VERSÍCULO DO DIA

“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (II Timóteo 3:16)

Cruz


"Todo aquele que ler estas explanações, quando tiver certeza do que afirmo, caminhe lado a lado comigo; quando duvidar como eu, investigue comigo; quando reconhecer que foi seu o erro, venha ter comigo; se o erro for meu, chame minha atenção. Assim haveremos de palmilhar juntos o caminho da caridade em direção àquele de quem está dito: Buscai sempre a Sua face."
Agostinho de Hipona

domingo, 17 de julho de 2011

SEITAS ! CUIDADO COM ELAS !

Inicialmente é importante saber que a palavra seita, vem do grego “háiresis” que quer dizer, dependendo da frase em que está, “escolha”,‘partido”,”divisão”,”escola”,”corrente de pensamento”. Heresia também provém de “háiresis”. 

Quando a palavra foi traduzida para o latim, “háiresis” virou “secta”. Foi portanto do latim, que veio a palavra seita.

É interessante também saber, que originalmente a palavra seita não tinha sentido pejorativo. Os líderes judaicos nos primórdios do cristianismo, segundo Atos 24.5, classificavam o cristianismo como apenas uma divisão do judaísmo, tal como os saduceus e fariseus.

Com o tempo, seita passou a ter a conotação atual, que é de “um grupo de indivíduos reunidos em torno de uma interpretação errônea da Bíblia”, “uma perversão/distorção do cristianismo bíblico”, ou “qualquer religião tida por heterodoxa ou espúria”.

Em termos teológicos, seita se refere a grupo de pessoas que se reúne, proclama e age conforme as definições acima, cometendo heresias.

Para ficar claro, heresia é a defesa e propagação de doutrinas antibíblicas. Grupos que ao invés de pregarem a Doutrina de Deus, pregam doutrinas de homens e demônios.   
                            
É preciso conhecer, para se evitar cair em armadilhas, pois existem seitas que se apresentam como cristãs, mas tem doutrinas (ensino), contrárias às Escrituras.

A forma mais fácil de identificar uma seita é ver se ela ADICIONA ou SUBTRAI, algo da Palavra de Deus. Se pregam a auto-salvação, proclamando que a salvação é pelas obras, repudiando assim o sacrifício de Jesus; ou que o “crente” só é salvo se pertencer aquela denominação e fora dela não há salvação.

Outra característica das seitas é a falsa profecia. Existem várias seitas que se dizem cristãs, mas cujos membros fundadores anunciaram várias vezes datas específicas para o fim do mundo, coisa que – está evidente – não aconteceu.

É preciso ter muito cuidado, pois muita gente pode estar envolvida em seitas, por conta da falta de conhecimento bíblico.

PARA MEDITAR:

“Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus. “(Mateus 22:29)

“Jesus dizia, pois aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. (João 8:31/32) 

sábado, 16 de julho de 2011

PRIMEIRO AMOR


Quero voltar ao inicio de tudo
Encontrar-me contigo Senhor

Quero rever meus conceitos e valores
Eu quero reconstruir

Vou regressar ao caminho,
Volver às primeiras obras, Senhor


Eu me arrependo, Senhor,
Me arrependo Senhor, me arrependo, Senhor

Eu quero voltar ao primeiro amor,
ao primeiro amor,
Eu quero voltar a Deus.

PROFECIA


Uma colega de trabalho estava lendo um “horóscopo”, quando  contei-lhe sobre um editor de jornal, que na falta de previsões astrológicas, inventou um “professor-astrólogo”, e inventava as previsões diárias com as coisas mais absurdas possíveis.

Um dia, um colega de jornal, que não sabia da “armação” do editor, disse prá ele que gostaria de conhecer o tal “professor" pois as previsões eram por demais acertadas.

A colega não acreditou, mesmo quando revelei que o editor, era eu.

Tem muita gente querendo enganar a si próprio, buscando conhecer o futuro através de astros, cartas e outras bobagens. Aliás, "bobagens perigosas" pois são condenadas pela sã doutrina.

O futuro pertence a Deus e ele o revela quando quer e a quem quer, mas apenas para Sua própria glória.

Muita gente confunde profecia, com adivinhação. A profecia bíblica é o elemento que diferencia a religião monoteista judaico-cristã das outras religiões.

Os profetas do Deus Todo Poderoso pertencem à categoria dos “portadores de palavra”.
Vemos na Bíblia, que através dos profetas, Deus se dirige a seu povo, ameaçado por imensas catástrofes que se avizinham. Levanta uma série de mensageiros que só desejam uma coisa: recolocar o povo no caminho reto da relação com seu Deus e na proximidade tangível e palpável de sua presença.
O profeta, não é um adivinho. Ele comunica algo que Deus quer que seu povo conheça e faça.

No Velho Testamento, os profetas comunicaram sobre a defesa da justiça e do direito em Israel; a atitude crítica diante de práticas religiosas vazias que não têm correspondência com a vida; a  espera vigilante das ações divinas que revolucionarão o destino do povo.

É importante notar, que os profetas não são chefes políticos revolucionários, nem ideólogos de partidos. Eles trazem, porém, a grande novidade do espiritualismo liberto de toda rigidez cultural.

Dirigem-se a um povo para falar-lhe em nome de Deus. Não fazem teoria, tem por objetivo essencial, colocar o povo no caminho e na presença de Deus.

No Novo Testamento, vemos Deus levantar João Batista, o maior entre os filhos de mulher, de acordo com o Evangelho. 

Foi ele quem anunciou, e apontou: “Eis o cordeiro de Deus!” E pela força dessa notícia enfrentou poderes e reis, perdendo a vida por sua fidelidade e coragem.
Jesus de Nazaré, foi o profeta por excelência, que dá sentido a toda profecia antes e depois de sua vinda. 

Vemos que Jesus homem era a própria presença de Deus no meio da história, na fragilidade da carne. 
Mostrou a presença de Deus na humildade do amor que se aproxima dos últimos desse mundo, trazendo-lhes paz e vida em abundância.

E Jesus levantou profetas que sob influxo da inspiração divina, nos deixaram sua palavra escrita.
Se alguém quer saber do futuro, leia a Palavra de Deus. De Gênesis a Apocalipse Deus se revela e revela o que deseja de cada um de nós.

E todas as coisas profetizadas se cumpriram, estão se cumprindo e serão cumpridas.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O que é evangelizar?

Ouve-se muito falar em “evangelização”, mas muitos irmãos e irmãs, não compreendem o que é evangelizar.
Evangelizar na verdade, é fazer discípulos de Jesus. E  fazer discípulos é um mandamento. 
Mas como fazê-lo?

Para responder a esta pergunta, vamos primeiro ler At 2:22-39. Aqui nós observamos a primeira investida da igreja, quando ela começa a obedecer o mandamento de Jesus.

Qual o conteúdo da mensagem de Pedro? Essa pregação se divide basicamente em duas partes:

1)- Pedro fala sobre Jesus, sua vida e sua obra.
Fala dos milagres, prodígios e sinais (obra tremenda e grandiosa); fala da sua morte na cruz (mostrando que o Pai o entregou); fala da sua ressurreição usando duas provas:
As promessas feitas a Davi e o testemunho deles mesmos, que viram a Jesus
ressuscitado; fala da exaltação de Jesus e proclama que Jesus é o Senhor e Cristo.
A proclamação sobre Jesus, sua vida, morte, ressurreição etc, é o que vai produzir fé no coração daquele que ouve (Rm 10:17).
Ninguém pode experimentar um novo nascimento, se não for pela fé no Senhor ressuscitado (Rm 10:9).
Essa proclamação não pode ser formal ou acadêmica. Mas deve ser dada com simplicidade, alegria, autoridade e unção do Espírito Santo. Aquele que proclama deve estar cheio de fé, para que a possa transmitir àquele que o ouve.

2-) Pedro fala a eles o que fazer para entrar no reino de Deus.
Quando os que ouviam Pedro deram crédito a sua palavra e temeram, então Pedro lhes deu a segunda parte de sua mensagem. Na primeira parte, Pedro falou do que Jesus fez.
Agora ele vai falar do que Jesus quer que nós façamos. Aqui há uma indicação clara. São três passos distintos que cada um deve dar para entrar no reino de Deus.

Podemos dizer que essa é a PORTA do reino. A fé é a base, é aquilo que vai me dar poder para entrar, vai me dar poder para ser feito um filho de Deus (Jo 1:12).
A fé não é a porta de entrada, ela é o que dá poder para entrar. A porta de entrada do reino se constitui em:
ü Arrepender-se
ü Ser batizado em nome de Jesus e
ü Receber o dom do Espírito Santo

Vimos então que Pedro falou de duas coisas: Falou de Jesus e da porta do reino. Isso é o que devemos falar para fazer discípulos.

Falar da obra de Jesus na esperança de que os homens creiam, sem colocar as condições para ser um discípulo, produz uma fé que não tem como se expressar, e logo se torna uma fé morta. Esse tem sido um dos principais erros da igreja nesse século.
Por outro lado, falar das demandas (exigências) do reino, sem comunicar a graça de Jesus Cristo, produz uma religiosidade legalista e sem poder.

Evangelizar é pregar o evangelho. Primeiro falando de forma clara sobre Jesus, sua vida e obra, e segundo, falando das demandas estabelecidas pelo próprio Jesus a todo aquele que quiser tornar-se seu discípulo. A primeira produzirá fé, a segunda produzirá obediência.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

SAIAMOS DA DEFENSIVA

No Reino de Deus, o modo seguro de perder alguma coisa é tentar protegê-la e o meio de conservá-la é deixar que se vá. A lei da preservação pela rendição e da perda pela defesa é revelada por nosso Senhor em sua declaração célebre, mas pouco entendida “Se alguém vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me”. Mt. 16:24

Vê-se aqui a notória disparidade entre os caminhos de Deus e os dos homens. Quando o mundo larga algum bem valioso, alguém arrebata e some. O mundo tem que preservar o que é seu defendendo-o. Assim os homens escondem os tesouros do seu coração, fecham as suas possessões, protegem seu bom nome com leis contra calunia; cercam-se de estratagemas protetoras de toda a sorte e guardam as costas do país com poderosas armadas. Tudo isto está de acordo com a filosofia de Adão, que provém da sua natureza decaída e é confirmada por milhares de anos de experiência prática. Desafiá-la é provocar o escárnio da humanidade, contudo, nosso Senhor a desafiou.

Para ser específico, Cristo não condenou o mundo por defender o que lhe pertence. Voltou-se do mundo decaído e falou de outro mundo em que a filosofia de Adão é nula e onde suas técnicas são inoperantes. Falou do reino de Deus, cujas leis são exatamente opostas às do Reino do homem ( as bem aventuranças).

Muito antes de Cristo lançar os princípios espirituais que haveriam de governar o novo reino, Deus dissera pela boca do seu profeta. “Os meus pensamentos não os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos”. Is. 55:8 e Cristo disse noutro lugar “Aquilo que é elevado entre os homens, é abominação diante de Deus.” (Lc. 16:15)

Entre as leis espirituais e as leis da sociedade humana há um grande abismo. Em sua sabedoria, Deus se move na via elevada segundo os propósitos eternos; na via inferior, move-se o homem fazendo melhor que pode, improvisando e misturando as coisas sem seguir um plano definido, esperando que as coisas se acertem e quase sempre vendo frustradas as suas esperanças.

O cristão verdadeiro é filho de dois mundos. Vive ente os homens decaídos recebe deles os primeiros conceitos e se desenvolve numa decaída visão da vida, como todos os seres humanos, de Adão em diante. Ao ser regenerado e introduzido na nova criação, é chamado para viver em conformidade com as leis e princípios do novo reino, mas todo seu preparo e todo seu pensamento e valores tem sido de acordo com o velho reino. 

Assim, se ele não for sensato e consagrado, poderá ver-se empenhado em tentar viver a vida celestial, segundo o padrão terreno. A isto Paulo chamou a maneira carnal de viver. As questões da nova vida cristã são influenciadas pelas respostas automáticas da velha vida resultando em confusão.
...É fácil compreender porque tantos cristãos se apegam a seus tesouros, defendem as suas posses e lutam por reputação. Estão reagindo segundo o velho padrão que tinham seguido com muita naturalidade por muito tempo.

Requer a fé verdadeira começar a viver a vida do céu enquanto estamos na terra, pois isto exige que nos elevemos acima da lei da gravitação moral e nos apeguemos, no nosso viver diário, à alta sabedoria de Deus. Como esta sabedoria é contrária à sabedoria do mundo, só podemos esperar como resultado, o conflito. Todavia, este é um pequeno preço a pagar pelo inestimável privilégio de seguir a Cristo.

É necessidade vital que atendamos ao Espírito Santo e cessemos de defendermo-nos. Jamais encontrei um cristão vitorioso que estivesse na defensiva, mas não posso enumerar quantos cristãos nervosos, assustadiços e completamente infelizes já encontrei. Cristãos que queimam suas energias em vão esforços para proteger-se.

Estas pobres almas, sem alento, imaginam que há sempre alguém tentando, como eles  mesmos dizem, “lançar alguma coisa sobre eles”. O resultado é aflição, ressentimento e uma espécie de hostilidade a fogo lento para com todo aquele que tenha alguma razão para crê que está atrás de algo que possui.

Minha fervorosa admoestação para todas essas almas nervosas é que encaminhem tudo a Deus e relaxem. O cristão verdadeiro não precisa defender-se, nem defender sua possessão, sua posição, nem sua reputação. Deus cuidará de todas as coisas. Deixe que se vá os tesouros, e o Senhor lhes guardará para a vida eterna. Agarre-se a eles, e não lhes trarão nada, senão angústia e miséria até o fim de seus dias.

É melhor lançar aos quatro ventos todo pouco que temos, do que envelhecer e azedar tentando defendê-lo. É melhor sofrer a fraude, algumas vezes, do que desenvolver uma constante suspeita de que alguém está querendo enganar-nos. É melhor que a cãs seja assaltada do que passar nossos dias e noites com rifle sobre os joelhos, esperando vigilante pelo assalto. Largue-o e o manterá. Defenda-o e o perderá. 

Esta é a lei do Reino de Deus e esta lei se aplica a todas as almas regeneradas. Podemos permitir-nos confiar em Deus; permitir-nos não confiar nele é que não podemos.

* Por: Pr. Eliseu da Cruz Moreira (Adaptado de A. W. Tozer)

terça-feira, 12 de julho de 2011

A BIBLIA NÃO DEFENDE O ABORTO


O Bispo da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, costuma usar Eclesiastes 6:3, para defender o aborto.

E por conta disso, muitos desavisados defendem o aborto, baseados nessa interpretação. Na verdade, é o típico uso de um texto fora do contexto. Um mero pretexto.

Na verdade essa passagem de Eclesiastes não dá nenhum respaldo bíblico a tal pretensão.

Como todos sabem, existem muitas versões da Biblia Sagrada. Algumas até completamente deturpadas, como a utilizada pelas Testemunhas de Jeová. Portanto, vamos analisar esse texto, em algumas versões sérias.

“Se o homem gerar cem filhos, e viver muitos anos, e os dias dos seus anos forem muitos, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é melhor do que ele”. (Versão Almeida)

Mesmo que um homem tenha cem filhos e filhas, mesmo que viva muitos anos, se não aproveitou do que ganhou, nem deixou dinheiro suficiente para que seus filhos lhe dêem um enterro decente – acho que teria sido melhor para esse homem ter nascido morto. (Bíblia Viva – Edição Mundo Cristão)

"que adianta um homem viver muitos anos e ter cem filhos se não aproveitar as coisas boas da vida e não tiver um enterro decente? Eu digo que uma criança que nasce morta tem mais sorte que ele". (Bíblia Linguagem de Hoje)

Como se pode notar, a linguagem muda, mas o sentido, no final, é o mesmo.

O livro de Eclesiastes é repleto de pensamentos alegóricos em que o homem é levado a pensar em seu fim, que é estar junto a seu Criador. Neste caminho, o homem é confrontado com pensamentos melancólicos sobre o suor gasto no seu dia-a-dia, em seu trabalho, na vaidade de tantas ações humanas e que muitas vezes mais nos afastam que nos aproximam do Altíssimo.

O texto em questão mostra o quanto à vida pode ser improdutiva mesmo que tantas vezes pareça a muitos que ela é bem-sucedida. Uma vida vazia é uma vida sem Deus, e o que Eclesiastes mostra, é que quem não encontra a verdadeira felicidade - Deus – por mais que tenha trabalhado e lutado, sua existência foi nula, como alguém que não viveu, como uma pessoa que nasceu morta.

Em síntese, a  análise - teologicamente a exegese – do texto não fala nada da possibilidade de uma mulher optar pelo aborto.

Somente na mente fértil de alguém que pretende falsear a verdade é que existe essa interpretação para justificar o aborto.

A prática do aborto sempre foi e continuará a ser condenada pela Igreja Cristã na figura de suas denominações sérias e verdadeiras, comprometidas com a Bíblia Sagrada e suas doutrinas, que são imutáveis, não vulneráveis ao tempo e aos costumes.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Sudão: uma lição de genocídio anticristão


Por Julio Severo

Nasceu na África o Sudão do Sul, que teve sua independência e soberania formalmente reconhecido em 9 de julho de 2011. Não foi uma guerra contra os chamados colonizadores europeus que libertou a nova nação africana de uma dominação cruel. Na verdade, o povo Sudão do Sul, composto por animistas e cristãos, estava oprimido pelos sudaneses muçulmanos do Norte.


Mais de um milhão e meio de sudaneses foram mortos durante os anos em que os sudaneses muçulmanos estavam determinados a matar, estuprar e escravizar seus compatriotas cristãos e animistas do Sul. A imprensa mundial fala de um grande número de mortos como resultado de uma guerra, como se muçulmanos e cristãos tivessem lutado uns contra os outros em igualdade de atrocidades, escravidão e crucificações.

Entretanto, o genocídio que foi cometido não foi contra os muçulmanos. Os autores desse genocídio não são cristãos.

A ONU quase nada fez para incomodar os muçulmanos do Norte do Sudão, a não ser oferecer condenações diplomáticas capazes de fazer qualquer ditador bocejar. Os mais de um milhão de sudaneses mortos são o monumento da inutilidade da ONU na proteção dos direitos humanos dos inocentes. A Missão Portas Abertas tem um registro público da perseguição aos cristãos no Sudão.

A ONU, que se gaba de se preocupar com os direitos humanos de meninas e mulheres, não interveio enquanto milhares delas estavam sendo estupradas no Sudão. As feministas ocidentais também não abriram a boca. Será que há uma exceção para homens muçulmanos que estupram?

Em pleno século XX e XXI, a escravidão descarada dos sudaneses muçulmanos contra os cristãos e animistas foi praticada bem debaixo do nariz da ONU e das nações. Os oportunistas que dizem lamentar a escravidão do passado mal levantaram um dedo para deter a escravidão bem nos dias de hoje. 

O governo dos Estados Unidos, que intervém em qualquer país com a desculpa gasta de proteger direitos humanos, nunca invadiu o Sudão para impedir o genocídio que virou história.
Mesmo que os americanos tivessem invadido, é pouco provável que os cristãos escapariam de massacres. 

Para proteger seus próprios interesses, o governo dos EUA tem uma política de não incomodar os muçulmanos. Assim, por onde passam as forças militares americanas, os muçulmanos se sentem à vontade para perseguir os cristãos com mais liberdade. Esse foi o caso do Iraque e do Afeganistão. Depois que os americanos invadiram esses países, a minoria cristã iraquiana e afegã ficou muito mais à merce da violência islâmica do que antes.

No caso do Sudão, muitos cristãos foram martirizados, até mesmo com crucificações literais, porque aparentemente as bestas islâmicas achavam que ninguém os incomodaria. De fato, a OTAN não jogou nenhuma bomba nos muçulmanos do Norte. E mesmo que americanos tivessem invadido o Sudão, que benefício os pobres cristãos negros teriam?

Contudo, a ONU, os EUA, a Europa e outros fariam vista grossa se o caso fosse inverso? E se um milhão de muçulmanos corresse perigo de ser massacrado por cristãos, com centenas de crianças e mulheres muçulmanas sob risco de estupros e escravidão?

Será que a ONU, os EUA, a Europa e outros esperariam, sentados em suas poltronas confortáveis, a concretização cruel de um genocídio contra os muçulmanos para iniciar uma burocrática solução diplomática?


ADORAÇÃO

Bendito seja Deus, Pai do meu Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Espírito Santo, que revela o meu Salvador, e que conduz a Igreja santa e imaculada na terra.

Senhor Deus, quem confia em ti ainda que tropece, não cai; ainda que sofra, suporta; nunca desespera; sempre é consolado nos momentos de aflição e jamais carrega cargas pesadas sozinho.

Tu, Senhor, és como um rio de águas vivas que flui dentro de mim. És fonte inesgotável que mata a minha sede.

Eu Te louvo! Eu Te adoro!

Flui Senhor, dentro de mim, enche-me com teu Espírito. Dá-me um coração submisso, um coração de discípulo. Abate a minha arrogância, meu egoísmo, minha independência!

Faz-me melhor, para Ti, Senhor! Só Tu, Senhor, és digno de louvor e adoração. Tu és majestade santa. Te amo Senhor!

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ

"Bem-aventurado e santo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes não tem poder a segunda morte."
Apoc. 20:6
Só existem dois reinos: o de Deus e o de Satanás.
A qual dos dois você pertence?
Se vive para si mesmo, não é ao reino de Deus que você pertence.
Se não reconhece o senhorio de Cristo, não há lugar para você no reino de Deus.
Se não é humilde de espírito, não é cidadão do Reino dos Céus.

Só existem dois senhores: Deus e Satanás.
A qual você serve?
Se ama o pecado, não é a Deus que você serve.
Se vive para fazer a sua própria vontade, de Deus você não é súdito.
Se almeja a glória, as riquezas, os louvores deste mundo, você não serve para Deus.

Só existem dois caminhos: um estreito e outro largo.
O caminho estreito é apertado e cheio de espinhos.
Jesus é esse caminho.
Para encontrar esse caminho é necessário renunciar a si mesmo.
Para andar nesse caminho, você deve tomar diariamente uma cruz.
Para permanecer nesse caminho, precisa seguir a Jesus até o fim.
O caminho largo é fácil e espaçoso.
Nele não há espinho, não há cruz, não há renúncia.
Mas, nele também Deus não está.
Por qual caminho você anda?

Só existem duas árvores: a da Vida e a do conhecimento do bem e do mal.
A Árvore da Vida é o próprio Jesus.
É Árvore que produz muito fruto, fruto de justiça e santidade, de paz e amor.
Quem desse fruto se alimenta, vence o pecado, vence o mundo, vence o mal.
Quem desse fruto se alimenta, tem forças para enfrentar as dificuldades do caminho estreito.
Quem desse fruto se alimenta, se sacia de paz, de esperança, da própria vida de Deus.
A árvore do conhecimento produz muito fruto também.
Fruto agradável aos olhos e proveitoso para dar conhecimento.
Quem desse fruto se alimenta sente-se apto a viver longe de Deus...
Sente-se forte, capaz para viver para si mesmo...
Essa árvore produz alguns frutos parecidos com os da árvore da vida, que podem até confundir.
Mas, ao serem digeridos, não produzem a vida de Cristo.
Podem até produzir muita atividade, muita obra, bondade, muita religiosidade.
Mas, a vida de Jesus, só Jesus, que é a Árvore da Vida, pode produzir.
No final das contas, é a procedência do fruto que faz a diferença.
Não há árvore má que produza bons frutos.
Só Jesus pode produzir a Sua vida em nós.
De qual árvore você se alimenta?

Dois reinos, dois senhores, dois caminhos, duas árvores...
Não há meio-termo, não há outras opções.
Ninguém pode ser neutro, não se posicionar, não se decidir.
Não nascemos no Reino de Deus, não nascemos com a capacidade de servi-lo.
Ninguém nos colocará no caminho estreito, nem andará a nossa jornada, ou tomará cruz que é só nossa.
Não desejamos naturalmente o fruto da Árvore da Vida.
A árvore do conhecimento sempre produz frutos mais tentadores.
Todos necessitamos tomar a decisão:
Sair do reino das trevas e vir para o Reino da Luz,
Renunciar a própria vontade e render-se a vontade de Deus...
Dar meia-volta no caminho largo e espaçoso e passar ao caminho estreito,
Rejeitar os frutos da árvore do conhecimento, desejar a vida de Jesus.
Ninguém está dispensado dessa decisão.
Não é um assunto para religiosos ou ultrapassados.
É um assunto para todos. Na verdade, o maior e mais importante assunto.
Deve ocupar a primazia na nossa lista de prioridades.
Nada é mais importante.

POR QUE?

Porque também só existem duas ETERNIDADES: Céu ou Inferno.
A vida aqui é passageira ... enganosa ...
Mas depois é para sempre, eterno, imutável.
Onde passaremos a eternidade depende de qual reino fazemos parte,
a qual senhor servimos, em qual caminho andamos, de qual árvore nos alimentamos HOJE.

ONDE VOCÊ PASSARÁ A ETERNIDADE?

DE QUE LADO VOCÊ ESTÁ?

O CÉU É PARA AQUELES QUE TÊM INTIMIDADE COM DEUS.

O INFERNO É PARA AQUELES VIVERAM PARA SI MESMOS.

A BIBLIA SAGRADA


A Bíblia foi escrita, originalmente, em hebraico, aramaico e grego, depois traduzida para o latim. Até o ano de 1499, havia apenas 35 traduções da Bíblia Sagrada, em virtude da proibição da Igreja Católica de que se fizessem traduções para outras línguas. Em 1799 surgiram mais 59; em 1899 mais 446.

Atualmente, segundo palestra proferido por Bill Mitchell, em Osasco, São Paulo, em 8 de junho de 2006, ela está traduzida para 2.403 línguas, que representam 95% da população mundial. (Bill Mitchell é consultor de tradução da Área das Américas das Sociedades Bíblicas Unidas, e doutor em Teologia). Inicialmente a Bíblia não era dividida em capítulos e versículos.

A divisão em capítulos foi feita no ano de 1250 pelo cardeal Hugo de Saint Cher, abade dominicano e estudioso das Escrituras. A divisão em versículos foi feita em duas partes. O Antigo Testamento em 1445, pelo rabi Nathan; o Novo Testamento em 1551 por Robert Stevens, um impressor de Paris. A primeira Bíblia a ser publicada inteiramente dividida em capítulos e versículos foi a Bíblia de Genebra, em 1560.

A Bíblia é composta de duas grandes seções, conhecida como Antigo e Novo Testamento, totalizando 66 livros, sendo 39 no Antigo Testamento e 27 no Novo Testamento e foi escrita num período de aproximadamente 1.500 anos, por mais de 40 autores, das mais variadas profissões e atividades, que viveram e escreveram em países, regiões e continentes afastados uns dos outros, em períodos e condições diversas, mas seus escritos formam uma harmonia inigualável.

O Novo Testamento foi traduzido para a língua portuguesa em 1676, pelo missionário evangélico João Ferreira de Almeida, que começou a traduzir o Antigo Testamento, mas não concluiu, por ter falecido em 6 de agosto de 1691. Quem concluiu a tradução do Antigo Testamento foi o pastor Jacobus op den Akker, começando em 1748 e terminando em 1753, quando foi impressa a primeira Bíblia completa em português, em dois volumes.

A Bíblia completa e mais os apócrifos, foram traduzidos para a língua portuguesa pelo padre Antonio Pereira de Figueiredo, que começou a tarefa em 1725 e terminou em 1790.

A Bíblia católica completa, em português, somente foi publicada em 1819. No Brasil, publicou-se em 1847, em São Luiz do Maranhão, o Novo Testamento, traduzido pelo frei Joaquim de nossa Senhora de Nazaré.

Em 1879, a Sociedade de Literatura Religiosa e Moral do Rio de Janeiro publicou a primeira edição brasileira do Novo Testamento de Almeida, versão revista por José Manoel Garcia, lente do Colégio D.Pedro II, e pelos pastores M.P.B. de Carvalhosa e Alexandre Blackford. A primeira Tradução Brasileira da Bíblia completa, foi publicada em 1917.

A Bíblia Católica brasileira, foi editada em 1932, pelo padre Matos Soares.

Judeus, Cristãos e Católicos usam Bíblias diferentes. A Bíblia Judaica – conhecida por Tanak, sigla que vem das iniciais da divisão (Torah “Lei”, Neviím “Os profetas” e Ketuvim “Os escritos” - é composta apenas do Antigo Testamento; a Bíblia Protestante é composta do Antigo Testamento (o mesmo dos judeus) e do Novo Testamento; a Bíblia Católica é composta do Antigo Testamento, mais o acréscimo de 7 livros apócrifos, que não foram aceitos pelos primeiros cristãos e designados como “não canônicos”, “contestados”, “livros que não podem ser lidos na Igreja” e que são: Sabedoria, Eclesiástico, I e II Macabeus, Tobias, Judite e Baruque; e o Novo Testamento.

A Bíblia é um livro singular. Não há nenhum que se compare a ela. É um livro de respostas. Nela se encontra a manifestação do Eterno Deus, fazendo-se conhecer pessoalmente, firmando pactos e alianças, usando a linguagem humana para trazer a verdade imutável.

Os céticos afirmam que os livros da Bíblia Sagrada não são confiáveis, porque foram escritos por pessoas religiosas, baseadas em suas crenças. Entretanto, há muitas provas que garantem a confiabilidade da Bíblia, a sua autoridade como Palavra de Deus inspirada, e a perfeição dos registros dos eventos históricos que retrata, incluindo aí a vida terrena de Jesus Cristo.

O que torna a Bíblia diferente dos livros sagrados de outras religiões, é que é a única a fazer profecias com milhares de anos de antecedência, e todas elas se cumpriram; o que garante que as profecias que ainda não aconteceram, vão acontecer.

O tempo e a história comprovaram as palavras escritas pelos profetas, como a queda de nações, a destruição do Templo e a diáspora judaica. Anunciou com 4 mil anos de antecedência que os judeus voltariam a viver na “terra prometida” depois que fossem dispersos pelo mundo e hoje o Estado de Israel existe e sobrevive em meio a povos hostis.

A Bíblia nos conduz ao mundo metafísico (que está além de nossos sentidos), onde a mente humana, sozinha, não tem capacidade de penetrar. Nos traz informações privilegiadas sobre Deus e seu relacionamento com o mundo e principalmente de seu plano e propósito para a salvação.

Minha lista de blogs

Seguidores

Quem sou eu

Minha foto
Itabuna, Sul da Bahia, Brazil
Sou um discípulo de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo

Arquivo do blog