VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

quarta-feira, 20 de julho de 2011

COMO PODEMOS NOS APROXIMAR DE DEUS?


Desde o princípio, quando Deus criou o homem, o seu desejo era relacionar-se com ele. Porém, o pecado separou o homem de Deus. O Senhor não podia mais ter comunhão com o homem morto. 
 
Mas, Deus não desistiu de seu propósito. Aleluia.
Ele mesmo providenciou o único meio para restaurar o homem e reconciliá-lo consigo: Jesus Cristo.

Ele é o novo, vivo e único caminho de acesso a Deus. Isto é possível, quando o homem se arrepende, nasce de novo e é justificado dos seus pecados por meio do sangue de Jesus.

Jesus é o novo, vivo e único caminho de acesso a Deus.

Hoje, podemos chegar até Deus e ter um relacionamento íntimo com ele. Esta é a verdade: Deus não está mais distante de nós. É muito importante compreender que não chegamos a ele pelo nosso merecimento, mas sim por meio do sangue de Cristo. Jamais tentemos aproximar-nos de Deus por meio de nossas boas obras. Deus não poderia receber-nos.

Nosso acesso não é porque somos bonzinhos. Não depende de nos sentirmos bem. É por causa do precioso sangue de Cristo. Se estamos vivendo uma vida em Cristo, andando na luz como ele está na luz, temos comunhão com ele. Podemos nos aproximar dele com intrepidez e plena certeza de fé, tendo nossos corações purificados de má consciência. Aleluia!

O que fazer na presença de Deus?

Nosso Senhor nos conhece melhor do que qualquer homem. Por isso não devemos buscar formas artificiais de falarmos com ele. Pelo contrário, a única coisa que ele exige é que sejamos muito sinceros e verdadeiros.

“Mas vem a hora, e já chegou, quando os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores.” (Jo 4:23)

Devemos ser naturais no relacionamento com Deus. Não usar palavras bonitas que não sejam do coração. 
Dizer o que sentimos. 
Declarar a ele o nosso amor.
Contar também a ele as nossas fraquezas e nossas tristezas. 
Compartilhar com ele as nossas alegrias, dando-lhe graças por tudo o que somos e por tudo que temos. 
Apresentar diante dele nossas ansiedades e necessidades. 
Louvar o seu nome em todo o tempo e declarar as suas maravilhas.
Confessar nossos pecados e buscar conhecer a ele e a sua vontade por meio das Escrituras. 
Enfim, buscar crescer a cada dia na comunhão e dependência total do Senhor.

Deus procura os que o adorem em espírito e em verdade, em três aspectos de nosso relacionamento com Ele:

 A oração
 O jejum
 A palavra

Que o Senhor nos conduza à plena comunhão com ele.

*Extraído de “Princípios Elementares – Comunhão com Deus”

terça-feira, 19 de julho de 2011

UM CONVITE À BOA PARTE

 “Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” (Jo 15:15)

Um discípulo de Cristo não é um simples seguidor dos seus mandamentos e leis. É um amigo dele. Que grande honra!
Somos chamados a um relacionamento pessoal com Cristo. Não podemos viver somente de conhecer os seus mandamentos. Estaríamos perdendo o melhor da vida cristã.
Se alguém não se relaciona com Deus, mesmo que cumpra alguns de seus mandamentos, é um “religioso”. Alguém pode conhecer as palavras de Deus e não conhecer a Deus.
Também não podemos viver apenas da comunhão com os irmãos, embora seja algo muito importante. Necessitamos de um relacionamento pessoal e intenso com o Senhor. Não podemos substituir o relacionamento com Deus por nada nesta vida. Nem pelo relacionamento com os irmãos.

“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste.” (Jo 17:3)

O mais importante no presente e na vida futura é conhecer a Deus. Passaremos a eternidade nos relacionando com ele e conhecendo-o melhor. Nos céus, isto será tudo: relacionar-se com o Senhor, conhecê-lo e amá-lo cada vez mais. Que bem-aventurança.
E, já nesta vida, não há nada melhor do que desenvolver este conhecimento. Que aventura tremenda e desejável: conhecer e relacionar-se com o amado e Todo-poderoso Deus do Universo.
Na vida, nada se compara ao relacionamento com Deus. À medida que desenvolvermos este relacionamento, os momentos com o Senhor se tornarão mais prazerosos, até que chegará um dia no qual não existirá outra coisa que desejaremos fazer mais do que desfrutar dessa comunhão.
Além disto, um relacionamento intenso com o Senhor produzirá em nós um amor tal por ele, que qualquer serviço ou mandamento seu será suave. Jamais pensaremos em abandoná-lo. E, com grande alegria, perseveraremos até o fim. Mesmo sem ver a este Jesus, com os olhos humanos, nosso amor por ele crescerá e não diminuirá com o passar do tempo.

“... Jesus Cristo, a quem, não havendo visto, amais; no qual, não vendo agora, mas crendo, exultais com alegria indizível e cheia de glória...” (1Pe 1:8)

A boa parte

“Indo eles de caminho, entrou Jesus num povoado. E certa mulher, chamada Marta, hospedou-o na sua casa. Tinha ela uma irmã, chamada Maria, e esta quedava-se assentada aos pés do Senhor a ouvir-lhe os ensinamentos. Marta agitava-se de um lado para outro, ocupada em muitos serviços. Então, se aproximou de Jesus e disse: Senhor, não te importas de que minha irmã tenha deixado que eu fique a servir sozinha? Ordena-lhe, pois, que venha ajudar-me. Respondeu-lhe o Senhor: Marta! Marta! Andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário ou mesmo uma só coisa; Maria, pois, escolheu a boa parte, e esta não lhe será tirada.” (Lc 10:38-42)

A história acima é muito especial. Nela, o Espírito de Deus nos revela o seu coração
Não troquemos a amizade com Jesus pelo serviço a ele.

Aprendamos essa preciosa lição: não troquemos Jesus pelo serviço a ele.
Servir ao Senhor é muito bom, é um grandíssimo privilégio. Mas, relacionar-se com ele é incomparavelmente melhor. Aceitemos seu convite de amor. Façamos como Maria, escolhamos a boa parte.

*Condensado de “Princípios Elementares – Comunhão com Deus”

Qual a diferença entre espírito e alma?


Alma e espírito são palavras que podem ter mais de um significado. E, algumas vezes, são usadas praticamente com o mesmo sentido.

A palavra alma relaciona-se com as necessidades básicas da vida e até mesmo com a própria vida. Então, poderá ser traduzida por “vida”, “alma”, “criatura”, “pessoa”, “apetite” (ou “desejo”), “mente” e o “próprio ser”. Tudo dependerá do contexto em que estiver sendo empregada.

O Senhor afirmou em sua palavra que a alma pode morrer (Ez 18.4,20), pois, nesse contexto, o termo “morte” significa separação, e não extinção.

O apóstolo Paulo diz que Deus nos vivificou quando ainda estávamos mortos em nossos delitos e pecados (Ef 2.1). Mas o homem não pode matar a alma. Somente Deus pode fazer perecer no inferno tanto a alma quanto o corpo (Mt 10.28).

Geralmente, os sectários apreciam somente as opções de tradução que se referem à alma como atributos do corpo, o que é um equívoco.

Enquanto a palavra alma ocorre muitas vezes nas Escrituras (cerca de 380) referindo-se às pessoas e abrangendo o relacionamento do eu com o mundo exterior, a palavra espírito ocorre cerca de 550 vezes em referência a pessoas e, algumas vezes, abrange o relacionamento do eu consigo mesmo e com Deus, de forma mais estreita.

Temos, ainda, as posições dicotômicas (doutrina que afirma que o homem é composto de corpo e alma ou espírito) e tricotômicas (doutrina que afirma que o homem é composto de corpo, alma e espírito).

Tais diferenças ainda causarão muitas discussões, contudo, todos estamos conscientes de que dicotômicos e tricotômicos vão estar um dia perante o tribunal de Deus, e que as pessoas salvas em Cristo Jesus têm a vida eterna e, durante a morte física, estarão com o Senhor aguardando a ressurreição do corpo.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

LIVRES DA PRESENÇA DO PECADO


 “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, o qual transformará o nosso corpo de humilhação, para ser igual ao corpo da sua glória, segundo a eficácia do poder que ele tem de até subordinar a si todas as coisas.” Fp 3:20-21
“Também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo.” Rm 8:23

Quanto desejamos nos ver livres da presença do pecado em nosso corpo mortal. Embora não sejamos mais escravos do pecado, quanto ainda sofremos e somos maltratados pela sua habitação em nós.
Mas bendito seja nosso Deus, que nos tem
preparada salvação completa. Da mesma forma que Ele nos livrou da condenação e da escravidão do pecado, Ele também nos livrará da habitação do pecado. Aleluia!

Qual é a situação daqueles que estão em Cristo?

Qual é a nossa situação hoje? O Senhor já resolveu o problema da condenação. Como? Fomos perdoados por meio da morte de Cristo em nosso lugar. Está completa a obra de justificação. O Senhor também já resolveu o problema da escravidão. Como? Somos libertados dia a dia do poder do pecado, por meio da vida de Cristo em nós. No presente, somos santificados. Não somos mais escravos do pecado. Entretanto, ainda não se completou nossa redenção. O pecado ainda não foi retirado de nosso corpo mortal. Ele
habita em nossa carne. Rm 7:15-25

“Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim.” Rm 7:20-21

Essa habitação do pecado produz em nós um conflito, uma luta, entre a carne e o espírito. Apesar desta habitação do pecado incomodar-nos, ele já não tem poder sobre nós. Não somos mais seus escravos. O poder da vida de Cristo em nós nos livrou do poder do pecado.

A vitória final sobre o pecado

O Senhor prepara para a sua volta a gloriosa redenção de todas as coisas. Este é omomento que mais esperamos.

“Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade. E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.” 1Co 15:51-56

É entusiasmante o relato do Apóstolo Paulo. Nosso Senhor, aquele que se chama Fiel e Verdadeiro, após dar sua palavra de ordem e ressoar a última trombeta, descerá do céu com toda sua glória e poder, juntamente com seus exércitos. Virá ao encontro dos seus.
Os que já morreram em Cristo, ao soar a trombeta, ressuscitarão primeiro, com novos corpos, incorruptíveis. Depois nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre as nuvens, para o encontro do Senhor nos ares. Para estarmos para sempre com o Senhor (Cl 3:4).

“Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor.” 1Ts 4:16-17

Que dia glorioso. Celebraremos a vitória do Senhor. Nosso corpo mortal terá sido transformado em imortal. Nosso corpo corruptível terá sido revestido de incorruptibilidade. Teremos sido libertados de uma vez por todas da presença do pecado. Estaremos livres deste corpo de humilhação.
Então, se completará a obra do Senhor e se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória. E perguntaremos à morte? Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? O aguilhão da morte é o pecado. O pecado e a morte serão por fim sido destruídos. A morte não pôde deter nosso Senhor. Ele é santo e vitorioso, e nos levou juntamente consigo, livrando-nos do poder da morte. Aleluia!

Receberemos corpos novos glorificados

“Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados.” Rm 8:17

Os que sofrerem com Cristo serão com Ele glorificados.

Que tremenda honra. Que insondáveis realidades estão reservadas para nós. Herdeiros da herança de Deus. Co-herdeiros com Cristo. E que gloriosa promessa: aqueles que com Ele sofrerem, com Ele também serão glorificados. Estaremos ao seu lado e seremos glorificados juntamente com Ele.

“Amados, agora, somos filhos de Deus, e ainda não se manifestou o que haveremos de ser. Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque haveremos de vê-lo como ele é.” 1Jo 3:2

Não sabemos exatamente como serão nossos corpos futuros. Não seremos outra pessoa.
Seremos nós mesmos transformados (1Co 15:53,54). Também não será um corpo parecido com o atual. Será um novo corpo (1Co 15:35-38). Alguns textos nos dão algumas outras indicações:
ü será semelhante ao de Jesus (Fp 3:21 ; 1Jo 3:2 ; 1Co 15:49);
ü será incorruptível e imortal (1Co 15:42,53-54) – não haverá doença,
decomposição, morte e nem pecado;
ü será glorioso (1Co 15:42 ; Fp 3:21)
ü será poderoso (1Co 15:43)
“Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis
manifestados com ele, em glória.” Cl 3:4
Perseveremos e nos consolemos com esta gloriosa esperança!

“aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus,” Tt 2:13
“Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras.” 1Ts 4:18

É impossível expressar com palavras toda a gloriosa verdade de Cristo.
Que o Espírito Santo nos conceda espírito de revelação para que alcancemos pleno conhecimento do Filho de Deus. Para que tomemos posse da abundante graça que nos foi dada em Cristo Jesus.

“Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar diante da sua glória, sem mancha, com grande alegria, ao único Deus, nosso Salvador, sejam glória, majestade, poder e soberania, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor, antes de todos os tempos, agora e por todos os séculos. Amém!” Jd 1:24-25 – Aleluia!

Extraído de "Princípios Elementares - A Vida em Cristo"

À procura de Deus



Ó Deus,
Sê tu exaltado acima de tudo quanto possuo.
Nenhum dos tesouros da terra será importante para mim,
Contanto que sejas glorificado em minha vida.

Sê tu exaltado acima de minhas amizades,
Pois decidi que estarás acima de tudo,
Ainda que eu tenha que ficar isolado e sozinho no meio da Terra.

Sê tu exaltado acima de todas as minhas comodidades.
Ainda que isso signifique perder o conforto material e carregar uma cruz pesada,
Cumprirei meu voto perante ti diariamente.

Sê tu exaltado acima de minha reputação.
Faz com que minha ambição seja agradar-te, ainda que, em resultado disso,
Eu tenha que ficar na obscuridade e o meu nome seja esquecido como um sonho passageiro.

Levanta-te, ò Senhor, e ocupa o lugar de honra que a ti pertence,
Acima das minhas ambições, acima de meus gostos e desprazeres,
Acima de minha família, de minha saúde e até de minha própria vida.

Que eu diminua, para que tu sejas exaltado;
Que eu desapareça, para que tu sejas elevado mais e mais.

Usa-me como usaste o jumentinho, ao entrares em Jerusalém,
E deixa-me ouvir as crianças te glorificarem:
‘Hosana! Bendito o que vem em nome do Senhor!
Bendito o reino que vem, o reino de nosso pai Davi!
Hosana nas maiores alturas!’ (Mc 11:9,10).
 *
Extraído do livro: À Procura de Deus. A W Tozer. Editora Betânia

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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