VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

domingo, 17 de novembro de 2013

O FILHO DO HOMEM



“Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu. “(João 3:13)

A expressão "filho do homem" é encontrada muitas vezes, tanto no Velho como no Novo Testamento. Originalmente, foi usada como sinônimo de "homem". Isaías 51:12 diz: "Eu, eu sou aquele que vos consola; quem, pois, és tu, para que temas o homem, que é mortal, ou o filho do homem, que não passa de erva?"
 
No livro de Ezequiel, a frase foi uma maneira que Deus, muitas vezes, identificou o profeta Ezequiel (2:1,3,6 e em muitos outros versículos do livro de Ezequiel).

A expressão aparece duas vezes no livro de Daniel, com dois sentidos diferentes. Em Daniel 8:17, o profeta é chamado de "filho do homem". Mas, em 7:13/14, desce do céu numa visão, "um como o Filho do Homem" que recebeu do ancião de dias, autoridade para reinar para sempre.
Nesta visão profética, a frase claramente se refere a Cristo.

Chegando ao Novo Testamento, "filho do homem" é usado quase exclusivamente para falar sobre Jesus. O próprio Cristo utilizou esta expressão (segundo o relato dos quatro evangelhos) para se identificar inúmeras vezes.
  
Assim, Ele enfatiza sua própria humanidade, o fato que Ele se fez carne e habitou entre homens (João 1:14).

Mas atenção contra as falsas doutrinas humanas que sugerem que Jesus era um homem glorificado, a Bíblia ensina que Ele é Deus que se humilhou.  Esta descrição jamais é usada para sugerir que Jesus era mero homem.

E em João 6:62 Jesus diz: "Que será, pois, se virdes o Filho do Homem subir para o lugar onde primeiro estava?" Paulo confirma a mesma coisa em Filipenses 2:5 a 8.

O Filho do Homem mostrou sua autoridade na terra (Marcos 2:10 e 28). E depois de sua morte e ressurreição, ele afirmou que tinha recebido toda autoridade (Mateus 28:18; Lucas 22:69).

Sem dúvida, o uso no Novo Testamento (Marcos 13:26) corrobora o tema introduzido em Daniel 7:13. Como Daniel o viu descendo nas nuvens, Jesus prometeu vir nas nuvens em julgamento.

Algum tempo depois da ascensão de Jesus, Estevão foi privilegiado em ver "o Filho do Homem, em pé à destra de Deus" (Atos 7:56).

Vamos obedecer ao “Filho do Homem”, Ele tem toda a autoridade.

Graça e Paz! 

sábado, 16 de novembro de 2013

ABORTO



“Se o homem gerar cem filhos, e viver muitos anos, e os dias dos seus anos forem muitos, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é melhor do que ele”. (Eclesiastes 6:3)

Tive o desprazer de ler, que o empresário Edir Macedo, dono da Igreja Universal, costuma usar essa passagem de Eclesiastes 6.3, na versão Almeida, para dizer que a tese da liberalização do aborto tem algum respaldo bíblico. Isto é mais um exemplo de texto fora do contexto.

Vejamos esse texto em outras versões: ”Mesmo que um homem tenha cem filhos e filhas, mesmo que viva muitos anos, se não aproveitou do que ganhou, nem deixou dinheiro suficiente para que seus filhos lhe dêem um enterro decente – acho que teria sido melhor para esse homem ter nascido morto. (Bíblia Viva – Ed. Mundo Cristão)

Vejamos o texto na Bíblia Linguagem de Hoje: "que adianta um homem viver muitos anos e ter cem filhos se não aproveitar as coisas boas da vida e não tiver um enterro decente? Eu digo que uma criança que nasce morta tem mais sorte que ele".

O livro de Eclesiastes é repleto de pensamentos alegóricos em que o homem é levado a pensar em seu fim, que é estar junto a seu Criador. Neste caminho, o homem é confrontado com pensamentos melancólicos sobre o suor gasto no seu dia-a-dia, em seu trabalho, na vaidade de tantas ações humanas e que muitas vezes mais nos afastam que nos aproximam do Todo Poderoso.

O dia-a-dia pode ser sufocante e é necessário que o homem - esta criatura amada infinitamente por Deus - tenha sempre à sua frente seu destino, seu rumo, seu Deus.

Na verdade, o texto em questão mostra o quanto a vida pode ser improdutiva mesmo que tantas vezes pareça à muitos que ela é bem-sucedida.

Uma vida vazia é uma vida sem Deus, e o Eclesiastes mostra que quem não encontra a verdadeira felicidade - Deus – por mais que tenha trabalhado e lutado, sua existência foi nula, como alguém que não viveu, como uma pessoa que nasceu morta.

Enfim, é preciso entender, que era muito importante para os hebreus, e muito honroso, ter uma grande família e uma longa vida. Nesse contexto, um homem que não podia desfrutar disso, era preferível que não tivesse nascido, pois seria uma vida vã.

Em síntese, a exegese de Eclesiastes 6:3 não fala nada da possibilidade de uma mulher optar pelo aborto. Somente na mente fértil do herético "bispo" Macedo é que existe essa interpretação!

A prática do aborto sempre foi e continuará a ser condenada pela Igreja Cristã na figura de suas denominações sérias e verdadeiras, comprometidas com a Bíblia Sagrada e suas doutrinas, doutrinas que são imutáveis, não vulneráveis ao tempo e aos costumes de regiões!

Graça e Paz! 

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

RECASAMENTO



“Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam;” (Atos 17:30)

Um casal amigo esteve em nossa casa, buscando compreender a situação de pessoas divorciadas, que se casaram novamente, uma vez que pediram ao casal, que apresentassem, em um círculo de estudos, um estudo sobre divórcio e novo casamento.

Eu e minha mulher, dissemos a eles que, à luz dos Evangelhos, quem casa, está preso ao cônjuge até que a morte os separe. Portanto, se alguém se divorcia, não importa o motivo, enquanto o outro cônjuge estiver vivo, não pode casar novamente. Se o fizer, comete adultério.

Como eu tenho vários estudos sobre o assunto, prontamente imprimi cópias de dois deles e os entreguei, orientando que fossem lidos e cotejados com a Palavra de Deus.

Ontem o casal retornou, buscando esclarecimentos sobre o assunto, dizendo que aconteceu uma grande polêmica sobre um versículo que não constava dos estudos.

É que alguém, usando Atos 17:30, argumentou que, somente não pode haver novo casamento, depois que as pessoas conhecem a palavra de Deus, se eles, mesmo divorciados, casaram antes de conhecer a vontade de Deus,estão perdoados.

Eu aprendi, há muitos anos, que “texto fora do contexto, é pretexto”. Normalmente pretexto para se fazer a coisa errada parecer certa.

Atos 17:30 não tem nada a ver com divórcio e novo casamento. Não se pode tirar desse texto, ilações para ir de encontro à vontade de Deus.

O Apóstolo Paulo estava, em Atenas, falando a alguns filósofos epicureus e estóicos, explicando que Deus perdoa o tempo em que você desconhece a vontade Dele.

Para deixar claro, é como uma rua sem sinalização de trânsito, que pode ser usada nos dois sentidos. Mas depois que é colocada uma sinalização de mão única, se você entrar na contramão, estará cometendo um delito, e que pode trazer graves conseqüências.

O Apóstolo Paulo estava explicando àqueles filósofos, a existência do único e verdadeiro Deus, e chamava a todos ao arrependimento, ou seja, para uma mudança de rumo.

Na fonte de Jacó, na cidade de Sicar, na Samaria, como está em João 4:18, Jesus conversou com uma mulher samaritana que Lhe contou haver tido cinco relacionamentos, mas que não tinha marido, Jesus então  disse para ela que: ”.  tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade.”, mostrando que todas as relações dela, depois do primeiro casamento, eram ilícitas.

No caso dessas pessoas que não conheciam a Palavra de Deus, divorciaram-se e casaram com outros, ao conhecerem a vontade de Deus expressa em Sua Palavra, só lhes restam duas opções: voltar para o marido ou mulher com quem se casou, ou se não quiser ou puder fazer isso, permanecer só, como explica Jesus em Mateus 19:12: “Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos, por causa do reino dos céus. Quem pode receber isto, receba-o.”

Eu sei que é dura esta palavra, mas o Evangelho do Reino é para aqueles que desejam verdadeiramente tornarem-se discípulos do Senhor Jesus, e por isso, negam-se a si mesmos.

Graça e Paz!

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

NÃO DESISTA



“Porque o que faço não o aprovo; pois o que quero isso não faço, mas o que aborreço isso faço.”(Romanos 7:15)

Não são poucas as vezes que me pego fazendo o que abomino, o que não quero, o que me causa vergonha diante de Deus.

Para algumas pessoas, são ações consideradas normais, corriqueiras, como por exemplo, soltar um sonoro palavrão contra alguém que nos fecha no trânsito, mas que para alguém que pretende ser um discípulo do Senhor Jesus, soa como grave ofensa à Santidade de Deus.

Não são poucas as vezes que me pego pensando em “dar o troco” a alguém que fez algo contra mim, para depois chorar amargurado por me sentir espiritualmente fraco, pois Jesus manda perdoar e orar por aqueles que nos fazem mal.

Já perdi a conta das vezes que me peguei, dizendo a mim mesmo, que não tenho jeito, que sou um caso perdido, que nunca vou conseguir agradar a Deus, apesar de querer ser um prazer para Deus todos os dias.

Felizmente que Deus, na sua infinita misericórdia, todas as vezes que essas coisas me acontecem, vem em meu socorro.

Não sei explicar bem como funciona, mas quando estou aflito, começo a orar desesperadamente, até que o Espírito Santo me envolve, e parece sussurrar em meus ouvidos, capítulos e versículos da Palavra de Deus, onde encontro o bálsamo para minhas dores, e forças para não desistir de continuar tentando, tentando, e tentando agradar ao Todo Poderoso.

Se algo parecido acontecer com você, não desista nunca de continuar buscando a santidade, de continuar tentando fazer a vontade de Deus.

Lembre-se que estamos em boa companhia. O apóstolo Paulo viveu um momento parecido como esse que descrevi, e ao final disso, a graça de Deus se derramou sobre ele.

Tanto é assim, que ele escreveu:”Porque para mim tenho por certo que as aflições deste tempo presente não são para comparar com a glória que em nós há de ser revelada.” (Romanos 8:18)

Graça e Paz! 

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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Sou um discípulo de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo

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