VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

domingo, 30 de setembro de 2012

Igreja: comunidade profética, encarnação do Evangelho do Reino!



Por Humberto Ramos
Qualquer comunidade de fé saudável constitui-se em uma igreja atuante que influencia a sociedade da qual faz parte. Foi assim nos primórdios da igreja e também no período da reforma; dois grandes marcos na história da cristã.

Existindo debaixo de um tempo em que impera o individualismo, a igreja não pode permitir que a mensagem do Evangelho seja relegada ao plano subjetivo, ou seja, não se pode permitir que a espiritualidade cristã, seguindo o curso deste tempo, fique restrita ao campo da individualidade e satisfação do ego humano.

Pode-se perceber, ao meditar nas sagradas letras, que o plano de Deus nunca fora gerar um bando de ermitões desgarrados pelos quatro cantos do mundo, nem tampouco que estivéssemos em meio às multidões sem, contudo, nos conectarmos uns aos outros, permanecendo dispersos e solitários, ainda que acompanhados.

Isto posto, pode-se entender que a igreja é constituída de um grupo de pessoas resgatadas do pecado a fim de vivenciar, agora (já), um Reino ainda não consumado (ainda não). É exatamente o que diz o insigne teólogo britânico John Stott, em seu livro Ouça o Espírito, Ouça o Mundo (ABU Editora). Assim, ao entender o propósito de ser da igreja, passamos a compreender como devemos agir em sociedade.

E como devemos agir? É mais fácil começar pelo “como não devemos agir”. A espiritualidade cristã não deve estar restringida ao paradigma culto-templo-clero. Isto é, uma igreja saudável não gerará crentes que dependam do culto, do tempo e do pastor para exercer sua espiritualidade. Isso não significa que eles não serão assíduos nas programações comunitárias. Pelo contrário, estes deverão tomar papel de grande importância levando a comunidade local a interagir com a sociedade de forma a tornar a igreja relevante, presente e manifestadora do Reino.

Ora, quando isso acontece, esta comunidade passa a exercer seu chamado profético. Posto que vivencia uma realidade ainda não instaurada em sua plenitude. São como militantes de um governo que ainda há de se implantar, mas que, no entanto, já está a florescer mesmo na vigência do atual governo que virá a ser suplantado.

Como seria este tal chamado profético da igreja? Com base no que pode ser lido nos Evangelhos (principalmente) e no restante dos livros da bíblia, este chamado, ao meu ver, possui duas facetas. A primeira faceta da igreja enquanto comunidade profética é que ela é portadora de uma mensagem de conciliação e redenção, em Cristo Jesus. A outra característica, a segunda faceta, é que ela também porta em sua mensagem o anúncio do juízo. Sendo assim, a igreja responde ao seu chamado profético quando oferece conciliação e redenção aos oprimidos, pobres, pecadores, e toda sorte de seres humanos que decidem se render ao Evangelho; por outro lado, constituindo parte também essencial em sua missão, ela aponta para um juízo vindouro que há de cobrar duras penas aos criminosos, corruptos, opressores e toda sorte de homens que rejeitarem a mensagem do Evangelho, rejeitando, desta forma, a Deus e ao próximo!

Quando uma comunidade cristã leva a sério seu chamado, ela passa agir de modo a anunciar estas coisas, ou melhor, estas duas mensagens. Vale ressaltar que isto vai muito além de participar de marchas, cultos públicos e qualquer tipo de eventos evangélicos os quais, na maioria das vezes, apenas festejam o crescimento evangélico e realizam orações ditas proféticas, mas que, no entanto, ocorrem desacompanhadas de uma práxis engajada que vá de encontro com o mal que se está repreendendo.

Basta olhar para a igreja primitiva para entender do que falo. Nos relatos do livro de Atos dos Apóstolos, por exemplo, o médico Lucas nos mostra uma igreja viva, ativa e com atos que refletiam na sociedade local ao ponto de ser mencionado que eles caíram na graça do povo (Atos 2. 47). Há também relatos históricos posteriores, datados de um período em que o Império Romano fora maltratado por uma terrível peste, constando que os líderes romanos estavam surpresos pelo fato de que, não obstante os males que atingiam a população do Império, os cristãos cuidavam não somente dos seus, mas também atentavam para os próprios romanos não-crentes.

Em suma, uma igreja bíblica é a que encarna o Evangelho de forma Integral, esta sim é comunidade profética e pode dizer: “O ESPÍRITO do Senhor DEUS está sobre mim; porque o SENHOR me ungiu, para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos; a apregoar o ano aceitável do SENHOR e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes; a ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê glória em vez de cinza, óleo de gozo em vez de tristeza, vestes de louvor em vez de espírito angustiado; a fim de que se chamem árvores de justiça, plantações do SENHOR, para que ele seja glorificado. E edificarão os lugares antigamente assolados, e restaurarão os anteriormente destruídos, e renovarão as cidades assoladas, destruídas de geração em geração…” (Isaias 61. 1-4)

* Humberto Ramos é editor do blog Visão Integral

sábado, 29 de setembro de 2012

Nascido Depois da Meia-Noite




Por A.W.Tozer

Entre cristãos afeitos a avivamentos tenho ouvido este ditado: "Os avivamentos nascem depois da meia-noite".

É um provérbio que, embora não inteiramente verdadeiro, se tomado ao pé da letra, aponta para algo bem verdadeiro.

Se entendemos que esse ditado significa que Deus não ouve a nossa oração por avivamento, se for feita durante o dia, evidentemente não é verdadeiro. Se entendemos que significa que a oração que fazemos quando estamos cansados e exaustos tem maior poder do que a que fazemos quando estamos descansados e com vigor renovado, outra vez não é verdadeiro.

Certamente Deus teria de ser muito aus­tero para exigir que transformemos a nossa oração em penitência, ou para gostar de ver-nos impondo-nos punição a nós mesmos pela intercessão. Traços destas noções ascéticas ainda se encontram entre alguns cristãos evangélicos, e, conquanto esses irmãos sejam reco­mendados por seu zelo, não devem ser desculpados por atribuir inconscientemente a Deus algum vestígio de sadismo indigno até dos seres humanos decaídos.

Contudo, há considerável verdade na idéia de que os avivamentos nascem depois da meia-noite, pois os avivamentos (ou quaisquer outros dons e graças espirituais) só vêm para os que os desejam com angustiosa intensidade.

Pode-se dizer sem reserva que todo homem é tão santo e tão cheio de Espírito como o deseja.  Ele não  pode estar tão cheio como gostaria, mas com toda a certeza está tão cheio como deseja estar.

Nosso Senhor colocou isto fora de discussão quando disse: "Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos". Fome e sede são sensações físicas que, em seus estágios agudos, podem tornar-se verdadeira dor.

A experiência de incontáveis pessoas que procuravam a Deus é que, quando os seus desejos se tornaram dolorosos, foram satisfeitos repentina e maravilhosamente. O problema não consiste em persuadir Deus a que nos encha do Espírito, mas em desejar a Deus o suficiente para permitir-Lhe que o faça.

O cristão comum é tão frio e se mostra tão contente com a sua pobre condição, que não há nele nenhum vácuo de desejo no qual o bendito Espírito possa derramar-se em satisfatória plenitude.

Ocasionalmente aparece no cenário religioso alguém cujos anelos espirituais insatisfeitos vão ganhando tanto volume e importância em sua vida, que expulsam todos os outros interesses.

Tal pessoa se recusa a contentar-se com as orações seguras e convencionais dos enregelados irmãos que "dirigem em oração" semana após semana e ano após ano nas assembléias locais.

Suas aspirações a levam longe e muitas vezes o tornam incômodo. Seus irmãos em Cristo, perplexos, sacodem a cabeça e olham uns para os outros com ar de entendidos, mas, como o cego que clamou por sua vista e foi repreendido pelos discípulos, "ele, porém, cada vez gritava mais".

E se não tiver ainda satisfeito as condições, ou se houver alguma coisa impedindo a resposta à sua oração, poderá prosseguir orando até as horas tardias da noite. Não a hora da noite, mas o estado do seu coração é que decide o tempo da sua visitação. Para este irmão bem pode acontecer que o avivamento venha depois da meia-noite.
Todavia, é muito importante que nós compreendamos que as longas vigílias em oração, ou mesmo o forte clamor e as lágrimas, não são em si mesmos atos meritórios.

Toda bênção flui da bondade de Deus como de uma fonte. Ainda aquelas recompensas das boas obras sobre as quais certos mestres falam tão servilmente, sempre em contraste agudo com os benefícios recebidos somente pela graça, no fundo são tão certamente de graça como o próprio perdão do pecado.

O mais santo apóstolo não pode ter a pretensão de ser mais que um servo inútil. Os próprios anjos subsistem graças à pura bondade de Deus. Nenhuma criatura pode "ganhar" nada, no sentido comum da palavra (de trabalhar para ganhar ou de receber por merecimento ou de adquirir pagando). Todas as coisas pertencem à bondade soberana de Deus e por ela nos são dadas.

A senhora Juliana resumiu lindamente isso quando escreveu: "Honra mais a Deus, e O agrada muito mais, que oremos fielmente a Ele por Sua bondade e nos apeguemos a Ele por Sua graça, e com verdadeiro entendimento, permanecendo firmes por amor, do que se empregássemos todos os recursos que o coração possa imaginar. Pois se usássemos todos os recursos, seria muito pouco, e não honraria plenamente a Deus. Mas em Sua bondade, a ação é mais que com­pleta, faltando exatamente nada... Pois a bondade de Deus é a oração mais elevada, e desce às partes mais fundas da nossa neces­sidade".

Apesar de toda a boa vontade de Deus para conosco, Ele não pode atender aos desejos do nosso coração enquanto os nossos desejos não forem reduzidos a um só. Quando tivermos dominado as nossas ambições; quando tivermos esmagado o leão e a víbora da carne, e calcado o dragão do amor próprio sob os nossos pés, e nos consi­derarmos verdadeiramente mortos para o pecado, então, e só então, Deus poderá elevar-nos à novidade de vida e encher-nos do Seu bendito Espírito Santo.

Ê fácil aprender a doutrina do avivamento pessoal e da vida vitoriosa; é coisa completamente diversa tomar a nossa cruz e afadigar-nos na escalada do sombrio e áspero morro da renúncia. Aqui muitos são chamados, poucos escolhidos. Para cada um que de fato passa para a Terra Prometida, muitos ficam por um tempo, olhando ansiosamente através do rio e depois retornam tristemente à segurança relativa das vastidões arenosas da vida antiga.

Não, não há mérito nas orações feitas a desoras, mas requer disposição mental séria e coração determinado deixar o comum pelo incomum no modo de orar. A maioria dos cristãos nunca o faz. E é mais que possível que as poucas almas que se empenham na busca da experiência incomum cheguem lá depois da meia-noite.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

SEPARANDO O JOIO DO TRIGO



De uns tempos para cá, escândalos públicos envolvendo pastores fizeram muito mal à igreja aqui na terra. Antes pessoas reverenciadas, hoje suspeitas até prova em contrário. Essa generalização é obra maligna.

Por conta dessa suspeição, muitos têm esfriado na fé, outro tanto tem apostatado, e ainda há aqueles “desingrejados”, ou seja, pessoas que acreditam que podem viver fora da comunhão dos santos.

Quando lemos os blogs voltados para a apologética, vemos informações nada agradáveis sobre a ação nada edificante de certos pastores, que incorrem em erro por desconhecimento ou má fé. Dificilmente lemos algo sobre pastores que foram chamados por Deus para Sua obra, e que dignificam o evangelho.

Hoje, conhecendo mais um pouco o Evangelho do Reino, tenho certeza que sou um homem abençoado. Deus – em sua grande misericórdia - sempre colocou em meu caminho, pastores preocupados com o crescimento espiritual de suas ovelhas. Gente que tenho grande satisfação em recordar.

Tive como meu primeiro pastor, o Rev. Natanael Inocêncio, na Igreja Metodista da Av. Liberdade. Eu era um menino de 15 anos, sozinho, sem nenhuma experiência, quanto mais experiência com Deus. Ele foi muito importante na minha vida. Foi extremamente amoroso, paciente e sábio, me ensinando a ser um cristão equilibrado.

Fosse ele um desses pastores do evangelho das ofertas, eu estaria perdido. Mas ele inculcou na minha jovem mente, valores básicos do cristianismo, que me ajudaram a sair das trevas em que estive metido por cerca de 20 anos.

Entre os 18 e 38 anos, estive completamente longe de Deus. Como um Jonas, fugia para não cumprir as ordens do Todo Poderoso. Até que um dia o Senhor naufragou o meu barco e me salvou.

E novamente Deus colocou no meu caminho um outro pastor preparado para desempenhar suas funções, comedido com dinheiro, preocupado com suas ovelhas e cheio do Espírito Santo: Elizeu Moreira, na Igreja Batista Filha de Sião.

Foi Elizeu quem me levou a conhecer o Evangelho do Reino, e o trabalho de homens de Deus como Ivan Baker, Jorge Himitian, Marcos Moraes, Mario Fagundes e outros irmãos abençoados.

Todos esses irmãos maravilhosos – dois deles, Natanael e Ivan, já na glória com o Pai - nunca foram, nem serão jamais perfeitos. E por acaso você é? Eles são humanos, pecam tanto quanto eu e você; são perdoados por Deus tanto quanto eu e você.

Hoje, mais do que nunca, sei o quanto um pastor é importante em minha vida. Quando as coisas apertam, é a meu querido pastor Gilvan Nunes a quem recorro, pois ele é vocacionado e tem a capacidade de me levar a buscar na Palavra de Deus, consolo e ou orientação.

Vamos fazer como os bereianos. Vamos confrontar os ensinamentos que ouvimos no púlpito com a Palavra revelada, e assim, deixar de lado a puerilidade e o senso de rebeldia característico da era pós-moderna.

Fujamos dos “falsos pastores”, mas reconheçamos os homens verdadeiramente chamados pelo Senhor para o sacerdócio. Pessoas confiáveis, com instrumentos maravilhosos de Deus para nos auxiliar em nossa difícil caminhada nesta terra.

Possivelmente quem generaliza as críticas contra “pastores” é alguém que foi magoado por sacerdotes mal preparados, foi ferido ou ignorado por ministros sem entendimento do amor de Deus.

Saiba que seu pastor é seu aliado. Mas todos eles têm em comum, a humildade, o amor pelas almas perdidas e a determinação de deixar as 99 ovelhas no aprisco enquanto enfrenta todas as dificuldades para achar aquela “uma” que se desgarrou do rebanho.

Se você não reconhece autoridade no pastor da comunidade que você frequenta, busque outra igreja e outro pastor, isso não é pecado. O importante é você ter um homem vocacionado por Deus para zelar por sua alma.

Sou grato a Cristo pelos pastores que tive e tenho. Homens que me abençoaram e me abençoam enormemente. E oro a Deus todos os dias por eles, em gratidão. Pois só o Senhor sabe a importância deles na minha vida ontem e hoje.

Nunca se esqueça que o fato de você ter um pastor que lhe guia, é mais uma prova do amor de Deus para com você.

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

POLÍTICOS EVANGÉLICOS



Estamos em período eleitoral, e nos arrais evangélicos, muito se tem falado em votar em políticos evangélicos. Eu acho isto um tremendo engano.

Quantos deputados federais "evangélicos" temos hoje? Qual a diferença que eles têm feito? E quantos senadores que também se dizem evangélicos? O que eles têm mudado na prática política?

Sou favorável que, se tivermos dois candidatos capazes para ocupar um cargo eletivo, que se dê preferência aquele que é temente a Deus. É por isso que precisamos, antes de votar, conhecer o candidato que receberá nosso voto.

E digo que precisamos conhecer a pessoa, por conta de uma triste experiência. Aconteceu na cidade em que moro, o caso de um político que se "converteu" seis meses antes da eleição,  começou a frequentar uma grande denominação, mas sua prática de vida continuou abominável. Para se ter uma idéia, esse cidadão, apesar de enxergar muito bem, aposentou-se como "cego". 

O pastor Renato Vargens escreveu sobre "razões porque eu não acredito que o Brasil precise de um presidente evangélico". Esse texto, poderemos muito bem usar para Prefeitos e Vereadores também.

"Volta e meia eu ouço alguns cristãos enchendo a boca para dizer  que o Brasil só vai tomar jeito quando elegermos um presidente evangélico.
Pois é, aqueles que me conhecem sabem que não advogo a idéia que comumente tem tomado conta de parte dos evangélicos, mesmo porque, não creio que o Brasil mudará mediante a eleição um presidente evangélico.  Na verdade,  ouso afirmar que o Brasil precisa muito mais do que isso. 
Sim!
Mais do que um presidente da República, o Brasil precisa do evangelho.

Mais do que um presidente da República evangélico, nosso país necessita de pastores santos, éticos e comprometidos com a verdade. 

Mais do que um presidente da República evangélico, nosso país necessita de pastores cujo ministério, está para além dos conchavos políticos que são inerentes a uma classe de pessoas inescrupulosas cujo objetivo na vida é locupletar-se do erário da nação

Mais do que um presidente da República evangélico, nós precisamos de um avivamento em nossas igrejas, precisamos de choro, quebrantamento, arrependimento de pecados e  genuínas conversões.

Mais do que um presidente da República evangélico, nós precisamos romper com o jeitinho brasileiro passando a viver  a vida cristã de forma santa e ilibada. 

Mais do que um presidente da República evangélico, nós precisamos testemunhar através de atos e atitudes o fato inexorável de que Cristo mudou as nossas vidas.

Mais do que um presidente da República evangélico nós precisamos pregar, viver, anunciar e testemunhar a todos quanto pudermos que o único agente capaz de mudar a vida do homem, e lhe conceder eternidade, bem como uma vida recheada de dignidade é o Senhor Jesus Cristo.

Por que de que nos adiantará termos um presidente da Republica evangélico e não sermos santos como o Senhor o é?  O que nos adiantará termos um presidente da República evangélico e não possuirmos junto a sociedade bom testemunho?  O que adiantará termos um presidente da República evangélico e não lutarmos pela moralidade, justiça e equidade da nação? O que adiantará termos um presidente da República evangélico e sermos imorais, corruptos e sujos em nossos comportamentos sociais?

Com certeza precisamos muito mais do que um presidente evangélico". 

Encerrando, eu acredito que precisamos de vereadores, prefeitos, governadores, deputados, senadores e até mesmo presidente, que sejam verdadeiros discípulos de Jesus. Pessoas que tenham um profundo temor de Deus e que façam a diferença nas assmbléias, câmaras e congresso nacional. Precisamos de juizes, policiais, jornalistas, funcionários públicos, médicos, advogados, motoristas e garis, que sejam discípulos do Senhor. Enfim, o que precisamos mesmo é de mais discípulos. Quando os tivermos em quantidade, a sociedade será moldada à imagem da Igreja, e não o que acontece hoje, quando a Igreja está sendo moldada à imagem do sistema mundano.

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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