VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

sexta-feira, 22 de julho de 2011

ACEITAR JESUS!?

Nosso relacionamento com Cristo é uma questão de vida ou morte. O homem que conhece a Bíblia sabe que Jesus Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores e que os homens são salvos apenas por Ele, sem qualquer influência por parte de quaisquer obras praticadas. 

"O que devo fazer para ser salvo?", devemos aprender a resposta correta. Falhar neste ponto não envolve apenas arriscar nossas almas, mas garantir a saída eterna da face de Deus. 

Os cristãos "evangelicais" fornecem três respostas a esta pergunta ansiosa: "Creia no Senhor Jesus Cristo", "Receba Cristo como seu Salvador pessoal" e "Aceite Cristo". Duas delas são extraídas quase literalmente das Escrituras (At 16:31; João 1:12), enquanto a terceira é uma espécie de paráfrase, resumindo as outras duas. Não se trata então de três, mas de uma só. 

Por sermos espiritualmente preguiçosos, tendemos a gravitar na direção mais fácil a fim de esclarecer nossas questões religiosas, tanto para nós mesmos como para outros; assim sendo, a fórmula "Aceite Cristo" tornou-se uma panacéia de aplicação universal, e acredito que tem sido fatal para muitos. 

Embora um penitente ocasional responsável possa encontrar nela toda a instrução que precisa para ter um contato vivo com Cristo, temo que muitos façam uso dela como um atalho para a Terra Prometida, apenas para descobrir que ela os levou em vez disso a "uma terra de escuridão, tão negra quanto as próprias trevas; e da sombra da morte, sem qualquer ordem, e onde a luz é como a treva". 

A dificuldade está em que a atitude "Aceite Cristo" está provavelmente errada. Ela mostra Cristo suplicando a nós, em lugar de nós a Ele. Ela faz com que Ele fique de pé, com o chapéu na mão, aguardando o nosso veredicto a respeito dEle, em vez de nos ajoelharmos com os corações contritos esperando que Ele nos julgue. Ela pode até permitir que aceitemos Cristo mediante um impulso mental ou emocional, sem qualquer dor, sem prejuízo de nosso ego e nenhuma inconveniência ao nosso estilo de vida normal. 

Para esta maneira ineficaz de tratar de um assunto vital, podemos imaginar alguns paralelos; como se, por exemplo, Israel tivesse "aceito" no Egito o sangue da Páscoa, mas continuasse vivendo em cativeiro, ou o filho pródigo "aceitasse" o perdão do pai e continuasse entre os porcos no país distante. Não fica claro que se aceitar Cristo deve significar algo? É preciso que haja uma ação moral em harmonia com essa atitude! 

Ao permitir que a expressão "Aceite Cristo" represente um esforço sincero para dizer em poucas palavras o que não poderia ser dito tão bem de outra forma, vejamos então o que queremos ou devemos indicar ao fazer uso dessa frase. 

"Aceitar Cristo" é dar ensejo a uma ligeira ligação com a Pessoa de nosso Senhor Jesus, absolutamente única na experiência humana. Essa ligação é intelectual, volitiva e emocional. O crente acha-se intelectualmente convencido de que Jesus é tanto Senhor como Cristo; ele decidiu segui-lo a qualquer custo e seu coração logo está gozando da singular doçura de Sua companhia. 

Esta ligação é total, no sentido de que aceita alegremente Cristo por tudo que Ele é.
Não existe qualquer divisão covarde de posições, reconhecendo-o como Salvador hoje, e aguardando até amanhã para decidir quanto à Sua soberania. 

O verdadeiro crente confessa Cristo como o seu Tudo em todos sem reservas. Ele inclui tudo de si mesmo, sem que qualquer parte de seu ser fique insensível diante da transação revolucionária.
Além disso, sua ligação com Cristo é toda-exclusiva. O Senhor torna-se para ele a atração única e exclusiva para sempre, e não apenas um entre vários interesses rivais. Ele segue a órbita de Cristo como a Terra a do Sol, mantido em servidão pelo magnetismo do Seu afeto, extraindo dEle toda a sua vida, luz e calor. Nesta feliz condição são-lhe concedidos novos interesses, mas todos eles determinados pela sua relação com o Senhor. 

O fato de aceitarmos Cristo desta maneira todo-inclusiva e todo-exclusiva é um imperativo divino. A fé salta para Deus neste ponto mediante a Pessoa e a obra de Cristo, mas jamais separa a obra da Pessoa. Ele crê no Senhor Jesus Cristo, o Cristo abrangente, sem modificação ou reserva, e recebe e goza assim tudo o que Ele fez na Sua obra de redenção, tudo o que está fazendo agora no céu a favor dos seus, e tudo o que opera neles e através deles. 

Aceitar Cristo é conhecer o significado das palavras: "pois, segundo ele é, nós somos neste mundo" (1 João 4:17). Nós aceitamos os amigos dEle como nossos, Seus inimigos como inimigos nossos, Sua cruz como a nossa cruz, Sua vida como a nossa vida e Seu futuro como o nosso. 

Se é isto que queremos dizer quando aconselhamos alguém a aceitar a Cristo, será melhor explicar isso a ele, pois é possível que se envolva em profundas dificuldades espirituais caso não explanarmos o assunto.

Autor: A. W. Tozer

quinta-feira, 21 de julho de 2011

TRÊS PASTORES OU TRÊS PATETAS?



Se não fôsse trágico, seria ridículo. Fico imaginando como tem gente capaz de praticar ações como esta, com o único intuito de enganar incautos.

Esses homens, parece que são "pastores" de alguma denominação que prega o tal do evangelho da prosperidade, gente sobre a qual Jesus já profetizava viria a existir, como está escrito em Mateus 7: 21 a 23, e cujo destino é trágico.


“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas?
E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.” (Mateus 7:21 a 23)

O mais triste,é que muita gente é enganada por esses "pastores?" patéticos, porque não estão buscando Jesus, mas apenas benefícios materiais, apenas "negociar" com Deus, como se isto fôsse possível.

O apóstolo Paulo em sua II carta a Timóteo, (II Tm 4:3), já alertava que coisas como esta aconteceria: "Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências;"

Vejam o vídeo e orem para que o Senhor Jesus tenha misericórdia desses homens que desonram e escandalizam o verdadeiro Evangelho do Reino. 

Suportai-vos uns aos outros


                              
Essa foi à resposta de um menino haitiano a um repórter da CNN, no momento em que com muito sacrifício carregava seu irmão mais novo:
- Ele não é pesado, ele é meu irmão...

Colossenses 3,12-15: “Portanto, como eleitos de Deus, santos e queridos, revesti-vos de entranhada misericórdia, de bondade, humildade, doçura, paciência. Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente, toda vez que tiverdes queixa contra outrem. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai também vós. Mas, acima de tudo, revesti-vos da caridade, que é o vínculo da perfeição. Triunfe em vossos corações a paz de Cristo, para a qual fostes chamados a fim de formar um único corpo. E sede agradecidos...”


“Suportai-vos uns aos outros” não significa “Aturai-vos!”, mas antes “Sede o suporte uns dos outros!”

É um apelo à comunhão mais profunda, à solidariedade mais consequente, à presença mais fraterna!

Quando noto, no meu irmão, alguma coisa de incorrigível, consequência de dificuldades ou fraquezas e enfermidades físicas ou morais, porque não o suportar com paciência, porque não o consolar de todo o coração, segundo a Palavra de Deus?: «Os seus filhos serão levados ao colo e consolados sobre os joelhos»( Is 66,12)?

Será que me falta essa caridade que tudo suporta, que é paciente para aguentar, indulgente e forte para amar?

Na sua Paixão, Ele «tomou verdadeiramente sobre si os nossos sofrimentos», e, na sua misericórdia, «carregou as nossas dores» (Is 53, 4), amando aqueles que levava, levando aqueles que amava.

Aquele que, pelo contrário, se mostra agressivo e impaciente, indelicado e de má vontade para com o seu irmão fraco, doente, a sofrer, em dificuldade ou necessitado de conversão, aquele que arma uma ratoeira à sua fraqueza, qualquer que ela seja, submete-se manifestamente à lei do mal e cumpre-a.

Sejamos pois mutuamente compassivos e cheios de amor fraterno, suportemos as fraquezas uns dos outros, com aquele amor que Cristo nos ensinou.


Realmente  nos momentos mais difíceis, sentimo-nos só, precisando de um abraço amigo, de um conforto mesmo que seja através de apenas uma palavra ou um aperto de mão forte que nos leva a pensar não estamos sozinhos estou cercado de irmãos que são meus amigos...

Esta historia verdadeira mostra muito bem o sentimento de um verdadeiro cristão que não vê o caminhar junto com outros irmãos um peso e sim um privilegio uma honra dada por Deus, uma maneira sublime para exercermos nosso convívio com o mais fraco os chamados débeis e necessitados, pois para o verdadeiro cristão ser suporte o amparo para outros, nunca será um peso mais sim uma maneira de expressarmos o verdadeiro amor do Senhor sobre nossas vidas...

Jesus carregou uma cruz cujo peso não era somente o peso da madeira, mas um peso dos pecados da humanidade, e ali apesar do peso da dor, do cruel sofrimento Jesus não rejeitou, pois a cruz se torna menos pesada quando pensamos assim; “Ele não é Pesado, é meu irmão”...

Devemos cuidar do irmão como o próprio Cristo cuidaria. Independente de ter afinidade ou não, devo cuidar do irmão e antecipar suas necessidades.
Se necessário for carregar os irmãos nas costas…se necessário for dar a vida pelo irmão.
Ser cristão é pensar assim: Ele não é pesado, Ele é meu irmão, e quero ajudá-lo a dar mais um passo, a viver mais um dia, a enxugar as suas lágrimas mais uma vez, etc. A grande questão é que essa tarefa deve ser compartilhada. Não dá para apenas um carregar a todos, pois isso se tornaria muitíssimo pesado.
Mas se cada um de nós carregarmos apenas mais outro, ninguém sentirá o peso dessa possibilidade tão maravilhosa que Cristo nos oferece: Amar uns aos outros, como Ele mesmo nos amou!
Não espere para ser carregado. Concentre suas forças para apoiar, para sustentar, para encorajar, para compartilhar, para fazer de cada dia uma oportunidade de vivenciar o que Cristo nos deixou como legado de caráter.
E, quando, um dia, for você quem precisa de ajuda, que seu irmão diga sem titubear:

“Ele não é pesado! Ele já me carregou um dia, tenho prazer em carregá-lo hoje! Ele é meu irmão!!!...”

quarta-feira, 20 de julho de 2011

COMO PODEMOS NOS APROXIMAR DE DEUS?


Desde o princípio, quando Deus criou o homem, o seu desejo era relacionar-se com ele. Porém, o pecado separou o homem de Deus. O Senhor não podia mais ter comunhão com o homem morto. 
 
Mas, Deus não desistiu de seu propósito. Aleluia.
Ele mesmo providenciou o único meio para restaurar o homem e reconciliá-lo consigo: Jesus Cristo.

Ele é o novo, vivo e único caminho de acesso a Deus. Isto é possível, quando o homem se arrepende, nasce de novo e é justificado dos seus pecados por meio do sangue de Jesus.

Jesus é o novo, vivo e único caminho de acesso a Deus.

Hoje, podemos chegar até Deus e ter um relacionamento íntimo com ele. Esta é a verdade: Deus não está mais distante de nós. É muito importante compreender que não chegamos a ele pelo nosso merecimento, mas sim por meio do sangue de Cristo. Jamais tentemos aproximar-nos de Deus por meio de nossas boas obras. Deus não poderia receber-nos.

Nosso acesso não é porque somos bonzinhos. Não depende de nos sentirmos bem. É por causa do precioso sangue de Cristo. Se estamos vivendo uma vida em Cristo, andando na luz como ele está na luz, temos comunhão com ele. Podemos nos aproximar dele com intrepidez e plena certeza de fé, tendo nossos corações purificados de má consciência. Aleluia!

O que fazer na presença de Deus?

Nosso Senhor nos conhece melhor do que qualquer homem. Por isso não devemos buscar formas artificiais de falarmos com ele. Pelo contrário, a única coisa que ele exige é que sejamos muito sinceros e verdadeiros.

Mas vem a hora, e já chegou, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores.” (Jo 4:23)

Devemos ser naturais no relacionamento com Deus. Não usar palavras bonitas que não sejam do coração. 
Dizer o que sentimos. 
Declarar a ele o nosso amor.
Contar também a ele as nossas fraquezas e nossas tristezas. 
Compartilhar com ele as nossas alegrias, dando-lhe graças por tudo o que somos e por tudo que temos. 
Apresentar diante dele nossas ansiedades e necessidades. 
Louvar o seu nome em todo o tempo e declarar as suas maravilhas.
Confessar nossos pecados e buscar conhecer a ele e a sua vontade por meio das Escrituras. 
Enfim, buscar crescer a cada dia na comunhão e dependência total do Senhor.

Deus procura os que o adorem em espírito e em verdade, em três aspectos de nosso relacionamento com Ele:

 A oração
 O jejum
 A palavra

Que o Senhor nos conduza à plena comunhão com ele.

*Extraído de “Princípios Elementares – Comunhão com Deus”

terça-feira, 19 de julho de 2011

UM CONVITE À BOA PARTE

 “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” (Jo 15:15)

Um discípulo de Cristo não é um simples seguidor dos seus mandamentos e leis. É um amigo dele. Que grande honra!
Somos chamados a um relacionamento pessoal com Cristo. Não podemos viver somente de conhecer os seus mandamentos. Estaríamos perdendo o melhor da vida cristã.
Se alguém não se relaciona com Deus, mesmo que cumpra alguns de seus mandamentos, é um “religioso”. Alguém pode conhecer as palavras de Deus e não conhecer a Deus.
Também não podemos viver apenas da comunhão com os irmãos, embora seja algo muito importante. Necessitamos de um relacionamento pessoal e intenso com o Senhor. Não podemos substituir o relacionamento com Deus por nada nesta vida. Nem pelo relacionamento com os irmãos.

“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” (Jo 17:3)

O mais importante no presente e na vida futura é conhecer a Deus. Passaremos a eternidade nos relacionando com ele e conhecendo-o melhor. Nos céus, isto será tudo: relacionar-se com o Senhor, conhecê-lo e amá-lo cada vez mais. Que bem-aventurança.
E, já nesta vida, não há nada melhor do que desenvolver este conhecimento. Que aventura tremenda e desejável: conhecer e relacionar-se com o amado e Todo-poderoso Deus do Universo.
Na vida, nada se compara ao relacionamento com Deus. À medida que desenvolvermos este relacionamento, os momentos com o Senhor se tornarão mais prazerosos, até que chegará um dia no qual não existirá outra coisa que desejaremos fazer mais do que desfrutar dessa comunhão.
Além disto, um relacionamento intenso com o Senhor produzirá em nós um amor tal por ele, que qualquer serviço ou mandamento seu será suave. Jamais pensaremos em abandoná-lo. E, com grande alegria, perseveraremos até o fim. Mesmo sem ver a este Jesus, com os olhos humanos, nosso amor por ele crescerá e não diminuirá com o passar do tempo.

“... Jesus Cristo, a quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória...” (1Pe 1:8)

A boa parte

“Indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E certa mulher, chamada Marta, hospedou-o na sua casa. Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada aos pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos. Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me. Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada.” (Lc 10:38-42)

A história acima é muito especial. Nela, o Espírito de Deus nos revela o seu coração
Não troquemos a amizade com Jesus pelo serviço a ele.

Aprendamos essa preciosa lição: não troquemos Jesus pelo serviço a ele.
Servir ao Senhor é muito bom, é um grandíssimo privilégio. Mas, relacionar-se com ele é incomparavelmente melhor. Aceitemos seu convite de amor. Façamos como Maria, escolhamos a boa parte.

*Condensado de “Princípios Elementares – Comunhão com Deus”

Qual a diferença entre espírito e alma?


Alma e espírito são palavras que podem ter mais de um significado. E, algumas vezes, são usadas praticamente com o mesmo sentido.

A palavra alma relaciona-se com as necessidades básicas da vida e até mesmo com a própria vida. Então, poderá ser traduzida por “vida”, “alma”, “criatura”, “pessoa”, “apetite” (ou “desejo”), “mente” e o “próprio ser”. Tudo dependerá do contexto em que estiver sendo empregada.

O Senhor afirmou em sua palavra que a alma pode morrer (Ez 18.4,20), pois, nesse contexto, o termo “morte” significa separação, e não extinção.

O apóstolo Paulo diz que Deus nos vivificou quando ainda estávamos mortos em nossos delitos e pecados (Ef 2.1). Mas o homem não pode matar a alma. Somente Deus pode fazer perecer no inferno tanto a alma quanto o corpo (Mt 10.28).

Geralmente, os sectários apreciam somente as opções de tradução que se referem à alma como atributos do corpo, o que é um equívoco.

Enquanto a palavra alma ocorre muitas vezes nas Escrituras (cerca de 380) referindo-se às pessoas e abrangendo o relacionamento do eu com o mundo exterior, a palavra espírito ocorre cerca de 550 vezes em referência a pessoas e, algumas vezes, abrange o relacionamento do eu consigo mesmo e com Deus, de forma mais estreita.

Temos, ainda, as posições dicotômicas (doutrina que afirma que o homem é composto de corpo e alma ou espírito) e tricotômicas (doutrina que afirma que o homem é composto de corpo, alma e espírito).

Tais diferenças ainda causarão muitas discussões, contudo, todos estamos conscientes de que dicotômicos e tricotômicos vão estar um dia perante o tribunal de Deus, e que as pessoas salvas em Cristo Jesus têm a vida eterna e, durante a morte física, estarão com o Senhor aguardando a ressurreição do corpo.

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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