VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

O ARREPENDIMENTO DE DEUS



“Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor” (Atos 3:19)

Algumas seitas costumam apontar Gênesis 6:6: ”Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra”, e Números 23:19 “Deus não é homem, para que minta,nem filho do homem,para que se arrependa”, como prova de que a Bíblia se contradiz. Querem, com isso,  justificar suas literaturas. 

Na verdade, a Palavra de Deus não erra, nem se contradiz. 

É preciso compreender, que Gn. 6:6, aponta para a tristeza de Deus por causa da má índole do homem. Trata-se na verdade de uma figura de linguagem para o entendimento humano, indicando que Deus se contristou pela desobediência do homem, e não que tivesse havido erro da parte dele. 

Em Números 23.19, vemos que a Palavra de Deus, ao contrário da dos homens, se cumpre. 

Se compararmos estes versículos, com Jeremias 18.7-10: "No momento em que falar contra uma nação, e contra um reino para arrancar, e para derrubar, e para destruir, se a tal nação, porém, contra a qual falar se converter da sua maldade, também eu me arrependerei do mal que pensava fazer-lhe", compreenderemos que o texto mostra que se houver mudança de atitude do homem evitando o mal, Deus não enviará o mal anunciado. 

Provérbios 28:13: “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia”, clareia ainda mais o entendimento, mostrando que o Todo Poderoso está sempre pronto para perdoar quando há arrependimento sincero,e isso não é mudança de atitude, é misericórdia divina.

Portanto, o “arrependimento de Deus” nas Escrituras, não é um arrependimento igual ao que os seres humanos sentem ao cometer erros. Deus não erra, então, seu arrependimento não é igual ao nosso.

Devemos reconhecer que Deus é soberano e imutável. Ele sabe lidar sabiamente com as mudanças do comportamento humano. 

Quando os homens pecam ou se arrependem do pecado, Deus muda seu pensamento, abençoando ou punindo de acordo com a nova situação. 

Graça e Paz! 

domingo, 13 de outubro de 2013

INCESTO



“Nenhum homem se chegará a qualquer parenta da sua carne, para descobrir a sua nudez. Eu sou o Senhor.” (Levítico 18:6)

Eu não gosto de textos longos. Mas hoje, preciso escrever um. Acontece que tenho lido na internet, vários casos de incesto, que acontecem não só no Brasil como em todo o mundo, e resolvi fazer um estudo sobre isso.

Até porque, muitos cínicos costumam argumentar que “Deus não é contra o incesto”, pois foi assim no começo.

Precisamos entender os desígnios de Deus, para não pecarmos contra Sua santidade.

A Palavra de Deus nos informa que Deus criou Adão e Eva, e a humanidade foi formada a partir desse casal. Não houve outro grupo pré-adâmico ou criado depois. 

Contudo, aquele que estabeleceu as leis também fez algumas exceções. Por exemplo: Eva foi retirada da costela de Adão, isto é, foi feita do mesmo material genético, mas como outra pessoa, com sexo e personalidade diferentes.

Essa atitude divina foi uma exceção na criação. Não vemos Deus repetindo o mesmo ato para criar outras esposas. 

Também houve exceção em relação à primeira geração dos filhos de Adão.

Na fundação do mundo, o relacionamento próximo não era considerado incesto. Tendo em vista as circunstâncias, não havia malícia naquele procedimento, era algo natural. 

Havia uma ética, cada filho com sua esposa. Não existia a libertinagem e os relacionamentos eram sólidos e monogâmicos. Somente bem depois da primeira geração, a humanidade se corrompeu em imoralidade, e os homens tomavam quantas mulheres queriam e desejavam (Gn 6.2). 

A maldade começou a brotar em seus corações. Então veio a punição, o dilúvio. 

Os primeiros descendentes de Adão casavam entre si e constituíam família. A história se repete nos primeiros dias após o dilúvio. Os filhos de Noé casaram-se entre si. Para que isso fosse possível, deve ter havido uma permissão de Deus, interferindo na genética. 

Essa interferência, se é que podemos chamar assim, foi conduzida pelo próprio Criador. Mas depois disso, com o decorrer dos tempos, a idade das pessoas sofreu uma alteração. Ou seja, elas não passaram a viver mais longos anos. 

Nos primeiros capítulos de Gênesis, o homem vivia novecentos anos. Após o dilúvio, houve uma queda  para quinhentos anos (Gn 11.11). Depois, a idade recuou para duzentos anos (Gn 11.32). Até que o tempo de vida humana foi determinado até cento e vinte anos (Gn 6:3), apesar do Salmo 90:10 dizer que após os setenta o que se tem é canseira e enfado.

Uma vez formada a humanidade, Deus proibiu o casamento entre pessoas aparentadas, conforme vemos no capítulo 18 de Levítico. E as penas para esse tipo de coisa eram severas.

E continuam sendo para os cristãos e para as culturas influenciadas pelas Escrituras.

Por quê?

Porque o incesto é um procedimento aviltador. Degrada a moral e acarreta conseqüências genéticas. 

A moralidade e a ética devem ser a base do matrimônio (Hb 13.4). Os cristãos devem ser exemplos dessa moralidade. 

Deus julgará os de fora (1Co 5.13). 

Graça e Paz!

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

PERPLEXIDADE



Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos.  Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, Sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes, cruéis, sem amor para com os bons, Traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de Deus, Tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela.  Destes afasta-te”  ( II Timóteo 3: 1 a 5)


Vivemos dias difíceis, onde a moral, os bons costumes, a ética na vida cotidiana viraram atitudes relativas, quando na verdade elas devem ser absolutas em nossas vidas.

Estamos enveredando por um terreno minado.

Aos poucos estamos vivendo e passando para as novas gerações, conceitos de relatividade ética e de relatividade moral, que transformam as pessoas em participantes de um jogo onde vale tudo, desde que possam atingir os objetivos propostos, não importando os meios utilizados para se chegar ao final.

Estamos vivendo em toda sua plenitude, o amoral axioma de que os fins justificam os meios.

Hoje, quando você defende a honestidade, a franqueza, a lealdade, a justiça e principalmente o amor ao próximo, você é olhado com desconfiança.

Os mais cínicos chegam a dizer que você está reclamando “porque não está comendo, não está fazendo parte da boquinha...”

Estamos chegando a um ponto tão baixo na escala moral, que uma boa parte das pessoas vota em cidadãos reconhecidamente desonestos, sob o argumento de que “é assim mesmo”, ou “ todo mundo é igual”.

E quando você condena estas ações, sempre aparece alguém para afirmar, sem a menor cerimônia, que se estivesse no lugar do homem público desonesto, também se defenderia”.

Vejam a que ponto chegamos: defender-se virou sinônimo de roubalheira!

E como vivemos no país da impunidade, do jeito que as coisas vão, não demora muito e chegaremos ao ponto de afirmar que o crime compensa.

Que Deus tenha misericórdia de nós.

Graça e Paz!

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

RELACIONAMENTOS


Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.” (Romanos 12:10)

 Um casal amigo convidou a mim e a minha mulher, para tomarmos chá na casa dele. Lá, eu descobri, que o chá era apenas uma desculpa. A verdadeira motivação era reunir amigos, conhecidos, para se relacionarem.

Na reunião havia jovens, adolescentes, gente madura, católicos, protestantes de várias denominações, todos reunidos com o intuito de se conhecerem melhor, sem a preocupação de ganhar nada. Apenas usufruir da presença uns dos outros.

Nossos anfitriões, deixaram todos à vontade e entre um chá e um biscoito, foram feitas as apresentações e entabuladas conversas, iniciadas amizades.
Cantamos, oramos e rimos muito. Uma noite agradabilíssima.

Eu estou contando isso, porque  vivemos em um mundo onde a convivência pura e simples é artigo de luxo. A maioria das pessoas vai a lugares, apenas para tratar de negócios que dêem lucros.

Estamos perdendo a capacidade de nos relacionarmos como pessoas, como seres humanos que precisam uns dos outros, que precisam de calor humano sincero e gratuito.

Estamos também perdendo a capacidade de nos reunirmos em família e com as famílias dos nossos vizinhos, dos nossos conhecidos.

Muitas vezes moramos anos em um lugar e nunca entramos na caso dos vizinhos, nem os convidamos a entrar em nossa casa. Mal nos cumprimentamos.

Jesus, o Mestre dos Mestres, muitas vezes convidou-se para fazer refeições na casa de alguém e Ele nos deixou muitos ensinamentos sobre relacionar-se por amor, sem a preocupação de ser servido, mas de servir...

Eu acredito que temos que reaprender a nos relacionarmos uns com outros. Eu pelo menos preciso.

Acredito que à medida que exercitarmos nossa vontade de ser úteis e de ajudarmos sem pré-condições, vamos banir o estresse de nossas vidas.

Acredito que vamos descobrir – ou redescobrir - a agradável sensação de amar o próximo como a nós mesmos.

Graça e Paz!

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

PENSE



“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” (II Timóteo 4:7)

Tem vezes que desistimos de fazer alguma coisa, porque entendemos que aquilo não é importante o bastante para as aporrinhações que teremos que suportar. 

Mas outras vezes, estamos prontos para desistir de um sonho sabendo que nos frustraremos.

Pode acontecer de nos perguntarmos se vale a pena o esforço e a dedicação para alcançarmos algo. E muitas vezes sentimos que não vale, mas prosseguimos apenas por orgulho, para “não dar o braço a torcer”.

São momentos difíceis, que podem nos fazer crescer, ou nos levar à lona. 

Não faça nada sem estar absolutamente certo de que vale a pena. Se você desistir, desista tendo certeza de que aquele sonho não é grande o bastante, que compense os problemas que você terá que enfrentar. 

Porém, se você crer que vale a pena os sacrifícios, confie em Deus, enfrente os percalços e vá em frente. 

Mesmo que você não consiga realizar seu sonho, você será um vencedor, porque terá consciência de que, como o apóstolo Paulo, “combateu o bom combate”.

Graça e Paz!

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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