VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

domingo, 5 de junho de 2011

O QUE É O PURGATÓRIO?


Segundo o "Catecismo da Igreja Católica Romana, o purgatório é uma condição na qual se encontram aquelas pessoas que "morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificadas, embora tenham garantida a sua salvação eterna". 

Assim, essas pessoas precisam passar por uma purificação "a fim de obterem a santidade necessária para que entrem na alegria do céu". Essa purificação, no entanto, não deve ser confundida com o castigo dos condenados ao inferno. 

Foi, sobretudo, nos Concílios de Florença (1442) e de Trento (1546) que a Igreja Católica formulou a doutrina do "fogo purificador", baseando-se em textos como Mateus 12.31, onde Jesus declara que a blasfêmia contra o Espírito Santo é um pecado que não será perdoado nem neste mundo nem no vindouro. Dessa afirmação, a Igreja Romana deduz que "certas faltas podem ser perdoadas no século presente, ao passo que outras, no século futuro"(idem, § 1031). 

Outra passagem citada é 1 Coríntios 3.15, que diz: "Se a obra de alguém se queimar, sofrerá ele prejuízo; mas o tal será salvo, todavia como que pelo fogo".

Os católicos romanos dizem que essa passagem alude à purificação temporal. O livro de II Macabeus 12.46 também é citado em apoio à doutrina do purgatório, uma vez que esta passagem sustenta a prática da oração em favor dos mortos. Para garantir a visão beatífica aos exilados no purgatório, a Igreja Católica recomenda as esmolas, as indulgências, as obras de penitência e as missas oferecidas em favor das almas.

                                                   A OPINIÃO DA IGREJA CATÓLICA ORTODOXA

Por sua vez, hoje a maioria, senão todos os teólogos da Igreja Católica Ortodoxa rejeitam a idéia do Purgatório, de qualquer forma. A maioria estaria inclinada a dizer que os fiéis mortos não sofrem nada. 

Outra escola sustenta que talvez eles sofram, mas se for assim, seu sofrimento é purificador mas não expiatório, pois quando um homem morre na graça de Deus, então Deus o liberta perdoando-lhe todos os pecados e não exige penalidades expiatórias: Cristo, o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo, é nossa única explicação e satisfação.

Além desses, um terceiro grupo prefere deixar a questão inteiramente em aberto: " evitemos formulações detalhadas acerca da vida após a morte, eles dizem, e preservemos uma reverente e agnóstica reticência". 

Segundo os católicos ortodoxos (Apophthegmata P.g.65, Antony, 2), quando Santo Antonio (Antão) do Egito estava certa vez pensando na divina providencia, uma voz veio a ele dizendo: "Antônio, pensa em ti próprio, pois isso que especulas são julgamentos de Deus, e não é para que Tu os conheça"                   

                     O que pensam sobre isso os Evangélicos?

Não é o "fogo" do purgatório que nos purifica no além, mas como disse o apóstolo João, é "o sangue de Jesus Cristo que nos purifica de todo pecado" (1 Jo 1.7). O melhor de tudo é que não precisamos esperar o além para sermos purificados. João ainda diz: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1.9).

A suficiência de Cristo descarta todo e qualquer outro meio de nos purificar e nos conduzir ao céu. Declarou o apóstolo Paulo: "Ele se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda iniqüidade, e purificar para si um povo todo seu, zeloso de boas obras" (Tito 1.14).

Aos Efésios, Paulo diz que por meio de Cristo temos "a redenção pelo seu sangue, a remissão dos nossos delitos, segundo as riquezas de sua graça" (1.7). Como, então, explicar as passagens citadas pelo catolicismo romano?

Em Mateus 12.31, Jesus simplesmente enfatiza a gravidade do pecado contra o Espírito Santo, dizendo que o perdão é impossível, não importando o tempo e o espaço.

O assunto de 1 Coríntios 3.15 gira em torno dos cristãos que hão de comparecer ao Tribunal de Cristo (Bema - palavra grega que significa pódio). Não para sermos julgados, mas, sim, galardoados. Nesse Tribunal, as pessoas receberão suas recompensas de acordo com as obras que realizaram (Ver 2 Co 5.10).

Quanto ao texto de II Macabeus, os discípulos de Cristo não o aceitam como escritura inspirada por Deus, não servindo, portanto, como prova escriturística. Ele serve apenas para revelar o costume pagão de alguns judeus. E não é tomado como norma para o povo de Deus.
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VOCÊ É RELIGIOSO OU DISCÍPULO?




Você já reparou que acostumar-se com algo não exige muito esforço? 

Repare no fato de alguém entrar em um recinto com um perfume muito doce e forte. Todos irão reparar. Alguns não gostarão, outros até se sentirão mal. Agora se você não pode sair deste local você naturalmente acaba se acostumando com este odor. Seja ele bom ou ruim.

Há um ditado interessante que diz: "o pecado é como o perfume, você acaba se acostumando com ele". Isto é real. 

Todo o perfume que passamos, tempos depois já estamos de tal forma acostumados com ele que nem notamos a sua presença em nós. Nós nos acostumamos tão facilmente com algo que isto se torna corriqueiro para nós.
Todavia, não podemos ter o Senhor como corriqueiro para nós

O que fez Jesus com os vendilhões do templo? Não estavam os homens daquela época acostumados com eles? Não estavam adaptados àquela situação? 

Vejamos qual é a posição do Senhor…

" Porque o meu povo fez duas maldades: a mim me deixaram, o manancial de águas vivas, e cavaram cisternas, cisternas rotas, que não retêm águas." (Jeremias 2:13)
 
              O que é uma cisterna? É um local para armasenar água. 


A religiosidade é como uma cisterna rota: começamos bem, mas no decorrer do tempo deixamos de beber da água da vida do Senhor e ficamos repetindo hábitos e orações, automaticamente, tipo ir ao "templo" no domingo, ou no sábado, ou na quarta. 

Nossa comunhão e nossa vida com Deus tem que ser diária, permanente, tal qual o maná no deserto que era sempre para um determinado dia.

Com freqüência ficamos com a história do passado ou, o que é pior, com a história dos outros. Temos que ter a nossa própria história com o Senhor. Temos que estar diariamente buscando da fonte e não cavando cisternas rotas.

Nos dias de hoje há muita confusão entre o religioso e o discípulo cristão. Precisamos aclarar isto cada vez mais. Devemos entender que o morno citado em apocalipse, que está a ponto de ser vomitado, está dentro da igreja. Não é do mundo que ele será vomitado, mas é para o mundo que será expulso.

A cada momento, a cada tempo mais cresce a distância entre o justo do ímpio, o que serve a Deus daquele que não serve a Deus.

Faça um exame sincero de consciência. Só você e Deus. E veja o que você é. Para facilitar, faremos um paralelo entre o religioso e o discípulo. 

Não temos o intuito de julgar, porém não podemos deixar ninguém em confusão. Todos devem saber como Deus o vê.


Religioso
Discípulo
Tem a bíblia centralizada no homem. Enxerga tudo o que Deus tem para ele: graça e salvação. Tem a bíblia centralizada em Deus. O que importa é o propósito eterno de Deus.
Interpreta a palavra mecanicamente, age como se ela fosse um tabuleiro de xadrez 2Co 3.6. Tem revelação de Deus. Compara coisa espiritual com coisa espiritual 1Co 2.12-14
Ouve verdades de Deus 2Tm 3.7. Ouve a Deus Hb 3.7-8. Ninguém pode ouvir a Deus e não mudar.
Obedece algumas regrinhas que as considera sumamente importante Mt 23.23. Ama a vontade de Deus e obedece a Cristo em tudo Jo 14.23.
Aprende a saber muita coisa 1Co 8.1b Aprende a guardar o que Cristo ensinou Mt 28.20.
Tem o eu no comando. Tem a Cristo no centro de sua vida – é alguém que se esqueceu de si mesmo.
Se esforça por imitar a Cristo, na carne Cristo vive nele Gl 2.20.
Canta muitos cânticos Louva ao Senhor.
Estuda sobre o Espírito Santo. Vive cheio do Espírito Santo Rm 8.5-9.
Faz orações. Fala, fala e não ouve. Fala com Deus, dialoga com seu Pai.
Confia sua vida a uma instituição religiosa Confia sua vida a igreja que é o corpo de Cristo.
Sua vida é uma eterna luta contra o mal. "Mente vazia oficina do diabo. Membros ociosos oficina do diabo". Não tem tempo para praticar o mal, seus membros estão ocupados com a justiça Rm 6.13.
Vive com sede Jr 2.13. Bebe muita água da vida.
Faz prosélitos Mt 23.15. Dá fruto (faz discípulos) Jo 15.1-6,8,16.
Não coloca sua vida na luz Jo 3.19-21. Anda na luz 1Jo 1.5-10.
Não reconhece as autoridades como vindas de Deus. Acata todas as autoridades delegadas Rm 13.1.
Seus olhos brilham para as coisas do mundo. Seu atrativo é o Senhor, ama a simplicidade de Deus.

O coração do religioso não se sacia, não se satisfaz com as coisas simples de Deus. 
O religioso tende matar sua sede no mundo, nos atrativos do mundo ou do poder, que pode ser intelectual.

O nosso Deus e Pai  deseja que todo aquele que se aproxima d’Ele, realmente viva como Ele quer e deseja, sem mesclas ou confusão.

sábado, 4 de junho de 2011

A VIDA É MARAVILHOSA


A sua vida pode ser maravilhosa se você colocar nela, o amor 

O amor faz a diferença a cada vez que se faz presente. 

Ele é capaz de produzir maravilhas em qualquer área da vida. 

Dê amor a alguém, e você estabelecerá uma conexão que resultará numa enorme e surpreendente gratificação para toda a existência. 

Ame o mundo a seu redor, e esse mundo ganhará um pouco mais de beleza e harmonia. 

Ame aquilo que você faz, e você se tornará muito mais feliz e eficiente. 

Acrescente amor ao conhecimento, e você terá sabedoria. 

Ame a vida preciosa que Deus graciosamente lhe tem dado, e você poderá encontrar significado até mesmo em seus momentos mais sombrios.

E acima de tudo ame a Deus sobre todas as coisas, e sua vida será abençoada.

A TUA FÉ DE CONSOLA?

Por Cícero Duarte Silva

Cristo morreu inutilmente. Sim ou não?

Como a frase condicional deixa perceber, o apóstolo Paulo era capaz de imaginar ambas as possibilidades, conforme declara em 1Coríntios 15.17. Com esse brusco desafio, confronta os cristãos de ontem e de hoje. Igualmente, de acordo com o texto citado, o não esvaziamento do túmulo constitui o critério que define o que é realmente cristão ou não. Uma pregação pode ser proferida nos mais límpidos tons ou em uma solenidade impressionante, mas ela torna desnecessária a palavra da cruz?

Em Corinto, alguns tinham se voltado contra Paulo e não estavam retendo firmemente a palavra por ele pregada. Tinham, na verdade, crido em vão e a fé que possuíam era inútil. Ainda que aceitassem a pregação que afirmava que Cristo havia ressuscitado dos mortos (e ainda estava vivo), diziam que não havia ressurreição dos mortos, isto é, dos crentes mortos.

Certo dia, assisti a um programa de TV sobre auto-ajuda conduzido por um apresentador de orientação religiosa publicamente espírita, que tratava do tema “perdas emocionais”, particularmente as perdas ligadas a entes queridos falecidos. Na ocasião, participava uma jovem senhora que, tendo perdido a mãe, sentia-se desorientada com a ocorrência. O apresentador lhe perguntou sobre sua crença a respeito da imortalidade e ela, declarando-se cristã evangélica, discorreu sobre a ressurreição dos mortos na segunda vinda de Cristo, e por aí foi. Aumentou-nos a curiosidade o fato de ela, após discorrer sobre sua fé, ter aceitado participar do programa. Mas, enfim! Foi quando o apresentador, fulminantemente, perguntou: “A tua fé sobre isso te consola?”. Ao que ela respondeu com um constrangido “Não”.

A essa parcela da igreja de Corinto que se reproduz hoje é bom que se diga que a ressurreição de Cristo e também a nossa ressurreição são partes de um mesmo e único plano de Deus. Jesus disse: “Porque eu vivo, e vós vivereis” (Jo 14.19). Jesus também falou para Marta, irmã de Lázaro: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; e todo aquele que vive [que ressuscitou depois de ter morrido] e crê em mim nunca morrerá” (Jo 11.25,26). “A ressurreição de Cristo é o amém a todas as suas promessas” (John Boys).

Se concluirmos que não há ressurreição dos mortos, então Jesus mentiu e não ressuscitou dos mortos. Assim, toda a pregação do apóstolo Paulo foi inútil e sem sentido. Ele e os demais apóstolos foram falsas testemunhas da ressurreição e da própria natureza de Deus e, nesse caso, estavam, na verdade, dando testemunho contra Deus.

Nossa fé, nossa salvação, depende do fato objetivo e literal de que Jesus ressuscitou dos mortos. Se Jesus não ressuscitou, então a cruz é vã, sua morte e o derramamento de seu sangue não expiaram nossos pecados e continuamos seguindo como pecadores culpados, sentenciados eternamente. Além disso, os que morreram com a fé posta em Jesus, já estariam perdidos para sempre, sem esperança.

Podemos, também, aplicar o inverso e este sim é verdadeiro e bíblico.

Aqueles que negam que Jesus ressuscitou, literal e objetivamente, dos mortos, estão negando a verdade fundamental do evangelho. Transformam a Bíblia, Jesus, os apóstolos e o próprio Deus em falsas testemunhas. Mas eles próprios são falsas testemunhas e não têm o direito de serem chamados cristãos, pois “o túmulo vazio de Cristo foi o berço da Igreja” (W. Robertson Nicoll).

De qualquer modo, estejamos alerta para que não haja em nossos lábios uma canção que diga “se estou sonhando, deixe-me sonhar”, evocando a idéia de que a “vida cristã é a melhor e mais feliz vida, então mesmo que não seja verdade, é bom ser cristão”, porque não cabe ao cristão sincero pensar assim.

Como o apóstolo disse, seria coisa miserável crer em algo que não é verdade e todo aquele que assim o faz deve ser lamentado.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

12 evidências bíblicas de que há vida após a morte


Doze Evidências Bíblicas de Vida Consciente após a Morte do Corpo, do Tormento Eterno dos Ímpios, do Gozo dos Crentes e da Perpétua Existência dos Espíritos.

                               Por Apologista Nélio Macedo

Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância (JO 10:10 b).

1) O ladrão condenado foi salvo e esteve com Deus no terceiro céu, o paraíso, no mesmo dia em que morreram ele e o Salvador. O texto também dá suporte a idéia de que a alma espiritual do homem tem consciência após a morte, lançando por terra a pregação daqueles que entendem que a alma é somente um componente que dá animação ao corpo como um programa de computador dá animação a um robô sem conferir-lhe personalidade, caráter, razão, consciência e individualidade.


LC 23:43 Respondeu-lhe Jesus: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.

2CO 12:2 Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo, não sei, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao terceiro céu. 2CO 12:3 E sei que o tal homem (se no corpo, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) 2CO 12:4 Foi arrebatado ao paraíso; e ouviu palavras inefáveis, que ao homem não é lícito falar.


2) O apóstolo Paulo admite a certeza de que estará com Cristo no Céu após morrer.

FP 1:21 Porque para mim o viver é Cristo, e o morrer é ganho. FP 1:22 Mas, se o viver na carne me der fruto da minha obra, não sei então o que deva escolher. FP 1:23 Mas de ambos os lados estou em aperto, tendo desejo de partir, e estar com Cristo, porque isto é ainda muito melhor. FP 1:24 Mas julgo mais necessário, por amor de vós, ficar na carne.


3) Cristo ensina a consciência ao admitir haver um juízo e um destino
para as almas dos homens após a morte.


HB 9:27 E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo
depois disso o juízo.


LC 16:19 Ora, havia um homem rico, e vestia-se de púrpura e de linho finíssimo, e vivia todos os dias regalada e esplendidamente. LC 16:20 Havia também um certo mendigo, chamado Lázaro, que jazia cheio de chagas à porta daquele; LC 16:21 E desejava alimentar-se com as migalhas que caíam da mesa do rico; e os próprios cães vinham lamber-lhe as chagas. LC 16:22 E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. LC 16:23 E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. LC 16:24 E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro, que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama. LC 16:25 Disse, porém, Abraão: Filho, lembra-te de que recebeste os teus bens em tua vida, e Lázaro somente males; e agora este é consolado e tu atormentado. LC 16:26 E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá. LC 16:27 E disse ele: Rogo-te, pois, ó pai, que o mandes à casa de meu pai, LC 16:28 Pois tenho cinco irmãos; para que lhes dê testemunho, a fim de que não venham também para este lugar de tormento. LC 16:29 Disse-lhe Abraão: Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos. LC 16:30 E disse ele: Não, pai Abraão; mas, se algum dentre os mortos fosse ter com eles,
arrepender-se-iam. LC 16:31 Porém, Abraão lhe disse: Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite.


4) O Mestre ensina que, mesmo que o crente esteja morto, sempre viverá,pois é Deus de vivos e não de mortos.

Jo 11:25 Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que morra, viverá; Jo 11:26 e todo aquele que vive, e crê em mim, jamais morrerá. Crês isto?

MT 22:32 Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó? Ora, Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos.

5) O Apocalípse ensina a consciência dos seres humanos após a morte do corpo.

AP 6:9 E, havendo aberto o quinto selo, vi debaixo do altar as almas dos que foram mortos por amor da palavra de Deus e por amor do testemunho que deram. AP 6:10 E clamavam com grande voz, dizendo: Até quando, ó verdadeiro e santo Dominador, não julgas e vingas o nosso sangue dos que habitam sobre a terra? AP 6:11 E foram dadas a cada um compridas vestes brancas e foi-lhes dito que repousassem ainda um pouco de tempo, até que também se completasse o número de seus conservos e seus irmãos, que haviam de ser mortos como eles foram.

6) Os salmistas ensinam que Deus guia o homem enquanto vivo e que o recebe na Glória após a sua morte.

Sl 49:14 Como ovelhas são arrebanhados ao Seol; a morte os pastoreia; ao romper do dia os retos terão domínio sobre eles; e a sua formosura se consumirá no Seol, que lhes será por habitação. Sl 49:15 Mas Deus remirá a minha alma do poder do Seol, pois me receberá.

Sl 73:21 Quando o meu espírito se amargurava, e sentia picadas no meu coração, Sl 73:22 estava embrutecido, e nada sabia; era como animal diante de ti. Sl 73:23 Todavia estou sempre contigo; tu me seguras a mão direita. Sl 73:24 Tu me guias com o teu conselho, e depois me receberás em glória.

7) Paulo ensina que, enquanto nesse corpo, estamos ausentes do Senhor, mas que após a morte o crente estará na Sua presença.

2 Co 5:1 Porque sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos de Deus um edifício, uma casa não feita por mãos, eterna, nos céus. 2 Co 5:2 Pois neste tabernáculo nós gememos, desejando muito ser revestidos da nossa habitação que é do céu, 2 Co 5:3 se é que, estando vestidos, não formos achados nus. 2 Co 5:4 Porque, na verdade, nós, os que estamos neste tabernáculo, gememos oprimidos, porque não queremos ser despidos, mas sim revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida. 2 Co 5:5 Ora, quem para isto mesmo nos preparou foi Deus, o qual nos deu como penhor o Espírito. 2 Co 5:6 Temos, portanto, sempre bom ânimo, sabendo que, enquanto estamos presentes no corpo, estamos ausentes do Senhor 2 Co 5:7 (porque andamos por fé, e não por vista); 2 Co 5:8 temos bom ânimo, mas desejamos antes estar ausentes deste corpo, para estarmos presentes com o Senhor. 2 Co 5:9 Pelo que também nos esforçamos para ser-lhe agradáveis, quer presentes, quer ausentes. 2 Co 5:10 Porque é necessário que todos nós sejamos manifestos diante do tribunal de Cristo, para que cada um receba o que fez por meio do corpo, segundo o que praticou, o bem ou o mal.

8) Tiago, irmão do Senhor, admite que o crente, mesmo depois de estar no sono da morte, vive na santa presença do Senhor.

I Ts 5:9 porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançarmos a salvação por nosso Senhor Jesus Cristo, I Ts 5:10 que morreu por nós, para que, quer vigiemos, quer durmamos, vivamos juntamente com ele.

9) Paulo admite que a família de Deus, o Pai dos crentes, também está no Céu.

Ef 3:14 Por esta razão dobro os meus joelhos perante o Pai, Ef 3:15 do qual toda família nos céus e na terra toma o nome, Ef 3:16 para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais robustecidos com poder pelo seu Espírito no homem interior.


10) O autor de Hebreus admite que os patriarcas estão a desejar a ressurreição, o que nos faz pressupor estarem tais homens conscientes mesmo após a morte de seus corpos.

Hb 11:13 Todos estes morreram na fé, sem terem alcançado as promessas; mas tendo-as visto e saudado, de longe, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra. Hb 11:14 Ora, os que tais coisas dizem, mostram que estão buscando uma pátria. Hb 11:15 E se, na verdade, se lembrassem daquela donde haviam saído, teriam oportunidade de voltar. Hb 11:16 Mas agora desejam uma pátria melhor, isto é, a celestial. Pelo que também Deus não se envergonha deles, de ser chamado seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade.

11) O Senhor Jesus mostra-nos o inferno como um lugar de punição ininterrupta para os descrentes e demais inimigos de Deus Pai.

MT 3:10 E também agora está posto o machado à raiz das árvores; toda a árvore, pois, que não produz bom fruto, é cortada e lançada nofogo.

MT 3:12 Em sua mão tem a pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca se apagará.

MT 13:40 Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo.

MT 13:50 E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes.

LC 13:24 Porfiai por entrar pela porta estreita; porque eu vos digo que muitos procurarão entrar, e não poderão. LC 13:25 Quando o pai de família se levantar e cerrar a porta, e começardes, de fora, a bater à porta, dizendo: Senhor, SENHOR, abre-nos; e, respondendo ele, vos disser: Não sei de onde vós sois; LC 13:26 Então começareis a dizer: Temos comido e bebido na tua presença, e tu tens ensinado nas nossas ruas. LC 13:27 E ele vos responderá: Digo-vos que não sei de onde vós sois; apartai-vos de mim, vós todos os que praticais a iniqüidade. LC 13:28 Ali haverá choro e ranger de dentes, quando virdes Abraão, e Isaque, e Jacó, e todos os profetas no reino de Deus, e vós lançados fora.

MC 9:43 E, se a tua mão te escandalizar, corta-a; melhor é para ti entrares na vida aleijado do que, tendo duas mãos, ires para o inferno, para o fogo que nunca se apaga, MC 9:44 Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. MC 9:45 E, se o teu pé te escandalizar, corta-o; melhor é para ti entrares coxo na vida do que, tendo dois pés, seres lançado no inferno, no fogo que nunca se apaga, MC 9:46 Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga.

MC 9:47 E, se o teu olho te escandalizar, lança-o fora; melhor é para ti entrares no reino de Deus com um só olho do que, tendo dois olhos, seres lançado no fogo do inferno, MC 9:48 Onde o seu bicho não morre, e o fogo nunca se apaga. MC 9:49 Porque cada um será salgado com fogo, e cada sacrifício será salgado com sal.

AP 20:10 E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre.


JD 1:6 E aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, reservou na escuridão e em prisões eternas até ao juízo daquele grande dia; JD 1:7 Assim como Sodoma e Gomorra, e as cidades circunvizinhas, que, havendo-se entregue à fornicação como aqueles, e ido após outra carne, foram postas por exemplo, sofrendo a pena do fogo eterno.

12) Mesmo morto há séculos, Moisés aparece ao Salvador no monte.

DT 34:5 Assim morreu ali Moisés, servo do SENHOR, na terra de Moabe,conforme a palavra do SENHOR.

MC 9:2 E seis dias depois Jesus tomou consigo a Pedro, a Tiago, e a João, e os levou sós, em particular, a um alto monte; e transfigurou-se diante deles; MC 9:3 E as suas vestes tornaram-se resplandecentes, extremamente brancas como a neve, tais como nenhum lavadeiro sobre a terra os poderia branquear. MC 9:4 E apareceu-lhes Elias, com Moisés, e falavam com Jesus. MC 9:5 E Pedro, tomando a palavra, disse a Jesus: Mestre, é bom que estejamos aqui; e façamos três cabanas, uma para ti, outra para Moisés, e outra para Elias.

JD 1:9 Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda.
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Importa obedecer a Deus do que aos homens



Eliseu da Cruz Moreira 

"Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens".
Atos 5:29

"Então Jesus lhes disse: Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus".
Mat. 22:21
Aqui está lançado um principio básico do Reino de Deus. Fazemos parte de um Reino que não está demarcado por território, porém temos um rei, um governo ao qual servimos de todo nosso coração. Somos seus súditos. Somos fiéis as leis do Estado enquanto não estão em conflito com as do Reino de Deus, as quais amamos.

Alguns acham que as leis humanas e seus governantes tem todo direito sobre nós. Pregam que devemos toda lealdade a eles, usando até mesmo as escrituras. Então cristãos sinceros passam a ter uma atitude de submissão cega, esquecendo de que Reino fazemos parte. Temos um único Rei a quem devotamos toda lealdade.

César nunca está satisfeito apenas com o que lhe pertence. Então muitos cristãos inverteram a ordem: Dão tudo a César e o resto a Deus.

Seremos perseguidos e amaldiçoados pelos homens quando dermos tudo a Deus e a César apenas o que é de César

Ultimamente, observando a vida cristã, percebo que o Estado, seus governantes e todos os sistemas deste mundo exigem dos seus súditos: suas almas, vidas, juventude, inteligência, tempo e lealdade. E que dêem a Deus o que sobrar ... se sobrar.

Realmente é impossível ser leal a dois reis ou ser súditos de dois reinos.

Quando se refere à família, César exige nossos filhos (Ex.10.10). Esse sistema quer formá-los sexualmente, espiritualmente, intelectualmente ... Toma dos pais a responsabilidade e com uma engenharia infernal trabalha contra todos os valores do nosso Rei. E o pior: muitos cristãos iludidos por uma lealdade de súditos, que só devemos ao Nosso Deus, deixam Satanás arrastar seus filhos para valores que agridem a Cristo e o Seu Reino.

César resolveu ditar as regras.

A igreja institucional permaneceu calada quando os governos ditaram a escravatura.

Permaneceu calada quando Hitler fazia um holocausto dos judeus, pois a maioria dos soldados de Hitler eram cristãos.

Quando no Brasil as leis eram contrárias ao divórcio, toda Igreja institucional era contra o divórcio. No entanto, quando o Estado instituiu o divórcio, a Igreja institucional mudou de posição e se alinhou com o Estado.

Hoje os que são contra o divórcio são estranhos para esta Igreja moderna.

Diante do feminismo a religião não consegue se impor, pois a tática de ridicularização é eficiente, faz calar aos que necessitam de aplausos e amam audiência.

Atualmente os pregadores não conseguem falar o que Deus pensa sobre o papel da mulher, então cada texto deve ser reinterpretado e a Bíblia reinventada para atender aos apelos daqueles que querem transformar a verdade de Deus em mentira. E qual a finalidade? Não ser chamado de machista ou perder os aplausos. Mas o que importa ser aplaudido por todos os homens e rejeitado por Deus?

E a política? Sinceramente ... Jesus não veio pregando sobre a necessidade de mudar o mundo ou de melhorar o mundo. Esse é o discurso dos que se opõem a verdade, pois este mundo está julgado e o seu príncipe também. Jesus veio para transformar indivíduos do mundo em cidadãos do Reino de Deus.

Neste caso o nosso lema é: Deus ou a Pátria, pois não há como ser Deus e a Pátria.

* Pr. Eliseu da Cruz Moreira é presbítero em Itabuna/Bahia

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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Itabuna, Sul da Bahia, Brazil
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