VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

segunda-feira, 16 de julho de 2012

CIDADÃO DO REINO


 “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.” (João 17:21)

Um irmão recém-convertido, no primeiro dia do seu discipulado, disse-me que estava preocupado em como seria sua vida daqui em diante. Ele confessou que não tinha a menor ideia de como deveria se comportar. E olhava para Bíblia com um jeito desanimado, pois não conhecia nada da Palavra de Deus.

Eu fiquei duplamente comovido. Com a sinceridade dele e com a lembrança de que eu também já estive em idêntica situação.

Assim como Deus providenciou irmãos generosos que me guiaram, o Espírito Santo vai me dar sabedoria para guiar esse irmãozinho no caminho da salvação.

Com todo carinho, a exemplo do que Paulo ensinou aos Coríntios - I Cor. 5:9, 10 - eu lhe disse que ele terá que conviver com todos aqueles que ainda estão em trevas, e que ele deve ser luz e sal em meio à escuridão.

E repeti para ele, o que Jesus disse ao interceder ao Pai pelos apóstolos e por todos nós que haveríamos de crer Nele, conforme João 17:16 a 20. Que a partir do momento em que nos submetemos ao senhorio de Jesus, passamos a ser cidadãos do Reino de Deus, não somos mais deste mundo. Mas temos que viver nele!

Lembrei que ele, ao mudar o rumo de sua vida, arrependendo-se, tendo descido às águas e nascido de novo, era uma nova criatura. Passou a ser cidadão do Reino de Deus. E como cidadão desse Reino, ele havia se transformado em filho de Deus, por adoção, pela Graça do sacrifício de Jesus na cruz.

E esse novo homem deve se revestir da justiça e santidade de Deus, deixando de lado a mentira, a ira, o adultério, a prostituição, a impureza sexual, a torpeza e a avareza.

E o acalmei, assegurando que é promessa de Jesus, conforme João 14:26, que o Espírito Santo – o Consolador - vai se encarregar de ensiná-lo sobre todas as coisas que Jesus ensinou.

Eu senti que o semblante dele desanuviou. Deu um longo suspiro, e um sorriso brotou em seus lábios.

Eu também sorri, lhe dei um longo e afetuoso abraço, dizendo que eu e ele somos membros do mesmo corpo: o corpo de Cristo. Que ele e eu, somos um. Que eu vou me alegrar com suas alegrias e ficar triste com suas tristezas. E que vamos nos ajudar mutuamente no caminho que leva à salvação.

sábado, 14 de julho de 2012

DECLARAÇÃO DE FÉ


 “Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;"  (II Timóteo 3 : 16)

A Bíblia Sagrada não erra. Nela não há contradições. Ela é a única fonte escrita, de revelação divina e também a única suficiente para constranger a consciência. 

A Bíblia, sozinha, ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado da independência. É o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado.

Diante de tal afirmativa, é preciso afirmar que todo aquele que verdadeiramente deseja se achegar a Deus, precisa conhecer as Escrituras. Nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo, disse que:” ...Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder  de Deus."  (Mateus 22 : 29)

Quando conhecemos a Palavra de Deus, tomamos consciência de que nossa salvação é realizada unicamente pela obra mediatória de Jesus. Temos a certeza que ele cumpriu sua obra na cruz, e que seu sangue nos comprou no mercado de escravos onde estávamos, e onde ainda estão aqueles que vivem nas trevas.

"Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem."  (I Timóteo 2 : 5).

Somos salvos unicamente pela graça. Nenhuma obra humana pode nos libertar da escravidão do pecado. Não temos mérito algum na salvação. Somos salvos por intermédio da fé, e não por mérito próprio.

"Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada."  (Gálatas 2 : 16)

Somos salvos pela Glória e para a Glória de Deus. Devemos viver nossa vida sob a autoridade de Deus.Tudo que fizermos, temos que fazer para a Glória de Deus.

"Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor."  (Romanos 14 : 8)

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Seguindo a Deus de Perto


                                                                                                                                          “A minha alma apega-se a ti: a tua destra me ampara” (Sl 63:8.).

O evangelho nos ensina a doutrina da graça preveniente, que significa simplesmente que, antes de um homem poder buscar a Deus, Deus tem que buscá-lo primeiro.

Para que o pecador tenha uma idéia correta a respeito de Deus, deve receber antes um toque esclarecedor em seu íntimo; que, mesmo que seja imperfeito, não deixa de ser verdadeiro, e é o que desperta nele essa fome espiritual que o leva à oração e à busca.

Procuramos a Deus porque, e somente porque, Ele primeiramente colocou em nós o anseio que nos lança nessa busca. “Ninguém pode vir a mim”, disse o Senhor Jesus, “se o Pai que me enviou não o trouxer” (Jo 6:44), e é justamente através desse trazer preveniente, que Deus tira de nós todo vestígio de mérito pelo ato de nos achegarmos a Ele. O impulso de buscar a Deus origina-se em Deus, mas a realização do impulso depende de O seguirmos de todo o coração. E durante todo o tempo em que O buscamos, já estamos em Sua mão: “... o Senhor o segura pela mão” (Sl 37:24.).

Nesse “amparo” divino e no ato humano de “apegar-se” não há contradição. Tudo provém de Deus, pois, segundo afirma Von Hügel, Deus é sempre a causa primeira. Na prática, entretanto (isto é, quando a operação prévia de Deus se combina com uma reação positiva do homem), cabe ao homem a iniciativa de buscar a Deus.

De nossa parte deve haver uma participação positiva, para que essa atração divina possa produzir resultados em termos de uma experiência pessoal com Deus. Isso transparece na calorosa linguagem que expressa o sentimento pessoal do salmista no Salmo 42: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo: quando irei e me verei perante a face de Deus?” E um apelo que parte do mais profundo da alma, e qualquer coração anelante pode muito bem entendê-lo.

A doutrina da justificação pela fé — uma verdade bíblica, e uma bênção que nos liberta do legalismo estéril e de um inútil esforço próprio — em nosso tempo tem-se degenerado bastante, e muitos lhe dão uma interpretação que acaba se constituindo um obstáculo para que o homem chegue a um conhecimento verdadeiro de Deus.

O milagre do novo nascimento está sendo entendido como um processo mecânico e sem vida. Parece que o exercício da fé já não abala a estrutura moral do homem, nem modifica a sua velha natureza. É como se ele pudesse aceitar a Cristo sem que, em seu coração, surgisse um genuíno amor pelo Salvador.

Contudo, o homem que não tem fome nem sede de Deus pode estar salvo? No entanto, é exatamente nesse sentido que ele é orientado: conformar-se com uma transformação apenas superficial.

Os cientistas modernos perderam Deus de vista, em meio às maravilhas da criação; nós, os crentes, corremos o perigo de perdermos Deus de vista em meio às maravilhas da Sua Palavra. Andamos quase inteiramente esquecidos de que Deus é uma pessoa, e que, por isso, devemos cultivar nossa comunhão com Ele como cultivamos nosso companheirismo com qualquer outra pessoa.

É parte inerente de nossa personalidade conhecer outras personalidades, mas ninguém pode chegar a um conhecimento pleno de outrem através de um encontro apenas. Somente após uma prolongada e afetuosa convivência é que dois seres podem avaliar mutuamente sua capacidade total.

Deus é uma pessoa, e nas profundezas de Sua poderosa natureza Ele pensa, deseja, tem gozo, sente, ama, quer e sofre, como qualquer outra pessoa. Em seu relacionamento conosco, Ele se mantém fiel a esse padrão de comportamento da personalidade. Ele se comunica conosco por meio de nossa mente, vontade e emoções.

O cerne da mensagem do Novo Testamento é a comunhão entre Deus e a alma remida, manifestada em um livre e constante intercâmbio de amor e pensamento.

Nós somos em miniatura, (excetuando os nossos pecados) aquilo que Deus é em forma infinita. Tendo sido feitos a Sua imagem, temos dentro de nós a capacidade de conhecê-lO. Enquanto em pecado, falta-nos tão-somente o poder. Mas, a partir do momento em que o Espírito nos revivifica, dando-nos uma vida regenerada, todo o nosso ser passa a gozar de afinidade com Deus, mostrando-se exultante e grato. Isso é este nascer do Espírito sem o qual não podemos ver o reino de Deus.

Se desejamos encontrar a Deus em meio a todas as exteriorizações religiosas, primeiramente temos que resolver buscá-Lo, e daí por diante prosseguir no caminho da simplicidade. Agora, como sempre o fez, Deus revela-Se aos pequeninos e se oculta daqueles que são sábios e prudentes aos seus próprios olhos.

É mister que simplifiquemos nossa maneira de nos aproximar dEle. Urge que fiquemos tão-somente com o que é essencial (e felizmente, bem poucas coisas são essenciais). Devemos deixar de lado todo esforço para impressioná-lO e ir a Deus com a singeleza de coração da criança. Se agirmos dessa forma, Deus nos responderá sem demora.

O homem, cujo tesouro é o Senhor, tem todas as coisas concentradas nEle. Outros tesouros comuns talvez lhe sejam negados, mas mesmo que lhe seja permitido desfrutar deles, o usufruto de tais coisas será tão diluído que nunca é necessário à sua felicidade. E se lhe acontecer de vê-los desaparecer, um por um, provavelmente não experimentará sensação de perda, pois conta com a fonte, com a origem de todas as coisas, em Deus, em quem encontra toda satisfação, todo prazer e todo deleite. Não se importa com a perda, já que, em realidade nada perdeu, e possui tudo em uma pessoa — Deus — de maneira pura, legítima e eterna.


***Condensação de artigo de A.W.Tozer

quinta-feira, 12 de julho de 2012

APOCALIPSE


Apocalipse é uma palavra grega (apokalypsis), que quer dizer revelação, desvendamento. Ironicamente, o Livro de Apocalipse é considerado por muitos como o mais difícil livro da Bíblia Sagrada, prestando-se às mais variadas interpretações, e atribuindo-se a ele muitos mistérios.

Segundo a tradição, o Apóstolo João foi exilado na ilha de Patmos, pelo Imperador Diocleciano, para que ali morresse, pois a ilha era infestada de cobras venenosas. Mas João conseguiu sair daquele lugar e estabeleceu-se em Éfeso, onde escreveu o livro.

Os estudiosos datam o livro como escrito em torno do ano 90 d.C. É considerado profético, uma vez que tem muitas revelações divinas. Caracteriza-se pelo uso de visões simbólicas, como veículo de profecias, dentro do modelo usado por Daniel. 

Autores sensacionalistas vendem milhões de livros, ligando essas mensagens bíblicas com as manchetes do dia a dia. E uma grande variedade de seitas tem aparecido ao longo do tempo, graças às interpretações mais variadas, com ênfase no cumprimento de tais profecias.

Na verdade é um livro estudado há muitos anos, mas que continua sem uma concordância geral sobre ele, sobre seu real significado.

Alguns estudiosos enxergam nas visões e revelações, eventos que aconteceram no primeiro século da Igreja; outros, dizem tratar-se de acontecimentos realizados na Era Cristã; existem aqueles que mostram as profecias como algo que acontecerá no futuro, e finalmente, os que entendem que se trata de uma representação simbólica da luta entre o bem e o mal.

O que todos concordam é que o tema central do livro é o triunfo gradual do Reino de Deus, culminando com o Segundo Advento, ou Parusia, que é a volta gloriosa de Jesus, no fim dos tempos, para sentar-se no Trono e proceder ao Juízo Final.

Uma grande parte dos cristãos crê que o livro é uma obra ilustrativa do fato de que a mão de Deus opera em toda a história, e como forma de fortalecer os cristãos a suportar os sofrimentos, confiando sempre no Senhor.

O fato é que Apocalipse descreve eventos do mundo espiritual, que se refletem no mundo físico. E tudo leva a crer, que o desvendamento neste mundo físico só acontecerá com a volta do Senhor.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

AMOR ÁGAPE



Jesus sempre existiu. Um dia, no céu, resolveu esvaziar-se da sua Majestade e tomar a forma de homem. E quando isso aconteceu, para poder cumprir o que se havia proposto, humilhou-se até a morte, e morte de cruz. O apóstolo Paulo conta isso em sua carta aos Filipenses (2:6/8).

No evangelho de João, (3:16), o apostolo diz que “Deus amou o mundo de tal maneira, que deu o seu filho unigênito, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha a vida eterna”.

Ainda no evangelho de João, (15:13), Jesus declara que “ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos”.

No sermão do monte, (Mateus 5:43/44), Jesus ensina que devemos amar os nossos inimigos, devemos bendizê-los.

Divinamente inspirado, Paulo ao escrever aos Coríntios (1 Cor. 13:4 a 8), afirma que o amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; não trata com leviandade, não se ensoberbece; não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade. O amor tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor nunca falha..

Ninguém pode ter comunhão com Deus se, antes de tudo, não tiver amor. Amor e submissão é a chave para o Reino de Deus.

Uma amiga muito querida, falando sobre o dia em que Cristo foi preso, lembrou que durante todo o tempo ele esteve preocupado com seus discípulos e com seus carrascos. E ela me disse: - “que estranha pessoa era Jesus, que se preocupava até com seus oponentes, para que nada de mal lhes acontecesse!”

Ágape, o amor de Deus, é maravilhoso! Maior que seu amor, só sua misericórdia. Mas o que é a misericórdia, senão um extremado amor?

Este amor continua se derramando sobre a face da terra. Continua transbordando. Mesmo que muitos não se apercebam, o amor de Deus continua fazendo frutos todos os dias. Frutos de mudanças de vidas, de transformação de caráter...

Aqueles que são tocados pelo amor de Deus, se tornam novas pessoas; deixam de ser criaturas e passam a ser Filhos do Todo Poderoso; se transformam em coerdeiros, com Cristo, das benesses celestiais.

Não é fácil o caminho que leva ao Trono de Deus, pois o homem é basicamente mau. Mas como a Palavra de Deus nos garante que tudo que pedirmos ao Pai, em nome do Filho, ele nos concederá, conseguiremos chegar praticando a vontade de Jesus e pedindo ao Pai que sejamos cheios do Amor Celestial. 

Que o Espírito Santo, o Consolador, possa nos mostrar o caminho para o Reino de Deus.

AMÉM!

 

terça-feira, 10 de julho de 2012

TEMOS APÓSTOLOS NOS DIAS DE HOJE?


Por Renato Vargens

Algumas igrejas ditas apostólicas estabeleceram que para ser apóstolo o pastor deve ter no mínimo 12 igrejas sobre a sua supervisão. Aliás, nunca vi surgirem tantos apóstolos, como tem surgido nos últimos tempos. A cada novo dia, novos líderes apostólicos são consagrados ao ministério da moda, tomando para si prerrogativas que não lhes pertencem por direito.

Na verdade, os critérios de ordenação utilizados pelas igrejas apostólicas, contrapõem-se em muito as orientações bíblicas. As Escrituras Sagradas são claras em afirmar que algumas marcas deveriam caracterizar efetivamente o ministério apostólico, senão vejamos:

1. O apóstolo teria que ser testemunha do Senhor ressurreto.

Em Atos vemos os apóstolos reunidos no cenáculo conversando sobre quem substituiria a Judas. No cap. 1:21-22 lemos: “É necessário pois, que, dos homens que nos acompanham todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós , começando no batismo de João, até ao dia em que dentre vós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha conosco da sua ressurreição”. Paulo diz que viu Jesus ressurreto: “Não sou, porventura livre? Não sou apóstolo? Não vi a Jesus, Nosso Senhor?” (I Co 9:1).

2. O apóstolo tinha de ter um chamado especial da parte de Cristo para exercer este ministério.

3. O apóstolo era alguém a quem foi dada autoridade para operar milagres. Isso fica bem claro em II Co 12:12 - “Pois as credenciais do meu apostolado foram manifestados no meio de vós com toda a persistência, por sinais prodígios e poderes miraculosos”. Era como se ele dissesse: “Como vocês podem questionar meu ofício de apóstolo se as minhas credenciais foram apresentadas claramente entre vós”. Sinais, milagres e prodígios maravilhosos.

4. O apóstolo tinha autoridade para ensinar e definir a doutrina firmando as pessoas na verdade.

5. Os apóstolos tiveram autoridade para estabelecer a ordem nas igrejas. Nomeavam os presbíteros, decidiam questões disciplinares e questões doutrinárias, e falavam com autoridade do próprio Jesus: “... mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”(Jô 14:26).

Caro leitor, a luz destas afirmações para, pense e responda sinceramente: Será que diante destas prerrogativas os famosos apóstolos brasileiros podem de fato reivindicar o título de apóstolo de Cristo? Por acaso algum deles viu o Senhor ressurreto? Foram eles comissionados por Cristo a exercerem o ministério apostólico? Quantos dos apóstolos brasileiros ressuscitaram mortos? E suas doutrinas? Possuem elas autoridade para se contraporem aos ensinamentos bíblicos?

Pois é, infelizmente os "apóstolos" tupiniquins não possuem respostas a estas perguntas, o que corrobora com o posicionamento da ortodoxia evangélica que acredita que o ministério apostólico cessou com a morte dos apóstolos no primeiro século. Sem a menor sombra de dúvidas considero a utilização do título "apóstolo" por parte dos pastores brasileiros como uma apropriação indevida de um ministério que não existe mais.

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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