VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

QUAL A LOCALIZAÇÃO DO JARDIM DO ÉDEN?


O Jardim do Éden ou Paraíso tem sido considerado por muitos um mito. Por alguns um ideal. E ainda por outros, uma figura de linguagem de uma vida de deleite.

Também tem sido alvo de muitos estudos teológicos, pois ali está a gênese da humanidade, o nicho do egoísmo, da rebelião e do pecado.

Mas, acima de tudo, ali houve a promessa de um Redentor que não apenas restauraria o caminho, mas seria o próprio caminho, a verdade que liberta e a vida tão almejada (Jo 14.6).
Logo no início do relato bíblico encontramos detalhadamente informações sobre o Jardim do Éden. A Palavra de Deus nos diz: “E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços.

O nome do primeiro é Pisom; este é o que rodeia toda a terra de Havilá, onde há ouro. E o ouro dessa terra é bom; ali há obdélio, e a pedra sardônica. E o nome do segundo rio é Giom; este é o que rodeia toda a terra de Cuxe. E o nome do terceiro rio é Tigre; este é o que vai para o lado oriental da Assíria; e o quarto rio é o Eufrates (Gn 2.10-14).

A Palavra de Deus tem-se mostrado verdadeira em todos os níveis, seja no âmbito arqueológico, antropológico ou histórico. Ainda assim, alguns têm perguntado sobre a existência dos primeiros dois rios e sua união fluvial com os outros dois.

Temos a comprovação da existência de dois rios: Tigre e Eufrates, enquanto Pison e Giom não foram encontrados.

Podemos ter alguma idéia sobre esses rios pelos nomes que lhes são aplicados. O rio Tigre, provavelmente, tinha outro nome (Hidequel) ou ele era chamado por esse nome somente pelos hebreus. Entre o rio Tigre e o rio Eufrates ficava a região conhecida como Mesopotâmia, palavra que significa “entre rios”.

A Bíblia diz que do Éden saía um rio que se dividia em quatro cabeceiras. Isso demonstra que o Jardim deveria compor uma extensão considerável, talvez abrangendo dezenas de quilômetros, não era apenas um “quintal”.

Dentro desse hábitat, Adão pôde desempenhar sua primeira missão, dar nomes a todos os animais (Gn 2.19). Esse lugar de deleite (Éden) não excluía o trabalho, antes, o trabalho era edificante e trazia seus frutos.

É interessante notar que alguns estudiosos têm afirmado que a palavra “éden” teria sua origem do acádico edinu, que significa “campo aberto”. Contudo, o consenso geral é de que a palavra tem sua origem no hebraico eden, isto é “deleite”.

Se onde há fumaça pode haver uma clareira, então talvez o reflexo acadiano compartilha a idéia de um lugar amplo e de verdadeiro deleite.

O catedrático Antonio Neves de Mesquita, em sua obra “Povos e Nações do Mundo Antigo”, descreve a possível localização do Éden confirmando a etimologia de seu nome:
“A região norte da Mesopotâmia é realmente interessante, tanto na flora, como na fauna e no clima. Em volta da montanha onde o Eufrates tem a sua nascente, há um verdadeiro jardim. Os vales são ricos e produzem abundantemente uvas, tâmaras, morangos, pêras, figos e uma infinita variedade de outras frutas. As flores são lindas e de aroma particularmente inebriante. A parte oriental do lago Van é composta de pomares verdejantes e jardins, onde, ao lado da riqueza e abundância, a variedade de plantas odoríferas é de tal modo abundante, que embalsama o ar. O clima da região é um misto de tropical e temperado; o céu é sempre límpido e a brisa, refrescante; nos períodos de calor, torna-se encantadora a região. Se o jardim era como diz a narrativa bíblica, um encanto para o homem, e nós aceitamos o fato sem qualquer dúvida, e se houver um recanto na face da terra onde se possam encontrar vestígios desse encanto, só temos de aceitar a região da alta Mesopotâmia”.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A BÍBLIA E AS DISPENSAÇÕES


O estudo das Dispensações ajuda-nos a compreender o plano de Redenção traçada pela presciência de Deus, diretamente relacionada com os povos em suas classes específicas. (I Co 10.32).

Na revelação Paulina, os povos estão divididos em três classes distintas: Judeus, Gentios (gregos) e Igreja, onde cada um tem importância no plano Divino, e através das Dispensações Deus revela o futuro deles. Judeus, tem sido o povo escolhido de Deus, (Dt 7.6), descendente diretos de Abraão, Isaque e Jacó, chamados filhos de Israel, (Ex 14.15), nos quais se constituem a história do Velho Testamento. A Dispensação da Lei, foi exclusiva ao povo de Israel, pois Deus os tinha (e os tem) como nação especial. (Dt 33.29).

O futuro de Israel já está traçado pelas profecias Bíblicas. A Palavra mostra a renovação de Israel, política e espiritual. Politicamente, Israel está se restaurando a partir do nascimento do Estado de Israel, (Is 66.8; Am 9.15). Espiritualmente Israel será restaurado no Milênio, (Jl 2.28-32; Am 9.11), quando a Senhor voltar.

Gentios, significa, pertencente a qualquer das nações, fora da nação judaica. Os gentios são chamados na Bíblia de simplesmente "nações" (Dt 18.9).
Muito antes de existir Israel, todos eram gentios e passaram pelas dispensações de Deus, em cada uma tiveram oportunidade de salvação. Hoje os gentios estão incluídos no plano de salvação (Lc 2.32; Is 42.6). O livro de Atos nos mostra a Obra de Deus entre os Gentios, (At 9.15; 10.34).

A Igreja, o corpo místico de Jesus Cristo, (I Co 12.13), é a porta-voz da graça Divina, que congrega todos os salvos em Cristo Jesus, (Gl 3.28). Isto significa dizer que a Igreja não tem bandeira política, nem geográfica, Sua bandeira é o amor, (Ct 2.4).
A Igreja vive hoje a Dispensação da graça. e revela esta graça ao mundo, (Rm 3.24).

DEFININDO UMA DISPENSAÇÃO

Várias tem sido as definições para uma Dispensação. Vamos conhecer algumas delas:

a) A famosa Bíblia do Dr. Scofield diz: "Dispensação é um período de tempo no qual o homem é testada na sua obediência em alguma revelação específica da vontade de Deus."

b) O grande, El Dicionário de La Santa Bíblia diz: "Dispensação é o plano de conduta de Deus para os homens."

c)  N .L. Olson diz: "Dispensação é um período moral ou probatório."

d) R.M. Riggs disse: "O arranjo ordenado e a classificação adequada da verdade Divina, que proporciona o estudo dos períodos Bíblicos ou Dispensações, nos evitará extraviar-nos e nos livrará de muitas confusões na interpretação Bíblica."

Podemos agora entender que Dispensações são períodos de tempo, com revelações dos procedimentos de Deus para com o homem. E da parte do homem, é exigida a obediência a revelação de Deus.
O propósito de Deus em cada dispensação é colocar o homem debaixo de uma regra de conduta. Entretanto o homem tem falhado, salvos os que crêem na revelação Divina. (Hb 11.7)

Uma visão geral das Dispensações na Bíblia, nos leva a crer que elas se estendem desde a criação do homem até ao grande Trono Branco. A palavra Dispensação não aparece nos escritos do Velho Testamento. Ela é encontrada no Novo Testamento apenas quatro vezes, a primeira em (I Coríntios 9.17) e a última em (Colossenses 1.25).

AS DISPENSAÇÕES DO VELHO TESTAMENTO

A Bíblia, a Palavra de Deus, divide-se em duas partes distintas. A primeira parte ou Velho Testamento, mostra-nos todo o propósito divino para com o homem através de um plano Dispensacional.

a) A primeira Dispensação que vamos encontrar no Velho Testamento é: Inocência. Havia um propósito Divino nesta dispensação, provar a fidelidade do homem num ambiente perfeito e sob circunstâncias favoráveis. Nesta dispensação Deus faz uma aliança como homem e o estabelece como senhor da terra, (Gn 1.28). Lhe faz uma advertência. (Gn 2.17), vindo mais tarde o homem transgredir a ordenança Divina, (Gn 3.17). sendo assim expulso do Eden, (Gn 3.23).

b) A segunda Dispensação. Consciência, significa o direito de convicção própria, o conhecimento da natureza moral dos atos pessoais. Este período probatório vai da queda de Adão aos dias de Noé. O propósito Divino era o de provar a fidelidade do homem à Deus num ambiente de liberdade, seguindo sua própria consciência. Dois homens triunfaram: Enoque, (Gn 5.24) e Noé (Gn 6.9). Os demais falharam, (Gn 6.5). A justiça Divina veio sobre a terra através do dilúvio, (Gn 6.17). Apenas Noé e sua família se salvam, (Gn 6.18), seguidos de alguns animais, (Gn 6.19).

c) A terceira Dispensação, Governo Humano. Esta dispensação iniciou após o dilúvio, (Gn 8.15,16) e se estendeu até a chamada de Abrão, (Gn 12.1).
Deus como sempre tinha o propósito de provar o homem como sociedade, em sua consciência coletiva. Neste período surgem os povos a partir dos descendentes de Noé e Deus faz aliança com eles, (Gn 9.7). Como das outras vezes, o homem falhou e intentou contra os propósitos de Deus, (Gn 11.4). vindo com isto o juizo, (Gn 11.9).

d) A quarta Dispensação, Patriarcal. Estende-se da chamada de Abraão à Lei, no Sinai, (Gn 12.1, Ex 19.2). Dessa chamada, fé e obediência de Abraão, resulta Israel, o povo de Deus. É também conhecida como a dispensação da Promessa, (Gn 15.5,6). Esta dispensação tem sido inspiração e referência para a Igreja de hoje, visto que Abraão é nosso pai na fé, (Gl 3.9,14).

e) A quinta Dispensação, a Lei. Entende-se que este período foi do Sinai até Cristo, (Jo 1.17). Foi na verdade uma longa dispensação que viveu vários períodos da história. O propósito de Deus é provar a obediência de Israel à Lei, e avaliá-los como nação líder na terra e porta-voz da Palavra de Deus, (Ex 19.5,6). Israel falhou em sua missão, e por isso sofre as penas de sua desobediência, (Ez 22.15). Por desprezar o Filho de Deus, as conseqüências foram maiores ainda, (Mt 23.37-39).

AS DISPENSAÇÕES NO NOVO TESTAMENTO

a) A Graça. a sexta Dispensação. O Novo Testamento é agora palco de uma nova fase probatória. O Senhor Jesus estabelece Sua Igreja. (Mt 16.18) e com ela abre-se as portas da graça. Esta sexta Dispensação é também chamada de: Dispensação da Igreja e do Espírito Santo. Jesus inaugurou esta Dispensação, (Jo 1.17). Foi uma grande manifestação do Amor de Deus, (Tt 2.11).
O Espírito Santo inaugurou a Igreja, (At 2.4), trazendo para este tempo o poder de Deus para nossas vidas, (At 4.31).
Como nas demais dispensações, esta também tem um propósito, que é através de Cristo, chamar das trevas para Sua maravilhosa luz, (1 Pd 2.9), um povo Seu, especial, zeloso, de boas obras, (Tt 2.14).
A Dispensação da graça, é marcada pela Nova Aliança, (Mt 26.28), feita com o Sangue de Cristo, diferente da Aliança anterior feita com sangue de animais, (Ex 24.8).
Assim como no passado Deus responsabilizou Israel, na presente Dispensação, o Senhor Jesus tem responsabilizado Sua Igreja para ministrar Sua Palavra. (Mc 16.15-18); o evangelho completo, o evangelho do reino de Deus, (At 20.24). até que ele venha, (Ap 22.12), e assim estaremos para sempre com o Senhor, (I Ts 4.17).

b) O Milênio, a sétima Dispensação. Este período terá início na volta de Jesus Cristo à terra, conforme nos relata os últimos capítulos de Apocalipse. (Ap 19.11-21 e Ap 20.1,2,6).
Nesta Dispensação, Jesus será o Rei de toda a terra, (Mt 25.34), que julgará com justiça, (Ap 15.3).
Esta Dispensação terá uma característica toda especial, que desde o Velho Testamento é profetizada. Vejamos a seguir:
1) Satanás será amarrado, (Ap 20.1,2).
2) Este reino será universal, (Dn 7.14; Zc 14.9).
3) Jerusalém será a capital do reino, (Jr 3.17).
4) Haverá justiça e paz sobre a terra, (Is 11.5).
5) O reino animal sofrerá grandes mudanças, (Is 11.6-8).
6) A maldição da terra, (Gn 3.1 7), será tirada, (Is 35.1, Is 55.13, Zc 8.12).
7) Naturalmente a vida humana será prolongada, (Is 65.20,22, Zc 8.4).

Debaixo de todas estas bençãos, esta Dispensação, no seu fim será provada. A Bíblia afirma que Satanás será solto, (Ap 20.7), e sairá para enganar as nações. fazer guerra contra a cidade santa, (Ap 20.9) e por fim, o diabo será lançado no lago de fogo e enxofre, (Ap 20.10).

A Dispensação do Milênio terá fim com a chegada do Grande Trono Branco, onde acontecerá o julgamento final, (Ap 20.11,12). A partir daí, Novo Céu e Nova Terra, (Ap 21).

CONCLUSÃO

Em cada Dispensação houve um propósito de Deus para a humanidade. Deus nunca ficou sem testemunhas. Em cada período probatória alguém foi, é, e será salvo pelas misericórdias do Senhor, (Lm 3.22).

domingo, 14 de agosto de 2011

PAI É EXEMPLO


Hoje é o dia em que se convencionou homenagear os Pais. É apenas uma convenção humana.
Ser Pai é sê-lo todos os dias, e requer assumir, de fato, a grande responsabilidade dada por Deus. 

O homem deve conhecer, assumir e desempenhar seu papel. Também deve conhecer e aceitar o papel da mulher, dando lugar para que ela o exerça. 

Deus, ao criar o homem, lhe deu o governo do mundo.” E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.
E Deus os abençoou, e Deus lhes disse: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.”]

E desde o começo Deus responsabilizou o homem como condutor, como cabeça do casal. Tanto é assim, que quando Eva desobedeceu e comeu o fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, disse Deus a Adão: “Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida.
Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo.
No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás”.

No Novo Testamento aprendemos que “o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da Igreja(Ef.5:23).

Ser cabeça, significa assumir a responsabilidade geral da família, Governar com graça e amor. Ser o representante de Jesus para a família, ser o sacerdote do lar, expressar o caráter de Cristo com sua conduta. Não usar de sua autoridade para impor sobre a família os seus caprichos, mas orientá-la dentro da Palavra.

Ser cabeça, significa trabalhar para prover o sustento da família, amparar, cuidar e proteger a família, assumir a responsabilidade principal na disciplina dos filhos: afirmar os valores de sua masculinidade; iniciá-los nos negócios; na prática de esportes; dar educação sexual, etc...

Ser cabeça, significa ocupar funções de liderança na Igreja. Lembrando que a Igreja é o Corpo de Cristo, e não uma denominação, ou um templo onde as pessoas se reúnem, congregam...

Ser cabeça não é fazer tudo sozinho, pois o homem não é completo em si mesmo. Não é nenhum super herói.  Não é anular a mulher, pois ela foi dada ao homem como sua ajudadora. 

Ser cabeça, segnifica conversar com sua mulher e buscar a opinião dela. Delegar responsabilidades. É não provocar frustração e amargura na mulher. É saber apreciar a criatividade, o gosto e o “quase mágico” toque feminino.

Ser cabeça, significa amar a mulher como a si próprio. Amar a mulher como Deus ama a Igreja. (Ef.5:25)

Ser cabeça, significa  não provocar a ira dos filhos, mas criá-los na doutrina e admoestração do Senhor. Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele”.(PV 22:6)

Enfim, ser Pai, é bem governar a família, é exercitar amabilidade; abnegação; compreensão; dar proteção e cobertura à mulher, e nunca esquecer de cultivar romance e afeto conjugal.

É criar os filhos encaminhando-os para uma relação pessoal com Deus, ajudando na formação do caráter e nos hábitos alimentares e de higiene; dar clara consciência de sua identidade, capacidade de se relacionar com outros, assumir compromissos e sujeição à autoridade

PAI É SER EXEMPLO. QUE EXEMPLO VOCÊ É?

sábado, 13 de agosto de 2011

TELEVANGELISTAS BRIGAM POR HORÁRIO NA TV

Ter um programa na TV Aberta é certeza de bom faturamento. Por isso, os televangelistas vivem aplicando golpes baixos uns nos outros, buscando aumentar o horário de exibição de seus "milagres" e consequentemente a receita de suas "igrejas".

A mais nova disputa envolve o auto-denominado "apóstolo" Valdemiro Santiago, dono da Igreja Mundial do Poder de Deus, e o Pastor Silas Malafaia.

Valdomiro conseguiu “por de baixo dos panos” tirar um dos mais famosos televangelistas brasileiros do ar em um de seus principais meio de divulgação, às madrugadas de sábado na Band, e de quebra diminuir a concorrência, jogando R.R.Soares para escanteio.


Com uma proposta irrecusável oferecida no começo de junho deste ano, Valdemiro ofereceu mais que o dobro do valor que Silas Malafaia paga à Band para ficar com o horário do Pastor nas famosas madrugadas na emissora.

De acordo com informações, o valor oferecido foi 150% a mais do que já é pago pelo horário, os valores exatos não são divulgados, mas devem girar acima da casa dos 10 milhões de reais por mês.

O "apóstolo" Valdemiro se tornou o dono da madrugada da Band, já que com a oferta também tirou  R. R. Soares do ar, que tinha seu teleculto exibido após o programa do Pastor Silas. A nova programação do horário das 2 horas às 6:45 da manhã com a Igreja Mundial do Poder de Deus no comando começará a ser exibida em outubro. Os contratos já foram assinados.

“Traira!”
O Pastor Silas Malafaia foi procurado pela reportagem para comentar a mudança. Por meio de assessoria de imprensa, Valdemiro Santiago foi classificado como “traira” pela atitude. Na mensagem enviada a assessoria do Pastor afirma que “o Ap. Valdemiro Santiago é um verdadeiro TRAÍRA! Tudo que ele falou do R.R. Soares e Igreja Universal ele fez agora muito pior. (…) Ap. Valdemiro Santiago, QUE VERGONHA! QUE ABSURDO! QUE TRAÍRA!”

Na nota ainda é lembrado que o Pastor Silas Malafaia defendeu o próprio Valdemiro Santiago quando este comprou os horários do Missionário R. R. Soares na CNT tirando-o do ar no canal. Também é dito que o líder da Vitória em Cristo foi quem solicitou junto a direção da TV Globo para que eventos da Igreja Mundial fossem noticiados pela emissora, como já aconteceu, além de afirmar que teria o ajudado “em outras ‘coisitas’ mais que não interessa falar aqui…”

A assessoria ainda ataca indiretamente a Igreja Universal do Reino de Deus ao afirmar “Entendemos que de onde ele veio o DNA não podia ser diferente, isso é ESPÍRITO DE ESCORPIÃO! Pede ajuda e depois mata quem o ajudou!”.

Disputas
O "apóstolo" Valdemiro e o Pastor Silas estavam na disputa pela compra dos horários na madrugada no SBT. Após Malafaia se retirar da disputa, Santiago chegou a acertar valores, mas devido a burocracia gerada pela emissora de Silvio Santos decidiu mudar a estratégia e investir o dinheiro em outras formas de divulgação de sua igreja, uma delas seria a compra de um canal em São Paulo. A outra foi a compra do horário do Pastor Silas Malafaia.

Apesar de perder o horário da madrugada, constantemente usado nas divulgações de seu programa, Malafaia renovou com a Band o horário do meio dia nos sábados. O Pastor também possui horários nas emissoras Rede TV!, Boas Novas e CNT, não se sabe se voltará a disputa pelo espaço no SBT.
 Fonte: Gospel+

**Para quem não conhece os meandros desse "negócio", vale salientar que quando Silas Malafaia, que também é um adepto do tal "evangelho da prosperidade", cita o DNA em sua nota, ele quer lembrar que R.R. Soares começou seus negócios da fé juntamente com Edir Macedo, depois se separaram. E o Valdomiro também aprendeu tudo com Edir Macedo - de quem foi discípulo - e depois abandonou seu criador e fundou o próprio negócio. Então, o DNA e o Espírito de Escorpião, é o do dono da Universal.
Que Deus tenha misericórdia das pessoas que estão sendo enganadas por tais "pastores".

O ESPÍRITO SANTO HABITA EM NÓS


Um irmãozinho perguntou-me, como pode o Espírito Santo habitar em nós, visto ser ele uma pessoa. E para dificultar ainda mais, acrescentou uma lei da física, que “dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço, ao mesmo tempo".
 
A primeira coisa que devemos observar, é que estamos falando do mundo espiritual, e não do físico. Então a lei da física, não se aplica aqui.

Segundo, é preciso compreender que o Espírito Santo, como o próprio nome indica, é espírito, mas também é um Ser, dotado de personalidade própria. Não é meramente uma força ativa, ou influência espiritual, ou ainda uma simples emanação de Deus. 

No Antigo Testamento O encontramos como uma Pessoa Divina, possuidor de atributos divinos (Gn 1), participando da  criação (Gn 1.2; Jó 26.13; Sl 104.30).
Existem diversos símbolos do Espírito Santo nas Escrituras: azeite (Jo 3.34; Hb 1.9); água (Jo 7.38-39); vento (At 2.2; Jo 3.8); alguns confundem os símbolos do Espírito Santo com a sua natureza. 

É interessante notar, que existem diversos símbolos referentes a Jesus Cristo. Jesus é chamado de o Cordeiro que foi morto (Ap 5.6); pedra (1 Pe 2.6) e pão da vida (Jo 6.48). 

Se não atribuímos significação literal aos símbolos referentes a Jesus, porque querem alguns fazê-lo em relação ao Espírito Santo?

Em relação à Igreja, o Espírito Santo é visto como o único que pode regenerar uma alma, mediante seu toque operante e transformador (Jo 3.3-5). 

A presença do Espírito Santo, entre os discípulos, deve ser contínua e perpétua (Jo 14.6). É essa presença que produz frutos. 

Vemos a ação do Deus Triuno desde a fundação do mundo. ...Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho (Jo 3.16). O Filho deu sua própria vida (Jo 15.13). E o Espírito Santo intercede por nós com gemidos inexprimíveis (Rm 8.26). 

Alguns querem que anjos sejam seus mentores no caminho espiritual. As Escrituras, porém, ensinam que somente Deus pode conduzir o homem à vida eterna. Sua habitação portanto é pessoal, real, transformadora.

Jesus disse que voltaria para o Pai, mas que rogaria para que Ele nos desse um PARAKLETOS (traduzido para o português como consolador, mas que quer dizer, “outro semelhante a mim”). 

Para desfrutarmos plenamente da nova vida que ganhamos a partir do arrependimento e do batismo nas águas, precisamos ter a convicção de que o Espírito de Deus habita em nós, e entendermos as conseqüências dessa habitação.

Concluindo: confirmando a promessa de Jesus, o Espírito Santo habita nos discípulos de Cristo - desde o pentecostes - (At 2:1-6) nos capacitando para sermos testemunhas de Cristo; para anunciar o Evangelho do Reino e falar com autoridade e poder.





ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

Minha lista de blogs

Seguidores

Quem sou eu

Minha foto
Itabuna, Sul da Bahia, Brazil
Sou um discípulo de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo

Arquivo do blog