VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

DOUTRINA


“Porquanto ouvimos que alguns que saíram dentre nós vos perturbaram com palavras, e transtornaram as vossas almas, dizendo que deveis circuncidar-vos e guardar a lei, não lhes tendo nós dado mandamento” (Atos 15:24)

No Reino de Deus há um modo de vida completamente diferente da maneira como vivíamos antes quando estávamos no pecado. O ensino desse modo de vida se chama doutrina.

O ensino ou doutrina do Senhor é simples e claro, não exige interpretações complicadas. Por exemplo, é muito simples o ensino do Senhor: “Filhos, obedecei aos vossos pais em tudo” (Colossenses 3:20). Não há problemas para entender e praticar essa ordem. Assim é a doutrina do Senhor.

Entretanto, alguns ensinos requerem uma atenção maior para que sejam corretamente entendidos, por causa de diversas interpretações que os diversos grupos religiosos fazem dos textos bíblicos. 

Quando o Evangelho começou a se espalhar pelo mundo, surgiu uma questão a ser resolvida: Os não-judeus (os gentios) que se convertiam ao Senhor Jesus deviam se sujeitar a praticar todos os rituais exigidos pela Lei de Moisés, todos os preceitos do Antigo Testamento para ser salvos?

Como lemos em Atos 15:1-6, um dos preceitos era a circuncisão. A circuncisão era uma cerimônia religiosa em que era cortada a pele, chamada prepúcio, que cobre a ponta do órgão sexual masculino. Os meninos israelitas eram circuncidados no oitavo dia após o seu nascimento. A circuncisão era sinal da aliança que Deus fez com o povo de Israel. Os apóstolos se reuniram na cidade de Jerusalém para resolver esse problema.

Outro preceito da lei judaica que causava problemas era a guarda do sábado como um dia especial para Deus. O Senhor Jesus teve problemas com os fariseus, pois ele trabalhava no dia de sábado curando os enfermos. Os fariseus queriam prende-lo dizendo que ele estava profanando o dia do descanso. Diante dessas acusações, o Senhor deu essa resposta: E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. Assim o Filho do homem até do sábado é Senhor. (Marcos 2:27,28)

Em Atos 15:22 a 29 lemos a conclusão da reunião dos apóstolos para tratar aquele assunto da circuncisão. Eles decidiram que os cristãos gentios não estavam obrigados a guardar os preceitos da lei de Moisés para ser salvos. A salvação é pela graça. Apenas colocaram quatro preceitos que deviam ser obedecidos:

·         Não comer coisas sacrificadas a ídolos.
·         Não comer sangue.
·         Não comer carne de animais mortos por sufocamento.
·         Não se envolver em relações sexuais ilícitas.

Portanto, assim como a circuncisão e os outros preceitos da Lei, o guardar o sábado como um dia especial não foi uma obrigação imposta para a igreja de Jesus.

Paulo, o apóstolo, nos ensina que mais importante que guardar ou não guardar um dia especial é ter Jesus como Senhor e fazer tudo para ele: Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz. O que come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come, para o Senhor não come, e dá graças a Deus. Porque nenhum de nós vive para si, e nenhum morre para si. Porque, se vivemos, para o Senhor vivemos; se morremos, para o Senhor morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos.” (Romanos 14:5-9).

Por isso, compreendemos que não há um dia especial ou um dia santo. Em todos os dias  nos oferecemos inteiramente ao Senhor.

Mas quem não guarda o sábado não deve se considerar melhor do que aqueles que guardam um dia especial, ou vice-versa Tanto uns como outros são do Senhor Jesus e devem viver para ele.

Graça e Paz!
 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

A CEIA DO SENHOR



“E, tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.”( Lucas 22:19,20)

Quando fomos batizados fomos incluídos na família de Deus que é a Igreja. A Igreja é formada por todos aqueles que creram em Jesus como Senhor, confessaram os seus pecados e nasceram de novo. Essas pessoas tiveram seus pecados perdoados por causa do sangue de Jesus, isto é, por causa da morte de Jesus na cruz.

Antes da sua morte, o Senhor Jesus reuniu os seus discípulos e celebrou uma refeição com pão e vinho. Nesse dia, com essa refeição (ceia), o Senhor Jesus estava instituindo a Ceia.
A ceia do Senhor é a maior festa espiritual da igreja. Nela relembramos como éramos escravos do pecado e como fomos libertados por Jesus.
O pão é o corpo de Cristo que foi crucificado e no qual ele levou os nossos pecados. O vinho é o sangue de Cristo que foi derramado pelos nossos pecados.
A ceia é uma celebração da morte de Cristo e da nossa salvação. É celebração da vitória sobre o pecado e sobre Satanás. É um momento ao mesmo tempo muito sério e muito festivo.
Na ceia, afirmamos que o Senhor ressuscitou e está assentado à direita do Pai nos céus, que Ele vai voltar, e o estamos aguardando para ficar com Ele para sempre

Na ceia afirmamos que o corpo de Cristo foi repartido para cada um de nós.

Na ceia nós afirmamos essa verdade espiritual: que agora nós somos o corpo de Cristo: que o corpo de Cristo é um só, é a igreja, a família de Deus. (Romanos 12:5). A ceia é a celebração de que somos um só corpo em Cristo!

Quem participa indignamente da ceia, sofre condenação, quem participa discernindo o corpo de Cristo recebe todas as bênçãos de quem é membro da igreja de Jesus.

Portanto, não podemos ser hipócritas na ceia, isto é, dizer com o pão que somos um só em Cristo e vivermos divididos entre nós. Isso é comer indignamente ou não discernir o corpo de Cristo.

Quem participa hipocritamente da ceia está comendo e bebendo condenação.

Se um irmão não tem relacionamento com a igreja, não tem compromisso com os irmãos, não serve aos outros, não se submete, não abençoa ninguém com os dons que tem, vive em competição com os outros, provocando inveja etc. então essa pessoa não entendeu que a igreja é um corpo e uma família no qual servimos e amamos uns aos outros.

Ficar nessa condição e participar da ceia é hipocrisia.

Cada um de nós, portanto, antes de participar da ceia, deve examinar-se para ver se tem vivido em verdadeira comunhão com a igreja. Se não estiver, deve consertar-se para participar da ceia.
A ceia é uma ordem de Jesus. É um privilégio repartir com os irmãos o pão e o vinho.
Viva intensamente o seu relacionamento com o Senhor, comendo e bebendo dele pela oração e pela Palavra. Viva intensamente a sua comunhão com a igreja, através do seu relacionamento com os irmãos.
Agindo assim, quando for celebrar a ceia você estará expressando uma verdade que lhe acompanha todos os dias.
Graça e Paz! 

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

SUBMISSÃO




“Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo.”(Filipenses 2:3)

Somos salvos do pecado ao sermos arrancados pelo Senhor Jesus da rebelião e desobediência em que vivíamos na nossa velha vida. Estar no Reino de Deus significa exatamente estar submisso a toda a vontade do Senhor para a nossa vida.
  
As pessoas vivem hoje movidas pela semente de rebelião do império das trevas: vemos insubmissão às autoridades, aos patrões, ao governo, aos professores, aos pais etc. Por outro lado vemos abuso de poder e exploração por parte daqueles que estão em autoridade.

Mas Deus ao estabelecer o seu Reino nos nossos corações, nos ensina a submissão às pessoas que são colocadas para exercerem autoridade sobre nós no nosso dia a dia. Aqueles que não têm o Senhor Jesus são pessoas rebeldes às autoridades. Aqueles que já receberam o Reino de Deus nas suas vidas, têm um coração submisso.

Houve um centurião (um oficial do exército romano) que entendeu que Jesus tinha autoridade para curar mesmo de longe um empregado seu que estava doente porque era submisso ao Pai. (Mateus 8:5,10)

Ele entendeu que quem está debaixo de autoridade tem autoridade. Só tem autoridade quem sabe ser submisso. Esse homem sabia que só podia dar ordens aos seus soldados porque também obedecia.

Se queremos expressar nossa submissão ao Senhor, fazemos isso sendo submissos às pessoas que ele colocou sobre nós. Submissão parte do coração. Somos submissos às autoridades como quem está sendo submisso ao próprio Senhor.

Nas diversas áreas da nossa vida Deus colocou pessoas a quem precisamos nos submeter. Toda autoridade sobre nós foi colocada por Deus. Resistir a elas, isto é, não se sujeitar a elas é como resistir ao próprio Deus (Romanos 13:1,2).

São estes que Deus colocou para que nos sujeitemos a eles:

a)    Os governantes – Romanos 13:1-7; I Pedro 2:13-16.
b)    Os patrões e professores – Efésios 6:5-8; Colossenses 3:22-25; I Pedro 2:18-20.
c)    Os pais  - Colossenses 3:20.
d)    Os maridos – Efésios 5:22-24.
e)    Os Presbíteros e diáconos – Hebreus 13:7,17.
f)     Os irmãos em Cristo – Efésios 5:21.

Somos submissos de coração àqueles que Deus estabeleceu como autoridade sobre nós. Fazemos isso sem reclamar, pois somos diferentes do mundo (Filipenses 2:14,15). Não ficamos procurando desculpas e jeitinhos para fugir dos nossos deveres.

Mas há uma situação em que não devemos nos submeter às autoridades: quando ela nos manda pecar, a agir contra o que está na Palavra de Deus.

Quando os apóstolos foram proibidos de pregar o Evangelho pelas autoridades, eles, mesmo com todo respeito àqueles homens, disseram: ”Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29).

Portanto, nunca desrespeite aqueles que tem autoridade sobre você, mas tenha firmeza para não ceder as pressões daqueles que lhe mandam fazer coisas que são pecado, que são contrárias a vontade de Deus.

Graça e Paz!

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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