VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

LOUVANDO DE CORAÇÃO



“... falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor, com hinos e cânticos espirituais, ...” (Efésios  5:19)

O louvor a Deus é o fruto natural dos lábios que confessam o seu nome. É a
manifestação espontânea do coração daqueles que tem provado o amor do Senhor. Gostamos de elogiar e honrar àqueles com quem temos um relacionamento de amor.

Louvar a Deus é expressar a ele nosso amor. É dar a ele glória e honra. É exaltá-lo. É lembrar suas virtudes e seus feitos. Isto é justo e atende a uma necessidade de nosso espírito. Para isto mesmo fomos criados. Temos necessidade de louvar ao Senhor. E isto também o agrada. Ele recebe como expressão de nosso amor e honra.

O mais extenso livro da Bíblia, o livro de Salmos, é um livro essencialmente de louvor. É uma fonte de inspiração àqueles que amam ao Senhor. “Cantarei ao Senhor enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus durante a minha vida.” (Salmos 104:33)

O livro de Apocalipse nos dá um prenúncio do que acontecerá nos céus. Passaremos a eternidade, juntamente com os anjos, louvando ao Senhor e adorando-o.  “E os quatro seres viventes, ... não têm descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir.” (Apocalipse  4:8)

Certo irmão disse: “se alguém não gosta de louvar ao Senhor, não vai gostar do céu”. Renderemos louvor, glória e honra ao Senhor por todos os séculos. É o que mais faremos na eternidade. O prazer e a glória serão plenos. O adoraremos com perfeição.

Ainda que passaremos a eternidade rendendo louvor glória e honra ao Senhor, desde agora tenhamos experiências genuínas de louvor e adoração. Isto começa em nosso relacionamento pessoal com Deus.

Passe o dia todo louvando de coração ao Senhor, e tenha momentos especiais aonde você possa se derramar em adoração, fazendo as mais puras declarações de amor e gratidão ao Senhor.

Da mesma forma, quando estamos reunidos, louvemos a Deus. Esta é uma das primeiras coisas que precisamos fazer quando estamos juntos. O próprio Espírito Santo nos conduzirá a isto (João 16:14).

Declaremos as suas obras. Exaltemos o seu nome. Demos a ele toda glória e honra. Rendamos graças por tudo o que temos e somos.

Louvemos ao Senhor também, não só pelo que ele tem feito, mas simplesmente pelo que ele é. Louvemos a ele porque é santo. Louvemo-lo porque é justo. Louvemos ao Senhor porque ele é grande. Louvemos porque ele é bom. Porque ele é fiel. Porque não muda.

Aprendamos a ser verdadeiros adoradores. Louvemos ao Senhor com tudo o que temos, de todas as formas possíveis. Mesmo quando estamos cansados ou sem vontade. Expressemos de coração, com fervor, o louvor, a honra e a glória do Senhor.

A Bíblia nos ensina diversas formas de expressar nosso louvor. Devemos praticá-las, sem barreiras ou vergonha. Louvemos ao Senhor:

Falando e cantando: “ E a minha língua celebrará a tua justiça e o teu louvor todo o dia.” (Salmos 35:28)

Levantando nossas mãos: “Assim, cumpre-me bendizer-te enquanto eu viver; em teu nome, levanto as mãos.” (Salmos 63:4)

Aplaudindo: “ Batei palmas, todos os povos; celebrai a Deus com vozes de júbilo.” (Salmos 47:1)

Tocando instrumentos musicais: “ Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa. Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos retumbantes.” (Salmos 150:3-5)

Dançando: “ Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas.” (Salmos 150:4)

Inclinando-nos e ajoelhando-nos: “ Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do SENHOR, que nos criou.” (Salmos 95:6)

Devemos louvar ao Senhor em nossas casas, quando estamos sozinhos e quando estamos com nossas famílias. Também quando estamos reunidos com nossos irmãos, devemos louvar ao Senhor das formas acima, como simples e verdadeiros adoradores.

 “Todo ser que respira louve ao Senhor. Aleluia!” (Salmos 150:6)

Graça e Paz!

DESCULPEM

Estou de férias com minha família, em uma antiga vila de pescadores. O local é agradável, mas a internet é complicada. Daí que as postagens não estão sendo fáceis. Esta semana pretendo consertar as coisas, usando um modem 3G. Espero que as postagens possam voltar a ser diárias.
Que Deus os abencôe.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

DANDO GRAÇAS POR TUDO



“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco” (I Tessalonicenses 5:18)

Deus é soberano sobre a terra. Todas as coisas estão debaixo do seu controle. Em especial sobre os seus filhos, nada ocorre sem o seu consentimento.

Por isso, o Senhor se agrada de que demos graças por todas as coisas em nossa vida. Tanto as boas como as que não nos agradam. Isto revela um coração de fé diante do Senhor.

Nunca deve haver em nossa boca palavras de reclamação e queixa. Em nenhum momento. As queixas não podem sair da mesma boca que os louvores.

Se louvamos ao Senhor quando estamos reunidos, logo depois devemos dar graças a ele porque o ônibus está demorando. Isto agrada ao Senhor.

Cada povo tem o seu idioma, que o identifica. A queixa é a linguagem das pessoas que não conhecem a Deus. Elas reclamam o dia inteiro, por tudo.

Reclamam do calor, do frio, da chuva, do prefeito, da economia, do trabalho, do marido, da esposa, de tudo. É a linguagem de um reino que não tem esperança.

Não deve ser assim entre os filhos de Deus. Ele é nosso Pai e cuida de cada detalhe em nossas vidas.

Quando reclamamos de algo, na verdade, estamos reclamando do próprio Deus, pois ele é quem nos dá todas as coisas.

Como seus filhos, demos graças ao Senhor durante todo o dia. Em cada pequeno momento. Agradeçamos ao levantar, ao caminhar, ao comer, ao conversar, ao deitar, pelo descanso, pelo novo dia, por sua bondade e misericórdia, por podermos falar com ele, pelo café da manhã, pelo atraso do ônibus, pelas pessoas que nos ferem, pelo trabalho, pela família, enfim por tudo o que somos, por tudo o que temos e por tudo o que Deus é.

Dar graças por tudo é um mandamento. O Senhor nos capacita a cumpri-lo mesmo quando não estamos sentindo vontade. Ao agir assim, agradamos a Deus e nossa fé aumenta.

Graça e Paz!

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

FELIZ ANO NOVO



“Então tomou Samuel uma pedra, e a pôs entre Mizpá e Sem, e chamou-lhe Ebenézer; e disse: Até aqui nos ajudou o Senhor”.(I Samuel 7:12)


Finda o ano. Muitos sonhos, muitos planos, alguns realizados, outros não.  Mas, graças a Deus, chegamos a bom termo. Podemos dizer ”até aqui nos ajudou o Senhor”.

Vai começar um novo ano. Serão dias, semanas e meses, que servirão para marcar o tempo.

Mas como a cada final de ano sempre fazemos um exame de nossas vidas, gostaria de pedir a você, que quando fizer seu balanço do ano que passou, se lembre das dificuldades superadas, porque as dificuldades superadas são dádivas divinas.

Às vezes Deus coloca pequenos problemas no nosso caminho, para enrijecer nosso caráter, para servir como um antídoto para grandes males que poderão vir.

Todos nós gostaríamos de viver num mar de rosas, em céu de brigadeiro. Mas as dificuldades existem em nossas vidas e é preciso que aprendamos a superá-las.

O apostolo Paulo, escrevendo aos Coríntios, ensina que Deus é fiel, e não permitirá que ninguém seja tentado além de suas forças e ainda proverá os meios para que se possa suportar a tentação.

As dificuldades que enfrentamos no dia a dia de nossas vidas, muitas vezes não são de ordem material. Muitas vezes são de ordem moral e espiritual.

As vezes é mais fácil enfrentarmos uma dificuldade material, do que uma dificuldade existencial ou espiritual.
De qualquer sorte, as dificuldades existem para serem superadas, não importa de qual ordem elas sejam.
Mas para superarmos as dificuldades que nos acometem, precisamos exercitar a paciência.

O salmista diz que “esperei com paciência no Senhor e ele me ouviu“. E é bom nos lembrarmos do exemplo de Jó, que esperou com paciência e venceu.

Tempo de dificuldades é tempo de exercitarmos nossa paciência.

Paciência é algo que deve ser cultivado com todo carinho.

Quando fazemos algo com paciência, normalmente fazemos bem feito.

Portanto, quando você estiver passando por dificuldades, não maldiga a sorte.

Aprenda com a situação. Exercite a paciência. Seja pronto para ouvir, tardio pra falar e mais tardio ainda para se irar.

A cada manhã a vida recomeça.

E lembre-se de que, quem tem Deus no coração, só enfrenta problemas sozinho, se quiser.

Graça e Paz!
  

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

TEMPO COM DEUS



“Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, e, fechada a porta, orarás a teu Pai que está em secreto; e teu Pai que vê em secreto, te recompensará.” (Mateus 6:6)

Ainda que tenhamos um bom relacionamento com Deus durante todo o nosso dia, a palavra do Senhor nos exorta a ter um tempo exclusivo para a comunhão com ele. Estes momentos de nosso dia são muito especiais e preciosos.

Durante a agitação do dia a dia, não conseguimos ficar completamente à vontade para falar ao nosso Pai, abrir nossos corações e, principalmente, ficar quietos para ouvi-lo. É fundamental que tenhamos momentos de intimidade com o Senhor.

Necessitamos momentos solenes para conhecer sua santidade, para confessar nossos pecados e experimentar sua misericórdia e perdão. Necessitamos de lugares de intimidade para adorá-lo, derramar-nos a seus pés e provar seu amor e consolo.

Necessitamos de tempos especiais e longos para meditar nele e na sua palavra e para ouvir calmamente a sua voz. Necessitamos de momentos para clamar ao Senhor, erguendo nossas orações e súplicas.

Jesus, apesar de sua vida extremamente sobrecarregada de compromissos e atendimentos, não podia ficar sem os momentos a sós com o seu Pai.

Mesmo sendo o unigênito Filho e conhecendo totalmente o Pai e sua vontade, não podia viver sem essa comunhão com ele. Era, para ele, uma necessidade e um prazer. Certamente ele ficava esperando o momento do dia no qual poderia sair um pouco à parte para ter seu tempo especial de intimidade com seu Pai.

Assim também nós, apesar das muitas atividades devemos priorizar e desejar
ardentemente ter essa prática. Lutero dedicava diariamente bom tempo à oração. Porém, em dias de muita ocupação dizia: “Hoje necessito orar mais, pois o dia será cheio”.

Nós, freqüentemente, fazemos ao contrário, nos dias de muitas ocupações, ficamos sem tempo para a oração.

Estabeleçamos o firme propósito de separar diariamente um tempo
exclusivo de comunhão com nosso Deus.

A oração para nós, como era para Jesus, deve ser uma necessidade e um prazer.

Graça e Paz!

ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

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