VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

ANGÚSTIA


“Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças.”(Filipenses 4:6)
 
Eu costumo ser otimista, mas confesso que tem momentos em que sinto um terrível desânimo, quando as conversas giram em torno da política, e da aplicação da justiça no Brasil.

Tem umas conversas que jogam a gente prá baixo, que testam nossa capacidade de reagir contra a congênita maldade humana, principalmente neste momento em que vivemos no Brasil, onde a corrupção se tornou endêmica, atingindo até mesmo segmentos da igreja brasileira. 

Um amigo está passando por um momento difícil, e me procurou para desabafar. E no meio da conversa, ele externou sua revolta contra aquilo que classifica como a vitória do mal e dos homens maus.

Todos nós já lemos que as pessoas mostram o seu caráter, sua força interior, sua coragem, durante os momentos difíceis pelos quais passam.

A verdade é que, filosofar enquanto se toma um bom vinho, é agradabilíssimo. Aconselhar paciência e resignação aos outros, enquanto estamos bem abrigados em nossas casas e sem problemas financeiros, é facílimo. 

O difícil é ter confiança no futuro, quando tudo ao nosso redor parece desmoronar; quando vemos “triunfar as nulidades, prosperar a desonra, crescer a injustiça, agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus”, como escreveu Rui Barbosa.

Mas também é verdade que a vida não pode ser encarada apenas como algo cheio de injustiças e misérias. O Salmo 37:11, diz que não devemos ter inveja dos corruptos, dos desonestos. Afinal, existe um Deus justo, que tudo vê, e que um dia julgará a todos.(Salmos 9:8) Nosso Deus exerce justiça, como está escrito no Salmo 49.

No nosso dia a dia, temos que tomar a decisão de olhar primeiramente para as coisas positivas que Deus nos proporciona, tendo consciência de que as aflições e os problemas são parte integrante das nossas vidas.(João 16:33)

Não há outra maneira de enfrentarmos com otimismo o futuro, senão entregando-nos completa e totalmente nas mãos de Nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo, crendo, apesar de tudo mostrar o contrário, de que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”.(Romanos 8:28)

Eu sei que isso não é fácil, mas nossa decisão de entregar os percalços da vida nas mãos de Deus, e descansar, faz toda a diferença. Essa decisão tira nossa ansiedade e insegurança, e nos dá a paz que a tudo excede.  

Nas horas mais difíceis, é claro que devemos buscar um ombro amigo para chorar nossas mágoas, mas o mais importante é orarmos com fervor ao Criador, para que Ele nos dê força e coragem para superar os dias maus.

Graça e Paz!

terça-feira, 29 de outubro de 2013

A IGREJA QUE SATANÁS GOSTA



Dez características da igreja que satanás gosta:

1-) A igreja que satanás gosta não é cristocêntrica. Muito pelo contrário, ela  não prega Cristo.

2-) A igreja que satanás gosta não proclama o evangelho, nem tampouco anuncia a necessidade do pecador se arrepender de seus pecados, mediante a fé em Cristo Jesus.

3-) A igreja que satanás gosta vende indulgências, barganhando com Deus fórmulas mágicas para o enriquecimento e prosperidade de todos aqueles que desejam ser abençoados.

4-) A igreja que satanás gosta visa somente a satisfação do homem em todas as suas dimensões deixando de lado a necessidade de arrependimento e conversão por parte do pecador.

5-) A igreja que satanás gosta não proclama a salvação pela graça, mas sim pelos méritos do ofertante ou dizimista.

6-) A igreja que satanás gosta não valoriza a Palavra de Deus, antes, relativiza as Escrituras considerando-as desnecessárias ao amadurecimento do cristão.

7-) A igreja que satanás gosta é aquela que coloca em pé de igualdade os apóstolos da modernidade e as Escrituras Sagradas.

8-) A igreja que satanás gosta é aquela que se preocupa em construir templos suntuosos e nababescos, deixando de lado o trabalho missionário.

9-) A igreja que satanás gosta  é antropocêntrica, ensimesmada e focada na satisfação de todas as vontades humanas e jamais prega a cruz.

10-) A Igreja que satanás gosta ama cantar os sucessos gospel, mas odeia estudar as Escrituras e viver em santidade.

*** Por Renato Vargens 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

ANJOS



“Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade.” (Mateus 13:41)

Tem proliferado ultimamente um certo “culto aos anjos”, o que é um tremendo engano, de consequências terríveis. 

Que os anjos existem, isto é uma realidade, mas o que não sabemos com certeza, é como se processa o relacionamento deles conosco.

Uma coisa porém é certa: eles são servidores de Deus, e só agem a mando Dele.

O Professor Russell Shedd crê que cada um de nós tem um anjo, baseado em Mateus 18:10: “Cuidado para não desprezarem um só destes pequeninos, pois eu lhes digo que os anjos deles nos céus estão sempre vendo a face de meu Pai celeste.”

Notem que está escrito os anjos deles. E na passagem de Atos 12.15, quando Pedro é libertado da prisão disseram: Não é Pedro, deve ser o anjo dele.”

Segundo Shedd, na passagem de Mateus 18.10 Jesus está falando do cuidado vigilante de Deus pelos “pequeninos” através dos anjos.

A quem Jesus se refere por “pequeninos” tem sido debatido pelos estudiosos, já que o termo pode ser tomado literalmente (crianças) ou figuradamente (os discípulos).

Talvez a última possibilidade deva ser a preferida, já que Jesus usa regularmente “pequeninos” para se referir aos discípulos (Mateus 10.42; Marcos 9.42; Lucas 17.2).

Baseados no fato de que os anjos cuidam de nós, muita gente passa a idolatrá-los e a transformá-los – inadvertidamente – em seres iguais a Deus, dirigindo-se diretamente a eles, em oração.

Ainda que os anjos bons cuidem de nós, a mando de Deus, eles só o fazem com ordens Dele. Em toda a Bíblia vemos que eles somente agem sob as ordens do Todo Poderoso.

Mas no mundo espiritual, não existem apenas os anjos bons. Existem, e em grande quantidade, os anjos maus. E estes agem sob as ordens de satanás, que deseja nos levar para a perdição eterna.

As Escrituras parecem indicar que, em algum momento entre Gênesis 1.31 e Gênesis 3.1, houve uma rebelião no mundo angélico, no qual muitos anjos bons se voltaram contra Deus e se tornaram maus.

Os anjos maus não foram criados assim, mas rebelaram-se contra Deus por livre e espontânea vontade, sendo expulsos do céu e condenados ao inferno.

O teólogo italiano Tomás de Aquino, que viveu entre 1225 e 1274, ensinou que uma vez que os anjos não têm natureza carnal pecaminosa o pecado deles foi espiritual. Eles foram seduzidos pelo diabo, que os envolveu com o orgulho e a inveja contra Deus. Os anjos pecaram voluntariamente.

Alguns teólogos fazem alusão ao texto de Judas 6 para apoiar esse ponto de vista quanto à queda dos anjos.

As táticas de satanás e dos demônios são a mentira, o engano, o homicídio e toda sorte de malignidade. Fazem isso para afastar as pessoas de Deus e levá-las à destruição.

Mas, assim como Satanás e suas hostes foram expulsos do céu, também seu domínio e ação serão extirpados totalmente da face da terra.

Não sabemos o porquê Deus não providenciou um redentor para os anjos caídos, como fez para o homem; porém, a razão sugerida para responder essa questão é que os anjos pecaram sem qualquer tentação, enquanto que Eva foi ludibriada por satanás, e Adão, tentado por sua mulher (Genesis 3.1-7).

Por causa disso, os anjos maus jamais poderão ser restaurados à santidade e ao convívio divino. Isso é fato sabido deles mesmos. E o que eles fazem, no intenso desespero em que estão, é tentar levar com eles o maior número de incautos. É o famoso ‘abraço do afogado”.

A Bíblia descreve de modo claro o fogo preparado para o diabo e seus anjos, como fogo eterno. (Mateus 25:41)

A condenação já foi proferida, portanto, muito cuidado com o “culto aos anjos”, pois isto é uma armadilha de satanás e seus anjos perversos.

Cuidado com o “abraço dos afogados”.

Graça e Paz!

domingo, 27 de outubro de 2013

AGRADECENDO PELA COMIDA



“E, havendo dito isto, tomando o pão, deu graças a Deus na presença de todos; e, partindo-o, começou a comer.”(Atos 27:35)

Eu fui almoçar com um amigo, e antes de comer, inclinei a cabeça e, silenciosamente, agradeci a Deus pelos alimentos.

Este amigo, que ainda não se submeteu ao senhorio de Jesus, percebeu minha leve inclinação de cabeça e meu silêncio momentâneo, e perguntou-me por que eu “rezava” antes de comer.

Pode parecer uma tolice, mas muita gente ignora esse costume de orar antes das refeições.

A alimentação é um assunto muito comum nas Escrituras, e muitas vezes é usado como ilustração para demonstrar a fraternidade entre os irmãos (Gn 31.54), abrigo ao estrangeiro (Dt 10.18,19) e até mesmo para buscar paz (Gn 31-48) e alianças (Gn 18.5).

Não existe nenhuma fórmula definida pela Bíblia para essa prática. No dia-a-dia, a maioria dos judeus observava o hábito de dar graças à mesa, pela refeição. 

Esse costume foi ainda mais enfatizado depois da Páscoa. Não somente oravam antes da refeição, mas também tinham de fazer o mesmo depois de terminada (Dt 8.10). 

Encontramos diversas ocasiões em que Jesus orou antes de uma refeição.

Essas orações foram registradas devido à importância dos fatos relacionados: a multiplicação dos pães para cinco e quatro mil pessoas, respectivamente (Jo 6.11 e Mt 15.36), a última Páscoa (Mt 26.26) e com os discípulos de Emaús (Lc 24.30). 

Também encontramos o apóstolo Paulo publicamente rendendo graças e partindo o pão (At 27.35). 

Entretanto, não encontramos uma fórmula definida para a prática das orações antes e depois das refeições. 

A oração ensinada por Jesus em Mateus 6:9/13, contém diversos pontos, entre eles o pedido pelo pão diário: “Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos dá hoje; e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; e não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre.Amém.”

Geralmente, as orações para as refeições domésticas tratam de assuntos familiares, enquanto as orações antes e depois das refeições em grupo, como, por exemplo, festa ou culto, tratam de assuntos mais amplos. 

Quando em companhia de não crentes, fazemos uma oração silenciosa, agradecendo, e pedindo ao Senhor que alcance aqueles que ainda não foram alcançados pela Graça.

Quando em família, nossas orações devem ser sinceras e voltadas para o aprendizado das crianças, e para edificação de todos.

Graça e Paz!

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

Minha lista de blogs

Seguidores

Quem sou eu

Minha foto
Itabuna, Sul da Bahia, Brazil
Sou um discípulo de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo

Arquivo do blog