VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O CÉU



“Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.” (João 14:2)

Comumente ouvimos a frase "todos os caminhos levam a Deus", o que implica que todas as religiões podem afirmar que têm a verdade, ou que toda a humanidade terá o mesmo fim. 

Mas os que acreditamos que a Bíblia é a Palavra de Deus, compreendemos que só há um caminho para a salvação: “Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”(João 14:6)

No cristianismo, alguns afirmam também que todos receberão salvação. Mas essa posição de inclusivismo não está baseada na Bíblia e não é a posição histórica da ortodoxia cristã.

Passagens como Mateus 25.46, João 3.36, 2 Tessalonicenses 1.8-9 e várias outras ensinam claramente que nem todos serão salvos. 

O céu é a esperança de todo aquele que Nele crê. A promessa do céu tem dado esperança aos aflitos, conforto aos sofredores, e reanimado aos que enfrentam batalhas espirituais.

O céu é real. A Bíblia é bem clara quanto à existência e ao propósito do céu. Ele é parte do plano de Deus para o porvir, para premiar os justos, aqueles que se submetem ao senhorio de Jesus.

Todas as profecias bíblicas se cumpriram no passado e as relativas ao futuro serão cumpridas conforme o plano e o cronograma de Deus. Portanto, o céu e o inferno são bem reais e  estão relacionados ao nosso futuro.

A Bíblia não nos diz tudo o que gostaríamos de saber sobre o céu, mas nos dá vislumbres do futuro para nos encorajar no presente.

Talvez você ainda não tenha certeza de qual será seu destino eterno. Se este for o caso, eu gostaria de incentivar você a dar passos seguros em direção ao céu.

Você  pode ter a vida eterna por meio de Cristo. Jesus pagou um alto preço por você, e se você tiver verdadeiramente fé no seu coração, Ele lhe dará vida eterna. “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie" (Efésios 2.8,9).

Para alcançar salvação, você deve reconhecer que é um pecador aos olhos de Deus: "Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Romanos 3.23); que Deus é santo e, por isso, não pode ignorar o pecado de ninguém, e que Ele vai julgá-lo.

Deus, na Sua misericórdia, preparou um caminho pelo qual homens e mulheres pecadores podem receber Seu perdão.

O caminho é Cristo. Ele veio à terra, viveu uma vida perfeita, morreu na cruz em nosso lugar para pagar pelos nossos pecados.

Para obter a salvação e a vida eterna que Jesus Cristo oferece pela graça, devemos confiar que o pagamento de Cristo por meio da Sua morte na cruz e da Sua ressurreição é a única maneira de recebermos o perdão dos nossos pecados.

Você reconhece seu pecado perante Deus? Se a sua resposta é sim, corra para Cristo. Se você não reconhece sua necessidade de salvação, você está perdido.

Se você ainda não é um discípulo, mas já é um crente, eu quero encorajá-lo a aprofundar seu relacionamento com Cristo; a servi-lo; a descansar Nele; a fazer parte do Reino de Deus, aqui, agora, e no céu, no futuro.

Graça e Paz!

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

O REINO DE DEUS




“Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo.” (Romanos 14:17)

Quando João Batista começou a pregar antes de Jesus, a mensagem dele era sobre o Reino de Deus: “E, naqueles dias, apareceu João Batista pregando no deserto da Judéia e dizendo: Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus. ‘( Mateus 3:1,2)

Logo depois de João, Jesus começou a pregar e falava as mesmas coisas: ”Desde então, começou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque é chegado o Reino dos céus.” (Mateus 4:17)

Quando Jesus mandava os discípulos pregarem, essa era a mensagem também:  “Não ireis pelo caminho dos gentios, nem entrareis em cidade de samaritanos;Mas ide antes às ovelhas perdidas da casa de Israel;E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus.”(Mateus 10:5-7)

As histórias que Jesus contava para explicar o que Deus queria fazer com o homem falavam do Reino de Deus, como está registrado no Evangelho de Mateus, capítulo 13, versículos 11, 19, 24, 31, 33, 38, 41, 44 e 45.

Depois que ressuscitou Jesus esteve ainda quarenta dias com os discípulos antes de subir aos céus, e nesse tempo falava do Reino de Deus: ” Fiz o primeiro tratado, ó Teófilo, acerca de tudo o que Jesus começou, não só a fazer, mas a ensinar, Até ao dia em que foi recebido em cima, depois de ter dado mandamentos, pelo Espírito Santo, aos apóstolos que escolhera;Aos quais também, depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias, e falando das coisas concernentes ao reino de Deus.” (Atos 1:1-3)

Os apóstolos e discípulos quando saíram a pregar o Evangelho, também falavam do Reino de Deus: “Mas, como cressem em Filipe, que lhes pregava acerca do reino de Deus, e do nome de Jesus Cristo, se batizavam, tanto homens como mulheres.” (Atos 8:12;)

A mensagem do Reino de Deus é uma boa notícia para todos aqueles que estão debaixo da escravidão de Satanás por causa do pecado. Essa boa notícia é que já chegou um Reino, mais poderoso que o Império das trevas que mantém os homens escravizados ao pecado, ao medo e à morte. Chegou o Reino de perdão, de liberdade, de paz, de amor e de vida. Esse é o Reino de Deus, onde quem governa é Jesus.

Através de Jesus, nós que estávamos separados de Deus por causa do nosso pecado, recebemos a notícia de que Deus chegou até nós, trazendo o seu governo (Reino) na pessoa de Jesus

Portanto, fazer parte do Reino de Deus é ter Jesus como Rei e Senhor. A salvação é daqueles que confessam a Jesus como Senhor e o obedecem (Romanos 10:9 e Hebreus 5:8,9).

Exatamente para isso Jesus morreu e ressuscitou: Para reinar, isto é, ser Senhor sobre todos (Romanos 14:9).

Quando alguém conhece o Evangelho do Reino. descobre que Jesus tem mais valor que todas as outras coisas e pessoas. Compreende que a sua própria vida só tem valor se estiver em Jesus.
                                                                                           
Cada vez que conhecemos mais a Deus através de Jesus ficamos mais atraídos por ele. É que o Rei Jesus e seu Reino é o que há de mais precioso para nós. A nossa vida é completamente atingida pelo Reino de Deus.

Certamente o Reino de Deus produz uma mudança radical e maravilhosa em nossas vidas. Jesus se torna para nós, a nossa preciosidade (I Pedro 2:6-8). Nossa vida agora é para fazer tudo que ele manda.

Para quem não conhece a Jesus, é uma loucura que deixemos tudo pelo Reino de Deus. O nosso novo estilo de vida é um absurdo para as pessoas do mundo, mas para nós não é um peso, ao contrário.

E é por conta disso nosso desejo de levar o Evangelho do Reino para todas as pessoas que nos rodeiam, para que a terra se encha da glória de Deus e do Seu Reino!

Ninguém pode servir a dois senhores ou a dois reinos (Mateus 6:24). O Reino de Deus tem um modo de viver completamente oposto ao que o mundo vive. Não há como conciliar.

Quem quiser ser amigo do mundo vai ser inimigo de Deus, e quem quiser seguir a Jesus, fazer parte do seu reino, precisa desligar-se de tudo o mais (Tiago 4:4 e Lucas 5:27-28).

Graça e Paz! 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

ARREPENDIMENTO



“Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam” (Atos 17:30)


A origem de todos os pecados é a atitude de rebelião contra Deus. É preciso mudar essa atitude, é preciso abandonar a rebeldia. Essa mudança de atitude a Bíblia chama de arrependimento.

Quando Jesus começou a pregar, sua mensagem era: “arrependam-se” (Mateus 4:17). Antes dele veio João Batista e dizia a mesma coisa: “arrependam-se” (Mateus 3:1,2). Pedro e Paulo, apóstolos de Jesus, continuaram sua mensagem, a ordem de Deus para que todos se arrependessem (Atos 2:38 e 17:30).

Algumas pessoas confundem arrependimento com remorso. Remorso é um sentimento de mal estar por haver feito algo de errado. O arrependimento é muito mais que isso. Arrependimento não é apenas sentir pesar por ter ofendido alguém. O remorso sem conversão nos leva a continuar cometendo os mesmos pecados.

Arrependimento significa mudança de atitude e de mentalidade. A atitude à qual somos chamados a abandonar é a rebeldia.

O que acontece quando nos arrependemos:

a)    Mudança de Reino (Do Império de Satanás para o Reino de Deus) – Colossenses 1:13

Neste mundo existem somente dois reinos. Desde o primeiro pecado de Adão, todos nascemos no reino das trevas, cujo príncipe é Satanás. Ele, junto com seus demônios, engana, domina e age em todos os homens para arruiná-los e destruí-los. Quando nos arrependemos, renunciamos a Satanás e suas mentiras, e sujeitamos nossa vida a Jesus Cristo para que Ele governe nossas vidas. Passamos a fazer parte do Reino de Deus.

b)    Negar-se a si mesmo – Marcos 8:34,35

Por causa da natureza egoísta de nosso coração, todos desenvolvemos no decorrer dos anos um estilo de vida egocêntrico. Em outras palavras, eu sou o centro de meu pequeno mundo. Tudo o que faço é para mim: viver, estudar, trabalhar, ganhar dinheiro, ter família, descansar, etc. Todos os meus esforços estão orientados para o meu próprio bem estar.

O homem “religioso” (ou seja aquele que pratica exteriormente uma religião sem uma experiência de conversão e comunhão com Deus) que não deixou de lado seus próprios interesses, continua nas mesmas condições, com a única diferença que toma agora Deus “a seu serviço”. O “religioso” concebe Deus como aquele que existe para o ajudar, guardar nos perigos, abençoar, curar, etc., no entanto, ele continua tendo o “eu”como o centro de sua vida. Não vive para Deus, mas para si mesmo.

Negar-se a si mesmo é esquecer ou deixar de lado meus próprios interesses. É estar a  serviço.de Jesus, que disse: “...quem perder a sua vida por minha causa e por causa do Evangelho vai salvá-la”. Se eu trabalho, será para Ele. Se tenho uma família, se estudo, se descanso, se ganho dinheiro, etc., tudo farei para Jesus.

c)    Colocar Jesus em primeiro lugar - Mateus 10:37 e Lucas 14:26

Geralmente, eu e minhas coisas ocupamos o primeiro lugar. Jesus Cristo exige uma mudança total. Ele é Deus e como tal deve ocupar o primeiro lugar em nossa vida e em nossos afetos. Acima de tudo devemos amor, lealdade e serviço a Ele. Ele precisa ser a pessoa mais importante de nossa vida e aquele a quem amamos mais do que aos nossos familiares, e ainda mais do que a nós mesmos.

d)    Renunciar tudo o que possui – Lucas 14:33

As pessoas, em geral, por sua ignorância e egoísmo, consideram-se donas de tudo o que possuem. Na realidade, o legítimo dono de tudo o que possuímos é Deus. Todos os nossos pertences, incluindo bens materiais, família, tempo, capacidades naturais, casa, dinheiro, futuro, etc, tudo é de Deus.

A mudança de atitude, consiste em que, antes considerava que tudo o que possuía era para mim e para os meus, mas agora, renuncio a tudo o que tenho e entrego tudo isso a Cristo. Tudo fica à sua inteira disposição para o que Ele mandar. O discípulo é um simples mordomo dos bens que possui.

Cuidado, isso não quer dizer que devemos entregar tudo que possuímos a uma determinada denominação, mas sim que devemos usar tudo que “temos” para a glória do Reino de Deus.

Em Mateus 11:29 o Senhor Jesus nos chama para “tomar sobre nós o seu jugo”. Levar seu jugo significa sujeitar-nos a Ele e viver obedientes e submissos em tudo.

Antes vivíamos como queríamos, depois do arrependimento, da mudança de rumo,  nos comprometemos em viver como Cristo quer. Adotamos uma nova atitude, a única coisa que queremos fazer é Sua vontade.

O que prova nosso arrependimento?

a)    Tomando uma decisão firme e imediata de deixar a vida velha e seguir a Jesus – Mateus 4:18-22.


b)    Renunciando a todo tipo de envolvimento com Satanás – Atos 19:18,19.


c)    Confessando os pecados – Provérbios 28:13.


d)    Sendo batizado nas águas, para perdão dos pecados – Atos 2:38.



Jesus nos diz: “O Reino de Deus chegou, não está mais longe, está próximo de vocês”. E nos apresenta uma condição para sermos salvos: O arrependimento.

Graça e Paz! 

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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