VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

sábado, 9 de novembro de 2013

DEVEMOS ORAR A QUEM?



“Sede meus imitadores, como também eu de Cristo.”(I Corintios 11:1)

Não são poucas, as vezes que me deparo com perguntas difíceis de responder. 
 
Embora a Bíblia Sagrada seja o nosso manual de funcionamento, às vezes nós não temos revelação sobre algumas de suas passagens. Seja porque não é algo explícito, seja porque é algo que tem sido manipulado por falsos profetas.

Um exemplo clássico é a questão do divórcio e novo casamento.

A Palavra de Deus condena o primeiro e proíbe o segundo,( Marcos 10:2 a 12: Lucas 16:18; Romanos 7: 2,3 e Coríntios 7:10 a 13). Mas uma interpretação tendenciosa de Mateus 19:9 (além da troca da palavra fornicação por adultério) dá o pretexto para que aconteçam recasamentos. 

Na verdade, para se entender que também em Mateus 19 há a proibição de recasamento, é necessário ler do versículo 3 ao 12.

Esse longo prólogo, é para falar sobre se devemos ou não, orar ao Espírito Santo.

Durante uma reunião esta semana, um irmão sentenciou que “não se deve adorar o Espírito Santo, mas somente a Jesus”, afirmativa que me causou desconforto, uma vez que entendo que o Espírito Santo é Deus, logo, quando adoramos a Deus, estamos adorando ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo.

Jesus mandou que todos fossem batizados em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo e está mais do que sabido, que o Espírito Santo é uma das três pessoas da Trindade Santa, que possui personalidade individual e os atributos divinos da onisciência, onipresença e onipotência.

O único pecado registrado na Bíblia, que não é perdoado, é a blasfêmia contra o Espírito Santo (Mateus 12:32; Marcos 3:29 e Lucas 12:10).

Essa questão levou a outra. Perguntaram-me se devemos orar ao Espírito Santo.

Eu costumo dizer que o discípulo é aquele que ouve o que o Mestre fala, e faz o que Ele manda, ou seja, devemos ser imitadores de Jesus. Toda nossa vida deve ser pautada pelos ensinamentos do Mestre.

E quando não encontrarmos um exemplo do próprio Jesus, devemos seguir os passos dos Apóstolos.

Até onde entendo, toda oração deve ser direcionada ao Deus triúno – Pai, Filho e Espírito Santo. A Bíblia ensina que os três são Um, portanto, a oração a um dos membros da Trindade é oração a todos.


Ao Pai, oramos como o salmista: “Atende à voz do meu clamor, Rei meu e Deus meu, pois a ti orarei” (Salmos 5:2). Ao Senhor Jesus, oramos da mesma forma que oramos ao Pai, porque eles são iguais, como fez Estêvão, enquanto estava sendo martirizado: “Senhor Jesus, recebe o meu espírito!” (Atos 7:59). Paulo exortou os crentes da igreja de Éfeso a sempre dar “graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo” (Efésios 5:20).

Jesus assegurou aos seus discípulos que qualquer coisa que pedissem em Seu nome – quer dizer, Sua vontade – seria concedido (João 15:16; 16:23).

Paulo pediu ao Espírito Santo que unisse os corações dos crentes da igreja de Corinto (2 Coríntios 13:13). E Judas (1:20), um dos irmãos do Senhor Jesus, na carne, também nos orienta a buscar o Espírito Santo, em nossas orações.

Além disso, é o Espírito Santo que nos ajuda a orar, mesmo quando não sabemos como ou pelo que pedir (Romanos 8:26) 

Concluindo, a Biblia não proíbe que oremos diretamente ao Espírito Santo, mas ela nos mostra que devemos orar ao Pai, através do Filho, pelo poder do Espírito Santo.

Graça e Paz!
 

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

ESCOLHAS



“E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.”(Romanos 12:2)


Todos os dias fazemos escolhas, que terão conseqüências em nossas vidas. Escolhemos os blogs que desejamos ver, a emissora de TV que desejamos assistir, qual a roupa que vamos vestir, qual a comida que vamos comer, qual marca de pasta de dentes que vamos comprar, quanto daremos de oferta à igreja e muitas outras, numa lista que parece não ter fim.

De um modo ou de outro, tudo que nos acontece é fruto das nossas decisões.

Infelizmente, as pessoas de um modo geral, gastam pouco tempo se preparando para as grandes escolhas da vida, escolhas estas que, com certeza, irão determinar o seu futuro, nesta vida e no porvir.

A maioria das pessoas age por impulso, por emoção. Segue de acordo com as circunstâncias. Como se diz popularmente: vai a favor do vento.

A vida nos pertence apenas em parte. A vida é um dom gratuito de Deus, é Deus quem permite o nascimento e a morte, é Ele quem, verdadeiramente, tem controle sobre ela, mas Ele não invade nossa privacidade, Ele nos dá o livre arbítrio.

Se você não está fazendo o que gostaria de fazer, mude o que está fazendo.
Você pode dizer que não é simples mudar, e eu lhe digo, por experiência própria, que é simples sim, só não é fácil. É necessário coragem. É necessário confiar em Deus.

Há também ocasiões em que estamos fazendo o que gostamos, mas precisamos mudar, porque aquilo que estamos fazendo não é útil para nosso crescimento espiritual.

Quem é que está no controle da sua vida? Você está tomando as grandes decisões solitariamente?

A realidade é que nós temos muito mais controle sobre as circunstâncias do que julgamos que podemos ter. Mas este controle muitas vezes nos prejudica, porque o homem só pode ser realmente feliz se estiver na dependência de Deus.

Você pode escolher levar sua vida independente, ou confiar na Graça de Deus e decidir fazer aquilo que é certo: submeter-se à vontade Dele.

Não fique colocando a culpa em Deus e no mundo pelas conseqüências de seus atos. Elas são fruto das suas escolhas.

Graça e Paz!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

LEMBRANÇAS



“Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”(II Timóteo 4:7)

Eu era um menino de 10/11 anos, que gostava muito de ler “gibi”, (esse era o nome dado, no meu tempo aquelas revistas em quadrinhos) quando fui apresentado a leitura mais robusta, na casa de um tio meu.

Fiquei fascinado quando vi uma volumosa coleção de livros condensados do Reader’s Digest. Durante muito tempo, me debrucei sobre aqueles livros e os li todos. Uma beleza.

Enquanto minhas primas e primos brincavam de “picula” no amplo quintal, eu viajava nas páginas daqueles livros. Infelizmente, quando tio Adelino morreu, somente dois ou três volumes haviam resistido ao tempo.

Eu me lembrei disso, por conta de ter ficado pensando que lembranças eu vou deixar. Então, lembrei-me do velho tio e da lembrança mais marcante que ele deixou em mim.

É claro que outras lembranças dele ficaram. mas, a mais forte, é daquele homem magro e comprido, que presenteou-me com aquele tesouro de livros.

Quando eu me for, que lembrança deixarei? Será uma lembrança agradável, uma lembrança de algo bom que fiz – se é que fiz algo de bom? Que diferença farei nesta vida para alguém?

Tenha certeza que alguém lembrará da influência - positiva ou negativa - que você deixou neste mundo. Por isso você tem que se esforçar para ser necessário, para encher de coisas boas não apenas seu próprio coração, mas também o espírito de muitos que estão a seu redor.

Torne-se necessário. Faça sua contribuição ao mundo e as pessoas à sua volta, e quando você se for, alguém lembrará de você com carinho, e elevará uma prece a Deus pelo bem que você proporcionou.

Dê ao mundo seus dons e talentos. Você não precisará deles junto ao Pai, mas com certeza, quando prestar conta de seus atos a Deus, isso pesará a seu favor.

Graça e Paz!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

ALEGRIA



“Os céus declaram a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos.” (Salmos 19:1)

Tem momentos que eu simplesmente fico maravilhado olhando o céu, e admirando a grandeza do universo criado por Deus, e me perco em meus pensamentos. Desligo-me do mundo.

Nesses momentos, nenhuma preocupação ou aborrecimento resistem, e eu acho que, quem está perto de mim, fica imaginando o porquê naquele sorriso bobo no rosto. Bobo? Não, um sorriso de plena satisfação. 

Eu fico  pensando que a gente tem a mania de se aborrecer por qualquer coisa.

Já pensou se Deus tivesse a nossa natureza? Ele já teria explodido tudo por aqui, porque nós, seres humanos, somos uns chatos.

A gente ao invés de acordar, sorrir para o sol ou para a chuva, admirar a beleza do dia que nasce, pela vida que pulsa em nosso ser, e dar graças a Deus pelo dom da vida, ficamos pensando nos problemas que nem aconteceram...

Jesus disse certa vez, que a gente não pode aumentar nossos dias de vida e que não devemos nos inquietar, pois basta ao dia os seus próprios problemas (Mateus 6:34).

Precisamos desenvolver um permanente sentimento de alegria e vergonha.

Alegria por sentir a presença de Deus em nossas vidas, nas mínimas coisas, e vergonha porque, apesar de tudo, de termos a visão, a constatação diária do Seu Poder, ainda não aprendemos a descansar totalmente N’ele.

Vergonha porque nem sempre pomos em prática o que a palavra de Deus nos ensina, e alegria quando praticamos o que o apóstolo Paulo nos ensina em sua carta aos Romanos (12:12): “Alegrai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, perseverai na oração;”.

Graça e Paz!
 

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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Sou um discípulo de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo

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