VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

terça-feira, 9 de julho de 2013

EM VÃO



“Não tomarás o nome do Senhor teu Deus em vão; porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão.”(Êxodo 20:7)

A menção ao nome de Deus, como está escrito na Bíblia, não deve ser feita de qualquer maneira. 

Falar de Deus é bom, mas não só da boca pra fora.

E o que temos visto hoje?

Vemos políticos usarem em seus discursos o nome de Deus em vão. Vemos falsos pastores usando o nome de Deus em vão.

Segundo o dicionário Aurélio, vão é vazio, oco, sem valor, fútil, insignificante, frívolo, inconsistente, falso, enganador.

Mencionar o nome de Deus em vão é falar sem acreditar, tática usada por políticos para conquistar platéias desavisadas.

Mencionar o nome de Deus em vão é usar a palavra Dele para o próprio enriquecimento, tática usada por falsos pastores, que deliberadamente, por influência maléfica, deixam de colocar em prática o ensino do Espírito Santo dado através do apóstolo Pedro: “Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto”. (I Pedro 5:2)

Mencionar o nome de Deus em vão é colocar como a vontade de Deus, as nossas vontades, os nossos desejos.

A verdade é que a recomendação bíblica de não usar o nome de Deus em vão tem sido deixada de lado por muita gente.

Até mesmo por aqueles que acreditam piamente em Deus, mas que não tem a sabedoria de entender a vontade Dele, porque tem a mania de ficar pedindo coisas para o próprio prazer, ao invés de pedir para a glória de Deus.

Tiago, irmão de Jesus, em sua epístola, escreveu que “pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjares em vossos prazeres”.(Tiago 4:3)

Que Deus nos livre daqueles que usam o nome Dele em vão, e que nos ajude a não fazer o mesmo.

Graça e Paz!

segunda-feira, 8 de julho de 2013

AMARGURA



“Tendo cuidado de que ninguém se prive da graça de Deus, e de que nenhuma raiz de amargura, brotando, vos perturbe, e por ela muitos se contaminem.”  (Hebreus 12:15)

Se existe uma coisa que devemos tirar de nossas vidas, é a amargura.
A amargura nos priva da companhia das pessoas.

Quando você está amargo, você se torna uma péssima companhia, um papo chato.
O amargurado é um tremendo baixo astral e sua conversa gira sempre em torno de coisas ruins. Para o amargurado não existe esperança.

O amargurado é rancoroso e muitas vezes a inveja está na raiz da amargura.
Ele está sempre se comparando com os outros e nessa comparação os outros sempre levam a melhor. Não porque merecem ter aquilo que têm ou pelo que são, mas porque ele, o amargurado, se acha um incompreendido e um injustiçado.

O amargurado não tem amigos e reclama que ninguém gosta dele.

O que ele não entende é que, mesmo as pessoas que mais o amam não conseguem aturá-lo.
Convenhamos, não é fácil você conversar com uma pessoa lamurienta, que passa o tempo todo a reclamar da falta de sorte e a falar o quanto a vida é ruim e sem graça.

A amargura torna o amargurado solitário, e muitas vezes termina por matar o amargurado.

Se você tem alguma raiz de amargura, livre-se dela.
E o grande remédio contra ela é o amor.

O apóstolo Paulo fala que o amor é benigno, não é invejoso, não se irrita, não suspeita mal. O amor nunca falha.

O amor é um santo remédio para tudo na vida.
Quem ama tem uma outra visão do mundo, das pessoas, do próprio universo.

O amor nos mostra que, apesar de todas as misérias que nos cercam, as coisas boas que Deus nos deu, e dá a todo instante, superam, em muito, as coisas ruins.

Graça e Paz! 

domingo, 7 de julho de 2013

CERTEZA




 “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (I Pedro 1:3),

Vivemos em um país onde a esperança teima para sobreviver, apesar dos pesares.

Vivemos num país inseguro e onde não sabemos em que, ou em quem confiar.

Os políticos, a polícia, as igrejas, a justiça, tudo e todos nos decepcionam.

O Brasil, visto pela ótica do desenvolvimento social, está longe do razoável.

Hoje vivemos sob a sombra do medo.

Medo da miséria que sufoca tanto os miseráveis, quanto a classe média; medo da violência; medo do desemprego; medo do semelhante.

O poeta Carlos Drumond de Andrade, autor do poema Congresso Internacional do Medo, é bem atual.

O poema fala do medo grande dos sertões, dos mares, dos desertos; o medo da morte e o medo de depois da morte, e termina concluindo que sobre os nossos túmulos, nascerão flores, amarelas e medrosas.

Mas como não podemos viver sob a égide do medo, é bom lembrar do poema de Olavo Bilac, Benecite, que diz que,”bendito entre os mais, aquele que inventou a esperança, dando ao homem o dom de suportar o mundo.”

E toda vez que falo de esperança, penso na certeza que é Jesus.

Em meio ao medo que nos cerca e nos sufoca, nos resta a esperança da misericórdia divina.

Esperança que, na verdade, é uma certeza para aqueles que confiam em Cristo e sabem que ele tem o poder de nos livrar, inteiramente, de nossos temores, dos estragos das tempestades e até mesmo das conseqüências da incredulidade.

Graça e Paz! 

sábado, 6 de julho de 2013

MORTE E VIDA



“Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.” (II Coríntios 4:18)

Jesus em uma de suas parábolas, contou sobre um homem que mandou derrubar os celeiros e construir maiores para guardar todos os seus bens, dizendo que depois disso iria descansar por muitos anos, comendo e bebendo despreocupado.

Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? (Lucas 12:20)

Até quando nós vamos viver? È claro que  não podemos responder a essa pergunta.

Mas, quantas vezes, ao ouvir a notícia de que morreu aquela pessoa conhecida, que vimos há poucos dias ou há poucas horas, não nos perguntamos se ela imaginava que a sua morte estaria tão próxima?

O fato é que nenhum de nós sabe até quando estaremos por aqui, apesar de que, na prática, vivemos as nossas vidas como se fôssemos durar para sempre.

Muita gente está sempre deixando para depois aquelas coisas que devem ser feitas agora. Quantas vezes, quando falamos de Jesus para alguém, não ouvimos como resposta:
- “Ah! Eu estou muito jovem para me dedicar a Deus. Quando eu estiver mais velho, aí sim vou freqüentar uma igreja. Agora tenho mais é que aproveitar a vida”.

A vida é preciosa, mas também é frágil. Deus nos dá a vida e nos tira a vida. Ou permite que ela nos seja tirada. Todos nós, um dia, teremos que Lhe prestar contas.

A maioria de nós, nos preocupamos demais com coisas que não tem importância, e esquecemos ou colocamos de lado, em espera, as coisas que realmente importam.

Nos preocupamos com as coisas temporais e nos esquecemos das eternas. Nos preocupamos com a  morte, e nos esquecemos da vida que vem depois dela: a vida eterna.

Graça e Paz! 

sexta-feira, 5 de julho de 2013

FORTALECENDO A FAMILIA



“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.”(Mateus 11:28,29)

Não são raros os dias em que temos notícia de que alguém famoso está envolvido com drogas.

Sobre as pessoas comuns então, nem se fala. É toda hora.

Quando o envolvido é famoso, explicam que enveredou no mundo das drogas por causa do estresse, pela pressão da fama ou porque está perdendo a fama.

Quando se trata de pessoa comum, dizem que é porque está com problemas existenciais, ou está com problemas econômicos, ou está desempregado, ou ainda porque vive na miséria...

E quando eu falo em drogas, incluam aí o álcool, que apesar de ser tolerado e aceito, é uma droga, pois também pode causar dependência.

E tudo que causa dependência, como o cigarro, é uma droga.

Todos que se envolvem com drogas, sejam as lícitas ou ilícitas, merecem nossa piedade, precisam de ajuda e tratamento.

As histórias sobre essas pessoas são chocantes. Muitos, por conta do vício, começam a traficar e terminam por se destruir e destruir a própria família.

Eu tenho a impressão que esses casos proliferam, devido em grande parte, à falência da família, graças a desestruturação pela qual ela vem passando nos últimos tempos.

Mães que trabalham fora, não têm tempo de cuidar de seus filhos. De educá-los. De observá-los. Até mesmo de conhecê-los, por incrível que possa parecer.

A maioria das mulheres/mães, que está sendo forçada a trabalhar fora,  o faz para ajudar a manter o lar. E muitas são arrimo de família.

Lares desfeitos ou desestruturados criam graves problemas psicológicos para os filhos, que podem descambar, no futuro, em envolvimento com marginais.

A família é uma idéia de Deus. Sua intenção sempre foi encher a terra de filhos semelhantes a Jesus, mas a família está se perdendo no sistema mundano.

Quando a família é desvalorizada ou prejudicada, as pessoas que a compõem são duramente atingidas.

Precisamos nos voltar para Deus para fortalecermos a família.

Só uma família com laços fortes entre seus membros, pode salvar seus jovens das drogas e da marginalidade.

Família com laços fortes, é uma família constituída dentro do propósito de Deus. Ela é composta por  um casal submisso à vontade do Senhor e filhos criados nos Seus caminhos.

Só uma família alicerçada em Cristo pode superar todas as provações.

Graça e Paz!

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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