VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

quinta-feira, 12 de julho de 2012

APOCALIPSE


Apocalipse é uma palavra grega (apokalypsis), que quer dizer revelação, desvendamento. Ironicamente, o Livro de Apocalipse é considerado por muitos como o mais difícil livro da Bíblia Sagrada, prestando-se às mais variadas interpretações, e atribuindo-se a ele muitos mistérios.

Segundo a tradição, o Apóstolo João foi exilado na ilha de Patmos, pelo Imperador Diocleciano, para que ali morresse, pois a ilha era infestada de cobras venenosas. Mas João conseguiu sair daquele lugar e estabeleceu-se em Éfeso, onde escreveu o livro.

Os estudiosos datam o livro como escrito em torno do ano 90 d.C. É considerado profético, uma vez que tem muitas revelações divinas. Caracteriza-se pelo uso de visões simbólicas, como veículo de profecias, dentro do modelo usado por Daniel. 

Autores sensacionalistas vendem milhões de livros, ligando essas mensagens bíblicas com as manchetes do dia a dia. E uma grande variedade de seitas tem aparecido ao longo do tempo, graças às interpretações mais variadas, com ênfase no cumprimento de tais profecias.

Na verdade é um livro estudado há muitos anos, mas que continua sem uma concordância geral sobre ele, sobre seu real significado.

Alguns estudiosos enxergam nas visões e revelações, eventos que aconteceram no primeiro século da Igreja; outros, dizem tratar-se de acontecimentos realizados na Era Cristã; existem aqueles que mostram as profecias como algo que acontecerá no futuro, e finalmente, os que entendem que se trata de uma representação simbólica da luta entre o bem e o mal.

O que todos concordam é que o tema central do livro é o triunfo gradual do Reino de Deus, culminando com o Segundo Advento, ou Parusia, que é a volta gloriosa de Jesus, no fim dos tempos, para sentar-se no Trono e proceder ao Juízo Final.

Uma grande parte dos cristãos crê que o livro é uma obra ilustrativa do fato de que a mão de Deus opera em toda a história, e como forma de fortalecer os cristãos a suportar os sofrimentos, confiando sempre no Senhor.

O fato é que Apocalipse descreve eventos do mundo espiritual, que se refletem no mundo físico. E tudo leva a crer, que o desvendamento neste mundo físico só acontecerá com a volta do Senhor.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

AMOR ÁGAPE



Jesus sempre existiu. Um dia, no céu, resolveu esvaziar-se da sua Majestade e tomar a forma de homem. E quando isso aconteceu, para poder cumprir o que se havia proposto, humilhou-se até a morte, e morte de cruz. O apóstolo Paulo conta isso em sua carta aos Filipenses (2:6/8).

No evangelho de João, (3:16), o apostolo diz que “Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna”.

Ainda no evangelho de João, (15:13), Jesus declara que “ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos”.

No sermão do monte, (Mateus 5:43/44), Jesus ensina que devemos amar os nossos inimigos, devemos bendizê-los.

Divinamente inspirado, Paulo ao escrever aos Coríntios (1 Cor. 13:4 a 8), afirma que o amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; não trata com leviandade, não se ensoberbece; não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha..

Ninguém pode ter comunhão com Deus se, antes de tudo, não tiver amor. Amor e submissão é a chave para o Reino de Deus.

Uma amiga muito querida, falando sobre o dia em que Cristo foi preso, lembrou que durante todo o tempo ele esteve preocupado com seus discípulos e com seus carrascos. E ela me disse: - “que estranha pessoa era Jesus, que se preocupava até com seus oponentes, para que nada de mal lhes acontecesse!”

Ágape, o amor de Deus, é maravilhoso! Maior que seu amor, só sua misericórdia. Mas o que é a misericórdia, senão um extremado amor?

Este amor continua se derramando sobre a face da terra. Continua transbordando. Mesmo que muitos não se apercebam, o amor de Deus continua fazendo frutos todos os dias. Frutos de mudanças de vidas, de transformação de caráter...

Aqueles que são tocados pelo amor de Deus, se tornam novas pessoas; deixam de ser criaturas e passam a ser Filhos do Todo Poderoso; se transformam em coerdeiros, com Cristo, das benesses celestiais.

Não é fácil o caminho que leva ao Trono de Deus, pois o homem é basicamente mau. Mas como a Palavra de Deus nos garante que tudo que pedirmos ao Pai, em nome do Filho, ele nos concederá, conseguiremos chegar praticando a vontade de Jesus e pedindo ao Pai que sejamos cheios do Amor Celestial. 

Que o Espírito Santo, o Consolador, possa nos mostrar o caminho para o Reino de Deus.

AMÉM!

 

terça-feira, 10 de julho de 2012

TEMOS APÓSTOLOS NOS DIAS DE HOJE?


Por Renato Vargens

Algumas igrejas ditas apostólicas estabeleceram que para ser apóstolo o pastor deve ter no mínimo 12 igrejas sobre a sua supervisão. Aliás, nunca vi surgirem tantos apóstolos, como tem surgido nos últimos tempos. A cada novo dia, novos líderes apostólicos são consagrados ao ministério da moda, tomando para si prerrogativas que não lhes pertencem por direito.

Na verdade, os critérios de ordenação utilizados pelas igrejas apostólicas, contrapõem-se em muito as orientações bíblicas. As Escrituras Sagradas são claras em afirmar que algumas marcas deveriam caracterizar efetivamente o ministério apostólico, senão vejamos:

1. O apóstolo teria que ser testemunha do Senhor ressurreto.

Em Atos vemos os apóstolos reunidos no cenáculo conversando sobre quem substituiria a Judas. No cap. 1:21-22 lemos: “É necessário pois, que, dos homens que nos acompanham todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós , começando no batismo de João, até ao dia em que dentre vós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha conosco da sua ressurreição”. Paulo diz que viu Jesus ressurreto: “Não sou, porventura livre? Não sou apóstolo? Não vi a Jesus, Nosso Senhor?” (I Co 9:1).

2. O apóstolo tinha de ter um chamado especial da parte de Cristo para exercer este ministério.

3. O apóstolo era alguém a quem foi dada autoridade para operar milagres. Isso fica bem claro em II Co 12:12 - “Pois as credenciais do meu apostolado foram manifestados no meio de vós com toda a persistência, por sinais prodígios e poderes miraculosos”. Era como se ele dissesse: “Como vocês podem questionar meu ofício de apóstolo se as minhas credenciais foram apresentadas claramente entre vós”. Sinais, milagres e prodígios maravilhosos.

4. O apóstolo tinha autoridade para ensinar e definir a doutrina firmando as pessoas na verdade.

5. Os apóstolos tiveram autoridade para estabelecer a ordem nas igrejas. Nomeavam os presbíteros, decidiam questões disciplinares e questões doutrinárias, e falavam com autoridade do próprio Jesus: “... mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”(Jô 14:26).

Caro leitor, a luz destas afirmações para, pense e responda sinceramente: Será que diante destas prerrogativas os famosos apóstolos brasileiros podem de fato reivindicar o título de apóstolo de Cristo? Por acaso algum deles viu o Senhor ressurreto? Foram eles comissionados por Cristo a exercerem o ministério apostólico? Quantos dos apóstolos brasileiros ressuscitaram mortos? E suas doutrinas? Possuem elas autoridade para se contraporem aos ensinamentos bíblicos?

Pois é, infelizmente os "apóstolos" tupiniquins não possuem respostas a estas perguntas, o que corrobora com o posicionamento da ortodoxia evangélica que acredita que o ministério apostólico cessou com a morte dos apóstolos no primeiro século. Sem a menor sombra de dúvidas considero a utilização do título "apóstolo" por parte dos pastores brasileiros como uma apropriação indevida de um ministério que não existe mais.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

DIVISÃO ENTRE IRMÃOS


Muito se tem falado na unidade da igreja, pouco se tem falado sobre a falta de unidade dos irmãos nas próprias denominações. 

Outro dia escrevi sobre o fato de termos no Brasil mais de 190 mil instituições religiosas registradas como igrejas, e que não saberia dizer, com segurança, o que isto representa, qual o motivo de tanta divisão.

Infelizmente, o processo de desagregação e competição existente entre as muitas denominações, tem se repetido internamente e provocado rachas dentro delas, ocasionando o surgimento de “n” igrejas sob a denominação genérica de “batista”, “assembleia”, etc. É a Igreja “Batista” de não sei o quê; “Assembléia de Deus” isso ou aquilo, gerando uma falsa aparência de unidade nominal.

Por qualquer “dá-cá-aquela-palha”, muitos irmãos se desentendem e fundam novas “igrejas”. Esses irmãos esqueceram que: “ não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns dos outros. De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele.(1° Cor. 12:24,25)

E por incrível que pareça, ainda devemos agradecer a Deus quando a divisão é consumada por conta de ritos, e de usos e costumes. Bem pior é quando elas acontecem por causa de “lobos em pele de cordeiro”, que fundam muitas dessas “igrejas” - que são na verdade meras arapucas caça níqueis - comandadas por gente que leu a Palavra de Deus, mas que não pratica o Evangelho do Reino. Usa o nome de Deus em vão, conscientemente, buscando extorquir ovelhas desavisadas, levando muitos incautos à perdição.

A unidade entre os irmãos é possível e fundamental. Na carta aos Romanos (12:15), somos orientados a nos alegrarmos com os irmãos que se alegram e chorarmos com os que choram.
Tiago, o irmão do Senhor Jesus, nos ensina em sua epístola, que devemos confessar as nossas culpas uns aos outros e orar uns pelos outros. (Tiago 5:16).

Existe um louvor que diz “a começar em mim, quebra corações, prá que sejamos todos um, como tu és em nós”. Essa unidade só acontece entre verdadeiros discípulos de Jesus. Pessoas que ouvem o Mestre e fazem o que o Mestre manda. 

Essa unidade só é possível entre discípulos que compreendem que a Igreja é o Corpo de Cristo e “ assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação, Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros. (Romanos 12:4,5)

Diante disso, que cada um de nós se examine e peça ao Espírito Santo entendimento para aceitar e praticar a unidade. E acima de tudo nos ajude a não desanimar na obra do Senhor, confiantes de que  Deus está no comando da Igreja, e Sua Palavra nos revela que “as portas do inferno não prevalecerão sobre ela”. (Mateus 16:18)

domingo, 8 de julho de 2012

A VOZ DO VERBO


No princípio era o  Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (Jo 1:1.)

Qualquer homem de inteligência média, ainda que não instruído das verdades do cristianismo, chegando a ler esse texto, certamente concluirá que João tencionava ensinar que falar faz parte da natu­reza de Deus, ou seja, Ele deseja comunicar seus pensamentos aos outros seres inteligentes. Deus está sempre procurando falar de Si mesmo às Suas cria­turas. E a Bíblia inteira apóia essa idéia. Deus continua falando. Não somente falou, mas continua falando. Ele se comunica continuamente. Enche o mundo com Sua voz.

 "Ele falou, e tudo se fez." A razão de ser da lei natural não é outra senão a voz de Deus, imanente em Sua criação. Essa palavra que vem de Deus é o sopro divino que enche o mundo de potencialidade vital. A voz de Deus é a mais poderosa força que há na natureza, e, na realidade, a única força que atua na natureza, onde reside toda a energia pelo simples fato de que a palavra de poder foi proferida.

A Bíblia é a Palavra escrita de Deus; e, por haver sido escrita, está confinada e limitada pelas necessidades da tinta, do papel e do couro. A voz de Deus, entretanto, é viva e livre como o próprio Deus. "As palavras que eu vos tenho dito, são espírito e são vida." (Jo 6:36.) A vida está encerrada nas palavras proferidas por Deus. A Palavra de Deus, na Bíblia, só tem poder porque corresponde perfeitamente à palavra de Deus no universo. É a voz presente no mundo que dá à Palavra escrita todo o seu poder. De outro modo, estaria para sempre adormecida, aprisionada entre as páginas de um livro.

A Palavra de Deus é viva e poderosa. No princípio Ele falou ao nada, e o nada se tornou em alguma coisa. O caos a ouviu e se fez ordem, as trevas a ouviram, e se transformaram em luz. "E disse Deus. . . e assim se fez." Essas sentenças gêmeas, como se fossem causa e efeito, ocorrem em todo o relato da criação, no livro de Gênesis. O disse explica o assim se fez. O assim se fez é o disse, posto em forma de presente contínuo.

Deus está aqui, e está sempre falando. Essas verdades são o pano de fundo de todas as  verdades bíblicas. Deus não escreveu um livro para enviá-lo através de mensageiros e ser lido à distância, por mentes desassistidas. Ele "falou" um livro e vive em Suas palavras proferidas, constantemente afirmando as Suas palavras e outorgando-lhes o poder que elas têm, pelo que também persistem através de todos os séculos.

Deus soprou sobre o barro, e este se transformou em homem; Ele sopra sobre os homens, e estes se tornam barro. "Porque tu és pó e ao pó tornarás" (Gn 3:19) foi a palavra proferida quando da queda, mediante a qual decretou a morte física de todo homem, e não foi necessário dizer mais nenhu­ma palavra. O triste curso da humanidade, em toda a face da terra, desde o nascimento até à sepultura, é prova de que Sua palavra original foi o bastante.

Essa voz universal de Deus era chamada de sabedoria, pelos antigos hebreus, e dizia-se que estava em toda a parte investigando e perscrutando toda a face da terra, buscando alguma reação favorá­vel da parte dos filhos dos homens. O oitavo capítulo do livro de Provérbios começa com as palavras: "Não clama porventura a sabe­doria, e o entendimento não faz ouvir a sua voz?" O escritor sagrado, em seguida, pinta a sabedoria como uma bela mulher, postada "no cume das alturas, junto ao caminho, nas encruzilhadas das veredas". E faz ouvir a sua voz em todos os lugares, de tal maneira que ninguém pode deixar de ouvi-la. "A vós outros, ó homens, clamo; e a minha voz se dirige aos filhos dos homens." Então conclama os simples e os néscios para que lhe dêem ouvidos.

O que a sabedoria de Deus requer é a reação espiritual favorável da parte dos homens, uma resposta que ela sempre tem buscado, mas que raramente tem conseguido. A tragédia é que nosso bem-estar eterno depende de ouvirmos,  mas  nós  temos  feito  ouvidos  moucos.

Quando do céu Deus falou ao Senhor Jesus, muitos homens que ouviram a voz explicaram-na como sendo fenômenos naturais. Diziam ter ouvido um trovão. Esse hábito de apelar às leis naturais para explicar a voz de Deus é a própria raiz da ciência moderna. Nesse universo que vive e respira, há algo misterioso, por demais mara­vilhoso, por demais tremendo para que qualquer mente o compreen­da.

O crente não exige explicações, mas dobra os joelhos e adora, sussurrando: "Deus meu". O homem mundano também se inclina, mas não para adorar. Inclina-se para examinar, para pesquisar, para descobrir a causa e o funcionamento das coisas. O que ocorre é que estamos vivendo na era secular. Estamos acostumados a pensar como cientistas e não como adoradores. Sentimo-nos mais inclinados a pensar do que a adorar.

Cada um de nós já experimentou sensações impossíveis de serem explicadas: um súbito senso de solidão, ou um sentimento de admi­ração e espanto em face da vastidão universal. Ou, como que rece­bendo um raio de luz de um outro sol, tivemos uma revelação mo­mentânea de que pertencemos a um outro mundo, e que nossa origem se explica em Deus.

O que então sentimos, ouvimos ou vimos, talvez tenha sido contrário a tudo quanto nos tem sido ensinado nas escolas, ou esteja em total conflito com nossas crenças e conceitos. Naquele momento, em que as nuvens se dissiparam e tivemos aquela revela­ção pessoal, fomos forçados a afastar as dúvidas costumeiras. Por mais que queiramos explicar essas coisas, penso que não estaremos sendo sinceros, enquanto não admitirmos pelo menos a possibilidade de que tais experiências venham da presença de Deus no mundo, bem como, de Seus persistentes esforços para comunicar-Se com a humanidade.

A voz de Deus é amiga. Ninguém precisa temê-la, a menos que já tenha resolvido resistir a ela. O sangue de Jesus Cristo cobriu não apenas a raça humana mas também toda a criação. "E que, havendo feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as cousas, quer sobre a terra, quer nos céus." (Cl 1:20.) Nós podemos falar, com toda segurança, de um céu que nos é propício. Tanto os céus como a terra estão cheios da boa-vontade daquele que veio manifestar-se na sarça ardente. O sangue santo de Cristo, na expiação, garante isso para sempre.

Quem quiser aplicar os ouvidos, ouvirá a voz de Deus. "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus." (Sl 46:10.) Ele disse isso antigamente e ainda diz o mesmo hoje, como se quisesse informar-nos de que nossa força e segurança dependem não tanto de nossa agitação. mas de nosso silêncio e serenidade.

Precisamos estar quietos para esperar em Deus. Se quisermos, podemos nos chegar a Deus e começar a ouvi-lO falar ao nosso próprio coração.

***Condensado do livro “Á Procura de Deus” de A.W.Tozer

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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