VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

domingo, 22 de julho de 2012

REFLEXÃO


Nosso Pai tem colocado líderes diante de nós desde Abraão até os pastores de hoje em dia, para nos guiar no caminho da salvação, para que possamos perceber sua vontade através deles.

E infinitamente amoroso, deu-nos até o seu bem mais precioso, seu Filho Jesus, para que através dele pudéssemos novamente ter comunhão com Ele.

Para não perecermos, deu-nos a sua Palavra Escrita, a Bíblia Sagrada.

Nessa caminhada, precisamos ter a sensibilidade que a sunamita teve (IIReis 4:9), com relação ao profeta Eliseu. Ela fez tudo o que pode por ele, porque sabia que ele era um homem de Deus. E por fim foi agraciada por Deus dando à luz a um filho.

Mas também precisamos seguir o exemplo dos bereanos (Atos 17:11), examinando as Escrituras para que lobos em pele de cordeiro não nos levem a um outro evangelho.

Nós devemos ser um instrumento vivo nas mãos de Deus, nos dispondo a servi-lo de todo nosso coração. Deus quer nos usar para ser bênção, e refletir sua preciosa graça entre nossos irmãos fracos na fé, e entre aqueles que ainda vivem em trevas.

Deus tem-nos feito preciosas e ricas promessas, mas a frieza, a falta de fé, a falta de intimidade com Deus, muitas vezes não nos permitem vislumbrar e alcançar a realidade dessas promessas.

Quem recebe pouco de Deus é porque se contenta com pouco. Deus nos prometeu vida, e vida em abundância.

Precisamos refletir sobre como têm sido nossas orações e se temos levado a sério nossos compromissos com Deus.

Deus espera de todos nós, a disposição para obedecer. Espera de nós, seus filhos, o despojamento de pensamentos contrários à orientação dada por Ele.

Amém!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

NAMORO ENTRE CRISTÃO E NÃO CRISTÃO


Por Renato Vargens

Eu poderia enumerar inúmeras razões porque não concordo com o namoro entre cristãos e não cristãos, mas, vou citar somente uma: A Bíblia, a Palavra de Deus não recomenda. 

Talvez ao ler essa afirmação você esteja dizendo consigo mesmo: Que coisa ultrapassada! Qual é o problema? Não tem nada demais. Eu posso evangelizá-lo e levá-lo para a igreja. Vai ver que essa é forma dele conhecer a Cristo! Ah! Que caretice! Isso é palhaçada! Esse tempo já passou! 

Pois é, é comum ouvirmos de nossos adolescentes e jovens frases como estas. Para muitos deles não existe o menor problema em namorar um não cristão. Entretanto, o que talvez eles desconheçam é o ensino bíblico de que não devemos nos colocar em jugo desigual com os incrédulos (II Co 6.14). "Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis; porque, que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que concórdia há entre Cristo e Belial? Ou que parte tem o fiel com o infiel?
Para Calvino, o jugo desigual era nada menos que manter comunhão com as obras infrutíferas das trevas e estender-lhes a destra de companhia. Em outras palavras isto significa estar ligado ao mesmo tempo, lado a lado na mesma canga. É a metáfora dos bois ou cavalos que têm de andar juntos, desfrutando das mesmas práticas, porque estão presos na mesma canga.

Caro leitor, escolher uma pessoa que compartilha da mesma fé e sonhos é fundamental a construção de um namoro equilibrado e saudável. Como escrevi no meu livro "Namoro.com", o namoro deve ocorrer entre pessoas que estejam em igualdade de situações. O fato de existir discrepâncias espirituais pode proporcionar um seriíssimo problema relacional entre aqueles que se gostam.

Do ponto de visto bíblico o namoro entre não cristãos e cristãos é absolutamente desaconselhável. Paulo, ao escrever aos coríntios ordena que um cristão ao se casar, deve fazê-lo “somente no Senhor”. Obviamente isso proíbe o casamento com incrédulos e, portanto, namorá-los.

Vale a pena lembrar o que a Confissão de Fé de Westminster diz a respeito do casamento entre cristãos e não cristãos: “A todos os que são capazes de dar um consentimento ajuizado, é lícito casar, mas é dever dos cristãos casar somente no Senhor; portanto, os que professam a verdadeira religião reformada não devem casar-se com infiéis, papistas ou outros idólatras; nem os piedosos prender-se a jugo desigual por meio do casamento com os que são notoriamente ímpios em suas vidas, ou que mantêm heresias perniciosas”

Isto, posto, afirmo sem titubeios que uma aliança não aprovada por Deus proporciona consequências terríveis para o cristão. Como bem disse o meu amigo Mário Freitas, não existe pecadinho e pecadão e sim "Consequênciazinhas e consequêciazões".

Pense nisso!
***Renato Vargens é Pastor da Igreja Cristã Aliança, em Niterói, RJ, conferencista, e escritor  com 14 livros livros publicados. É também colunista e articulista de revistas, jornais e diversos sites protestantes. 

quinta-feira, 19 de julho de 2012

CONFIANÇA EM DEUS


Vivemos em uma época de grandes descobertas científicas. Os homens conseguem, com muito esforço, descobrir coisas pré-existentes, coisas criadas por Deus desde a fundação do mundo.
Essas descobertas, que na maioria dos casos servem ao bem estar dos homens, muitas vezes provocam a incredulidade em muitas pessoas.

Outro perigo é a informação/formação individual. Por um lado ela é boa e necessária, por outro, pode provocar o distanciamento de Deus. 

A pessoa estuda, aprende muitas coisas, enche-se de informações, consegue um emprego, recebe um bom salário, e começa a imaginar que tudo que conseguiu, tudo que tem, foi pelo próprio esforço. 

Outras, por terem chegado a cargos proeminentes e de grande poder temporal, acreditam-se acima do bem e do mal, e confiam no poder do homem, que é limitado, desprezando o poder ilimitado de Deus.

O profeta Isaias (31:1), escreveu: “Ai dos que descem ao Egito a buscar socorro, e se estribam em cavalos: e têm confiança em carros, porque são muitos; e nos cavaleiros, porque são poderosíssimos; e não atentam para o Santo de Israel, e não buscam ao Senhor”.

Não são poucos os que apostatam, ou têm uma fé vacilante, porque duvidam do poder de Deus e perdem a confiança Nele. Pessoas que confiam no próprio entendimento, agindo contrariamente ao que a Palavra de Deus nos ensina em Provérbios 3:5: “Confia no Senhor de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento”. 

No evangelho de Lucas, capítulo 12, versículos 16 a 21, Jesus conta a seguinte parábola: “...A herdade de um homem rico tinha produzido com abundância;  E ele arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos. E disse: Farei isto: Derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. Mas Deus lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Deus”.  E quem poderá aumentar 45 centímetros e meio à própria estatura, como Jesus pergunta em Mateus 6:27?

Diante de tantas advertências contidas na Palavra de Deus, precisamos confiar sempre no Senhor, crendo que nossa vida está em Suas mãos e que nada podemos fazer por nós mesmos. Devemos ser como uma criança pequena, que colocada sobre uma mesa, joga-se nos braços do pai, sem nenhum temor, sem nenhum receio, acreditando que o pai a sustentará.

“O meu socorro vem do SENHOR que fez o céu e a terra”.(Salmos 121:2)

quarta-feira, 18 de julho de 2012

O CÍRCULO VIRTUOSO DO AMOR


Eu não me canso de repetir, que amor e submissão são a base para uma vida cristã saudável. O amor vem em primeiro lugar em tudo. Foi por amor, ágape, que Jesus entregou a própria vida para nos salvar. 

Não é por acaso que o amor é o primeiro dos frutos do espírito.(Gálatas 5:22) A submissão só acontece  quando temos um profundo amor por Jesus e sua obra. (Marcos 8:34)

Não existe ninguém que não gostaria de ter a sua vida transbordante de amor. Para que isso ocorra, o esforço deve vir de dentro para fora. Ao invés de esperar pelo amor de uma outra pessoa, somos nós quem temos que estabelecer a visão e a fonte do amor.

Quando você se sentir frustrado pela falta de amor em sua própria vida e no mundo de um modo geral, esqueça o mundo e as outras pessoas, ainda que por alguns poucos minutos, olhe para dentro do seu próprio coração e se pergunte: Posso me tornar uma fonte de amor? Posso pensar pensamentos nobres?

Se a resposta para essas perguntas for positiva, indague-se se você pode estender o seu amor para as outras pessoas, até mesmo para aquelas pessoas que não merecem ser amadas. Se for negativa, ajoelhe-se e peça a Jesus que coloque amor no seu coração, que certamente Ele lhe atenderá.(João 14:13),
Ao abrir o seu coração para  o amor maior, e se tornar uma fonte de amor, você irá descobrir um princípio que as Escrituras deixam absolutamente claro: Quanto mais amor você der, mais amor você irá receber de volta. O amor traz a sua própria e natural recompensa.

terça-feira, 17 de julho de 2012

VOLTEMOS AO EVANGELHO


O ser humano é egocêntrico por natureza, e ao longo dos anos, é condicionado a se autovalorizar mais e mais. 

Isto é uma realidade vivida dentro do sistema mundano, e que contaminou parte da igreja – enquanto instituição humana – na terra, a partir da pregação de um evangelho antropocêntrico.

Não era assim no tempo dos apóstolos. 

Desde o início dos tempos, Deus tem revelado que não somos grande coisa. A Bíblia nos revela em Gênesis (3:19), que nós somos pó, e que tornaremos um dia, a ser novamente pó. E Jesus, quando chamou os apóstolos a segui-lo disse:” Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me”. (Lucas 9:23) Isto é o esmagamento do ego!

Nos tempos modernos é quase proibido falar de cruz. Não é “politicamente correto” falar de inferno. É um “espanta crente”, falar que todos seremos julgados por nossas ações. Que Deus é amor, mas também é juiz, justiça. 

O bem estar do homem é o que interessa!

Como se isso não bastasse, muitos ainda acreditam que podem ser salvos porque são “bonzinhos”, esquecendo-se que “pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós é dom de Deus” (Efésios 2:8).

Ou seja, não podemos fazer nada para alcançar a graça. Ela que nos alcança.

Lembro-me de um hino que diz: “quero que valorize o que você tem, você é um ser, você é alguém, tão importante para Deus...” e por aí vai num grande exercício de exaltação ao homem.

Jesus nos ensina que: “assim vós, quando fizerdes tudo o que for mandado, dizei: Somos servos inúteis porque fizemos apenas o que devíamos fazer”. (Lucas 17:10)

O antropocentrismo é uma praga. Sua concepção considera que o universo deve ser avaliado de acordo com a sua relação com o homem. O homem é o centro das atenções.

Precisamos voltar ao Evangelho do Reino pregado por Cristo e pelos apóstolos. O evangelho em que o centro das atenções, do louvor, da exaltação, de tudo enfim, é Jesus Cristo!

Precisamos voltar ao primeiro amor. Precisamos voltar prá Deus.


segunda-feira, 16 de julho de 2012

CIDADÃO DO REINO


 “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.” (João 17:21)

Um irmão recém-convertido, no primeiro dia do seu discipulado, disse-me que estava preocupado em como seria sua vida daqui em diante. Ele confessou que não tinha a menor ideia de como deveria se comportar. E olhava para Bíblia com um jeito desanimado, pois não conhecia nada da Palavra de Deus.

Eu fiquei duplamente comovido. Com a sinceridade dele e com a lembrança de que eu também já estive em idêntica situação.

Assim como Deus providenciou irmãos generosos que me guiaram, o Espírito Santo vai me dar sabedoria para guiar esse irmãozinho no caminho da salvação.

Com todo carinho, a exemplo do que Paulo ensinou aos Coríntios - I Cor. 5:9, 10 - eu lhe disse que ele terá que conviver com todos aqueles que ainda estão em trevas, e que ele deve ser luz e sal em meio à escuridão.

E repeti para ele, o que Jesus disse ao interceder ao Pai pelos apóstolos e por todos nós que haveríamos de crer Nele, conforme João 17:16 a 20. Que a partir do momento em que nos submetemos ao senhorio de Jesus, passamos a ser cidadãos do Reino de Deus, não somos mais deste mundo. Mas temos que viver nele!

Lembrei que ele, ao mudar o rumo de sua vida, arrependendo-se, tendo descido às águas e nascido de novo, era uma nova criatura. Passou a ser cidadão do Reino de Deus. E como cidadão desse Reino, ele havia se transformado em filho de Deus, por adoção, pela Graça do sacrifício de Jesus na cruz.

E esse novo homem deve se revestir da justiça e santidade de Deus, deixando de lado a mentira, a ira, o adultério, a prostituição, a impureza sexual, a torpeza e a avareza.

E o acalmei, assegurando que é promessa de Jesus, conforme João 14:26, que o Espírito Santo – o Consolador - vai se encarregar de ensiná-lo sobre todas as coisas que Jesus ensinou.

Eu senti que o semblante dele desanuviou. Deu um longo suspiro, e um sorriso brotou em seus lábios.

Eu também sorri, lhe dei um longo e afetuoso abraço, dizendo que eu e ele somos membros do mesmo corpo: o corpo de Cristo. Que ele e eu, somos um. Que eu vou me alegrar com suas alegrias e ficar triste com suas tristezas. E que vamos nos ajudar mutuamente no caminho que leva à salvação.

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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