VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

O NASCIMENTO DE JESUS



“Ela dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel que quer dizer Deus conosco. “ (Mateus 1:23)

O Natal no ocidente é comemorado em 25 de Dezembro. A data foi instituída pelo Papa Libério,  no ano de 354 da era cristã. Com a divisão da igreja no ano de 1054, a parte do Ocidente ficou sendo conhecida como Igreja Católica Romana e a parte do Oriente como Igreja Ortodoxa Oriental, esta última estabeleceu as comemorações do nascimento de Jesus em 7 de Janeiro. 

Mas sabemos com certeza que Jesus não nasceu em 25 de dezembro ou 7 de janeiro. Os estudiosos acreditam que Ele nasceu em março, outros entre o final de setembro e começo de outubro, próximo a Festa dos Tabernáculos, graças às pistas deixadas no Novo Testamento. 

Dezembro foi escolhido por causa das festas pagãs ao deus sol invencível, que aconteciam em dezembro, no chamado solstício do inverso. A idéia era associar Jesus ao sol, uma vez que a Palavra de Deus diz que Ele é a verdadeira luz do mundo - João 8:12 - e assim esvaziar as comemorações pagãs. 

Com a divisão da igreja ocidental a partir de 1517, e o surgimento da Igreja protestante, ou evangélica, o Natal voltou a ser questionado.

Uma parte da igreja evangélica não tem muito do espírito natalino e não concorda com a idéia de transformar o dia 25 em um dia santo, argumentando que há somente um dia santo, que é o dia do Senhor, o domingo. 

Essa parte também é contra as festas do natal, além de não concordar de ter cultos de natal e qualquer símbolo, como árvore, enfeite ou papai Noel.

Para outra parte da igreja evangélica, o natal é uma data para ser comemorada pelo povo de Deus, independente dos rumos folclóricos e mercadológicos que a comemoração tomou. 

Para esta parte, nós temos que celebrar lendo a bíblia, fazendo cantata, e lembrando que há uma saída, um ‘escape’, um salvador que ama o homem, entendendo que o verdadeiro sentido do Natal consiste no fato de Deus realmente amar o homem ao enviar o Seu Filho a este mundo, sendo  essa a razão pela qual devemos  celebrar. 

Apesar das dúvidas e questionamentos, o Natal está sendo comemorado por mais de 2 bilhões de pessoas. 

É a celebração do nascimento de uma criança que veio a este mundo há mais de 2000 anos. A celebração da vinda daquele que provocou profunda diferença neste mundo. 

Para aqueles que um dia receberam o Salvador em seus corações, o nascimento de Jesus Cristo encerrou para sempre a alienação dessas pessoas para com Deus. E no dia em que descobrirem, com certeza, qual foi o dia em que o Senhor Jesus se humilhou tornando-se homem, isto não terá mais a mínima importância.

O importante hoje, é saber que o nascimento de Jesus trouxe reconciliação. 

Essa reconciliação com Deus é a paz que os anjos cantaram no dia em que Cristo nasceu.

Graça e Paz! 

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

POR QUE AINDA PECAMOS?



“Porque a carne milita contra o Espírito, e o Espírito, contra a carne, porque são opostos entre si; para que não façais o que, porventura, seja do vosso querer.” (Gálatas 5:17)

Nós nos arrependemos, somos batizados e recebemos o dom do Espírito Santo. Somos então, novas criaturas.

Em nosso interior há uma nova criatura, liberta da escravidão do pecado. Esta nova criatura não tem nenhuma obrigação para com o pecado. Entretanto, o pecado habita em nosso corpo mortal.

Se já nascemos de novo, e há tanto poder na vida de Cristo em nós, por que ainda pecamos?

Acontece que esta nova criatura, este Novo Homem, ainda não recebeu um novo corpo, vai ainda utilizar o corpo velho. Vai ainda viver em um corpo com uma natureza pecaminosa, estragada.

Na redenção de todas as coisas, receberemos corpos novos (Romanos 8:23 ; II Coríntios 5:2). Mas até lá haverá em nós um conflito interior, que é a carne inclinando-se para o pecado e o espírito vivendo para Deus.

O Velho Homem só tinha uma maneira de viver: fazendo a vontade da carne. O Novo Homem, porém, pode viver de duas maneiras: inclinando-se para a carne ou para o espírito.

O Novo Homem quer agradar a Deus. Tem um novo espírito que quer fazer a vontade de Deus. Mas encontra em si a carne, uma natureza estragada que não quer agradar a Deus.“Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus; mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros.” (Romanos 7:22-23)

Os conflitos são diários: O espírito diz: ame, perdoe. A carne diz: brigue, reclame. O espírito diz: ore, satisfaça ao Senhor. A carne diz: durma, satisfaça a você mesmo. O espírito diz: pregue a palavra. A carne diz: não me faça passar vergonha.

 As lutas são o dia inteiro.

Mas esta não é uma batalha entre dois poderes iguais. Mesmo que a carne fale alto e tenha grande força, o pecado já não tem mais poder e autoridade sobre aquele que nasceu de novo.

Todos os homens estão debaixo de uma lei espiritual: a lei do pecado e da morte. Essa lei corrompeu a natureza humana e tornou o homem incapaz de fazer a vontade de Deus. Porém, em Cristo, fomos libertados da lei do pecado e da morte. Não estamos mais sujeitos a ela. Não somos mais escravos do pecado: “Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte.” (Romanos 8:2)

Entretanto, não podemos esquecer que embora não estejamos mais presos à lei do pecado e da morte, ela não foi ainda eliminada. O pecado continua presente em nossa carne.

O novo homem tem duas formas de andar: ou segundo a carne ou segundo o espírito. Ele decide se vai se inclinar para a carne ou para o Espírito.

Em Romanos 8:4-11 e Gálatas 5:16-25, o apóstolo Paulo fala das duas formas de andar: andar segundo a carne ou andar segundo o Espírito.

Como já vimos, o pecado ainda habita em nosso corpo mortal. Então temos em nós uma natureza espiritual, segundo o Espírito de Deus, e temos em nós também uma natureza carnal, influenciada pelo pecado. E podemos andar de acordo com uma ou com outra.

O Novo Homem, em seu dia a dia, decide se anda segundo a carne ou segundo o Espírito.

Andar no Espírito é a forma de andar na qual Cristo faz tudo em nós, por meio do Espírito Santo. Já não somos nós que fazemos tudo, é Cristo em nós. Ele anda por nós, Ele fala por nós, Ele age por nós. Enfim, Ele é nossa vida.

Em nosso novo coração, temos intenso desejo de ser santos e fazer a vontade de Deus. Entretanto, descobrimos diariamente que nossa carne não deseja que seja assim. Então enfrentamos esta luta dia após dia.

O que fazer então? Mais uma vez precisamos recorrer à fé e encontraremos o socorro de Deus. Antes éramos escravos do pecado e só podíamos andar segundo a carne. A carne era nossa única opção. Hoje, necessitamos crer que o Espírito Santo que está em nós é poderoso e vitorioso.

Andemos portanto no Espírito e não satisfaremos as paixões e desejos da carne.

Graça e Paz! 

domingo, 22 de dezembro de 2013

SUICIDIO DE CRISTÃO



“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. (II Timóteo 4:7)

O que pode levar um cristão ao suicídio? Tenho feito a mim esta pergunta, depois que li que, nos Estados Unidos, tem acontecido com uma freqüência assustadora, o suicídio de pastores.

Eu sou covarde o suficiente para nem pensar em tirar a própria vida, mas seriam os suicidas, corajosos, ou o desespero numa situação dessas é maior que o instinto natural de preservar a própria vida?

Quando estamos no mundo, vivendo sem os limites de Deus, fazendo a nossa própria vontade, não nos preocupamos com Deus, nem o que Ele possa pensar, mandar, fazer, porque, apesar de acreditarmos  na existência de um “ser superior”, isso não interfere no nosso viver.

Depois que conhecemos a verdade, somos libertos do engano e do nosso próprio eu. Passamos a viver conforme a vontade de Deus, fazendo aquilo que Ele quer que façamos.

Isso acontece pela fé. Vivemos pela fé. ”Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.” (Gálatas 2:20)

É por causa da fé que mudamos de caminho, nos arrependemos e passamos a andar no caminho estreito que leva ao Paraíso.

E o que acontece quando se perde a fé?

A Bíblia tem  dois exemplos interessantes. O primeiro, é quando fala do Apóstolo Pedro, que negou Jesus três vezes – Mateus 26: 69 a 75 – Mas quando se deu conta do pecado que havia cometido, chorou amargamente, arrependido. E no livro de Atos, vemos que Pedro, depois da morte de Jesus, mesmo temeroso, permaneceu em oração, manteve viva a fé no Salvador. Ao se reencontrar com o Senhor Jesus, Pedro é perdoado três vezes – João 21: 15 a 17.

O segundo caso, é o de Judas Iscariotes.  Ele traiu Jesus, arrependeu-se e devolveu as trinta moedas. Mas perdeu a fé. Desesperado, o que ele fez? Suicidou-se.

É apavorante a idéia de perder a fé. Para se ter uma idéia, basta ver a comparação que escreveu o Apóstolo Pedro: “Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro.  Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado; Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama.(II Pedro 2:20 a 22).

Na carta aos Romanos, o Espírito Santo, através do Apóstolo Paulo no ensina que nada pode nos separar do amor de Deus: “Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” (Romanos 8:38,39)

Um verdadeiro discípulo, tudo sofre, tudo suporta, porque sabe que sua casa não está neste mundo. Um cristão não comete suicídio.

Eu acredito que só pode cometer suicido, alguém que perdeu a fé no Salvador, E quem perde a fé não tem mais nada a perder.

Que Deus tenha misericórdia de nós.

Graça e Paz!

sábado, 21 de dezembro de 2013

PEGANDO A FÉ



“Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.”( Gálatas 2:20)

Cristo vivendo em nós não é “mais uma verdade” na vida cristã. É o princípio central da vida do discípulo de Jesus.

Mas é possível alguém que se arrependeu e teve uma experiência com Cristo, não experimentar esse poder da vida de Cristo agindo em sua vida? Sim. É possível.


Até mesmo pessoas que amam a vontade de Deus de todo coração, muitas vezes descobrem que não conseguem fazer a vontade de Deus.

O que está faltando? Está faltando fé no poder dessa vida de Cristo que está nele.

Há também, pessoas com problemas na igreja, que ainda são independentes e rebeldes. Não se arrependeram e não estão dispostas a renunciar a tudo por amor a Cristo.

O que está faltando? Neste caso, o que está faltando é arrependimento, sujeição a Cristo.

Em João 1:16, está escrito:“Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça.”  Se a Palavra de Deus diz que todos temos recebido da plenitude de Cristo, é porque todos recebemos.

O que é esta plenitude? É Sua santidade perfeita, Seu amor perfeito ao Pai,
Seu coração puro, perfeito e humilde. Essa é a plenitude de Cristo.

Porém, muitas vezes olharmos para nós mesmos nos perguntando: “Será que eu recebi essa plenitude, essa vida de Cristo em mim?”

Quando nos lembramos da briga de ontem, da amargura de anteontem, do ciúme da semana passada, da preguiça da semana retrasada, da impureza de três semanas atrás, nos perguntamos o que há de errado em nós.

Para respondermos esta pergunta devemos entender bem como é que se recebe esta plenitude.

No texto de João 1:16, a expressão “todos temos recebido”, na língua original em que foi escrita, é a palavra grega “lambano”. Esta palavra é muitas vezes usada no Novo Testamento e tem o significado de “pegar”.

A chave para receber a plenitude de Cristo, é a fé que recebemos e pegamos..

Quando Jesus diz a Pedro para jogar o anzol no mar e “pegar” um peixe, Jesus disse a Pedro: Vai, joga o anzol e “lambano” um peixe. Jesus estava dando o peixe, mas Pedro tinha que pegá-lo.

Recebemos pegando.

Conta-se de uma mulher muito pobre, que vivia sozinha em um casebre. O teto com goteiras, sujeira por todo lado, e a mulher enferma deitada em uma cama, sem poder levantar. Não tinha dinheiro para ir ao médico, nem comprar remédios. Um vizinho cristão compadeceu-se e foi visitá-la. Ao chegar lá, encontrou-a miserável, amargurada, triste e sem esperança. Depois de limpar um pouco a casa e alimentá-la, ele perguntou: “Posso orar pela senhora?”

Enquanto orava por ela, abriu os olhos e viu um quadro na parede.
Era um quadro esquisito. Não tinha nenhuma pintura. Tinha apenas muita coisa escrita.

Ao terminar de orar ele perguntou: “O que é isso aí na parede?”

Ela respondeu: “Ah, meu filho. Essa é a única coisa boa que eu tenho. Faz-me sentir um pouco mais digna. Sabe o que é? Eu não sei ler e nem sei o que está escrito aí. Mas há muito tempo atrás, eu tinha uns tios, gente de bem. Eram eles que me sustentavam e cuidavam de mim. Eu vivia muito melhor que agora. Mas eles eram velhinhos e um dia uma pessoa veio aqui e me disse que eles morreram e que me deixaram isso aí. Como era a única lembrança que eu tinha dos meus tios, eu juntei um dinheirinho e fiz essa moldura que esta aí. E toda vez que me sinto um pouco desanimada, eu olho para esse quadro e me lembro que eu não sou tão miserável assim e que tinha gente na minha família que era gente de bem.”

O irmão pegou o quadro e começou a lê-lo. E, enquanto o lia, seus olhos foram se arregalando. Aquele quadro era o comunicado de uma herança que os tios haviam deixado para ela. Aquela mulher era riquíssima, tinha milhões no banco, em nome dela.

Tinha uma enorme herança, poderia ter tudo o que quisesse, mas vivia uma vida miserável. Ela tinha uma herança porque lhe havia sido doada. Mas, ao mesmo tempo não a tinha, porque ainda não a havia pegado, pois não recebeu-pegando.

A resposta que Deus espera de nós para que tomemos posse de toda esta realidade é a fé. Deus quer fé. É dizermos: “Senhor eu creio na Tua Palavra. Eu creio que Cristo vive em mim, e que Ele tem todo o poder para cumprir toda a Tua vontade em mim”.

Pronto. É crer e agir de acordo com esta verdade, deixando Cristo fazer tudo em nós. É como se tivéssemos um tremendo motor dentro de nós.

Mas esse motor só funciona se acionarmos a chave. O motor é Cristo em nós. A chave é a fé. A fé que recebe-pegando.

Corremos o risco de que, a verdade acerca da vida de Cristo em nós, se torne uma doutrina guardada apenas nas escrituras.

Que não seja assim. Que Jesus Cristo seja nossa vida.

Somos ricos. Não vivamos uma vida de pobreza. Recebamos e desfrutemos de nossa herança, pegando-a.

Graça e Paz! 

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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