos os dias. Mas Joãozinho queria mais. Era o primeiro a acordar e o último a dormir e sempre estava fazendo leitura da mesma, ainda que com dificuldade pois pouco sabia ler. Orava continuamente e sentia a presença de Deus. O anos foram passando, Joãozinho já moço, começou a pregar aquela Mensagem que tanto falou em seu coração. Compromissado com Deus e com a Verdade, onde pregava o povo sentia a presença de Deus, se arrependia e mudava de vida. Um certo dia recebe um convite para pregar numa grande cidade. Sua vida nunca mais seria a mesma, a partir daquele dia.

Grande multidão lota um templo lindo, com som da melhor qualidade, recursos de iluminação que ele nem sequer imaginava que existisse, cadeiras confortáveis e tudo mais que se tinha direito. Foi recebido com muita festa, muita comemoração. Se sentiu importante. Quando o levaram para um estúdio para falar através de uma rádio então, ele ficou chocado. Começou a imaginar como aquele instrumento poderia ser útil para a propagação do Evangelho. Ficou mais maravilhado ainda quando o colocaram frente a uma televisão. Pensou consigo mesmo: um dia ainda terei um programa no rádio e na televisão para assim alcançar milhares, milhões de almas perdidas. Passado os dias na cidade grande, voltou para casa, mas não era o mesmo. Os dias se passavam e seu tempo era dividido entre a meditação na Palavra de Deus e uma forma de voltar à cidade grande e ter seu programa de rádio e na televisão afinal, assim alcançaria muito mais gente.

Concluiu seus estudos, obteve até alguns doutorados em divindade, angelologia e outros. Era bem fácil, pois bastava enviar uma carta com um cheque no valor e em poucos dias recebia seu diploma. Ficou famoso, rodou o mundo. O tempo no rádio já não era suficiente, não “alcançava” tantas pessoas mais, resolveu partir para a TV. Foi aí que notou que, além do “retorno” em almas, tinha um bom retorno financeiro porque muitas eram as empresas que queriam anunciar. Se sentia importante, tinha muitos seguidores. Resolveu abandonar sua igreja, que tanto tempo o ajudou e abriu um ministério próprio, independente. Criou suas regras, suas “leis”. Muita gente nos cultos, muito dinheiro na TV, venda de discos, CD’s, fitas, livros e outras coisas; subiu ao coração. Tornou-se ambicioso, não queria mais um programa, queria um canal só pra ele. Já tinha uma (várias) igrejas, um canal de rádio, um caminhão para “evangelismo”, faltava agora um canal de TV. E conseguiu!

Dizia ele que Deus tinha lhe “depositado” uma grande quantia em dinheiro na sua conta e, juntando com outros fundos, conseguiu comprar uma pequena rede de televisão, quase falindo. O povo vibrava, achava aquilo maravilhoso, Deus estava naquela igreja, mais que nas outras. Tudo era diferente: Joãozinho agora, ao invez de ralar na obra, como fez boa parte da vida, malhava na academia particular que tinha em casa (e que casa!), não mais andava de carroça, só viaja de jatinho particular. Carro tem aos montes e algumas mansões, inclusive, fora do Brasil. Vida boa, fortuna, fama, tudo o que se tem direito. Sua mensagem agora já não era mais de salvação da alma, mas sim da salvação das riquezas, que crente que é pobre esta debaixo de maldição. Só prega em lugar grande, com muita gente. Se alguém o convida para pregar, um dos seus 20 secretários e porta-vozes apresentam o “orçamento”: além do cachê, hotel 5 estrelas, camarim exclusivo com 20 quilos de salmão, 87 tolhas brancas dinamarquesas, 3,5 litros de perfume italiano dentre outros.

E Joãozinho, aquele lá da roça, que chorava aos pés de Jesus dia e noite, buscando salvação da sua alma? Morrera, a muito tempo. Mas, pobre Joãozinho, não sabe (ou melhor, sabe mas finge não saber) que um dia aquele mesmo Jesus que tanto o consolou nas madrugadas geladas, no meio da pobreza, da humildade, Ele mesmo se encarregará de lhe dizer: “Saia de perto de mim, você que pratica a iniquidade. Eu nunca te conheci”. Acorda, Joãozinho, acorda enquanto ainda é tempo!

“Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.” – Isaías 55:6
***
Fonte: http://semforma.blogspot.com/2009/04/joaozinho-o-ultimo-apostolo.html#comment-form

PARA UM IRMÃO ENTRISTECIDO


"E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo".(II Cor.12:9)


Meu irmão, nós somos separados, mas somos pecadores.

Temos que lutar diariamente para sermos santos, mas somos pecadores.

Temos que vigiar e orar, para não cair em tentação, porque somos pecadores.

No decorrer de nossas vidas teremos momentos de tristeza, de angústia e de fraqueza.

Mas precisamos nos mirar no exemplo de Jesus, que é o nosso modelo. Ele nos ensina que: "Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo".(João 16:33)

E temos que confiar em Jesus, no seu amparo, na sua mão amiga estendida para nós.

Não se desespere por causa de suas fraquezas. Nunca perca de vista que a força de uma pessoa, mais frequentemente do que se pensa, tem a sua origem na fraqueza.

A fraqueza é na verdade uma oportunidade, uma chance que se renova para que você possa se tornar mais forte.

Em sua segunda carta aos Coríntios, o apóstolo Paulo afirma que sentia prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições e nas angústias por amor de Cristo porque, “quando sou fraco, então sou forte”.

Ao sentir vergonha de suas fraquezas, use este sentimento como um trunfo, coloque no seu coração o firme desejo de vencê-las.

As pessoas mais bem-sucedidas são aquelas que sabem retirar o melhor das suas fraquezas e limitações.

Aprimorar suas áreas fortes é ótimo, entretanto, suplantar as suas fraquezas é ainda melhor, porque elas podem levá-lo a Deus, e com a força de Deus, suas fraquezas farão com que você conheça a vitória genuína.

Tenha a coragem de olhar para as suas fraquezas, compreendê-las, superá-las, lembrando sempre que pela graça somos salvos. 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

EM DEFESA DO EVANGELHO DO REINO


“Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado. Quem é aquele, como disseste, que sem conhecimento encobre o conselho? Na verdade, falei do que não entendia; cousas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia.”( Jó 42:2-3)

Eu sou novo na fé. Sou discípulo há apenas 25 anos. Antes, já havia ouvido falar de Jesus, mas não o conhecia. Nesse pouco tempo, tenho buscado conhecer a vontade de Deus, e mais que isso, praticá-la, como o Mestre nos insta a fazer em Lc.6:46.
 
E quanto mais eu leio, oro, aprendo, mais fico abismado com as teologias pregadas por alguns pastores, que vão completamente de encontro àquilo que foi pregado por Cristo e os Apóstolos; que contradizem completamente a sã doutrina, como a Teologia Relacional.

Na verdade, o teísmo (ou teologia relacional) é uma negação do Deus que conhecemos.

E apesar da idéia não ser nova, alguns teólogos (principalmente norte americanos, que há muito distorceram o evangelho) estão procurando reavivar a “teologia relacional”, que considera a concepção tradicional de Deus ( onisciência, onipotência, onipresença) como inadequada, ultrapassada e insuficiente para explicar a realidade.

Os pontos principais dessa teologia,são:

1.    1.O atributo mais importante de Deus é o amor. Todos os demais estão subordinados a este.

2. Deus não é soberano. Portanto, ele é incapaz de realizar tudo o que deseja, como impedir tragédias e erradicar o mal.

3. Deus ignora o futuro, pois ele vive no tempo, e não fora dele. Ele aprende com o passar do tempo. O futuro é determinado pela combinação do que Deus e suas criaturas decidem fazer.

4. Ao criar seres racionais livres, Deus estava se arriscando, pois não sabia qual seria a decisão dos anjos e de Adão e Eva. E continua a se arriscar diariamente.

5. Deus é passível de sofrimento e de erros em seus conselhos e orientações. Em seu relacionamento com o homem, seus planos podem ser frustrados.

6. Deus muda de acordo com as decisões de suas criaturas, ao reagir a elas. Os textos bíblicos que falam do arrependimento de Deus não devem ser interpretados de forma figurada. Eles expressam o que realmente acontece com Deus.

A pregação do evangelho, baseada nessa teoria, foge completamente ao ensino do Evangelho do Reino.

Muitos se esquecem que Deus é o mesmo de ontem, hoje e sempre; que o que foi escrito há dois mil anos, não perdeu a validade, ainda que muitos queiram mudar, por causa de uma equivocada teoria da modernidade, que tenta contextualizar a Palavra de Deus.

O Evangelho do Reino está prontinho há 2 mil anos. A  Bíblia não mudou em nada, nem seus ensinamentos.  

Se o seu pastor não ensina o verdadeiro e único Evangelho do Reino, fuja dele. Busque uma igreja onde ele é ensinado; onde Deus continue sendo amor, mas também ira e justiça.

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

Minha lista de blogs

Seguidores

Quem sou eu

Minha foto
Itabuna, Sul da Bahia, Brazil
Sou um discípulo de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo

Arquivo do blog